Campanha de combate a hanseníase será realizada em Santarém

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Durante o período,busca ativa de casos suspeitos será intensificada.
Dia “D” ocorre no dia 3 de fevereiro com atividades no Mercadão 2000.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), em Santarém, oeste do Pará, realiza no período de 30 de janeiro a 10 de fevereiro, a campanha de prevenção e combate a Hanseníase. Durante o período da campanha, a busca ativa de casos suspeitos será intensificada e em seguida encaminhados a unidade básica de saúde para avaliação e definição do diagnóstico. Médicos e enfermeiros da atenção básica de saúde, receberão durante a campanha, treinamento em avaliação de incapacidade física na Hanseníase.

O dia “D” da campanha acontece na sexta-feria (3), no Mercadão 2000, a partir de 8h, este ano programa consultório na rua, também fará a campanha com os moradores de rua que é seu principal público alvo. Serão ofertados os seguintes serviços: atendimento médico e de enfermagem, realização de teste rápido de HIV e Sífilis, avaliação de casos suspeitos de hanseníase, aferição de PA e Glicemia, além de educação em saúde.

A Hanseníase  é uma doença infecciosa causada pelo bacilo Mycobacterium leprae (também conhecida como bacilo-de-hansen) que causa danos severos a nervos e à pele. A doença que é contagiosa, demora de dois a cinco anos para os primeiro sintomas aparecerem, o  portador de doença apresenta sinais e sintomas dermatológicos e neurológicos que facilitam o diagnóstico. Pode atingir crianças, adultos e idosos de todas as classes sociais, desde que tenham um contato intenso e prolongado com bacilo.

Hanseníase no Pará
A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) informou que as taxas de incidência da Hanseníase estão caindo. De 2004 a 2015, ocorreu uma queda de 36,15% no coeficiente de novos casos. Em 2016, a 9ª Regional da Sespa, identificou que Santarém está em segundo lugar no ranking dos registros com 53 casos, atrás somente de Itaituba, com 58 casos.

Os números baixaram significativamente durante os últimos 10 anos, mesmo assim, a meta ainda não foi superada. Diante disso, a organização mundial da saúde estipulou que até o ano de 2026 deve-se ter um caso de hanseníase para cada 10 mil habitantes.

Outro fator positivo que envolve as estatísticas da doença no estado, é que o número de casos de abandono do tratamento também foi reduzido, não chegando a 6,02%, o que é considerado bom para o parâmetro do ministério da saúde, que é de 10%.

Fonte: G1 .
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