Atenção e cuidados nos quadros de aneurisma cerebral

image_pdfimage_print

O rompimento é mais comum entre adultos jovens, de 20 a 50 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade

Fruto de uma malformação vascular que compromete as artérias cerebrais, tornando suas paredes mais finas e frágeis, o aneurisma pode ser congênito – de risco genético familiar, hereditário e com desenvolvimento no decorrer da vida – ou adquirido, em conseqüência de fungos, infecções, processos traumáticos, procedimentos cirúrgicos, em portadores de doenças crônicas, fumantes, entre outros fatores.

Por conseqüência desse processo, forma-se uma pressão nesta região do cérebro e, consequentemente, um abaulamento, que pode romper e causar hemorragia – a gravidade do quadro depende da quantidade da perda de sangue. A tendência é a de se repetir e ser fatal no terceiro episódio.

baclofen online canada order baclofen cheap baclofen order baclofen online buy baclofen baclofen buy uk buy baclofen phenergan canada price phenergan lowest price buy phenergan online 3 days ago – buy diflucan heartburn buy diflucan online fluoxetine online canada no prescription :: efficacy of brand-name vs. generic fluoxetine – online drugstore reviews -> how to order  online no prescription mail order 

O rompimento é mais comum entre adultos jovens, de 20 a 50 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade. Existe um leve predomínio entre as mulheres, mas sem explicações científicas que determinem as causas. Estatísticas americanas mostram que a mortalidade chega a 50% frente ao quadro hemorrágico. Entre os sobreviventes, metade apresenta algum déficit neurológico permanente.

“Sua importância está ligada à sua emergência, ou seja, assim como pode não acontecer nada no decorrer da vida, pode haver complicação e não há como prever”, explica dr. Rubens José Gagliardi, presidente da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).

Uma vez detectada, o próximo passo é investigar suas características, como localização, tamanho e espessura. Com a avaliação do risco, adotam-se condutas na tentativa de conter seu rompimento.

Em baixo risco, são indicados cuidados clínicos, mantendo a pressão arterial estável, assim como mudanças nos hábitos de vida, com alimentação saudável para manter o peso, prática de exercícios físicos, cessação do tabagismo, níveis baixos de estresse e, eventualmente, medicação.

Se apresentar gravidade, requer intervenção cirúrgica convencional, com a clipagem do aneurisma a fim de interromper a irrigação que o nutre, ou neurointervencionismo, com a embolização por cateterismo, que consiste na implantação de um cateter que libera substâncias visando a sua obstrução.

Não há prevenção, exceto manter atenção ao risco familiar, maior determinante para o aneurisma, assim como dores súbitas e intensas, além de doenças associadas. Nestes casos, a descoberta em fase assintomática permite uma terapêutica preventiva que evite o rompimento.

“Importante ressaltar que, ao apresentar evidências clínicas fora da normalidade em termos de intensidade e surgimento, como dor de cabeça, enxaqueca, quadros vertiginosos, síncope e déficit de força e sensibilidade, vale uma investigação com o especialista para identificar a causa e iniciar o tratamento imediatamente”, alerta dr. Rubens.

Para o diagnóstico, o exame ideal é a angiografia, que comprova a existência da doença, tendo a digital-arterial como o método mais preciso e mais complexo, porém, com mais riscos. A ressonância magnética e a tomografia computadorizada também são importantes instrumentos de avaliação do distúrbio.

Fonte: ORMNews.

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981171217 / (093) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br womans health, buy estrace cream , buy estrace online uk – rims.ac.in.

 

error: Jornal Folha do Progresso
%d blogueiros gostam disto: