Live comemora 70 anos do Rei do Carimbó

Projeto irá salvaguardar todo o acervo musical de Pinduca
Prestes a completar 70 anos de carreira, o cantor e compositor Pinduca decidiu inovar e mergulhar nas alternativas tecnológicas para disponibilizar à seus fãs o acervo musical, contido nos seus primeiros 19 discos, gravados originalmente em vinil, em 1973.
A empreitada de remasterizar as 239 músicas desses discos, e disponibilizá-las nas principais plataformas digitais, faz parte de um importante projeto de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial brasileiro. Neste caso representado por esse valioso acervo musical raro, e que hoje estão disponíveis somente nesses vinis. Trata-se do projeto “Pinduca, o Rei do Carimbó do Brasil”.
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“É um marco histórico em minha carreira. Estou feliz em disponibilizar minhas obras na internet, proporcionando que qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, possa apreciá-la no formato original”, comenta o Pinduca.
Projeto – O Projeto é uma realização da Lei Semear, com patrocínio da Equatorial Energia Pará e Grupo Líder, com o objetivo de resguardar todo esse raro acervo musical, além de disponibilizá-lo para a sociedade nas plataformas digitais de música.
Live – O lançamento do projeto ocorrerá na quinta-feira (1), às 19h, em show virtual com transmissão ao vivo pelo canal oficial do Pinduca, no Youtube.
Show musical de lançamento (Live)
Data: 1º/10/2020
Horário: 19h
Fonte: Ascom/Equatorial Energia Pará/Com Fotos

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Presos pela Operação SOS, que apura supostos desvios de verbas no Pará, prestam depoimentos à PF

Máquina de contar dinheiro encontrada por agentes da PF durante Operação SOS no Pará. — Foto: Reprodução / Polícia Federal

Investigados continuam em prisão temporária em presídios da região metropolitana de Belém.

Os onze presos pela operação SOS, da Polícia Federal, que apura supostos desvios de recursos públicos envolvendo o Governo do Pará, continuam presos temporariamente em casas penais da região metropolitana de Belém.

Os investigados já prestaram depoimentos, incluindo empresários, servidores públicos, entre eles secretários do governo estadual, e a PF agora analisa os materiais apreendidos.

Entre as apreensões, estão carros de luxo, documentos eletrônicos, máquina de contar dinheiro e uma quantia em dinheiro em notas de real, dólar e euro.

A operação foi deflagrada na terça (29) para cumprir mandados em cinco municípios do Pará, autorizados pelo ministro Francisco Falcão, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Um dos alvos de mandado de busca e apreensão foi o gabinete do governador Helder Barbalho (MDB), que não tinha mandado de prisão preventiva, mas teve atuação apontada pelo STJ como “essencial” na “empreitada criminosa”.

Um dos 12 suspeitos continua foragido, mas a Polícia Federal não informou quais são os presos, para proteger as investigações.

Segundo a PF, os servidores públicos estão no Centro de Recuperação Coronel Anastácio das Neves; uma mulher está no Centro de Recuperação Feminino (CRF) e os demais presos na Central de Triagem da Marambaia.

Até então, os presos temporários que se tem informação são:

Parsifal de Jesus Pontes – secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e ex-secretário da Casa Civil
Antônio de Pádua de Deus Andrade – Secretário de Transportes
Leonardo Maia Nascimento – assessor de gabinete
Nicolas André Tsontakis Morais – operador financeiro

Os outros investigados com mandados de prisão são:

Peter Cassol de Oliveira, ex-secretário-adjunto de gestão administrativa de Saúde,
    Nicolas André Tsontakis Morais
    Cleudson Garcia Montali
    Regis Soares Pauletti
    Adriano Fraga Troian
    Gilberto Torres Alves Junior
    Raphael Valle Coca Moralis
    Edson Araújo Rodrigues
    Valdecir Lutz

Questionado se manteria os secretários e assessor nos respectivos cargos, o governo não quis se manifestar e disse, por meio de assessoria, que “apoia qualquer investigação que busque proteção do erário publico”.

