Sargento da PM é morto a tiros em Castanhal, no Pará

(Foto:Reprodução G1)- O agente foi atingido na parte lateral do corpo, debaixo do braço. Ele foi socorrido para o Hospital Municipal, mas não resistiu.
O sargento da Polícia Militar Raimundo Teixeira da Costa morreu após ter sido baleado na noite desta sexta-feira (22) em Castanhal, no nordeste do Pará, segundo a PM.

O agente foi atingido na parte lateral do corpo, debaixo do braço, e foi socorrido para o Hospital Municipal, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo a PM, o militar servia na Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam), no 5º Batalhão, e estava de folga.

Testemunhas disseram à Polícia que ele estava em uma pizzaria no bairro Caiçara, quando foi surpreendido por dois suspeitos que estavam em uma motocicleta. Informações preliminares apontam que a dupla teria anunciado o assalto e a vítima teria reagido.

Os suspeitos estão sendo procurados pela Polícia.

Fonte: G1 Pará.
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Nove urnas funerárias com 500 anos viajam de barco e carro de Tefé a Santarém

Foto: Reprodução- Mais de 1.200 quilômetros de distância, três cidades e cinco dias de viagem por rios do Amazonas e Pará. Esse foi o trajeto percorrido por urnas funerárias que podem ter mais de 500 anos e ajudam a contar a história de civilizações pré-colombianas nas américas – se somando a registros de até 1.400 anos de idade, encontrados das Cordilheiras dos Andes até a boca do rio Amazonas.
Escavações acharam as nove urnas em julho, no interior do Amazonas (Bernardo Oliveira)

As peças arqueológicas foram encontradas durante escavações feitas ainda em julho do ano passado em uma comunidade rural no Amazonas. Depois de meses, sob a guarda e análises do Instituto Mamirauá, na cidade de Tefé (AM), o destino foi a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), em Santarém, onde as investigações em busca do passado e origem dessas urnas continuam.

As noves urnas funerárias pertencem à chamada tradição polícroma da Amazônia, um conjunto estilístico e cultural de cerâmicas arqueológicas cujos registros mais antigos datam de 1.400 anos, e são encontradas em vestígios espalhados entre os Andes e a foz do rio Amazonas, no Pará e Amapá. No Brasil, essa foi uma das primeiras vezes em que urnas foram desenterradas por especialistas in situ – ou seja, retiradas diretamente do solo, conservando seu contexto original de enterramento.
Valor inestimável: peças são relíquias da tradição polícroma amazônica (Bernardo Oliveira)

LOGÍSTICA

O deslocamento das urnas entre as duas instituições científicas foi realizado em fevereiro, e exigiu preparo especial para o deslocamento das cargas, que têm grande valor histórico e científico.

À equipe de arqueólogos do Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o esforço exigiu conduzir as urnas do sítio arqueológico na comunidade Tauary (AM), de onde foram retiradas, até à sede do instituto, no município amazonense de Tefé. O percurso levou cerca de três horas, a bordo de um “batelão”, o barco a motor característico da região.

“As urnas foram armazenadas no Laboratório de Arqueologia do Instituto Mamirauá, em um ambiente controlado e mantidas em temperatura constante durante alguns meses. Nesse período, elas passaram pelo parecer de uma conservadora e preparamos o transporte para a UFOPA”, detalha Márcio Amaral, arqueólogo do Instituto Mamirauá. “Houve um trabalho de acondicionamento dessas urnas em embalagens de madeira, construídas especificamente para prevenir o impacto e demais eventualidades durante a viagem”.
Urnas foram acondicionadas em caixas e viajaram sob refrigeração (Bernardo Oliveira)

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

DE BARCO PARA SANTARÉM

Com autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), as urnas começaram a jornada até o Pará no último dia 19 de fevereiro. Escoltadas por Márcio Amaral e pela arqueóloga Emanuella Oliveira, as relíquias encaixotadas partiram do porto de Tefé em uma embarcação de três andares, comumente conhecida no Amazonas como “recreio”, rumo a Manaus.

