Avião desaparecido foi visto sobrevoando região de garimpo no Amapá, que era seu destino final

(Foto:Divulgação- SAR, Aeronave que faz as buscas)-O SAR, uma aeronave de busca e salvamento da FAB, foi acionado e concentra as buscas na última localização de que se tem notícias.
Há oito dias um avião monomotor que decolou de Jacareacanga (PA) com destino ao Município de Laranjal do Jari (AP) está desaparecido. Mas, segundo informações do corpo de Bombeiros, o avião foi visto sobrevoando a área de destino final, na sexta-feira (12), dia em que decolou no Pará.
O monomotor não teria pousado por conta do mal tempo na região e, as últimas informações são de que o avião teria sido visto voando, margeando o rio. O SAR, uma aeronave de busca e salvamento da FAB, que voa muito baixo, com sensores ligados afim de localizar o objeto procurado, foi acionado e vai concentrar as buscas na última localização de que se tem notícias e, havendo novas informações, a equipe dos Bombeiros entrará, por terra, para dar continuidade às buscas.
Na última terça-feira (16), uma equipe dos Bombeiros de Itaituba se deslocou do Município, dando início às buscas, numa operação integrada com a Força Aérea Brasileira (FAB) e Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
A operação foi concentradas na região em que o avião decolou e por todo o trajeto que deveria ter sido feito pelo monomotor. O subcomandante Luiz, dos Bombeiros, havia salientado a possibilidades de a FAB fechar o espaço aéreo para otimizar as buscas; o que foi confirmado pelo Tenente Fábio, da FAB.
Com o acionamento do SAR, o espaço aéreo, na área das buscas, está restrito para segurança e integridade de todos e, outros aviões já estão proibidos de voar na região. Para saber qual área do espaço aéreo está restrita basta acessar o documento chamado notam.
pilotosFoto:Reprodução-Tassiano e Leonardo estavam na aeronave.
Estavam à bordo do monomotor o piloto, Leonardo Pereira Machado e o morador de Itaituba Tassiano dos Santos Fernandes. Familiares e amigos estão preocupados. Mas, agora mais esperançosos com as novas informações.

Tassiano tem 26 anos, trabalha na área garimpera. Ele é casado e pai de dois filhos, uma menina de 5 anos e um menino de 8.

Fonte: Portal Giro
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MPF abre vagas de estágio com bolsa de R$ 850 na próxima terça

(Foto:Reprodução) -O Ministério Público Federal (MPF) no Pará vai abrir às 15 horas da próxima terça-feira (23) o período de pré-inscrições para o 1º processo seletivo de estagiários realizado pela instituição este ano no Estado. A bolsa é de R$ 850. A jornada é de 20 horas semanais.

Para Belém, há vagas em cadastro reserva para estudantes de Biblioteconomia, Ciências Sociais, Direito, Engenharia Florestal e Jornalismo. Em Marabá as vagas em cadastro reserva são para estudantes de Direito. Em Altamira as vagas, também em cadastro reserva, são para estudantes de Etnodesenvolvimento.

Para fazer a pré-inscrição é preciso acessar o link e preencher a ficha de inscrição para estágio. As pré-inscrições serão realizadas até as 15 horas de 29 de abril. Para confirmar a inscrição, até as 23h59 do dia 03 de maio os candidatos deverão encaminhar por e-mail a documentação exigida no edital, também disponível no site.

Para participar do processo seletivo é preciso estar matriculado em uma das instituições de ensino conveniadas com o MPF indicadas no edital de abertura do concurso, e é preciso ter concluído carga horária mínima de estudos, que varia conforme a duração total do curso.

Há reserva de percentual de vagas para estudantes com deficiência e para os estudantes que se declararem participantes do sistema de cotas raciais.

As provas serão realizadas em 19 de maio, às 9 horas, em locais a serem divulgados pelo MPF. O conteúdo programático e todos os demais detalhes do processo seletivo estão publicados no edital de abertura do concurso.

A divulgação dos resultados e de quaisquer outras novas informações sobre o processo seletivo serão feitas no link. O resultado final e a homologação do concurso estão previstos para serem divulgados em 24 de junho.

