Paraense Polyana Viana luta bem, mas perde para americana

(Foto:Reprodução) Lutadora paraense do UFC reage a assalto e deixa ladrão com rosto desfigurado

No último sábado (05), a paraense Polyana Viana foi vítima de uma tentativa de assalto a porta do condomínio onde mora em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Porém, a lutadora de MMA reagiu e saiu ilesa do ato. Já o assaltante…

Polyana foi abordada por um homem enquanto ela esperar o motorista de um aplicativo de transporte. “Quando ele viu que eu tinha percebido a presença dele, ele estava bem perto de mim. Ele me perguntou as horas. Eu disse, mas vi que ele não foi embora. Então pus o celular na minha cintura. Aí me disse: ‘Me passa o celular. Não tente reagir, estou armado’. Ele pôs a mão sobre o parecia ser uma arma, mas percebi que estava maleável. Ele estava bem perto de mim. Foi quando pensei: se é uma arma, ele não terá tempo de sacá-la. E dei dois socos e um chute. Ele caiu e o detive com um mata-leão”, explicou a lutadora ao site “MMAjunkie”, Polyana, de 27 anos, estava esperando um Uber na porta do condomínio em que mora quando foi abordada pelo bandido.

Paraense Polyana Viana estreia no Ultimate com vitória
Sem fragilidade, Polyana Viana vai com força total para segunda luta no UFC

O ladrão foi mantido dominado com uma chave de braço por Polyana até a chegada a polícia. A “arma” usada na tentativa de assalto era feita de papelão.

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/01/07/pesquisa-liderada-por-brasileiros-aponta-que-hormonio-pode-reverter-perda-de-memoria-causada-pelo-alzheimer.ghtml
https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/01/07/pesquisa-liderada-por-brasileiros-aponta-que-hormonio-pode-reverter-perda-de-memoria-causada-pelo-alzheimer.ghtml

Arma de papel usada na ação pelo ladrão. (Foto:Reprodução/MMAjunkie)
Arma de papel usada na ação pelo ladrão. (Foto:Reprodução/MMAjunkie)

Bandido após a ação da lutadora (Foto:Arquivo Pessoal)
Bandido após a ação da lutadora (Foto:Arquivo Pessoal)

Ladrão na delegacia (Foto:Arquivo Pessoal)
Ladrão na delegacia (Foto:Arquivo Pessoal)

Polyana após dominar o bandido (Foto:Arquivo Pessoal)
Polyana após dominar o bandido (Foto:Arquivo Pessoal)

No perfil oficial de Dana White, o chefão do UFC, destacou a ação da paraense: “À esquerda está @Polyana_VianaDF, um dos nossos @UFC lutadores e à direita é o cara que tentou roubá-la”.

TRAJETÓRIA

Polyana tem 26 anos e é de São Geraldo do Araguaia, sudeste paraense. Ela soma dois combates pelo UFC. Um deles foi no evento em Belém, no qual a lutadora venceu Maia Kahaunaele-Stevenson. Em agosto de 2018, ela perdeu para JJ Aldrich por decisão unânime no UFC 227.

A ação com o bandido foi destaque em sites internacionais.

(Com informações do portal Extra)

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou adeciopiran_12345@hotmail.com




Medina é bicampeão mundial de surfe após se classificar à final em Pipeline

Gabriel Medina pega tubo durante etapa de Pipeline ( Imagem: brian bielmann / AFP)

Gabriel Medina é o grande campeão de 2018 do Circuito Mundial de Surfe (WCT). Nesta segunda-feira (17), o brasileiro venceu a semifinal contra o sul-africano Jordy Smith na etapa de Pipeline (Havaí) e garantiu o título.

Depois de se tornar o primeiro brasileiro a ser campeão em 2014, o surfista de Maresias agora volta a fazer história como o único atleta nascido no Brasil a ser bicampeão.

Medina disputava o título com o australiano Julian Wilson, que também passou para a decisão, mas a classificação à final da etapa já garantiu a conquista para o brasileiro, independentemente do resultado do rival.

A bateria começou com tudo. Jordy abriu com 7,33, Medina respondeu com 7,17, mas o sul-africano voltou a pegar belo tudo e recebeu 8,50. Medina surfou outra onda na sequência, mas o 6,33 não foi suficiente para virar o duelo.

O brasileiro voltou para a disputa com nota 9,10 e assumiu a liderança. Jordy ainda ficou perto de retomar a ponta, mas seu 7,27 não foi suficiente. No fim, o surfista de Maresias venceu por 16,27 pontos contra 15,83 do sul-africano.

Na final de Pipeline, Medina enfrentará justamente o australiano Julian Wilson, que venceu Kelly Slater na outra semifinal por 14.20 a 11.17.

Após a conquista, Medina comemorou o feito na saída do mar. “”Foi um ano intenso, estou muito feliz, eu não acho palavras, estou muito feliz, estou muito feliz de ver meus amigos e família felizes por mim. No fim do dia, é o que me faz vir aqui e dar o meu melhor. É tudo sobre o plano de Deus, eu tenho fé, eu tento meu melhor até o final. Estou muito feliz e é para você, Brasil”, disse.

O melhor momento de Gabriel Medina na etapa do Havaí foi nas quartas de final. Em situação complicada e com uma boa desvantagem para Conner Coffin, o brasileiro acertou duas ondas seguidas com notas 9,43 e 10, e se garantiu entre os quatro primeiros.

O surfista de Maresias foi regular durante grande parte da temporada. Depois de estrear com queda precoce em Gold Coast (Austrália) na primeira etapa do ano, ele passou a ser consistente nas etapas seguintes e disparou na segunda metade do ano com duas vitórias seguidas no Taiti e no Surf Ranch (EUA) e outras duas semifinais (França e Portugal) nas últimas quatro etapas antes de Pipeline. Medina assumiu a liderança do ranking após a disputa em território francês e foi premiado com seu segundo título.
Jesse Mendes é campeão da Tríplice Coroa

Outro brasileiro que se beneficiou da vitória de Medina contra Jordy foi Jesse Mendes. Já eliminado da etapa de Pipe, ele conquistou a Tríplice Coroa Havaiana, dada ao surfista com melhor desempenho nas etapas de Pipeline, válida pelo WCT, e de Sunset Beach e Haleiwa, ambas válidas pelo WQS, a divisão de acesso do surfe. O sul-africano era o principal concorrente de Jesse.
Do UOL, em São Paulo
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou adeciopiran_12345@hotmail.com




Atlético Paranaense vence o Junior Barranquilla nos pênaltis e conquista a Copa Sul-americana

Com direito a sofrimento, pênalti perdido na prorrogação e definição nas penalidades depois de empate em 1 a 1 no tempo normal contra o Junior Barranquilla, mesmo placar do jogo de ida, o Atlético Paranaense conquistou pela primeira vez o título da Copa Sul-americana ao fazer 4 a 3. O público na Arena da Baixada foi recorde, com 40.263 pessoas empurrando o Rubro-Negro, mas também vivendo muita tensão.

Impondo seu ritmo desde o começo da partida, o Furacão encontrou seu gol aos 26 minutos do primeiro tempo, com Pablo, que recebeu de Raphael Veiga e tocou na saída do goleiro para abrir a contagem. Depois do intervalo, Téo Gutiérrez, de cabeça, aos 12 minutos, deixou tudo igual.

O Rubro-Negro se junta a Internacional, São Paulo e Chapecoense como brasileiros campeões da competição e, além da vaga da fase de grupos da Libertadores da América, ainda disputarão a Recopa contra o River Plate.

Com apoio do torcedor e jogando onde mais gosta, no gramado da Arena, o Furacão começou a partida tentando impor seu rimo de jogo. O primeiro arremate, entretanto, apenas aos cinco minutos, com Nikão cobrando falta na cabeça de Pablo. O desvio quase matou o goleiro. Um minuto depois, foi a vez de Renan Lodi arriscar o tiro, direto pela linha de fundo. O time colombiano marcava mais do que em sua apresentação em casa na última semana.

Sem conseguir penetrar na defesa do Junior, o chute de longe virou a principal arma rubro-negra. Aos nove minutos, foi a vez de Cirino abrir espaço e chutar, totalmente sem direção. As equipes trocaram muitos elogios amistosos durante a semana, mas o clima não contagiou Pablo e Fuentes, que se estranhavam em campo. Estrela do adversário, Téo Gutiérrez apareceu pela primeira vez aos 12 minutos, deixando Barrera em ótima posição para arrematar, por cima da meta.

A resposta do Atlético, ainda sem ‘h’ no nome, veio aos 15 minutos, com Renan Lodi cruzando na medida pra Marcelo Cirino, que testou para o meio da área, mas sem ninguém para aproveitar. Troca de passes no ataque colombiano, aos 20 minutos, até o chute de Téo Gutiérrez, nas mãos de Santos, que defendeu sem maior problema. Renan Lodi animou o torcedor aos 23 minutos, com um petardo que obrigou Vieira a fazer grande defesa.

O gol estava amadurecendo. Até que, aos 25 minutos, Pablo, o artilheiro atleticano na temporada, recebeu lançamento de Raphael Veiga – que aproveitou falha na saída de bola do Junior – e tocou na saída do goleiro para abrir o placar e ferver de vez o caldeirão. O time de Barranquilla não mostrava a mesma qualidade do primeiro jogo, ainda que tentasse sair para o ataque. Aos 39 minutos, Sánchez cobrou falta fechada e Santos tirou de soco para salvar. Boa recuperação de Nikão, aos 46 minutos, rolando para Lucho chutar, para fora.

Para a etapa final, o Atlético retornou com Rony no lugar de Marcelo Cirino. Logo no primeiro ataque, Pablo invadiu a área e chutou cruzado, com desvio, pela linha de fundo. Aos seis minutos, Nikão cruzou para Rony, que não alcançou a bola. O troco veio dos pés de Luis Díaz, que mandou uma bomba para grande defesa de Santos. O Junior cresceu de produção e chegou ao empate, aos 12 minutos, com Téo Gutiérrez aproveitando cobrança de escanteio para testar e estufar a rede.

Mais perigo ao gol atleticano, aos 15 minutos, com Díaz, que desviou o cruzamento no meio do caminho e viu a bola passar raspando o poste. O Furacão não retornou com a mesma atenção e dava campo para os colombianos jogarem. Léo Pereira falhou, aos 20 minutos, Díaz aproveitou para dominar e chutar cruzado para boa defesa de Santos. Só dava Junior e, aos 21 minutos, Téo Gutiérrez avançou com a bola e chutou pela linha de fundo, com perigo.

Acuado, o Furacão respondeu, aos 23 minutos, em chute de Pablo, que desviou e saiu em escanteio. O contra-ataque do Barranquilla quase foi mortal, com Díaz, recebendo de Téo e batendo na rede, pelo lado de fora. Nas arquibancadas, apreensão total dos torcedores. Aos 31 minutos, Jonathan cruzou para Rony, que chegou a desviar, mas sem direção. A festa virou tensão na Arena com a mudança do panorama da partida. González recebeu, aos 38 minutos, com liberdade, chutou um pouco sem ângulo, para fora. Aos 46 minutos, Veiga cobrou falta e Nikão testou nas mãos do goleiro.

Sem definição no tempo regulamentar, o jogo foi para a disputa de prorrogação. Com o forte calor em Curitiba, além do desgaste pelo final de temporada, os dois times já mostravam estar com problemas físicos. Aos cinco minutos, Nikão tentou o desviou de cabeça, a bola ia sobrar para Rony, mas a defesa colombiana se recuperou. Díaz ensaiou uma bicicleta, aos seis minutos, para defesa de Santos. Esgotados, Pablo e Nikão deixaram o jogo, com o Furacão queimando a até a substituição extra. Aos 12 minutos, Rony cruzou para trás e ninguém apareceu para completar.

No segundo tempo, o desgaste era visível. Aos quatro minutos, González recebeu em velocidade, tentou passar por Santos e foi derrubado pelo goleiro. Pênalti anotado pela arbitragem. Na cobrança, Barrera isolou e desperdiçou uma grande chance, assim como já havia acontecido com o time na Colômbia. Aos oito minutos, Bergson chutou da entrada da área e Viera defendeu coma ponta dos dedos.

A igualdade persistiu e a definição ficou para as penalidades. Narvaéz começou as cobranças e abriu a contagem para o Junior. Jonathan também fez o dele para empatar. Fuentes carimbou a trave. Raphael Veiga, um dos destaques do Furacão, converteu. Pérez marcou o segundo dos colombianos. Bergson foi para a cobrança e não desperdiçou. Téo Gutierrez isolou. Renan Lodi, uma das revelações, mandou para fora. O goleiro Vieira cobrou e fez. Mas, Thiago Heleno marcou o gol do título histórico.
Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Nelson Almeida/AFP)

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou adeciopiran_12345@hotmail.com




River Plate é o campeão da Libertadores

Após 1 x 1 no tempo normal, River virou com 3 x 1 na prorrogação(Foto:Divulgação Conmebol)

Longe de casa, Boca e River se enfrentam na final da Libertadores

Os dois decidiram que a festa do campeão será em Buenos Aires com a torcida
A mais longa das finais da Libertadores está nas mãos do River Plate. Em um jogo dramático, o time venceu o Boca Juniors por 3 a 1, de virada, neste domingo, em Madri, na Espanha. Os gols da vitória foram marcados no segundo tempo da prorrogação após empate por 1 a 1 no tempo normal. O Boca se mostrou um time aguerrido e jogou com dez jogadores após a expulsão de Barrios no segundo tempo e acertou uma bola na trave no final da prorrogação. De virada, o River Plate conseguiu uma vitória épica sobre o maior rival.

O River Plate conquistou seu quarto título da Libertadores e está classificado para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa, que começa quarta-feira nos Emirados Árabes. A estreia do representante sul-americano será no dia 18.

A final deveria ter sido realizada no dia 24 de novembro, em Buenos Aires, mas foi adiada por causado pelo ataque ao ônibus do Boca Juniors por parte de torcedores do River Plate. Madri foi escolhida pela Conmebol para receber o jogo decisivo. A Libertadores encerra a edição mais insólita de sua história.

Exatamente como havia previsto o técnico do Boca, Guillermo Schelotto, a partida foi truncada e amarrada. Muito mais pegada que o jogo de ida (2 a 2 na Bombonera). Não havia espaço. O campo “encolheu” tamanha a dedicação dos jogadores à marcação. Toda bola era dividida com carrinho, cara feia e faísca. O espetáculo ficou em segundo plano. Curiosamente, o primeiro cartão amarelo só saiu aos 27 do primeiro tempo para Ponzio.

Os inúmeros erros de passe escancaravam o nervosismo dos rivais, principalmente do River Plate. No final do primeiro tempo, o time de Marcelo Gallardo (fora do banco de reservas por suspensão) não acertou nenhum chute a gol. O Boca começou melhor escorado em um esquema com três atacantes: Benedetto, Pavón e Villa. O time xeneize soube jogar pelas pontas. Aos 9 minutos, Olaza cruzou, Maidana tentou o corte, mas quase fez gol contra. Na sequência, Perez aproveitou o escanteio, mas chutou em cima do goleiro Armani. Vinte minutos depois, a melhor chance do jogo até então veio com Perez (de novo). Ele chutou cruzado, mas o volante Nández não alcançou para fazer o primeiro gol.

As torcidas tomaram posse do Estádio Santiago Bernabéu, com gritos, cantos e bandeiras. Os agentes de segurança só não permitiram as faixas. Atrás de cada gol, um pequeno setor das arquibancadas foi fechado para separar as duas torcidas. Em todos os detalhes, a arena espanhola virou um estádio sul-americano. Os argentinos que percorreram os 10 mil quilômetros de Buenos Aires a Madri levaram para o estádio a mania quase religiosa de cantar o jogo todo. Sem parar. Mostraram aos europeus um jeito próprio de torcer. Paixão tipo exportação.

O jogo deste domingo começou muito antes do apito do árbitro Andrés Cunha. No dia 24 de novembro, o ônibus do Boca Juniors foi alvo de pedradas antes de acessar o estádio Monumental. Jogadores feridos, partida adiada. Depois de dias de entrave para decidir um novo local, a Conmebol anunciou que a partida seria fora da América do Sul, causando insatisfação e reclamação dos dois times. O Boca quer ser declarado campeão; o River queria jogar em seu estádio. Nesse contexto, cada dividida trazia a rivalidade histórica atualizada pelas polêmicas recentes.

O jogo destravou no final do primeiro tempo quando os times aceleraram as jogadas pelos lados do campo. O jogo ficou lá e cá. Foi assim que o Boca abriu o placar aos 43. Depois que o River errou um cruzamento, o uruguaio Nández deu passe excelente em profundidade para Benedetto, que deu um corte espetacular no zagueiro Maidana e tocou na saída de Armani. Golaço. Foi o quinto gol do atacante, carrasco do Cruzeiro e Palmeiras nas fases anteriores da Libertdadores e que já havia marcado na primeira partida da final.

O River Plate adiantou suas linhas para jogar no campo do Boca Juniors e tirou Ponzio, que exagerou nos erros de passe. Entrou Quintero. Mais presente no ataque, os jogadores do River reclamaram muito de uma trombada de Pratto no goleiro Andrada. Queriam pênalti, mas o árbitro nada marcou. Aos 22 minutos, os meias do River, que vinham com uma atuação discreta, mostraram sua qualidade técnica. Fernández tabelou com Palacios e rolou para Lucas Pratto empurrar para as redes. Empate do River: 1 a 1. Pratto, conhecido do torcedor brasileiro pela passagem no Atlético-MG e São Paulo, também completou seu quinto gol no torneio.

O River conquistou transformar seu sistema tático, passou a jogar nas costas dos volantes do Boca e se aproximou da vitória. O time de Gallardo também esteve mais inteiro fisicamente no final do jogo. A superioridade aumentou com a expulsão de Barrios, ainda no primeiro tempo da prorrogação. E virou vantagem númerica no início da etapa final. Quintero, que entrou no lugar de Ponzio e modificou o jogo taticamente, acertou um belo chute no ângulo. Virada do River.

Mesmo com um jogador a menos e Fernando Gago, contundido, sem condições de jogo, o Boca foi à frente e acertou um bola na trave no último minuto da prorrogação. Após a cobrança de escanteio, em que o goleiro Andrada foi ao ataque, o River definiu o placar com Martínez finalizando com o gol vazio.

FICHA TÉCNICA

River Plate 3 x 1 Boca Juniors

Gols: Benedetto, aos 43 do 1º tempo; Pratto, aos 22 do 2º tempo; Quintero, aos 3 e Martínez, aos 16 minutos do 2º tempo da prorrogação.

River Plate: Armani; Montiel (Mayada), Maidana, Pinola e Casco; Pérez, Ponzio (Quintero), Palacios (Álvarez) e Fernández (Zuculini); Martínez e Pratto. Técnico: Marcelo Gallardo.

Boca Juniors: Andrada; Buffarini (Tevez), Magallán, Izquierdoz e Olaza; Nández, Barrios e Pérez (Gago); Pavón, Benedetto (Ábila) e Villa (Jara). Técnico: Guillermo Schelotto.

Juiz: Andrés Cunha (Uruguai).

Amarelos: Ponzio, Pérez, Fernández, Maidana, Barrios e Casco.

Vermelho: Barrios.

Público: 62282 pagantes.

Renda: não divulgada.

Local: Santiago Bernabéu (Espanha).

 

Fonte:Estadão

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)
Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com




Tite diz que não vai se encontrar com Bolsonaro

(Foto:CBF- Tite diz que não vai se encontrar com Bolsonaro no próximo ano
“Continuo com a mesma opinião. Minha atividade não se mistura e eu não me sinto confortável”
Tite descarta encontro com presidente Bolsonaro (CBF)

O técnico Tite disse nesta terça-feira que, mesmo que surja o convite, não irá se encontrar com o presidente eleito Jair Bolsonaro no próximo ano antes ou depois da Copa América. De acordo com o treinador da seleção brasileira, a sua atividade “não se mistura” com a política e ele não se sentiria “confortável” com um encontro com o político.

O encontro de técnicos e jogadores da seleção com presidentes da República foram comuns no passado antes de Copas do Mundo – e, principalmente, após a conquista dos títulos. Este ano, contudo, a tradição foi quebrada e o técnico não levou a seleção para Brasília antes da viagem à Rússia. Tite havia antecipado isso em fevereiro, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, quando afirmou que não iria à capital federal “nem antes nem depois da Copa. Nem ganhando, nem perdendo”.

Agora, o treinador já avisou que pretende se manter afastado do Palácio do Planalto também em função da Copa América, mesmo ela sendo realizada no Brasil. “Não vou me encontrar com o presidente. Eu continuo com a mesma opinião. A minha atividade não se mistura e eu não me sinto confortável em fazer essa mistura”, insistiu.

A declaração foi dada enquanto Tite respondia a um questionamento de jornalistas sobre qual era a sua opinião sobre a participação de Bolsonaro na festa do título do Palmeiras, no domingo passado. O treinador não quis dar uma resposta direta, mas deu a entender que discordava da presença do presidente eleito no momento da entrega da taça ao campeão do Campeonato Brasileiro.

“Eu tenho opinião, mas não quero opinar, não devo opinar. Sei da minha posição, não quero”, desconversou Tite. Após um repórter insistir com a pergunta e indagar se aquele momento não deveria ser de festa exclusiva de jogadores e dirigentes, o treinador da seleção respondeu que “tu estás fazendo uma pergunta em que está implícita a resposta”.

Tite foi além. Segundo ele, não se deve misturar futebol e política porque o esporte “é um meio que viabiliza princípios e uma série de outra escala de valores éticos, morais, competitivos”. “Então, da minha parte, não (misturo). Do outro, eu respeito”.