O trecho pelos rios Solimões e Amazonas exige três dias de viagem. As urnas foram guardadas em clima refrigerado, em uma suíte do barco. Chegando à capital do Amazonas, mais um deslocamento, para outro “recreio”, e dessa vez com parada final em Santarém. O traslado entre embarcações contou ainda com apoio de duas caminhonetes, cedidas pelo Museu da Amazônia (MUSA).

De Santarém a Manaus, foram mais dois dias de viagem até aportar na cidade paraense que fica às margens do rio Tapajós. Lá, a equipe da UFOPA, liderada pela arqueóloga Anne Rapp Py-Daniel, aguardava para conduzir os vasos funerários até o laboratório da universidade.

“Para a nossa felicidade, todo material chegou como saiu daqui: em perfeitas condições, sem quebra ou deslocamento de peças. Nesse sentido, foi um sucesso muito grande o transporte”, avaliou Márcio Amaral. A logística para o transporte das urnas arqueológicas foi custeada pela Fundação Gordon and Betty Moore.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

HISTÓRIA MILENAR

Especialista em análises de vestígios ósseos arqueológicos, Anne Rapp Py-Daniel informa que, através do estudo desse material, a intenção é verificar se todos os vasos são de fato urnas ou se alguns são vasos de acompanhamento. “Além disso, queremos identificar quem eram os indivíduos enterrados. Para isso, vamos estudar os ossos em si e, dependendo do estado de conservação, buscar conhecer o sexo biológico, a idade e eventuais patologias. Caso tenhamos material suficientemente preservado também queremos fazer análises de DNA, de isótopos e datações”, detalha a pesquisadora.

“Ademais, queremos analisar o solo dentro das urnas para ver se outros elementos, como plantas ou flores, também foram colocados como oferendas junto com ossos”, destaca Anne Rapp. “Após as escavações começaremos o processo de limpeza e análise do material cerâmico, que será feito simultaneamente aos procedimentos de conservação e eventuais restauros. Esse estudo também permitirá entender como os produtores dessas urnas se relacionavam com os outros grupos humanos na região”.

Fonte: O Liberal

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Foto: Reprodução
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STJ autoriza João de Deus a deixar prisão para tratamento médico

Foto: Reprodução – O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nefi Cordeiro determinou hoje (21) que o médium João de Deus deixe a prisão e seja encaminhado para internação no Instituto de Neurologia de Goiânia. De acordo com a decisão, o médium deverá ficar internado durante o período de quatro semanas, sob escolta policial, ou monitoramento por tornozeleira eletrônica.

João de Deus foi preso no 16 de dezembro do ano passado sob a acusação de violação sexual mediante fraude e de estupro de vulnerável, crimes que teriam sido praticados contra centenas de mulheres na instituição em que atendia pessoas em busca de tratamento espiritual, em Abadiânia, Goiás.

O ministro atendeu a um pedido da defesa de João de Deus, que tem problemas de pressão arterial e um “aneurisma da aorta abdominal com dissecção e alto risco de ruptura”, segundo os advogados.

Na decisão, Nefi Cordeiro entendeu que todo preso tem direito à dignidade e à saúde. “Deverá o paciente, como decorrência, ser tratado pelo tempo mínimo indicado como necessário, em princípio de quatro semanas, salvo adiantada melhoria em seu estado de saúde que lhe permita o retorno ao normal tratamento na unidade prisional.”

Fonte: Agência Brasil

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Decisão sobre HC de Temer é adiada para a semana que vem

Foto: Reprodução- O desembargador Antônio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), decidiu, nesta sexta-feira (22), enviar o pedido de habeas corpus do ex-presidente Michel Temer, preso na quinta-feira (21) na Operação Lava Jato, para a primeira turma especializada do TRF-2. O julgamento foi adiado para a próxima quarta-feira (27).

Temer foi preso na operação Descontaminação, que investiga desvios nas obras da Usina de Angra 3 e tem como base a delação do empresário José Antunes Sobrinho, dono da Engevix, que menciona pagamentos de R$ 1 milhão em 2014.

Por:Notícia ao minuto

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Corpo de líder de movimento social apresentava sinais de degolamento

Foto: Reprodução – A coordenadora regional do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) em Tucuruí Dilma Ferreira Silva, 45, foi assassinada a facadas nesta quinta-feira (21). Foram mortos também o marido, Claudionor Costa da Silva, 42, e um homem identificado como Hilton Lopes, 38.

