Vazio sanitário da soja -é proibido o cultivo em Novo Progresso ,dois distritos e 34 municípios no PA

Entre 15 de julho e 15 de setembro fica proibido o cultivo em 34 municípios e em Novo Progressodo Estado (Foto: Ascom / Adepara)
Vazio sanitário da soja protege colheita contra ataques de fungo
O vazio sanitário da soja no Pará entra em vigor a partir desta quarta-feira (15) e prossegue até 15 de setembro. Nesse período, é proibido cultivar ou implantar cultivos de soja, bem como manter ou permitir a presença de plantas vivas de soja, em qualquer fase de desenvolvimento. O alerta é da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará).

O vazio sanitário previne e controla a principal praga que acomete as plantações de soja: o fungo Phakopsora pachyrhizi.

O calendário deverá ser cumprido nos seguintes municípios: Bannach, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Floresta do Araguaia, Pau D’Arco, Redenção, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, Ourilândia do Norte, São Félix do Xingu, Tucumã, Água Azul do Norte, Rio Maria, Sapucaia, Xinguara, Brejo Grande do Araguaia, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Piçarra, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia, São João do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado do Carajás, Parauapebas, Aveiro, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Trairão, além dos distritos de Cachoeira da Serra e Castelo de Sonhos.

O objetivo do vazio sanitário é prevenir e controlar a principal praga que acomete as plantações de soja: o fungo Phakopsora pachyrhizi, que é o causador da ferrugem asiática, doença que pode ocasionar até 75% de perda da safra. O fungo possui alta capacidade de reprodução e disseminação. Por necessitar de hospedeiro vivo para sobreviver, ele prejudica a plena formação dos grãos, causando a queda prematura das folhas.

EXPORTAÇÃO

A soja é o principal produto da pauta de exportação brasileira, alcançando, em 2020, o volume recorde de 119,4 milhões de toneladas exportadas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O grão tem apresentado um ritmo significativo de crescimento no Pará.

Entre os anos de 2010 e 2020, a área cultivada se expandiu de 85,4 mil para 603.473 mil hectares, tornando-se a cultura de maior expressão no Estado. A soja, atualmente, representa cerca de 25% do valor exportado pelo setor no Pará.

Diante da importância econômica do agronegócio para o Estado, há uma demanda significativa para a prevenção e controle das pragas que atacam a cultura. A Adepará executa a defesa sanitária na sojicultura paraense, seguindo as diretrizes do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja  (PNCFS), assim como as demandas do Programa Estadual Fitossanitário da Cultura da Soja.

VAZIO SANITÁRIO

Devido aos riscos que a ferrugem asiática representa, a Adepará alerta para o cumprimento do calendário, que impedirá danos às plantações, além de evitar perdas econômicas aos sojicultores. A gerente de Programas de Pragas de Importância Econômica do órgão, Maria Alice Thomaz Lisboa, reforça a importância do vazio sanitário como estratégia de controle da doença.

“O vazio sanitário objetiva à redução da sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática e a diminuição de esporos desse fungo no ambiente, causando, com isso, o atraso de ocorrência da doença nos plantios. É uma estratégia muito importante, pois quebra a ponte verde que existe de uma safra a outra”, explicou a gerente.

CADASTRO

Desde 2009, é obrigatório que todos os sojicultores paraenses, inclusive aqueles que utilizam quaisquer sistemas de irrigação, cadastrem-se anualmente na Adepará. O registro do plantio deve ser feito por meio do preenchimento de formulário, que contempla informações sobre as áreas plantadas.

Segundo a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel, o conhecimento das áreas com soja no Estado é essencial para o planejamento das ações de defesa fitossanitária.

“O objetivo do cadastro de produtores e propriedades é otimizarmos os recursos orçamentários, com conhecimento e mapeamento das áreas com soja no Estado, dando condições para executarmos e planejarmos ações dos programas nacional e estadual do controle da ferrugem asiática da soja”, destacou.

Os produtores que não se cadastrarem responderão às penalidades previstas na Lei Estadual de Defesa Vegetal, e aqueles que não cumprirem a obrigatoriedade do vazio sanitário estarão sujeitos à notificação e à autuação.