Aluno – As declarações do técnico foram dadas em Teresópolis (RJ). O “professor” Tite é um dos 65 alunos do curso Licença Pro, mais alta graduação oferecida a treinadores no Brasil e organizado pela CBF Academy, braço educacional da CBF. Pelos próximos 11 dias, ele dividirá uma sala de aula na Granja Comary com outros 64 profissionais que atuam no futebol brasileiro, entre técnicos e auxiliares. Uma das intenções do curso é fazer um estudo sobre como jogam as 20 equipes da primeira divisão nacional.

Além de Tite, outros dois ex-treinadores da seleção brasileira integram o grupo de alunos. Dunga, que treinou o Brasil em duas oportunidades (2006-2010 e 2014-2016) e Mano Menezes (2010-2012) sentaram na primeira fila neste primeiro dia de atividades.

Apenas profissionais convidados pela CBF – e que desembolsem R$ 19 mil – podem se graduar na Licença Pro, que tem como pré-requisito diploma de Ensino Médio e conclusão do curso Licença A. Esse, por sua vez, se tornará obrigatório para treinadores da Série A do Brasileirão a partir do próximo ano.

Por ORM

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou adeciopiran_12345@hotmail.com




Bruno Henrique marca no fim e Palmeiras coroa título vencendo o Vitória

Com o decacampeonato brasileiro já garantido, o Palmeiras teve um domingo de festa no Allianz Parque, contra o Vitória, pela 38ª rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, dentro das quatro linhas, no jogo da taça, o campeão encontrou dificuldades para se sobressair diante do já rebaixado Rubro-Negro baiano. Depois de abrir 2 a 0 com Dracena e Scarpa, o Verdão sofreu o empate, com Yago e Luan. Mas Bruno Henrique, capitão do time, na reta final, marcou o gol da vitória por 3 a 2, que coroou a campanha alviverde.

Além da taça erguida, a festa ainda terminou com recorde de público no Allianz Parque. Neste domingo, 41.256 pessoas presenciaram o triunfo Alviverde, superando as 40.986 que assistiram à vitória do Palmeiras por 1 a 0 sobre a Chapecoense, no Brasileiro de 2016, na último jogo do time catarinense antes do desastre aéreo.

Os primeiros 45 minutos se encaminhavam para uma partida de bastante movimentação, ótimas chances de ambos os lados, mas de falta de precisão tanto dos campeões brasileiros quanto dos já rebaixados. Mesmo com mais posse de bola e a iniciativa da partida, o Palmeiras pecava na finalização até que Edu Dracena, aos 44 minutos, abriu o placar de cabeça, após cruzamento de Dudu. O Vitória, por sua vez, pouco criou e viveu de arremates de longa distância. Um, de Yago, quase surpreendeu Weverton.

Depois de um primeiro tempo movimentado, mas de apenas um gol, o segundo ficou marcado pelo número de vezes que as redes balançaram. Logo aos 12 minutos, Gustavo Scarpa ampliou para o Palmeiras. Depois, porém, o Vitória buscou o empate. Primeiro, de pênalti, Yago diminui. Depois, em boa jogada, Luan girou sobre a zaga palmeirense e empatou a partida no Allianz Parque. Na reta final, Bruno Henrique marcou o tento da vitória em chute de fora da área.
Início melhor do Palmeiras, mas de chances dos dois lados

Decacampeão brasileiro e jogando com o Allianz Parque cheio, o Palmeiras tomou a iniciativa da partida deste o apito inicial. Com maior posse de bola, o Verdão controlou as ações ofensivas, apostou nas inversões de jogo e no poderio ofensivo de Dudu e Scarpa, que alternavam os flancos do campo. Assim, logo aos sete minutos, o time de Felipão quase abriu o placar. Em ótima trama pelo lado esquerdo, Dudu cruzou rasteiro para Gustavo Scarpa, mas o camisa 14 isolou.

Acuado no seu campo de defesa, o Vitória dava muito espaço para o Palmeiras, principalmente para as infiltrações de Bruno Henrique. Aos 13 minutos, Scarpa encontrou o capitão e camisa 19, que se atrapalhou com a bola e desperdiçou boa chance. A resposta dos baianos, porém, foi rápida e com Yago, que carregou da intermediária e arriscou rasteiro. A bola passou perto da meta de Weverton, mas saiu pela linha de fundo.

Sem conseguir abrir o placar, o Palmeiras começou a abusar das bolas alçadas na área. Quando a teve no chão, aos 21 minutos, por pouco não abriu o placar com Borja. Após passe de Felipe Melo, Mayke fez grande jogada individual, deixando o atacante colombiano em plenas condições de fazer 1 a 0. O camisa nove, porém, pegou muito embaixo e a bola foi por cima do gol, na melhor chance até então.
Palmeiras domina o jogo e abre o placar com Dracena

Aos poucos, o Palmeiras foi transformando o controle do jogo em domínio, flertando com o primeiro gol. Aos 26 minutos, Dudu arriscou da entrada da área, mas o chute saiu pela linha de fundo. Depois, Felipe Melo completou a cobrança de escanteio para Edu Dracena, que testou nas mãos do arqueiro do Vitória. Dando fim ao bombardeio de chances, Scarpa foi quem tirou demais do goleiro e também do gol.

Se Edu Dracena não foi feliz em sua primeira oportunidade, na segunda saiu para comemorar. Aos 42 minutos, quando o jogo se encaminhava para um primeiro tempo sem gols, Bruno Henrique arriscou de fora da área, mas a bola desviou e ficou com Dudu. Ao levantar para área, o camisa sete encontrou o zagueiro, que testou firme para fazer 1 a 0 e explodir o Allianz Parque.
Segundo tempo de início lá e cá, mas de gol do Palmeiras

Depois de ir para o intervalo em vantagem no placar e na partida, o Palmeiras voltou para a segunda etapa enfrentando um Vitória mais agressivo e em busca do empate. A primeira chance, inclusive, foi do time Rubro-Negro, aos quatro minutos, com Yago, que em chute colocado quase deixou tudo igual. A resposta alviverde foi rápida, com Dudu, que em lance parecido com o do rival também chutou para fora.