(Com informações do MPF)

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SEIS ASSASSINATOS-Terceiro envolvido na morte de líderes rurais em Baião é preso

Terceiro envolvido na morte de líderes rurais em Baião é preso (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Policiais civis prenderam, nesta sexta-feira (19), Valdenir Farias Lima, um dos envolvidos nos seis assassinatos ocorridos no último dia 22 de março, na zona rural de Baião, nordeste paraense. Entre as vítimas, Dilma Ferreira da Silva, 45, que fez parte do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), na região de Tucuruí.

A prisão foi resultado de operação conjunta de policiais civis do Núcleo de Inteligência Policial (NIP), do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI) Tucuruí, Grupo de Pronto-Emprego (GPE) e Superintendência Regional do Lago de Tucuruí. Em depoimento, Valdenir confessou ter participado dos seis assassinatos.

Ele revelou que quem encomendou as mortes foi o fazendeiro Fernando Ferreira Rosa Filho, 43 anos, indiciado em inquérito policial como mandante das mortes. Segundo Valdenir, os homicídios foram motivados por grilagem de terras. Conhecido como Fernandinho, o fazendeiro foi preso em 26 de março por mandado judicial de prisão. Ainda, em depoimento, o preso confessou ter participado das execuções das mortes juntamente com os irmãos Alan Alves, Marlon Alves, Glaucimar Francisco Alves e Cosme Francisco Alves.

Destes, Cosme já está preso desde o dia 1º deste mês, quando foi localizado por uma guarnição da PM em Nova Ipixuna. Os outros três irmãos estão foragidos. Ainda, em depoimento, o preso Valdenir confirmou que, primeiramente, o grupo criminoso matou as três vítimas – Marlete da Silva Oliveira, Raimundo de Jesus Ferreira e Venilson da Silva Santos – que eram funcionários da fazenda de propriedade de Fernando. Após as vítimas serem mortas, os corpos foram carbonizados.

Em seguida, o mesmo grupo foi até a residência da Dilma, no assentamento Salvador Allende, em Baião, onde a executaram a facadas juntamente com o companheiro dela, Claudionor Amaro Costa da Silva e Milton Lopes, um amigo do casal. Depois de matar as vítimas, um dos criminosos – Marlon Alves – roubou uma caixa de som e o celular de Dilma. O assentamento fica a 14km de distância da fazenda de Fernando.

As investigações resultaram do trabalho de uma força-tarefa da Polícia Civil, sob comando do delegado-geral Alberto Teixeira, enviada à região de Baião para investigar as mortes ocorridos no assentamento e na fazenda.

(Com informações da Polícia Civil)
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Polícia Militar prende traficantes em Moraes Almeida

Na tarde desta sexta-feira (19/04) por volta das 18h00mn, policiais do BPM  de Moraes Almeida , após denuncia anônima de que havia comercio de drogas seguiram em diligencia até o local onde apreenderam em flagrante  JACKSON LUCAS MENDES BRAZ,de 21 anos, ROSANE COSTA MOTA, de 23 anos , K. N. S. de 17 anos (terceira apreensão do mesmo), o qual teria recebido uma quantia de 32 cabeças totalizando 138.8 gramas de produto aparentando ser crak e duas motocicletas que os mesmos utilizavam para o trabalho criminoso, a importância de  R$ 367,00 (trezentos e sessenta e sete reais)  em espécie.

Os presos serão encaminhados para delegacia de policia civil,da cidade de Trairão para procedimentos cabíveis.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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(foto:Divulgação Policia)
(foto:Divulgação Policia)

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Paraense é convocada para a Seleção Brasileira principal de vôlei

Juma Fernandes, de 26 anos, é uma das promessas do vôlei feminino brasileiro
Juma é uma das levantadoras da Seleção Brasileira na preparação para Tóquio 2020 (Foto:Reprodução / Instagram)

A primeira convocação do técnico José Roberto Guimarães para a Seleção Brasileira de Vôlei foi marcante para os amantes da modalidade no Pará. Isto porque, entre as 16 craques chamadas para defender o país na Liga das Nações, no Sul-Americano, na Copa do Mundo e no Pré-Olímpico para os Jogos de Tóquio-2020, está o nome da paraense Juma Fernandes.