O G1 também tentou contato com todos os citados, mas não obteve resposta até a última atualização da reportagem.

Decisão do STJ cita como funcionava o suposto esquema; ENTENDA

Conexão entre fraudes

Segundo as investigações, há conexões entre o suposto desvio por meio de contratos com Organizações Sociais (OSs), para gestão de hospitais públicos do Estado, incluindo os de campanha para atender pacientes com coronavírus, e outros contratos celebrados pelo Governo do Pará durante a pandemia.

A informação encontra-se no despacho do ministro Falcão, que cita resultado parcial das investigações em curso junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

No caso dos desvios na saúde, as investigações miram doze contratos suspeitos, entre agosto de 2019 e maio de 2020, que totalizam R$1,28 milhão.

Outro contrato fraudulento citado envolve a distribuição de 500 mil cestas básicas para estudantes de escola pública no Pará – contrato celebrado com participação da titular da Secretaria de Educação (Seduc), Elieth Braga, no primeiro semestre deste ano, no valor de R$74 milhões.

As cestas básicas substituiriam o fornecimento de merenda escolar nas escolas estaduais, que estão fechadas desde março devido à pandemia.

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Secretária de Educação, Elieth Braga, e governador Helder Barbalho recebem remessa de cestas básicas no Pará. — Foto: Reprodução / Agência Pará

A compra é alvo de investigação por superfaturamento e desencadeou na operação Solércia, deflagrada em junho pela PF. O contrato foi feito com a empresa Kaizen Comércio e Distribuição de Produtos Alimentícios, contratada por meio de dispensa de licitação.

A prestação do serviço teria sido fraudada, segundo a decisão, por uma organização criminosa composta por Nicolas André Tsontakis Morais e Cleudson Garcia Montali e membros do governo, alvos da Operação SOS. Helder Barbalho é apontado no inquérito como um dos chefes do grupo, junto dos dois operadores financeiros.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), ambas as investigações “Solércia” e “SOS” são desdobramentos de uma investigação maior para apurar “o caráter sistêmico dos crimes cometidos no âmbito da administração pública estadual, alcançando a Casa Civil do Estado do Pará e as secretarias estaduais de Educação (Seduc), de Transportes (Setran) e Secretaria Estadual De Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme)”, além da suposta participação do governador Helder Barbalho.

Por Taymã Carneiro, TV Liberal, G1 PA — Belém

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Advogado acusa PMs de obrigá-lo a declarar voto em Bolsonaro

Vítima mostra punho e mãos feridos (Foto:Reprodução)

Homem afirma que foi torturado com chutes, socos e choques, sendo chamado de ‘veadinho’

Um advogado de 24 anos registrou uma ocorrência policial, na segunda-feira, 28, na Corregedoria da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO). Ele alega ter sido vítima de racismo e abuso de autoridade por parte de seis policiais militares (PMs), em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, na noite de domingo, 27.

Segundo o relato do rapaz, ele foi espancado com chutes, socos e tapas, teve spray de pimenta jogado nos olhos e foi chamado de “veadinho petista”, sendo obrigado, segundo ele, a afirmar que passaria a votar no presidente Jair Bolsonaro.

O advogado relata que, após saírem para comer, ele estava com amigos na avenida Alfredo Nasser, em Luziânia, quando três viaturas da PMGO passaram em alta velocidade e fizeram uma manobra na contramão. Uma reclamação do advogado teria começado toda a situação de agressão.

“Como eu já estava praticamente atravessando a avenida, numa rotatória, eu não imaginei que eles entrariam na contramão. A viatura quase me atropelou e eu disse ‘Poxa, vai me atropelar?’ Eles já desceram da viatura, disseram ‘mão na cabeça’ e já me deram um tapa no rosto”, relata.