Promovido no intervalo no lugar de Borja, Deyverson deu um ótimo cartão de visitas em seu primeiro lance. Pelo lado direito, o atacante aplicou uma lina caneta, caiu dentro da área, pediu pênalti, mas o árbitro mandou seguir. Na sequência, Gustavo Scarpa ampliou para o Palmeiras aos 11. No rebote da cobrança de escanteio, o camisa 14 arriscou de fora da área, João Gabriel contribuiu e a bola entrou no meio do gol.
Palmeiras mantém intensidade, mas sofre o empate

A vantagem por 2 a 0 não diminuiu o ritmo do Palmeiras na partida. Bem postado defensivamente, o time comandado por Felipão não correu enormes riscos e ainda viu seu ataque por pouco não marcar o terceiro aos 15 minutos. Lucas Lima, pelo lado esquerdo, rolou rasteiro para Scarpa, mas o autor do segundo gol não teve a precisão do chute anterior e errou o alvo. Mesmo assim, foi aplaudido pela torcida.

Sem grande destaque ofensivo até então, o Vitória se lançou de vez para o campo de ataque e em poucos minutos conseguiu não apenas diminuir a desvantagem, como empatar a partida. Primeiro, aos 25 minutos, Yago tomou a frente a frente de Antônio Carlos, que dividiu com o atacante. No lance, Heber Roberto Lopes assinalou pênalti. Na cobrança, o mesmo Yago deslocou Weverton. Depois, Luan recebeu na entrada da área e chutou firme para deixar tudo igual.
Capitão, Bruno Henrique marca o gol da vitória

Na reta final, depois de acumular chances perdidas, o Palmeiras ainda conseguiu o tento da vitória. Aos 44 minutos, Bruno Henrique, de fora da área, marcou o gol do triunfo, que coroou o título de campeão brasileiro de 2018. Dessa forma, o Palmeiras fez valer o domingo de comemoração desde antes do apito final, que ainda teve queima de fogos e gritos de “campeão” durante os 90 minutos.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Fabiano Menotti)

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou adeciopiran_12345@hotmail.com




Fluminense quebra jejum, se salva e rebaixa o América-MG

O Fluminense quebrou o jejum de oito jogos sem vencer e nem marcar gols na tarde deste domingo, quando derrotou o América-MG por 1 a 0 no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Richard fez o gol isolado da partida, que levou o Tricolor aos 45 pontos. Além de escapar do rebaixamento, o time carioca conseguiu a classificação para a Copa Sul-Americana. Pior para o Coelho, que estacionou nos 40 pontos e está na Série B  de 2019.

A partida começou muito nervosa, com os dois times abusando dos erros de passes e toques laterais, com pouca objetividade. Sem o equatoriano Junior Sornoza na criação de jogadas, barrado, e com um esquema de três volantes, o Tricolor parecia satisfeito com o empate. Tanto que só deu seu primeiro chute a gol aos 12 minutos, quando Luciano arriscou de fora da área e fez a bola passar à esquerda do goleiro João Ricardo.

O América, por sua vez, esperava uma bola para decidir. Tentando usar a velocidade de Matheusinho e Marquinhos, o Coelho começou a ficar mais presente no campo de ataque, dando o primeiro susto nos cariocas aos 19 minutos. Matheusinho se livrou de três e cruzou, a bola sobrou para Marquinhos, que chutou para a defesa do goleiro Júlio César. Quatro minutos depois Aderlan cruzou e Matheusinho pegou de primeira sobre o gol.

Aos 26 minutos o Fluminense escapou de boa. Aderlan foi lançado pela direita, fez o corte em Marlon e o lateral, na corrida, acabou cometendo o pênalti, muito bem marcado pelo árbitro Rafael Traci. Na cobrança de Luan, Júlio César fez grande defesa e Rafael Moura, no rebote, escorou sobre o gol.

O lance acordou o Fluminense, que apertou a marcação e tentou sair mais ao ataque, assustando aos 33 minutos. Jadson cruzou, Marco Júnior chutou de primeira e João Ricardo deu um tapinha na bola cedendo escanteio. Três minutos depois Marlon cobrou falta e Gum cabeceou para nova defesa do arqueiro americano.

Já o América seguia perigoso nos contra-ataques e aos 38 minutos quase abriu o placar. Luan recebu livre na área, chutou, Júlio César salvou, mas a bola bateu no atacante e ia entrando, porém, Gum salvou em cima da linha. Na cobrança de escanteio de Carlinhos, Rafael Moura escorou para fora.

O Fluminense, porém, conseguiu abrir o placar aos 41 minutos e quebrou um jejum de mais de 13 horas sem balançar as redes rivais. Marlon cobrou escanteio e Richard, livre de marcação, escorou para o fundo da rede. Foram 802 minutos sem gols, porém, o time foi mais tranquilo para o intervalo.

Na volta para a segunda etapa o Fluminense deu um cartão de visitas logo aos dois minutos, quando Marlon foi lançado e chutou cruzado sobre o gopl, assustando o goleiro rival. Porém, o América é quem ocupava mais o campo do rival e por muito pouco não empatou aos seis minutos. Após cobrança de escanteio, Paulão chutou cruzado e Júlio César voltou a salvar seu time com um tapinha, cedendo escanteio. Três minutos depois foi a vez de Matheusinho pegar de primeira e mandar a bola sobre o gol.