Por Monique Hadad (ADEPARÁ)-14/07/2020 15h38 –

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Com dois anticorpos, cientistas conseguem bloquear e combater Covid-19 em animais

Foto microscópica mostra célula humana sendo infectada pelo Sars Cov-2, o novo coronavírus — Foto: NIAID via Nasa

Anticorpos diminuíram inflamação nos pulmões de camundongos e protegeram macacos da infecção. Estudo foi divulgado na revista científica ‘Nature’, uma das mais importantes do mundo.

Cientistas de universidades nos Estados Unidos e na Alemanha identificaram dois anticorpos potentes em bloquear a infecção pela Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, que agem impedindo que o vírus se conecte às células humanas e entre nelas.

A pesquisa com a descoberta foi divulgada nesta quarta-feira (15) na revista científica “Nature”, uma das mais importantes do mundo.

Os anticorpos (COV2-2196 e COV2-2381) foram capazes de reduzir a inflamação no pulmão, a carga viral e a perda de peso de camundongos infectados pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). Em macacos-rhesus, o uso de cada um dos anticorpos protegeu os animais de serem contaminados pelo vírus.

“Juntos, esses resultados sugerem que os anticorpos, sozinhos ou em combinação, são candidatos promissores para a prevenção ou o tratamento da Covid-19”, dizem os pesquisadores no estudo.

Eles destacam, entretanto, que a atuação conjunta dos dois anticorpos em conjunto deve ser considerada para o desenvolvimento de técnicas contra o coronavírus. Isso por causa de possíveis mutações: mesmo que o vírus “mude” em determinado lugar, ele continuaa sendo atacado por outro anticorpo.

“Eles testaram tanto de forma profilática [preventiva] e terapêutica [para tratamento]. Quando se usa um anticorpo como terapia, é interessante que você use dois anticorpos diferentes combinados, para evitar mutações de escape que possam acontecer no vírus – e a mesma coisa para vacinas”, explica a microbiologista Natália Pasternak, presidente do Instituto Questão de Ciência.

A pesquisadora lembra, entretanto, que o novo coronavírus não tende a sofrer muitas mutações.

O biológo Julio Lorenzi, que pesquisa o vírus HIV e agora estuda a resposta imune à Covid-19 na Universidade Rockefeller, em Nova York, concorda que o uso de ambos os anticorpos ajuda a atacar diferentes pontos do vírus. Ele avalia que a pesquisa é interessante porque conseguiu demonstrar a eficiência dos anticorpos em animais – tanto para a prevenção da doença quanto para melhorar os danos causados por ela.

Ele explica, entretanto, que esse tipo de intervenção é diferente de uma vacina. “Os anticorpos da vacina não são dessa classe. Esses funcionaram para tratamento e prevenção – para bloquear o vírus. Com a vacina, você induz a produção de anticorpos”, diz.

Para Lorenzi, todos os mecanismos de combate à Covid-19 são importantes, mas ele pondera que a busca da vacina pode ser mais relevante do que os testes com anticorpos – inclusive porque a imunização pode ajudar milhares de pessoas.

“A questão é por quanto tempo você vai ter os anticorpos circulando. A vacina induz a produção de anticorpos por muito tempo”, explica.

Por G1

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‘A madeira é licenciada, mas houve um erro operacional’, diz Cooprunã sobre apreensão de madeira pela PRF

Carga de madeira apreendida em Santarém — Foto: PRF Santarém/Divulgação

A Cooperativa responsável pela madeira é formada essencialmente por moradores das comunidades de Nova Canaã e Porto Rico, na Resex Tapajós-Arapiuns.

A Cooperativa Mista Agroextrativista do Rio Inambú (Cooprunã), que trabalha com manejo florestal sustentável comunitário de uso múltiplo esclarece que houve apenas um erro operacional na forma de preenchimento referente ao transporte, que levou à apreensão de uma carga de madeira em toras pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no sábado (11), na BR-163, em Santarém, no oeste do Pará.

A Cooperativa é formada essencialmente por moradores das comunidades de Nova Canaã e Porto Rico na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns.

De acordo com o engenheiro florestal Kácio Morais, a madeira é devidamente licenciada por meio do projeto de manejo da cooperativa. E quando os agentes da PRF solicitaram as notas fiscais, elas foram devidamente entregues, mas o caminhão que transportava a carga estava com sua placa descrita nos documentos obrigatórios exigidos, através de registro a caneta nos espaços específicos para o preenchimento. Porém, a forma de preenchimento manual foi entendida como errada pela equipe policial.
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Cooperativa Mista Agroextrativista do Rio Inambú, em Santarém — Foto: Cooprunã/Divulgação

“O erro operacional encontrado corresponde a falta da finalização do preenchimento da mesma informação que estava a caneta via sistema de controle, onde já constava o registro do caminhão que transportou a carga no trecho entre a floresta e o embarque da madeira em balsas no porto, devidamente autorizado, na Resex Tapajós-Arapiuns”, destacou.