“Veadinho”

O advogado conta que levou chutes, socos e tapas no rosto dos seis policiais. Ele relata que um dos militares jogou spray de pimenta no rosto dele, enquanto o chamavam de “veadinho de merda”. Desespero, o advogado disse que pediu para ser levado para a delegacia.

“Me batiam sem parar. Eu perguntei ‘Meu Deus, pra quê isso?’ Pedi pelo amor de Deus que me levassem para o DP e me entregassem para o delegado. Se eu tivesse cometido algum crime, ele saberia”, relata.

Mas os policiais o levaram para o 10º Batalhão da Polícia Militar (BPM), segundo a versão do denunciante, nas proximidades da região. E uma nova sessão de tortura teve início, relata. Dentro do batalhão, o rapaz conta que foi novamente alvo de golpes e jatos de spray de pimenta. Ele relata que gritou por socorro, mas ninguém apareceu.

Ainda de acordo com o relato do advogado, quando estavam no 10º BPM, um dos policiais teria sugerido levá-lo para a 1ª Delegacia de Polícia (DP) para que a tortura continuasse. “Me jogaram de novo no camburão e disseram ‘Agora vamos levar ele para o 1º DP, porque tem um balde e a gente afoga ele lá’. Na hora eu pensei que ia morrer”, lembra.

“Voto no PT”

O advogado disse que os policiais o levaram para a 1ª DP, na Avenida Perimetral, mas não entraram no local. Ele disse que era advogado, mas em nenhum momento teve o registro da OAB checado. Na entrada da DP, o rapaz disse que teve sua orientação política questionada, o que teria gerado choques elétricos e mais golpes.

“Eles falavam ‘Você é petista, né?’ e eu respondia ‘Sim, voto no PT desde os 16 anos’ e me davam choque elétrico”, contou. O advogado diz que chegou a ouvir de um dos PMs que, a partir daquele momento, deveria votar no atual presidente da República. “Falou ‘A partir de hoje você vai votar no Bolsonaro, entendeu?’, eu disse ‘Tá bom’ e eles me deram mais choques elétricos”, relatou.

Depois, relatou, os amigos chegaram à delegacia acompanhados do pai do advogado. PMs então ficaram menos agressivos. O rapaz disse que os militares o pressionaram a não registrar denúncia, pois isso “o atrapalharia na profissão de advogado”.

IML

O denunciante afirma que, no dia seguinte, foi ao Instituto Médico Legal (IML) e realizou exames para comprovar os ferimentos sofridos. Ele registrou o caso junto à Corregedoria da Polícia Militar e à Polícia Civil. “O sentimento é de indignação porque nenhum agente do Estado está ali para bater em alguém, ou obrigar um cidadão a votar em quem eles querem”, desabafa.

O laudo do IML aponta escoriações no punho, nos joelhos e presença de edema na região occipital (na cabeça).

OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) informou que a Comissão de Direitos Humanos (CDH) da entidade instaurou, nessa terça-feira, 29, um “processo interno para investigar denúncia sobre crimes de tortura, racismo, homofobia e abuso de autoridade cometidos por policiais contra advogado negro, de 24 anos, em Luziânia, no entorno do Distrito Federal”.

A PMGO informou, por meio de nota, “que a versão registrada pelos policias militares envolvidos na ocorrência diverge completamente da versão apresentada pela suposta vítima, mas que, mesmo assim, a Polícia Militar do Estado de Goiás, ao receber a reclamação, instaurou um procedimento com o objetivo de apurar as circunstâncias e a veracidade dos fatos que cercam o ocorrido”.

Por:Redação Integrada com informações do Mais Goiás

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Cabo da PM suspeito de envolvimento no roubo de 15kg de ouro se apresenta na 16ª Seccional

Soldado Daliandrison Junior Pereira Alves e o cabo Alessandro Rocha de Souza. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Até na manhã desta quarta-feira (30) o militar estava foragido. A polícia segue procurando por um soldado que ainda não se apresentou e também é suspeito do crime.