Aos 16 minutos o Fluminense deu sinal de vida no jogo. Após cobrança de escanteio, Luciano cabeceou no travessão, deixando visível a dificuldade do Coelho em neutralizar jogadas aéreas. O Coelho deu a resposta seis minutos depois, em chute de Matheusinho, que o goleiro defendeu.

O América então se lançou ainda mais ao ataque e quase marcou aos 32, quando após cobrança de escanteio Rafael Moura pegou de virada e mandou a bola para fora. O He-Man voltou a ser parado, só que dessa vez pelo goleiro, aos 35 minutos, em uma cabeçada de dentro da grande área. Já aos 37 foi a vez de Luan chutar na rede pelo lado de fora. Nos minutos finais o Tricolor conseguiu tocar a bola e administrar a vantagem até o fim. Festa da torcida carioca e tristeza do Coelho, rebaixado para a Segundona.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou adeciopiran_12345@hotmail.com




São Paulo joga mal, perde para a Chape e fica com Pré-Libertadores

O São Paulo não conseguiu terminar a temporada com a classificação direta à fase de grupos da Copa Libertadores. Visitando a Chapecoense neste domingo, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, o Tricolor mais uma vez teve uma atuação apagada e acabou sendo derrotado por 1 a 0 graças ao gol irregular de Leandro Pereira.

Precisando de uma vitória e ainda contar com um tropeço do Grêmio contra o Corinthians, em Porto Alegre, o São Paulo sequer fez sua parte. O Tricolor gaúcho, por sua vez, fez o dever de casa e venceu o Timão no Rio Grande do Sul, evitando assim a fase preliminar da Libertadores.

Se o São Paulo não conseguiu terminar a temporada de forma positiva, a Chapecoense ao menos se livrou daquele que seria seu primeiro rebaixamento depois que passou a disputar a Série A do Campeonato Brasileiro. Com a vitória  na Arena Condá, o time sequer precisou contar com os resultados do América-MG contra o Fluminense e Sport contra o Santos, em Recife.

O jogo – A Chapecoense começou o jogo a todo vapor e logo aos quatro minutos reclamou de um pênalti não marcado pelo árbitro Wilton Pereira Sampaio. Wellington Paulista ficou bom a bola após cruzamento de Eduardo, foi tocado por Arboleda e caiu dentro da área. O juiz, no entanto, não se deixou levar pelas contestações dos donos da casa. Pouco depois, aos oito, Leandro Pereira recebeu na entrada da área e bateu firme, mandando à direita do goleiro Jean.

O São Paulo só foi assustar a Chapecoense aos 19 minutos, depois de boa trama do ataque. Helinho encontrou Everton na esquerda, que tocou de primeira para Nenê. O camisa 10 dominou e bateu cruzado, mas não pegou muito forte na bola, facilitando o trabalho do goleiro Jandrei. Já aos 24 minutos, Nenê teve outra grande oportunidade. Diego Souza ajeito a bola de cabeça na medida para ele chegar batendo, porém, novamente não finalizou certeiro, mandando a bola para a linha lateral.

Diante da ineficiência do São Paulo, a Chapecoense tratou de retomar o controle do jogo na reta final do primeiro tempo e por muito pouco não foi para o intervalo com a vantagem no placar. Aos 39 minutos, Canteros fez fila pela direita, com direito a drible da vaca dentro da área, mas ao cruzar rasteiro teve o passe interceptado pelo goleiro Jean. Na sequência, depois da cobrança do escanteio, Lendro Pereira escorou para Wellington Paulista, que, também de cabeça, carimbou a trave.

No segundo tempo, o São Paulo até começou melhor e tentou abrir o placar nos primeiros minutos, contudo, a predominância dos visitantes não durou muito tempo. Aos poucos, a Chapecoense equilibrou o jogo e, mais eficiente que os adversários, acabou indo às redes. Aos 22, Canteros, que recebeu a bola em posição irregular, fez ótimo cruzamento pela direita, encontrando Leandro Pereira no meio da área. O atacante cabeceou firme, sem chances para o goleiro Jean, e correu para o abraço.

Depois do gol, a Chapecoense adotou uma postura mais cautelosa, mas não teve dificuldades para controlar o nem um pouco agressivo São Paulo. Bastou aos donos da casa apenas administrarem a vantagem nos minutos finais para se garantirem por mais uma temporada na elite do futebol nacional.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press)

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou adeciopiran_12345@hotmail.com




Em despedida, Internacional leva gol no fim e empata com o Paraná

O Internacional perdeu a chance de fazer a sua melhor campanha da história dos pontos corridos. Neste domingo, o Colorado ficou no empate em 1 a 1 contra o Paraná, no Durival Britto, em Curitiba. O resultado faz com que os comandados de Odair Hellmann fiquem em terceiro lugar, com 69 pontos. Dessa forma, acabou desperdiçando a oportunidade de ter a sua melhor performance no torneio nacional.

Ao longo dos 90 minutos, a partida foi um misto de poucas e muitas emoções. No primeiro tempo, as equipes produziram quase nada, e o placar zerado se mostrou justo. Na etapa final, o Inter abriu o placar com Jonatan Álvez, teve boas chances, mas não matou o jogo. Esforçado, o Tricolor foi premiado com um gol aos 46 minutos, Jhonny Lucas foi quem anotou.