Natural de Belém, a levantadora de 26 anos atua no Hinode Barueri, em São Paulo, e curte mais uma convocação, sendo a primeira, para a seleção principal. Hoje, a jogadora já é uma realidade na modalidade. Juma estará ao lado de nomes consagrados como Dani Lins, Gabi, Camila Brait e Tandara.

 Juma é um dos talentos brasileiros no vôlei (Reprodução Instagram)

Juma é um dos talentos brasileiros no vôlei (Reprodução Instagram)

A CBV confirmou que a apresentação deste primeiro grupo de atletas chamadas está marcada para a próxima segunda-feira, em Saquarema (RJ), onde fica o Centro de Desenvolvimento de Vôlei (CDV) da entidade.

JUMA

Juma deixou Belém aos 17 anos para integrar a base do Programa Bradesco Esportes e Educação, em Osasco (SP). Três anos depois, ela já estava no Pinheiros e ainda jogou por São Caetano e o próprio Barueri, para onde retornou nesta temporada.

Assista a lances de Juma Fernandes:

Com o nome formado pela junção dos nomes dos pais (Juarez e Márcia), Juma tinha como objetivo maior na carreira a participação na Seleção Brasileira. Aliás, foi um sonho compartilhado com a mãe, que foi professora de vôlei e morreu em 2013 vítima de câncer. Um ano após a perda, a jogadora recebeu a primeira convocação para a Seleção de base.

Confira as 16 convocadas:

Levantadoras: Dani Lins (Hinode Barueri), Roberta Ratzke (Sesc RJ) e Juma Silva (Hinode Barueri)
Oposta: Tandara Caixeta (Guangdong Evergrande)
Centrais: Ana Beatriz Silva (Sesc RJ), Milka Medeiros (Hinode Barueri) e Gabriela Cândido (Sesi Vôlei Bauru)
Líberos: Camila Brait (Osasco-Audax), Natália Pereira Araújo (Hinode Barueri) e Tássia Silva (Sesi Vôlei Bauru)
Convidadas: Lorenne Teixeira (Osasco-Audax), Tainara Santos (Hinode Barueri) e Julia Bergmann (sem clube)
Por:Redação Integrada
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Invasão de terra tem que ser tipificada como terrorismo, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse que pretende enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei que tipifique a invasão de terras como crime de terrorismo. A declaração foi dada durante uma transmissão ao vivo em sua página no Facebook na noite desta quinta-feira (18). Segundo ele, houve apenas um registro de “invasão” de terra no primeiro trimestre deste ano, contra 43 no mesmo período do ano passado.

“No que depender de mim, será tipificado como terrorismo”, afirmou. Ele disse que conversará com parlamentares para buscar uma proposta que seja viável para aprovação no Legislativo.

Bolsonaro também defendeu o envio de um outro projeto de lei que possa estender o direito de legítima de defesa para quem atira contra pessoas que tentem invadir domicílios privados. Esta foi uma das promessas de campanha do presidente. Segundo ele, uma lei semelhante foi aprovada recentemente na Itália.

“Invasão de domicílio ou de propriedade outra, uma fazenda ou uma chácara, o proprietário pode se defender atirando, e se o outro lado resolver morrer, é problema dele. Propriedade privada é sagrada”, disse. Ele também alegou que uma medida dessa natureza precisa ser costurada com parlamentares para ter alguma viabilidade.

A ideia, segundo Bolsonaro, seria aplicar o excludente de ilicitude nos casos em que um proprietário age para defender o seu bem ou sua propriedade.

“O nosso projeto visa que, em legítima defesa da vida própria ou de outrem, legítima defesa da propriedade ou bem próprio ou de outrem, entre aí o excludente de ilicitude. Você responde, mas não tem punição”, disse, citando o caso de policiais em confronto com pessoas armadas, onde o excludente de ilicitude pode ser aplicado caso se reconheça que a ação policial foi em legítima defesa.

Leste Europeu
O presidente também disse que deve viajar ao Leste Europeu no segundo semestre. Ele agradeceu ao filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, pelos contatos internacionais que ele tem feito. Eduardo cumpre agenda internacional na Europa, onde se reuniu com o primeiro-ministro da Hungria, o conservador Viktor Orbán. Depois, o deputado segue para a Itália, onde terá um encontro o com vice-premier Matteo Salvini.

