Após interdição de ponte, balsa faz travessia no Rio Jamanxim

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Alto custo para travessia revolta usuários.

 

balsa

Depois de ficar interditada pela prefeitura de Novo Progresso (Defesa Civil) , a travessia sobre o Rio Jamanxim em Novo Progresso, foi retomada por uma balsa. A ponte dá acesso a uma região repleta de fazendas e a Flona Jamanxim.

A passagem pela ponte foi interrompida pela defesa civil do município de Novo Progresso no mês de março. A estrutura de madeira cedeu quando a enchente do rio jamanxim passou por cima da ponte, caminhões ainda insistem em passar pela ponte colocando em risco a própria vida, para não pagar o preço exigido pelo proprietário da balsa. Após a interdição da ponte, representantes políticos locais (Vereadores/Prefeito), foram até a rádio comunitária e pediram calma a população que estavam providenciando uma balsa. O que muitos não imaginavam que está balsa viria para o rio para ser cobrado os serviços. O Morador mais antigo do outro lado do rio, preferiu manter seu nome em sigilo devido a represárias, lamentou o regresso. Estamos indo para trás, antes que não existia nem prefeitura parece que tudo funcionava melhor, agora trazem uma balsa , não arrumam a ponte e ainda por cima cobram preço absurdo, disse. O morador comentou: Logo quando colocaram a balsa pediram para ele a importância de R$ 280,00 (duzentos e oitenta reais) para passar com caminhão de bovino.

O motorista de um caminhão boiadeiro com as iniciais R.S.G. lamentou ter votado no atual prefeito, porque aqui tudo tem que ser pago, indagou! “O que custaria para prefeitura alugar está balsa ou até comprar e colocar uma equipe aqui para trabalhar e transferir as pessoas de um lado pra outro, quantas famílias estão do outro lado e tem que pagar todos os dias para passar pela balsa”, alguns têm condições, mas muitos vão ter que vender as galinhas e os porcos para pagar a travessia, comentou indignado pela situação no local. Segundo levantamento feita pela reportagem do Jornal Folha do Progresso, está sendo cobrado R$ 120,00 (Cento e vinte) reais para travessia de carreta, R$ 80,00(oitenta reais) reais para travessia de caminhão,  R$ 25,00 (vinte e cinco) reais para carros e camionetes e R$ 10(Dez Reais) para motocicleta.

No momento de nossa reportagem, um caminhão que transportava bovinos passou pela ponte danificada.

A ponte deslocou boa parte no meio dela para baixo, cedeu e formou uma curva, segundo técnico em construção de ponte de madeira, quem passar por ela esta arriscando a vida.

Após a queda da ponte, o Vereador Luizão e o Secretario de Obras, visitaram o local e comentaram da situação critica que encontram a ponte, e prometeram solução com uma balsa, mas nunca comentaram, quem bancaria o custo da balsa. O comprovante emitido no local é nominado como “Balsa Progresso”, abaixo consta como “Mauro Navegações” e nas costas do documento, tem um texto da Capitania dos Portos de Santarém. O Proprietário da balsa respondeu que administra a balsa com autorização da marinha e outras licenças necessárias e que a Prefeitura de Novo Progresso fez o aterro para encostar a balsa no barranco.

Entamos em contado com a Assessoria da Prefeitura Municipal aonde nos informaram, que ontem(14/05) realizaram uma reunião com integrantes da Prefeitura, vereadores e alguns pecuaristas que tem propriedade do outro lado da ponte. Nessa reunião discutiram o perigo que motoristas estão correndo de passar pela ponte, pois a mesma está muito danificada, então vão começar um trabalho de concientização dos usuários para que somente motocicletas e automóveis pequenos passem pela ponte e os demais veiculos pesados utilizem a balsa, pelo menos até começar a reforma(período próximo), aonde todos teriam que utilizar a balsa para passar, até a conclusão da obra(reforma) da ponte do Jamanxim. Inclusive o proprietário da Balsa já ameaçou de tirar a balsa do local, pelo motivo de estar tendo prejuízos, porque está passando todo mundo pela ponte, menos os caminhões carregados. Segundo a assessoria a reforma da ponte seria uma parceria entre o poder público e os pecuaristas.

Fonte/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso

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