O cabo, Alessandro Rocha de Souza, da Polícia Militar que estava foragido até a manhã desta quarta-feira (30) e é suspeito no envolvimento de roubo de ouro, em Santarém, no oeste do Pará, se apresentou no início da tarde na 16ª Seccional da Polícia Civil acompanhado de um advogado.

De acordo com a polícia, apenas o soldado da PM Thaliandreson Junior Pereira Alves ainda não foi localizado pelas autoridades polícias. Na terça-feira (29) três pessoas foram presas. O sargento Ivan da Silva Passos passou por audiência de custódia nesta manhã, mas o Juiz manteve a prisão dele.

Ainda de acordo com a polícia, o juiz Rômulo Brito decretou a prisão preventiva dos quatro policiais militares que são suspeitos de envolvimento no crime. O segurança da empresa também teve a prisão preventiva decretada pelo juiz.

O crime

cabos pmFrancinaldo da Silva e os sargentos da PM Márcio Costa e Ivan Passos — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Com base em informações do serviço de inteligência das polícias Civil e Militar, na terça-feira (29) três suspeitos de envolvimento no roubo de 15kg de ouro foram presos. As investigações começaram após a pessoa que estava transportando a carga de ouro ser sequestrada na Vila Arigó.

Dois policiais militares: cabo Márcio Costa e sargento Ivan da Silva Passos, além do segurança Francinaldo da Silva Passos foram presos.

Até a última atualização dessa reportagem, apenas 2 quilos de ouro haviam sido recuperados. A carga roubada tem valor estimado de mais de R$ 5 milhões.

Durante a coletiva, o superintendente da PC do Baixo Amazonas, delegado Jamil Casseb relatou toda a ação criminosa realizada pelos militares e pelo funcionário da empresa. O veículo, que estava com a carga de ouro foi abordado por três pessoas que se identificaram como policiais federais. Eles fizeram a rendição e roubaram o material. A ação aconteceu na noite de domingo (29).

O superintendente destacou também que poucos metros depois a vítima conseguiu abrir a porta e se jogou do carro, correndo em seguida para se refugiar em uma residência na Rua Antônio Simões, onde acontecia um velório.

Por G1 Santarém — Pará

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Piracema começa amanhã na maioria dos rios de Mato Grosso e pesca fica proibida

Começa amanhã o período de defeso da piracema no Estado e a pesca amadora ou profissional fica proibida até 31 de janeiro incluindo os rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins.

Neste período é permitida apena a pesca de subsistência, desembarcada, que é aquela praticada artesanalmente por populações ribeirinhas ou tradicionais para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais, com cota diária de três quilos e um exemplar de qualquer peso por pescador, respeitando os tamanhos mínimos de captura.

Nos rios de divisa, em que uma margem fica em Mato Grosso e outra margem em outro Estado, a proibição a pesca segue o período estabelecido pela União, que se inicia em novembro e termina em fevereiro de 2021. A pesca nos trechos de divisa está liberada, porém o peixe pescado na região não pode ser transportado nem comercializado dentro do território mato-grossense.

Em Mato Grosso, 17 rios se encaixam nessa característica de rio de divisa, dentre eles o Piquiri, na bacia do Paraguai, que uma margem está em Mato Grosso e outra em Mato Grosso do Sul, o rio Araguaia, na bacia Araguaia-Tocantins, que faz divisa com Goiás e, na bacia Amazônica, o trecho do rio Teles Pires que faz divisa com o Pará.

Quem desrespeitar a legislação poderá ter o pescado e os equipamentos apreendidos, além de levar multa de R$ 1 mil a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20, por quilo de peixe encontrado.

A definição do período da piracema é embasado na legislação de pesca e no manejo dos recursos pesqueiros, realizados por meio de estudos da biologia das espécies mais importantes, incluindo época, idade, tamanho, tipo de reprodução, estudos de crescimento e de estrutura da população de peixes e estudos de dinâmica de populações, que incluem estimativas de taxas de crescimento e de mortalidade populacional. .É neste período que ocorre a reprodução da maioria das espécies de peixes e por isto a sua captura deve ser proibida.