Ainda conforme o engenheiro, a cooperativa entendia que o preenchimento à caneta já cumpria todos os requisitos legais para dar continuidade aos transportes, e que agora este procedimento de conclusão no sistema passa a fazer parte das ações de rotina que envolvem as atividades do empreendimento no projeto.

“Depois que o carregamento chega aos portos para desembarque da madeira em tora em Santarém, outros caminhões são carregados para dar continuidade ao transporte da madeira até seu destino final: os pátios das indústrias de transformação. Quando se completa uma carga para um caminhão, sua placa é preenchida à caneta no documento oficial que veio da área do projeto, e deveria ter a mesma informação lançada no sistema de controle”, explicou.

O engenheiro esclareceu ainda, que a apreensão do caminhão com a carga de madeira em tora não configurou crime ambiental, conforme auto lavrado pelo órgão ambiental competente. Constatou-se assim uma pequena falha operacional na conclusão do preenchimento via sistema, da mesma informação observada com caneta nos documentos.

“Reiteramos que esta ocorrência não se repetirá e que a cooperativa está à disposição para esclarecer quaisquer outras dúvidas a respeito do mérito”, finalizou Kácio Morais.

Por: Kamila Andrade, G1 Santarém — Pará

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Imagens muito fortes! Jovem surda é agredida e estuprada; assista!

(Foto:Reprodução) –  Uma jovem de 19 anos com deficiência auditiva foi agredida violentamente pelo companheiro, no último sábado (11).

O caso aconteceu em Bauru, interior de São Paulo. As imagens foram registradas por uma vizinha, que publicou as cenas nas redes sociais nos últimos dias.

A mãe da vítima registrou um boletim de ocorrência e relatou que a filha era frequentemente estuprada pelo namorado. Ela informou também que o homem forçava relações sexuais com a jovem nas últimas semanas. Ele também a ameaçava e dizia que a agrediria caso contasse dos estupros para alguém.

Assista:

https://youtu.be/Wr9pXNHjr_4

Nas imagens é possível ver o agressor, que também é surdo, gesticulando. Ele chuta a cabeça da jovem, que cai no chão, e dá vários chutes na barriga dela. Ele ainda tenta enforcá-la com as pernas na região do pescoço.

Além de machucados no corpo, a orelha da vítima também foi cortada durante a agressão.

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Crimes de estelionato crescem em 2020 no Pará e já ultrapassam 4 mil em cinco meses

(Foto:Reprodução) – No mesmo período do ano passado, tinham sido registrados pouco mais de 3.900 casos. Os casos mais comuns envolvem clonagem de números telefônicos e criação de perfis falsos em redes sociais.

O número de estelionatos no Pará, registrados na Polícia, cresceu em 2020. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup), de janeiro a maio deste ano, foram registrado 4.011 casos de estelionato. No mesmo período do ano passado, tinham sido registrados pouco mais de 3.900 casos.

De acordo com a Segup, os casos no Pará envolvem, principalmente, crimes na internet. Os casos mais comuns envolvem clonagem de números telefônicos e criação de perfis falsos em redes sociais.

Nos últimos meses, com a chegada do período de veraneio no estado, a Segup informou que tem registrado um aumento de casos de estelionato envolvendo o suposto aluguel de casas em balneários. No golpe, o estelionatário cria um perfil falso em um site de vendas e finge alugar casas em balneários do estado. Quando atrai uma vítima, o golpista solicita um deposito em dinheiro para a efetivação do contrato de aluguel. Depois da transferência, o estelionatário desaparece e exclui o perfil.

“Um dia um amigo meu me passou uma mensagem questionando se eu tinha alguma casa em Salinópolis. Eu disse pra ele que não tinha. Nisso, ele me passou o número de uma pessoa, que se passava por mim, pedindo dinheiro para alugar uma casa na cidade. Imediatamente eu fiz um B.O., relatando o acontecido”, conta uma vítima de estelionato que preferiu não se identificar.