Leia também:Sindicalista do MAB Pará e familiares são assassinados em Tucuruí

O crime aconteceu na casa do casal, no assentamento Salvador Allende, zona rural de Baião, onde eles viviam havia cerca de cinco anos, segundo o MAB. O local fica a 60 km da cidade de Tucuruí (445 km ao sul de Belém).

A Polícia Civil afirmou que investiga o caso e que não sabe a motivação do crime. A casa, onde também funcionava um mercadinho, estava revirada.

Dilma foi encontrada sobre a cama com sinais de degolamento, enquanto o corpo dos dois homens estavam na entrada do imóvel, segundo a polícia.

De acordo com o MAB, a família de Dilma está entre as cerca de 32 mil pessoas desalojadas de suas terras pelo lago da usina de Tucuruí, inaugurada em 1984 sobre o rio Tocantins.

A ativista já foi uma das coordenadoras nacionais do MAB. Em 2011, participou de uma reunião com a então presidente Dilma Rousseff. Foi a responsável por entregá-la em mãos um documento com reivindicações e propostas.

(Folhapress)

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Ex- esposa é presa como mandante do crime em Novo Repartimento

Foto: Reprodução – A Polícia Civil do Pará cumpriu, ontem (21), um mandado de prisão contra Gláucia Oliveira Silva, acusada de mandar matar o ex-marido, Otaviano Aparecido Ferreira Caldas, em 31 de janeiro de 2018, na cidade de Novo Repartimento, sudeste do Pará. A vítima foi sequestrada, por dois homens armados, em uma fazenda de sua propriedade, e foi encontrado morto, horas depois, em uma estrada vicinal, sentido a cidade de Marabá.
Otaviano Caldas era advogado, dono do cartório da cidade e sua morte provocou grande repercussão na época. Durante a “Operação Charta”, na madrugada de ontem (21), a polícia prendeu Gláucia Silva e, com a suspeita, foram apreendidos 127 mil reais e uma caminhonete Hilux, fruto da venda de bens deixado pela vítima que também era fazendeiro. De acordo com a Polícia Civil, as investigações continuam para prender os demais envolvidos no crime.

Otaviano Caldas
Otaviano Caldas

Fonte: Debate Carajás

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Sindicalista do MAB Pará e familiares são assassinados em Tucuruí

Dilma Ferreira Silva, integrante da coordenação regional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), em Tucuruí, no sudeste paraense, foi assassinada nesta sexta-feira (22), junto com seu marido e outros familiares. Ainda não se tem detalhes sobre o crime.

Para o MAB, o assassinato da sindicalista “é mais um momento triste para a história dos atingidos por barragens, que hoje celebravam o Dia Internacional da Água. Exigimos das autoridades a apuração rápida deste crime e medidas de segurança para os atingidos por barragens em todo o Brasil”.

O DOL tenta mais contato sobre o crime.

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Decreto aumenta impostos para bebidas e produtos de limpeza no Pará

Imposto vai incidir sobre as chamadas bebidas quentes, como cachaça e vinho
René Sousa Júnior diz que a intenção é simplificar a legislação, de forma que os benefícios em vigor sejam válidos para todas as empresas (Marco Santos / Agência Pará)

A partir do dia 1º de maio, os contribuintes paraenses não terão mais o benefício do Regime Tributário Diferenciado (RTD) do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na compra de bebidas alcoólicas quentes, produtos de higiene, limpeza e outros. Isso porque o Governo do Pará publicou, na última quinta-feira (21), um decreto que revoga os benefícios fiscais para alguns itens. As alterações foram feitas com base em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e de acordo com a legislação informada pelo Pará ao Confaz.

Com a mudança, o Pará deixará de conceder regime tributário especial. Conforme explicado pelo titular da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), René Sousa Júnior, a intenção é simplificar a legislação, de forma que os benefícios em vigor sejam válidos para todas as empresas, sem necessidade de que o contribuinte do ICMS precise ir até a Sefa. Segundo ele, foram preservados os produtos essenciais, de forma a garantir a alimentação mais barata para os paraenses. No total, 42 produtos da cesta básica foram mantidos na regalia do imposto, entre eles, arroz, feijão, chocolate em pó, farinha, sal, vinagre, sabão, leite, margarina, óleo, café, açúcar, salsichas, mortadelas e carnes.