“Eu pretendo viajar para aquela região, no segundo semestre, Hungria, Polônia, para a gente aprofundar nossos laços de amizade bem como, obviamente, comerciais”, disse o presidente.

Desde que assumiu o cargo, Bolsonaro fez quatro viagens internacionais. A primeira foi a participação no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Depois, o presidente foi aos Estados Unidos, Chile e Israel. Bolsonaro deve viajar ao exterior em junho para a reunião do G20, grupo dos 20 países mais ricos do mundo, que ocorre no Japão. Ele também anunciou que irá a China, maior parceiro comercial do Brasil, no segundo semestre.
por:Agência Brasil (foto: assessoria/arquivo)
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Dois PMs do Pará são expulsos da Força Nacional após matarem mecânico a tiros em Roraima

Tenente e cabo seguem presos em Roraima (Foto:Reprodução)

Além deles, um PM do Rio de Janeiro e um cabo do Exército também foram desligados por conta do crime

Dois policiais militares do Pará foram expulsos da Força Nacional de Segurança Pública por suspeita de executar o mecânico Marcelo Menezes da Silva, de 29 anos, em Boa Vista (RR), em dezembro do ano passado. O desligamento do tenente Renato da Silva Rodrigues e do cabo Bruno do Vale Pacheco foi informado pelo Ministério da Justiça no último dia 8. Além deles, também foram expulsos o policial militar do Rio de Janeiro Leandro Queiroz de Paulo Souza e o cabo do Exército William da Silva Soares. Os militares do Pará seguem presos em Roraima.

Os quatro agentes foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público de Roraima (MPRR). A Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri acusou os quatro de matarem Marcelo Menezes da Silva e “fraudarem a veracidade dos fatos”. “Tão logo teve conhecimento do fato, a diretoria da Força Nacional de Segurança Pública abriu um procedimento apuratório de conduta que resultou, no fim do mês de março, na desmobilização dos militares. Ou seja, eles retornaram para a corporação de seus estados e não fazem mais parte do efetivo da FNSP”, informou o Ministério da Justiça ao site G1 Roraima.

As investigações apontaram que após atirar contra o mecânico pela primeira vez na rua Leôncio Barbosa, no bairro Tancredo Neves, zona oeste da cidade, os dois policiais, que estavam de folga e à paisana, chamaram outros dois que estavam em serviço. Na sequência, os policiais levaram o mecânico ainda vivo em uma viatura, foram até um local afastado e o executaram com tiros à queima-roupa. Só depois disso é que eles levaram o corpo da vítima para o Hospital Geral de Roraima. O crime aconteceu em 23 de dezembro de 2018.

Na delegacia, os agentes mentiram no depoimento prestado, como apontam as investigações. Dois deles relataram ter sido assaltados pela vítima, que estaria na companhia de um comparsa, mas o homem que seria o segundo suspeito não aparece nas imagens de uma câmera de segurança no local do crime. O mecânico carregava uma espingarda calibre .36, usada para caça esportiva.

Ainda no depoimento, os PMs paraenses afirmaram que chamaram os dois agentes que estavam em serviço, socorreram o mecânico e o levaram direto para o Hospital Geral de Roraima, onde teria sido constatada a sua morte. O Ministério Público constatou, por meio de imagens das câmeras de segurança de uma escola, que a versão dos policiais não era verdadeira, pois ficou comprovado que houve perseguição à vítima e ainda, não havia duas pessoas na motocicleta. Em fevereiro, os quatro policiais foram presos por ordem da Justiça.

Na denúncia, Leandro e Wiliam foram acusados de tentativa de homicídio, emboscada como recurso que dificultou a defesa da vítima, falsificação de declaração com o fim de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante e fraude processual.

Já para Bruno Vale Pacheco e Renato da Silva Rodrigues, que cumprem prisão preventiva, a acusação do Ministério Público é por homicídio qualificado mediante emboscada, assegurar a impunidade de outro crime, falsificação de declaração com o fim de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante e fraude processual. William e Leandro fizeram delação premiada e voltaram ao Rio de Janeiro, onde respondem ao processo em liberdade.