Sobre os casos de estelionato, a Polícia Civil informou que todas as delegacias de Belém estão disponíveis para denuncias desse tipo de golpe. Além disso, a vítima também pode relatar o acontecido por meio da delegacia virtual, no site da Segup. A Polícia reforça a importância de que esses casos sejam denunciados para que esse tipo de crime seja coibido.

Por G1 PA — Belém

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Materno-Infantil de Barcarena destaca a importância da gestão hospitalar no atendimento à população

No dia do Administrador Hospitalar, unidade evidencia o papel deste profissional na saúde pública brasileira

Nesta terça-feira, 14 de julho, é comemorado o Dia do Administrador Hospitalar, data que remete à São Camilo de Lellis, santo patrono dos enfermos e dos hospitais, segundo os católicos. A data também evidencia a importância desse profissional, que diariamente, atua na gestão hospitalar em unidades de todo o país.

O Hospital Materno-Infantil de Barcarena Dra. Anna Turan (HMIB), gerenciado pela Pró-Saúde no interior do Pará, destaca a importância da gestão hospitalar e da profissão para a qualidade da assistência no atendimento às gestantes de médio e alto risco. A maternidade aponta, ainda, a atuação deste profissional como agente transformador voltado à necessidade da população.

A unidade é referência do atendimento de alta e média complexidades para a região do Baixo Tocantins, e desde a sua inauguração, em setembro de 2018, até a maio deste ano, já realizou mais de 110 mil atendimentos, entre consultas, exames, internações e avaliação multiprofissional. Atendimento que é acompanhado de boas práticas humanizadas às gestantes, mães e bebês, além de ações que promovem o ensino e aprendizagem voltado ao cuidado da família.

De acordo com Fábio Machado, administrador e diretor Hospitalar do Materno-Infantil de Barcarena, a gestão e administração de serviços públicos em uma maternidade implica em entender a complexidade de uma unidade hospitalar e o impacto dessa estrutura para a comunidade assistida.

“A maternidade trabalha para proporcionar uma experiência única para a mulher: ser mãe. Mas também acolhe a família nesse processo. Então a gestão engloba administrar um hospital para entregar o melhor resultado a todos. Isso é possível por meio de dispositivos e ferramentas de gestão que abrangem a humanização do atendimento, os investimentos em estrutura e tecnologia e soma de profissionais capacitados na assistência”, afirma o diretor Hospitalar.

O profissional ressalta ainda que a gestão hospitalar requer constante aprendizado e aprimoramento para aperfeiçoar os processos e garantir uma assistência de excelência. “Esse aperfeiçoamento trabalha o atendimento e os serviços, mas também ações educativas, campanhas que envolvem a comunidade e o paciente, projetos sociais com mães, crianças e gestantes. Assim, podemos gerir os recursos, alcançando mais pessoas, com diferentes abordagens, e facilitar o acesso ao sistema de saúde”, finaliza.

**Sobre a Pró-Saúde**
A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 24 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.

Por:Adrielle Lopes- Analista de Comunicação- Pró-Saúde

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Enem 2020: confira três aplicativos para estudar com simulados da prova

Além de provas de edições anteriores, apps dão dicas de como fazer uma boa prova

Com as aulas suspensas devido à pandemia do novo coronavírus, os estudantes que estão se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 estão tendo que lidar com diversas dificuldades que surgiram como reflexo da situação. Nesse sentido, o ambiente on-line pode ser um grande aliado, fornecendo ferramentas que auxiliam na hora dos estudos.

Os aplicativos (apps) são uma dessas opções – além de consumirem poucos dados móveis ou capacidade dos aparelhos celulares – é possível encontrar apps que disponibilizam simulados para o Enem facilitando o acesso aos conteúdos que são cobrados na avaliação.

Para potencializar o aprendizado para a maior prova de acesso ao ensino superior do país, separamos três aplicativos que fornecem questões semelhantes ou que já foram apresentadas no Enem, além de darem dicas de como fazer uma boa prova.

Confira a lista abaixo:

  1. Novo aplicativo do Enem: a atualização do aplicativo do Enem para smartphones e tablets agora conta com questões de provas aplicadas em anos passados, em todas as quatro áreas de conhecimento avaliadas no exame. É possível saber quais questões acertou ou errou, além de se familiarizar com a estrutura da avaliação.