Para os contribuintes do ICMS que adquirirem os produtos da cesta básica, a carga tributária do imposto estadual é de 3%, valor que não será alterado, sendo que as empresas não necessitam obter regime especial do imposto para usufruir do benefício fiscal na compra dos itens mencionados. Foram excluídos da lista os produtos da chamada cesta básica ampliada, que atendiam interesses de alguns atacadistas. De acordo com o diretor de fiscalização da Sefa, Marcos Matos, produtos como xampu e condicionador não poderiam recolher carga líquida de 3% de imposto, porque não são essenciais.

Da mesma forma, as bebidas alcoólicas quentes, como conhaque, cachaça e vinho, foram retiradas da lista do benefício fiscal porque recolhiam imposto com carga líquida de 5%, enquanto a alíquota de produtos supérfluos do ICMS é de 30%. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que os países adotem elevada tributação da bebida alcoólica de forma a desestimular o consumo do produto.
Preço repassado

Na avaliação do presidente da Associação Paraense Supermercados (Aspas), Jorge Portugal, a medida é negativa tanto para o setor empresarial do Estado como para a população. “A única solução para esse tipo de decisão é repassar o preço, porque os benefícios não eram exclusivos aos empresários, alcançavam, também, a sociedade. Ou seja, os impostos aumentam e os supermercados, lojas e depósitos precisam cobrar a mesma quantia do consumidor final. É muito negativo e, resumindo, as bebidas alcoólicas e os produtos de higiene e limpeza ficarão mais caros”, argumentou. Segundo Portugal, a partir de maio os consumidores já devem encontrar preços mais altos nos itens em questão.

O assessor jurídico do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado do Pará (SHRBS-PA), Fernando Soares, concorda. “Entendemos que as bebidas alcoólicas não fazem parte das necessidades básicas do ser humano, mas não adianta tentar desestimular seu consumo e deixar mais caros itens como produtos de limpeza, que fazem parte da rotina de qualquer cidadão”, avaliou.

Na opinião do estudante Eduardo Oliveira, de 22 anos, o aumento da tributação diminui o poder de compra dos consumidores. “Produtos de limpeza já são caros. Com mais tributação, as pessoas não vão deixar de comprar porque é uma necessidade, mas o consumo deve cair. No caso das bebidas, é o cliente que é afetado, porque as empresas devem agora optar por bebidas mais baratas, de menor qualidade. No final das contas quem paga é o consumidor. É um tiro no pé, ainda mais na economia que vivemos hoje”, opinou Eduardo.
Por:Elisa Vaz/Redação Integrada de O Liberal
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60% dos municípios da Amazônia Legal estão com índices de proteção ambiental abaixo da meta

Oriximiná (PA) se diferencia e aparece como bom exemplo para tantos municípios paraenses vulneráveis ao avanço do desmatamento
(Foto:Cristino Martins / Arquivo Agência Pará )

Mais de 400 municípios da Amazônia Legal (60%) estão com índices de proteção da floresta abaixo de 17%, meta estipulada pela Convenção sobre Diversidade Biológica, acordo internacional que o Brasil é signatário. Somente 240 municípios dessa região estão com índices de preservação acima de 30% da área de floresta, taxa mínima de preservação definida pelo Ministério do Meio Ambiente para Áreas de Proteção (AP).

Os números foram apontados em um estudo do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgado no dia 21 de março. Dos 753 municípios da Amazônia Legal, 436 (58%) possuem AP – terras indígenas e/ou unidades de conservação – e 317 não possuem (42%).

Na análise por Estado, Amazonas, Roraima, Acre e Amapá apresentaram os maiores percentuais de municípios com algum tipo de uso de AP em seu território: 94%, 93%, 82% e 81%, respectivamente. Os estados do Pará, Rondônia, parte do Maranhão e Mato Grosso apresentaram proporções menores de municípios com APs: respectivamente 62%, 62%, 55% e 54%. O Tocantins é o Estado com o menor percentual de municípios com APs (33%).