A Redação Integrada de O LIBERAL entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da Polícia Militar do Pará, que ficou de dar um posicionamento sobre o caso.
Por:Redação Integrada
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Terceiro detento é encontrado morto em dois dias em presídios do Pará

Homem foi morto por asfixia mecânica (Susipe)

Desta vez, homem morreu em cela da Central de Triagem da Cidade Nova, em Ananindeua

Mais um detento é encontrado morto em uma casa penal sob a tutela do Estado na Região Metropolitana de Belém. Desta vez a vítima foi Lucivaldo Castro do Vale, encontrado sem vida com indícios de enforcamento na Central de Triagem da Cidade Nova, em Ananindeua, por volta de 6h30, desta sexta-feira (19).

Segundo a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe), por meio de sua Diretoria de Administração Penitenciária da Susipe, agentes penitenciários de ronda foram informados da ocorrência pelos próprios internos da cela 05, onde a vítima estava custodiada.

A Susipe informa que já tomou todas as providências legais. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para a remoção do corpo e a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o caso.
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Projeto de Flávio Bolsonaro quer fim de reserva legal em propriedades rurais

Flávio Bolsonaro, um dos autores do projeto de lei que visa acabar com a reserva legal em propriedades privadas – Adriano Machado/Reuters

Senadores afirmam que ‘ecologia radical, fundamentalista e irracional’ impede desenvolvimento do país

Em medida que reacende um debate já pacificado até dentro da bancada ruralista, os senadores Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e Marcio Bittar (MDB-AC) apresentaram na última terça-feira (16) um projeto de lei que, se aprovado, acabará com a reserva legal em propriedades rurais e deixaria essa área passível de ser explorada economicamente.

A chamada reserva legal é uma área, cujo percentual varia de 20% a 80% —a depender do bioma—, que não pode ser desmatada em propriedades rurais, embora a utilização em agricultura sustentável seja permitida.

O projeto de lei dos parlamentares, que ainda será submetido à votação, propõe revogar, no Código Florestal brasileiro, o capítulo que regula o uso dessa área, e que foi mantido no texto de 2012 que contou com o respaldo da bancada ruralista.

O objetivo, dizem, é garantir “o direito constitucional de propriedade”. A proposta não mexe nas áreas de preservação permanente, como encostas de morros e nascentes de água.

Na justificativa, os senadores afirmam que há uma “ecologia radical, fundamentalista e irracional” que impede o desenvolvimento do país. Ao eliminar a área de reserva legal, argumentam, seria possível “abrandar a concorrência para permitir a expansão da agropecuária em outros grandes países produtores que tem [sic] padrões de preservação bastante inferiores” aos brasileiros.

O projeto usa como exemplo imóveis rurais localizados na Amazônia Legal, região criada pelo governo para promover o desenvolvimento dos estados da região amazônica.

Os imóveis rurais situados em florestas nessa área devem destinar 80% de sua área à reserva legal, percentual que cai para 35% no cerrado e para 20% em campos gerais —o mesmo aplicado a propriedades rurais em outras regiões do país.

“Removido tal entrave, poderemos expandir a produção agropecuária, gerar empregos e contribuir para o crescimento do país, atendendo interesses legítimos e nacionais, além de preservar, como nenhum outro país faz, o meio ambiente”, diz o texto.

Pelas estimativas dos senadores, a região amazônica teria um potencial de US$ 23 trilhões (cerca de R$ 89 trilhões) a ser explorado, sendo US$ 15 trilhões (R$ 58 trilhões) em recursos minerais metálicos, não metálicos e energéticos e US$ 8 trilhões (R$ 31 trilhões) com biodiversidade.

Em nota, o senador Flávio Bolsonaro afirma que a intenção é “devolver ao proprietário rural o direito à sua terra, que hoje é inviabilizada e improdutiva por entraves ambientais desnecessários”.

Segundo ele, mesmo se o projeto for aprovado, “o Brasil ainda será o país que mais protege sua vegetação nativa no mundo”.

“É possível transformar as riquezas naturais que Deus nos deu em desenvolvimento para a população e, ao mesmo, preservar o meio ambiente”, diz.

Já ambientalistas criticam a proposta. Para Adriana Ramos, coordenadora do programa de políticas e direitos socioambientais do Instituto Socioambiental, o projeto tenta desfazer o Código Florestal, “que já foi flexibilizado pela própria bancada ruralista em 2012.”