“É muito importante que o período da Piracema seja respeitado, pois é neste período que ocorre a reprodução das espécies e é ela que garante a continuidade de determinada espécie no ambiente. Assim, não pescar na época de reprodução dos peixes é uma forma de garantir que a desova ocorra e de permitir que as populações de peixes cresçam em número de indivíduos”, afirmou, através da assessoria, a secretaria executiva do Cepesca, Gabriela Priante

Durante o período de defeso da piracema, a fiscalização de pesca será intensificada, informa o governo estadual

Por:Só Notícias (foto: Só Notícias/arquivo)

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Carreira: quebra de estereótipos marca o dia do Secretariado

Os homens estão inseridos na área e também lutam para quebrar estigmas que a sociedade atribui à profissão

O Dia da Secretária, comemorado anualmente no dia 30 de setembro, celebra a defesa pelos direitos da categoria, além de reforçar o caráter plural da profissão. Ao longo dos anos, a imagem de mulheres que passam o dia atendendo telefones, fazendo anotações e servindo cafezinhos aos chefes, se propagou pelo mundo, mas a profissão passa muito longe disso, além do fato de não ser exclusiva ao feminino.

Embora em menor número, os homens estão inseridos na área e também lutam para quebrar estigmas que a sociedade atribui à profissão.

Anderson Miranda é formado no curso de Secretariado Executivo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e foi o único homem da sua turma.  “Infelizmente, ainda tentam estereotipar a nossa profissão. Tudo por conta do machismo existente na sociedade, que faz com que ainda existam piadas do tipo ‘a secretária amante do chefe’. Sempre tentando inferiorizar a mulher e seu papel profissional”. Ele, inclusive, acha bastante positivo que as mulheres sejam a maioria na área. “Mostra que as mulheres estão ocupando espaço no mercado de trabalho”, opina.

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O secretário Anderson não sentiu preconceito das colegas do curso, iniciado em 2014 e concluído no ano passado. “As meninas sempre foram muito receptivas e me apoiaram. Eu sentia um pouco de julgamento quando eu contava para pessoas de fora da universidade. Fiz algumas seletivas e também não sentia que ali havia algum julgamento, apesar de que ainda vejo vagas de emprego em que optam somente pelo sexo feminino”, conta.

A vontade de ingressar na faculdade de Secretariado Executivo se deu justamente pelo curso ser aberto a qualquer pessoa e pela grade curricular ofertar uma infinidade de disciplinas que unem dois de seus maiores interesses profissionais: administração e idiomas.

“Na graduação, logo de início temos matérias de introdução à Administração, língua portuguesa e idiomas, que na UFBA são inglês e espanhol. Isso dá uma ideia geral de como vai ser o decorrer do curso. As disciplinas focam muito na boa comunicação e assessoramento, duas das principais atribuições da profissão. Muita gente não sabe, mas pegamos matéria sobre Relações Públicas, Economia, Psicologia e também uma matéria de teatro que trabalha a nossa dicção”, explica o profissional.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil/Com Foto

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Menina ‘devorada’ por piolhos morre de parada cardíaca

Pais foram acusados de homicídio da pequena Kaitlyn (Foto:Reprodução)

Criança estava largada em um quarto pelos pais e de tanto ser picada por insetos, desenvolveu anemia

Kaitlyn Yozviak, de 12 anos, de Macon, na Geórgia (EUA), desenvolveu anemia causada por picadas repetidas de piolhos ao longo de três anos, o que levou à parada cardíaca fatal. Os pais, Mary Katherine Horton, 37, e Joey Yozviak, 38, foram acusados de assassinato em segundo grau e maus-tratos infantil devido à trágica morte.