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  1. Enem simulado gabaritando: esse app conta com vários simulados. Tem o simulado rápido com questões bem objetivas para estudar nas horas vagas e, também, o simulado personalizado em que é possível escolher quais questões, disciplinas e assuntos de provas anteriores do Enem você quer responder. Também pode optar por tempo de prova, quantidade de questões e a presença ou não de dicas.

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  1. Simulado Já ENEM: o aplicativo permite que o estudante treine com questões que caíram nos exames anteriores. Com Simulado Já ENEM, você cria seu próprio simulado, resolve, e acompanha dia-a-dia seu desempenho.

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Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Estudo demonstra a importância da rastreabilidade da carne na redução dos desmatamentos na Amazônia

O estudo é desenvolvido pela Amigos da Terra e trabalha a importância da rastreabilidade da carne na redução dos desmatamentos na Amazônia. | Foto:Reprodução

O Pará possui 45 plantas frigoríficas e/ou exportadoras de animais vivos. 32 dessas empresas assinaram o TAC da Carne do Pará, a partir do qual se comprometeram em reduzir a compra de animais de propriedades com áreas desmatadas ilegalmente, 10 delas participaram do estudo “10 anos TAC da Carne no Pará e Compromisso Público da Pecuária: a importância da rastreabilidade da carne na redução dos desmatamentos na Amazônia”, realizado pela Amigos da Terra, entre elas Masterboi, Mercúrio, Frigol, Rio Maria e Minerva Foods.

Os avanços conquistados por esses 5 frigoríficos são destaques que vamos abordar a seguir, no esforço de aferir resultados para que as adaptações necessárias à melhoria contínua das práticas empresariais avancem em conformidade com o desenvolvimento sustentável.

Pedro Carvalho Burnier, gerente de programa de agropecuária da Amigos da Terra, chama a atenção para o caso do Masterboi, o frigorífico com a maior redução de irregularidades entre a primeira e a segunda auditoria, momento em que também houve a troca de prestador de serviço.

Foi instituído o Departamento de Sustentabilidade e Programa de Operação Padrão (POP),  que definiu uma série de normas e procedimentos a serem seguidos para reduzir a compra de gado irregular na planta frigorífica de São Geraldo do Araguaia (sudoeste do Pará), seguindo a consulta obrigatória do cadastro de fornecedores de gado no sistema SBMA – Monitoramento do Bioma Amazônico, para melhorar a rastreabilidade bovina.

“É muito bom contribuir com este projeto tão importante para a pecuária sustentável do Pará e assim servir de exemplo positivo para o restante do nosso país. Nós somos o exemplo prático de que é possível comprar gado com base nas boas práticas em prol da sustentabilidade, sempre com visão de futuro”, diz o diretor administrativo da Masterboi, Miguel Zaidan.

O frigorífico tem capacidade de abate de 1,7 mil bois por dia. Atualmente possui 2,7 mil funcionários distribuídos nas suas unidades do Recife, São Geraldo do Araguaia (PA) e Nova Olinda (TO).

O Mercúrio Alimentos, maior exportador do agronegócio paraense e líder no mercado de carnes premium e de hambúrgueres no Pará, movimenta uma enorme cadeia de fornecedores, gerando renda e alavancando mais de 2 mil empregos diretos. Por meio de um rigoroso controle de qualidade, a Mercúrio aplica políticas socioambientais elaboradas por técnicos altamente capacitados que validam as negociações e as escolhas dos melhores parceiros, não adquirindo animais de propriedades que tenham qualquer problema de embargo ambiental. Mantendo um rigoroso controle sobre a cadeia produtiva, a empresa garante o cumprimento das legislações que colaboram para o desenvolvimento de bons negócios, com respeito ao meio ambiente.

“Temos maior segurança jurídica nas operações de compra de matéria-prima, fornecedores mais selecionados de gado, melhor relacionamento com os bancos de crédito, varejistas e curtumes”, enumera as vantagens o diretor Daniel Freire.

Freire diz que foram criados setores de “compliance” ambiental e contratadas empresas de monitoramento via satélite, onde toda nova aquisição é checada e validada antes de ser efetivada, gerando arquivos auditáveis.

“O que precisa agora para evoluir é, de fato, abranger toda a cadeia de comercialização de gado no Brasil, diretos e indiretos, de forma que esse trabalho feito por algumas empresas seja uniformizado nacionalmente. Afinal o Brasil tem que preservar seus biomas. Somos contra o desmatamento ilegal. Os frigoríficos que andam apresentando resultados em suas auditorias com maior índice de conformidade precisam ser estimulados a continuar andando corretamente”, defende Freire.