“O conceito de Reserva Legal foi reafirmado pelo Supremo Tribunal Federal e foi com base nesse instrumento que o Brasil conseguiu reduzir desmatamentos e se firmar como potência ambiental”, prossegue.

O projeto também é visto como uma tentativa de reabrir um debate que já estava pacificado, o que pode trazer insegurança jurídica aos proprietários rurais —se passar, ambientalistas devem levar a discussão ao Supremo Tribunal Federal, em ação que pode demorar anos até ser julgada.

Em março deste ano, o senador Marcio Bittar havia apresentado, sozinho, um projeto de lei que também buscava revogar o capítulo que trata de reserva legal no Código Florestal.

No entanto, na distribuição do projeto no Senado, a relatoria foi parar nas mãos do senador Fabiano Contarato (Rede-ES), presidente da Comissão de Meio Ambiente da Casa. A decisão teria desagradado Bittar, que retirou o projeto, agora apresentado com a coautoria de Flavio Bolsonaro.

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Progressense e crianças internada na oncologia do Hospital Regional de Santarém recebem visitas de animais

Keila de Novo Progresso, em tratamento de leucemia no hospital regional, viu e tocou a primeira vez em um coelho — Foto: Ascom HRBA/Divulgação
Crianças internadas na oncologia do Hospital Regional recebem visita de animais
O projeto ‘Pet terapia’ proporcionou que as crianças tivessem contato direto com um coelho e um cachorro.

Coelho e cachorro em um hospital? Pode parecer estranho, mas esses bichinhos visitaram acompanhantes e crianças internadas no setor de oncologia infantil do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA) em Santarém, no oeste do Pará, quarta-feira (17). Através do projeto “Pet Terapia” um coelho e um cachorro estiveram animando e alegrando as crianças que estão em tratamento. Para algumas, foi a primeira vez que tiveram contato com um coelho de verdade.
O projeto acontece no Hospital Regional desde 2016 em parceria com o Centro Universitário da Amazônia (Unama) e tem apresentado muitos benefícios, sendo realizado apenas com as crianças que não possuem contraindicação médica para o tratamento com os pets.
Antes que as crianças tivessem contato com os dois animais, a condição da saúde de cada paciente foi avaliada pela equipe médica que verificou quais crianças poderiam participar da terapia. Os animais também foram higienizados, podendo ser tocados e assim também receber carinho.
A programação tem como objetivo atribuir um novo significado às atividades comemorativas da Páscoa e minimizar o estresse dos pacientes que estão há meses internados.
Segundo a terapeuta ocupacional Ana Paula Ribeiro, durante uma sessão com os animais, os pacientes liberam substâncias como a dopamina, responsável pelo prazer, e endorfina, que proporciona sensação de bem-estar. Além disso, a Pet Terapia promove ganhos emocionais e de interação social. “Com a pet terapia, as crianças aceitam melhor o tratamento e, com essa terapia, fazemos a estimulação sensorial, motora e cognitiva. Então, com uma ação nós conseguimos ter muitos ganhos”, explicou a terapeuta.

Algumas crianças nunca tinham visto e nem tocado em um coelho. O projeto proporcionou o primeiro contato com o animal, como o caso da pequena Keila que veio de Novo Progresso, sudoeste paraense para fazer tratamento contra leucemia e há pouco mais de 3 meses está com o pai vivendo no setor oncológico.
Para o pai de Keila, Antônio Lopes, a rotina de um hospital não é fácil, por isso a visita serviu para aliviar a tensão do dia a dia. “Aqui dentro não é fácil, igual nós que estamos há 65 dias aqui dentro é complicado, e para eles que vivem doentes fazendo tratamento químico ainda é pior. Então, quando têm esses momentos de alegria é importante e bom demais”, destacou com o sorriso no rosto.
Santarém.

Por G1 Santarém — Pará
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 Crianças que estão em tratamento no setor oncológico infantil recebem visita do projeto pet terapia — Foto: Ascom HRBA/Divulgação

Crianças que estão em tratamento no setor oncológico infantil recebem visita do projeto pet terapia — Foto: Ascom HRBA/Divulgação

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