Os agentes do escritório de investigação da Georgia (GBI) disseram que Kaitlyn estava tomada por piolhos. Foi o pior caso que eles já viram.

A jovem não tomava banho havia uma semana. E foi forçada a viver em um quarto imundo, com vermes habitando o colchão dela, entre bichinhos de pelúcia.

Especialistas disseram que a condição da garota era tão terrível que ela viveu em constante agonia naquela casa.

Comida viva

Os resultados da necropsia ainda não foram concluídos, disse o GBI.

Os registros médicos mostram que Kaitlyn morreu de parada cardíaca com anemia grave sendo uma causa secundária, segundo o agente especial Ryan Hilton disse ao Tribunal Superior do Condado de Wilkinson.

Ele disse acreditar que mordidas repetidas de piolhos diminuíram seus níveis de ferro no sangue, o que provavelmente causou a anemia e pode ter desencadeado o ataque cardíaco.

Documentos da Divisão de Serviços à Família e Crianças da Geórgia (DFSC) mostram que os dois irmãos de Kaitlyn foram removidos da casa da família por causa de condições insalubres.

Enquanto os vizinhos disseram aos agentes que não tinham visto Kaitlyn brincando pela casa por até dois meses antes de sua morte, em agosto.

Em 2008, o DFCS abriu outro caso na época em que Kaitlyn nasceu, depois que os pais decidiram não entregá-la para adoção.

A agência não recebeu nenhum relatório sobre a família até 2018, onde os arquivos mostram uma ligação indicando que a casa estava infestada de insetos com excesso de gatos e condições perigosas.

Kaitlyn foi brevemente colocada com sua tia, mas voltou para a casa dos pais seis dias depois. A agência não teve notícias da família novamente até depois que ela morreu.

A avó materna de Kaitlyn criticou as autoridades em um comunicado – acusando assistentes sociais de não fazerem o suficiente para cuidar da criança. “Se o sistema tivesse feito o seu trabalho e resgatado Kaitlyn, eu a teria criado”, disse a avó.

Por:Redação Integrada com informações do The Sun

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Prefeito acusado de corrupção é preso em Mato Grosso em ação do NACO e GAECO

O prefeito do município de Rondolândia ( 1 mil km de Cuiabá), Agnaldo Rodrigues de Carvalho, foi preso, esta manhã, preventivamente, por ordem do desembargador Marcos Machado, atendendo ao pedido formulado pelo coordenador do NACO, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, com base nas provas colhidas em inquérito policial que apura suposto crime de corrupção cometido pelo prefeito e, também, pela ex-secretária de Saúde Katia Monteiro.

O Ministério Público informa que “ambos receberam propina do empresário Nélio de Matos Júnior em contrato celebrado entre a empresa F.M. da S. Santos com a prefeitura de Rondolândia, visando o fornecimento de serviços de plantão médico. O empresário estaria pagando aos médicos vinculados à empresa um valor menor do previsto no contrato e a diferença ele repassava ao prefeito e à ex-secretária de Saúde”.  Os valores não foram informados.

Em agosto, durante cumprimento de mandados de busca e apreensão policiais do NACO (Grupo Operacional do Núcleo de Ações de Competência Originária) e do GAECO conseguiram apreender com Nélio de Matos Júnior, uma agenda e anotações constando a “contabilidade” da propina que era paga, bem como comprovantes de depósitos feitos em contas correntes de terceiros indicados pelo prefeito e pela ex-secretária.

Segundo o delegado Rodrigo Azem, que comanda o Grupo Operacional do Naco, depois de ser apreendido esse material o empresário resolveu confessar o esquema criminoso. “Ele não teve como negar que pagava a propina desde o início do contrato que foi firmado entre a empresa dele e a prefeitura, embora, muita coisa ele deixou de revelar, porém estamos apurando tudo”, afirmou.

Na ocasião em que os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, segundo ele, o prefeito Agnaldo Rodrigues de Carvalho “fugiu da cidade ao perceber a movimentação dos policiais em Rondolândia. Na sua casa foram apreendidos não apenas documentos, mas, também armas e munições irregulares”.