O Frigol, pioneiro na região, com sua primeira unidade de Água Azul do Norte que veio a ser o primeiro frigorífico no Pará, utiliza inteligência artificial para classificação das carcaças bovinas e tecnologia blockchain para a rastreabilidade completa dos abates nessa unidade.

Segundo o diretor financeiro administrativo da empresa, Carlos Corrêa, “no início as ferramentas disponibilizadas para monitorar fornecedores de gado que estavam em áreas desmatadas ou não, eram imprecisas, diferentemente das que existem hoje”.

Corrêa cita como exemplo, essa unidade pioneira no Pará, que utiliza inteligência artificial para classificação e rastreabilidade completa dos abates. “Com o uso da inteligência artificial e da tecnologia blockchain, os pecuaristas acompanham os abates em tempo real e as imagens, tiradas via aplicativo Trace Beef, revelam a confiança nos dados coletados. Essa tecnologia vai até o consumidor final, que também pode avaliar os cortes nos supermercados”.

Atualmente o Frigol, em todas suas plantas, vende para mais de 60 países distribuídos pela América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia e África. O grupo gera aproximadamente 2,5 mil empregos diretos, tendo dobrado a capacidade de produção nos últimos cinco anos e atualmente processa cerca de 180 mil toneladas de bovinos e 7 mil toneladas de suínos por ano.

Para o Frigorífico Rio Maria, não pode ser diferente, lembra o gerente de produção Carlo Caruccio: “as ações adotadas pela empresa estão alinhadas com o TAC e refletem o compromisso com a conservação do meio ambiente, trabalhando exclusivamente com fornecedores cujas propriedades são livres de desmatamento, de acordo com o Prodes, o Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite”.

Caruccio afirma que “atualmente existe uma preocupação mundial com a questão socioambiental, e todos os clientes também estão engajados neste tema e querem saber a origem da carne que estão levando para suas mesas”.

A empresa abate cerca de 150 toneladas de carne diariamente. Desenvolve uma política de conservação da natureza, com o projeto de reflorestamento, onde foram plantadas 60 mil mudas de árvores, sendo 12 mil mudas nativas para recuperação de áreas de preservação permanente.

Desde o início, 2009, o Minerva Foods aderiu ao TAC, quando ainda nem mesmo o MPF tinha um amadurecimento dos procedimentos e ferramentas e hoje a empresa atinge 100% de conformidade. Taciano Custódio, diretor de sustentabilidade da Companhia, revela que “os 100% de conformidade só foram atingidos há alguns anos e esse resultado foi possível porque, em 2012, a Lei 12.651 instituindo o Cadastro Ambiental Rural (CAR), nos deu maior orientação dos limites das propriedades que criavam gado em áreas desmatadas, sobrepostas e com uso de mão de obra análoga à escrava. Com acesso às informações, passamos a cruzar os dados com orientações da empresa de georreferenciamento”.

O Grupo atende cinco continentes com carne bovina e seus derivados e opera 25 plantas de abate e desossa, 15 escritórios internacionais, 14 centros de distribuição e três plantas de processamento.

Para Mauro Armelin, da Amigos da Terra, “o desempenho dos frigoríficos já está sendo avaliado e o próximo passo deveria ser avaliar também as empresas prestadoras de serviços de geomonitoramento, dada a grande relevância que desempenham nas políticas e práticas de responsabilidade socioambiental de seus clientes”.

“Acreditamos que há necessidade de ampliar o alcance do conceito de auditoria e estabelecer sistemas participativos de avaliação do desempenho de empresas que possuem grande nível de externalidades sendo produzidas, como é o caso das organizações no setor da pecuária e carne bovina, e que os atores relevantes do setor pecuarista devem se dedicar à construção de um sistema de avaliação e classificação das empresas de geomonitoramento que prestam serviços para os frigoríficos”, conclui o diretor da Amigos da Terra.

Enquanto ilegalidades persistem na Amazônia, alguns frigoríficos paraenses vêm atuando para o desenvolvimento socioambiental sustentável, todos eles admitem que há muito a fazer, mas a disposição ao trabalho correto está presente nas ações das empresas, tanto nos processos internos como na cadeia de fornecedores que movimentam. As portas abertas por essas atitudes no mercado nacional e internacional darão o suporte para que as boas práticas continuem.

Por: DOL

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