O Pará apareceu com características muito diferentes em suas regiões. Ao todo, 90 municípios têm áreas áreas protegidas e 54 não têm. O oeste paraense tem muitas áreas de florestas protegidas, como é o caso de Oriximiná, classificado como bom exemplo. A área do município é de 88.655 km² e grande parte é protegida. Já no nordeste e no sudeste do Estado, há mais territórios sem proteção, ficando mais vulneráveis ao avanço do desmatamento.

O estudo é assinado pelos pesquisadores Rodney Salomão, Heron Martins, Luis Oliveira Jr. e Carlos Souza Jr. “A preservação conserva o bioma, a floresta. E também proporciona qualidade de vida para a população local, que pode ter contato com a natureza. Exemplo disso é o Parque Estadual do Utinga. Além disso, tem a questão do repasse do benefício do ICMS verde, cujo critério é ter área protegida. Também há elementos econômicos. Em Oriximiná, por exemplo, existe ecoturismo, hoteis com prática de pesca esportiva e isso traz dinamismo econômico para as comunidades”, disse Heron Martins.

“Temos observado forte pressão nas áreas protegidas. Nos últimos anos, perdemos muitas devido aos grandes projetos, hidrelétricas, exploração de madeira, ocupações ilegais. Temos a necessidade de criar e estrututrar as unidades de conservação para que não sejam atacadas pela ocupação ilegal. Os municípios com poucas áreas protegidas tem tendência a baixo percentual de floresta, que influencia no clima local. Áreas mais quentes. População sem área de lazer e turismo. Com perda de proteção de hidrografia”, acrescentou Heron Por:  Redação Integrada /João Thiago Dias

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Ideflor-Bio promove Semana da Festa Anual das Árvores

(Foto: MÁCIO FERREIRA/ AG. PARÁ)-A Samaumeira, árvore típica da região amazônica, será a espécie homenageada da programação, que segue durante toda a semana no Parque do Utinga

O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio) promove, de segunda (25) até sábado (30), a Semana da Festa Anual das Árvores. O evento é voltado para todas as idades e vai contar com atividades como plantio e distribuição de mudas, oficinas, palestras, distribuição de materiais educativos, entre outras. A Samaumeira, árvore típica da região amazônica conhecida como ‘a rainha da floresta’, será a espécie homenageada.

O evento foi lançado na última quarta (20), em Santarém, dentro da agenda de trabalho do “Governo Por Todo o Pará”, que já tem sua programação definida. As ações vão contemplar as cidades de Belém, Santarém, Monte Alegre, Marabá, Altamira, Breves, Afuá e São Geraldo do Araguaia, municípios localizados em diferentes regiões do Pará.

A abertura oficial será na segunda-feira, às 8h, no Centro de Acolhimento do Parque do Utinga, em Belém. Em seguida, haverá apresentação da banda de música do Corpo de Bombeiros; lançamento do concurso infantil ajude a escolher um nome para Samaúma – árvore referência do espaço; plantio especial e abraço na árvore homenageada; visita guiada na Trilha do Patauá; além de atividades de educação ambiental.

Simultaneamente, a programação segue nas Unidades de Conservação Estaduais e Regiões Administrativas nos municípios participantes, com outras atividades, que incluem campanha de coletas, rodas de conversa sobre conscientização ambiental, sensibilização sobre desmatamento, distribuição de sementes e mudas, sempre no intuito de incentivar os cuidados com o meio ambiente.

A presidente da Ideflor-Bio, Karla Bengtson, explicou o motivo da idealização do evento que é inovador no Estado. “Costumeiramente, nós, paraenses, comemoramos o Dia da Árvore em 21 de Setembro, mas existe um decreto de 1965 instituindo a Festa Anual da Árvore, e o governo traz essa inovação para as ações de incentivo à questão florestal. Haverá interação maior para que várias unidades de conservação estejam envolvidas nessa ação”, enfatizou.

Confira a programação completa da Semana da Festa Anual das Árvores aqui!

Por:Raphael Graim

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