A ordem judicial prevê que a prisão preventiva busca garantir a ordem pública, evitar a reiteração criminosa, assegurar a aplicação da lei penal e, também, por conveniência da instrução criminal.

Segundo o coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, o inquérito policial deverá ser encerrado com a prisão e o interrogatório do prefeito e de outras pessoas envolvidas no esquema. Depois disso, no prazo máximo de quinze dias, será apresentada a denúncia criminal contra os envolvidos perante o Tribunal de Justiça.

O município de Rondonlândia foi criado em 1998 sendo desmembrado do município de Aripuanã e tem 3,5 mil habitantes.

Por:Só Notícias (foto: João Vieira/arquivo)

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Número de candidatos a prefeito, vice e vereador sobe para 23.204 no Pará

(Foto:(José Cruz/Agência Brasil) – Aumento é de 12,5%, de acordo com as estatísticas divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O número de candidatos a prefeito, vice-prefeito ou vereador, no Pará, nas eleições desse ano, subiu de 20.610 para 23.204, aumento de 12,5%, de acordo com as estatísticas divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Atualmente, 21.885 pessoas tentam ocupam um das 1.770 cadeiras de vereador nas Câmaras Municipais de Pará e outros 659 querem chegar ao posto de prefeito. Em 2016, no Pará, eram 19.498 candidatos a uma vaga no Poder Legislativo e 549 à chefia do Poder Executivo.

“Está dentro do esperado, no caso de prefeito foi um pouco além, mas em relação a vereador, a gente esperava que tivesse um aumento, porque teve a proibição da realização de coligações proporcionais. Então, os partidos não podem mais se coligar para vereador, mas apresentaram candidatos de forma isolada”, ressaltou o coordenador da Secretaria Judiciária do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE/PA), Vespasiano Neto.

Passado o período de cadastro dos candidatos pelos partidos e coligações, o próximo passo é a publicação dos editais de registros, que servem para abrir prazo para impugnação dos candidatos. Pelo novo calendário eleitoral, o último dia para a Justiça Eleitoral publicar edital dos pedidos de registro de candidatos apresentados pelos partidos políticos ou coligações foi na terça-feira (29).

Até cinco dias depois da publicação do edital – tendo como prazo máximo 4 de outubro – qualquer candidato, partido político, coligação ou o Ministério Público pode impugnar o pedido de registro. Nesse mesmo período, o cidadão pode apresentar notícia de inelegibilidade de candidato

“Qualquer eleitor pode apresentar notícia de inelegibilidade e Ministério Público, partidos políticos e outros candidatos podem apresentar ação de impugnação de candidatura. Esses pedidos serão analisados pelos juízes eleitorais”, explica Vespasiano. Todos os processos precisam estar julgados até 26 de outubro para que possa ter um prazo definido para inclusão das informações na urna eletrônica. “Mas é natural que em algumas situações haja recursos e esses recursos serão analisados pelas instâncias superiores. Normalmente, os candidatos que caem nessa situação concorrem sub judice”, completou o coordenador da Secretaria Judiciária.

Os dados dos candidatos, por município, inclusive eleições anteriores que ele disputou, lista de bens declarados, e propostas de governo dos que tentam chegar à Prefeitura, podem ser acessados pelo eleitor no Sistema de Divulgação de Candidaturas disponibilizado pelo TSE.

ESTATÍSTICAS

Conforme as estatísticas do TSE, a grande maioria dos candidatos nas eleições municipais desse ano, no Pará, é do sexo masculino (66,5%), contra 33,5% do sexo feminino. Em geral, os candidatos têm, em sua maioria, de 40 a 44 anos (17,97%); de 35 a 39 anos (16,58%); e de 45 a 49 anos (16,29%). Apenas 253 candidatos têm mais de 70 anos. Outros 31 têm 18 anos e 64 têm 19 anos.