Após o apito final, a equipe gaúcha foi até a torcida para agradecer o apoio. Os fãs, por sua vez, reconheceram a excelente campanha do Internacional, que depois de voltar para a primeira divisão fez um belo Campeonato Brasileiro. O resultado também faz com que o Colorado feche em terceiro lugar e vá direto para a fase de grupos da próxima edição da Libertadores.

A primeira boa chance foi do Internacional. Em descida pela direita, a bola foi cruzada na área, buscando Wellington Silva. Mas Jesiel apareceu para fazer o corte. Foi a única boa jogada da partida até a metade do primeiro tempo.

Aos 25, o Inter teve a sua melhor chegada até o momento. Rossi chegou bem em jogada pela linha de fundo e bateu cruzado. Dois minutos depois, Camilo arriscou de fora da área, que passou à esquerda do gol de Richard. Esta foi a primeira finalização do Colorado.

Sem nada a perder, o Tricolor assustou aos 32 minutos. Andrey foi lançado, conseguiu dominar e tirar a marcação, mas chutou com força e sem direção. A bola subiu muito, sem assustar Marcelo Lomba.

Os comandados de Odair Hellmann voltaram a assustar em jogada de Rossi. Após invadir a área, o atacante serviu Jonatan Alvez, e de fora da área o atacante bateu para fora do gol com a perna esquerda. Foi a última jogada do morno primeiro tempo que acabou zerado.

Nico López, entra, resolve e Inter vence

Aparentemente, na etapa complementar as equipes resolveram jogar, pois logo a um minuto, o lanterna chegou com perigo. Em cruzamento na área, Andrey subiu sozinho para cabecear, Lomba defendeu.

Dois minutos mais tarde, os gaúchos responderam com Jonatan Álvez, que driblou Richard, ficou sem ângulo e tentou o cruzamento para dentro da área. A defesa do Tricolor fez o corte com um chutão. Em seguida, Kessley fez linda jogada, mas acabou finalizando de forma pífia.

Nico López entrou aos 17 minutos de partida, três minutos depois, saiu o gol do Internacional. O artilheiro uruguaio escapou pela esquerda, tirou a marcação e cruzou no pé de Jonatan Álvez só escorar para o fundo das redes.

Tentando fechar o Brasileirão com dignidade, o Paraná voltou a chegar. Juninho deu passe de calcanhar para Felipe Augusto, que arriscou, mas parou em Marcelo Lomba. O Colorado respondeu com Álvez, que bateu cruzado, porém, a bola subiu demais.

Felipe Augusto mais uma vez tentou em finalização forte. A redonda desviou, traiu Lomba, mas para a sorte do goleiro foi pela linha de fundo. Até que no último lance do confronto, Jhonny Lucas conseguiu marcar, após grande jogada individual e deixar tudo igual em 1 a 1.
fonte:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou adeciopiran_12345@hotmail.com




Corinthians perde, mas fica com vaga na Copa Sul-Americana

O Corinthians voltou a ser derrotado como visitante nessa edição do Campeonato Brasileiro. Dessa vez, o revés foi por 1 a 0, para o Grêmio, em Porto Alegre. Uma despedida melancólica de 2018 para o campeão do Brasileirão de 2017 e atual campeão Paulista. Se serve de consolo, o Timão acabou ficando com a última vaga para a Copa Sul-Americana, graças aos seus 44 pontos, que lhe renderam uma 13ª colocação depois de 38 rodadas. Já Tricolor Gaúcho chegou aos 66 pontos e confirmou seu quarto lugar na tabela de classificação, suficiente para lhe colocar diretamente na fase de grupos da próxima Copa Libertadores da América.

A despedida da temporada corintiana pode ter encerrado a passagem de Jair Ventura pelo clube alvinegro. Foram nove derrotas, seis empates e apenas quatro triunfos. Fábio Carille já acertou seu retorno e deve ser anunciado nos próximos dias.

A tônica do Corinthians sonolento nos minutos iniciais se repetiu na tarde desse domingo. O primeiro tempo no Sul foi totalmente controlado pelos gremistas, que ditaram o ritmo com um futebol envolvente e vistoso. A marcação frouxa e distante dos corintianos facilitou.

Assim, o gol parecia questão de tempo, e não demorou. Tabelando pelo miolo da zaga alvinegra, o tricolor chegou até Cássio. Jael foi o último a tocar na redonda antes de correr para o abraço.

Everton, então, começou a se destacar. À vontade, inspirado e ciente da fragilidade do adversário, o Cebolinha causou um verdadeiro furdunço na defesa rival. Em dois lindos lances, o atacante mandou a bola na trave do Corinthians e depois viu Henrique evitar o que seria um golaço, com direito a dribles em sequência em Fagner, Gabriel e Léo Santos.

Na segunda etapa, o Timão melhorou, o Grêmio descansou e o jogo perdeu velocidade e interesse. Everton seguiu atormentando seus marcadores, mas as chances reais de gol não aconteceram mais.

Apesar de, enfim, ter se encorajado a atacar, o Corinthians novamente sofreu com a falta de criatividade e a ausência de um centroavante nato. Ficou apenas na intenção.

Nos minutos finais, deu tempo para Danilo entrar e fazer seu último jogo com a camisa corintiana após nove temporadas seguidas. Foi a última homenagem ao ídolo de uma Era de glória da equipe paulista, que em 2019 tentará reencontrar o caminho das vitórias.

Nem mesmo a confirmação da vaga à Copa Sul-Americana serviu para qualquer tipo de comemoração pelos corintianos. Os gremistas, por outro lado, ao menos se deram por satisfeitos com a vaga no G4, que confirma o time direto na fase de grupos da Libertadores 2019.

Fonte:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo)

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou adeciopiran_12345@hotmail.com