Em relação a cor/raça, 68,57% se declararam pardos, 18,17% bancos e 10,79% pretos.

Quanto ao grau de instrução, 38,07% têm ensino médio completo, 22,51% têm ensino superior completo e 13,68% ensino superior incompleto.

Os dados mostram, ainda, que há 1.374 servidores públicos municipais na disputa, o que representa 5,92% do total. Outros 2.387 candidatos são agricultores; 1.147 são vereadores; e 1.085 comerciantes. Há ainda 972 professores de ensino fundamental e 911 empresários participando da corrida eleitoral no estado do Pará.

Por:Keila Ferreira

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Em Santarém, dois PMs suspeitos de envolvimento no roubo de 15kg de ouro continuam foragidos

Soldado Thaliandreson Junior Pereira Alves e o cabo Alessandro Rocha de Souza. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Na terça-feira (29) três envolvidos, sendo eles dois policiais e um segurança foram presos. Polícia busca pelo soldado Thaliandreson Junior Pereira Alves e o cabo Alessandro Rocha de Souza.

Os policiais militares: soldado Thaliandreson Junior Pereira Alves e o cabo Alessandro Rocha de Souza, que foram apontados como suspeitos de envolvimento no roubo de 15kg de ouro em Santarém, no oeste do Pará, continuam foragidos da polícia.

Na terça-feira (29) três suspeito, sendo eles um sargento e um cabo, ambos da PM foram presos. Eles foram identificados, após a polícia chegar em um funcionário da empresa que fazia o transporte do ouro, que confessou a participação no crime e informou os nomes dos policiais. Ele também foi preso.

Segundo o comandante do CPR1 (Comando de Policiamento Regional 1), coronel Aldemar Maués, os outros dois policiais militares, que também são suspeitos de envolvimento no crime, estão foragidos. “É lamentável este fato, mas infelizmente ocorreu e todos os procedimentos foram realizados para fazer a prisão desses policiais. Estamos diligenciando ou aguardando que eles se apresentem no quartel ou na delegacia. Os militares envolvidos vão responder pelas esferas civil e militar”, enfatizou.

De acordo com a polícia, com o sargento Ivan foi encontrada uma barra de ouro e ele informou à polícia a participação dos outros policiais. No total, 4 PMs estão envolvidos diretamente no crime e apenas dois foram presos até o momento. Os policiais presos e também o segurança já estão à disposição da Justiça no Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura (Crashm).

O crime e as prisões

Com base em informações do serviço de inteligência das polícias Civil e Militar, na terça-feira (29) três suspeitos de envolvimento no roubo de 15kg de ouro foram presos. As investigações começaram após a pessoa que estava transportando a carga de ouro ser sequestrada na Vila Arigó.

Dois policiais militares: cabo Márcio Costa e sargento Ivan da Silva Passos, além do segurança Francinaldo da Silva Passos foram presos.

Até a última atualização dessa reportagem, apenas 2 quilos de ouro haviam sido recuperados. A carga roubada tem valor estimado de mais de R$ 5 milhões.
cabos pm

Francinaldo da Silva e os sargentos da PM Márcio Costa e Ivan Passos — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Durante a coletiva, o superintendente da PC do Baixo Amazonas, delegado Jamil Casseb relatou toda a ação criminosa realizada pelos militares e pelo funcionário da empresa. O veículo, que estava com a carga de ouro foi abordado por três pessoas que se identificaram como policiais federais. Eles fizeram a rendição e roubaram o material. A ação aconteceu na noite de domingo (29).

O superintende destacou também que poucos metros depois a vítima conseguiu abrir a porta e se jogou do carro, correndo em seguida para se refugiar em uma residência na Rua Antônio Simões, onde acontecia um velório. O ouro está avaliado em mais de R$ 5 milhões e pertence a uma empresa de compra e venda de ouro.

Por Kamila Andrade, G1 Santarém — Pará

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