Estudo de Yale reativa atividade celular em cérebro de porcos horas após a morte

(Fonte:REUTERS / Ryan Woo)-Descoberta pode levar a avanços no tratamento de derrames e lesões cerebrais de humanos, disseram pesquisadores

Cientistas da Universidade Yale conseguiram restaurar a atividade celular básica em cérebros de porcos horas após suas mortes, em uma descoberta que um dia pode levar a avanços no tratamento de derrames e lesões cerebrais de humanos, disseram pesquisadores na quarta-feira.

Os cientistas enfatizaram que seu trabalho não chega nem perto de redespertar a consciência nos cérebros retirados dos porcos. Na verdade, o experimento foi concebido especificamente para evitar tal resultado, por mais improvável que seja.

Ainda assim, o estudo dá ensejo a uma série de questionamentos bioéticos, entre eles a própria definição de morte cerebral e as consequências possíveis para protocolos ligados à doação de órgãos.

A pesquisa resultou de esforços para intensificar o estudo do desenvolvimento cerebral, doenças e evolução. A principal aplicação prática é a perspectiva de permitir que os cientistas analisem exemplares de cérebros inteiros de grandes mamíferos em três dimensões, ao invés de fazê-lo por meio de estudos limitados a pequenas amostras de tecidos, disse a universidade norte-americana.

O estudo, apoiado pelos Institutos Nacionais de Saúde, não oferece nenhum avanço clínico imediato para humanos, segundo seus autores.

Os resultados do experimento, que serão publicados nesta quinta-feira no periódico científico Nature, vão de encontro aos princípios há muito aceitos de morte cerebral, que sustentam que a atividade celular vital cessa irreversivelmente segundos ou minutos depois que o fluxo de oxigênio e sangue é interrompido.

O rejuvenescimento limitado da função circulatória e do metabolismo celular nos cérebros de porcos, que foram retirados de animais abatidos em uma usina de processamento de carne, foi realizado quatro horas após a morte injetando uma solução química especial, criada para preservar o tecido, nos cérebros.

“O cérebro intacto de um grande mamífero retém uma capacidade antes subestimada de restauração da circulação e de certas atividades moleculares e celulares várias horas após a parada circulatória”, disse o principal pesquisador, Nenad Sestan, em um informe de Yale divulgado antes do estudo.

Os cientistas ressaltaram, porém, que os cérebros tratados não mostraram nenhum sinal detectável de atividade elétrica organizada associada a percepção, noção ou consciência.

“Definido clinicamente, este não é um cérebro vivo, mas é um cérebro celularmente ativo”, explicou Zvonimir Vrselja, coautor do estudo e pesquisador associado de neurociência.

Por:Reuters

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Uma força-tarefa contra Aedes aegypti

Crianças atendidas pela LBV ensinam como combater o mosquito

Mobilizar a sociedade a formar uma força-tarefa para o combate ao Aedes aegypti, transmissor do Zika e também vetor da dengue e da chikungunya é um dos objetivos da campanha Eu ajudo a mudar! promovida pela Legião da Boa Vontade (LBV) em todo o país. As crianças, todas atendidas pela Instituição, ensinam ações simples, mas importantes para o combate eficaz ao mosquito. Acesse, assista e compartilhe: https://www.lbv.org/as-criancas-da-lbv-sabem-como-combater-a-dengue-quer-aprender

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Comunidade de várzea de Santarém, no rio Amazonas, faz primeira despesca de pirarucu criado em tanque

80% será dividido entre os comunitários e aplicado no melhoramento do manejo – Créditos: (Foto:Agência Santarém de Notícias)

Comunitários de Santa Maria do Tapará, localizada na várzea santarena, Rio Amazonas, iniciaram na manhã desta quarta-feira (10) a despesca de pirarucus criados em tanque. A iniciativa conta com a parceria da Prefeitura de Santarém, via Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma).

“Esse projeto de manejo no tanque começou há três anos. Tínhamos um tanque que foi iniciado, mas não terminamos. Em 2016, ocorreu a ampliação, recebemos doações de 100 alevinos e hoje estamos fazendo a captura para a revenda”, relatou o presidente da Associação de Moradores da Comunidade Santa Maria do Tapará, Raimundo Sousa.
A localidade realiza em novembro de cada ano o Festival do Pirarucu. Os animais usados na culinária durante a programação são retirados dos lagos que banham a comunidade. Agora os moradores tem mais uma alternativa de renda.
“Isso é um sonho. Para termos peixe tanto fora quanto no período do defeso os comunitários uniram as forças. Fazemos todo o trabalho voluntário de fiscalização do tanque e ajudamos na alimentação”, comemorou o morador José Almeida.

O pirarucu está protegido pelo período do defeso, mas os exemplares criados em tanque podem ser comercializados desde que tenham a autorização de órgão competente.
“A Semma emitirá a autorização de despesca. Assim, os moradores poderão fazer o comércio na cidade em restaurantes e mercados. É uma forma de assegurar os cuidados com o meio ambiente, observando a legislação vigente e gerar renda aos comunitários”, informou o fiscal ambiental Welton Sousa.

Durante 30 dias a estimativa é retirar 500 quilos. Nesta quarta-feira (10) foram retirados ao menos 80 quilos. No próximo sábado (13) será realizada nova despesca.

A renda será revertida em 20% para a Associação, sendo que 80% dividido entre os comunitários e aplicado no melhoramento do manejo.

Por:Agência Santarém de Notícias

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Autismo e desafios da inclusão

Paiva Netto

Para ampliar a conscientização de todos, alguns temas devem estar sempre em pauta. Um deles é o autismo, que atinge mais de dois milhões de brasileiros e representa 70 milhões de pessoas no mundo, cerca de 1% da população mundial, conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
O diagnóstico precoce pode fazer enorme diferença no desenvolvimento do indivíduo. Este, ainda que seja portador de limitação física ou psíquica, possui a extraordinária capacidade para se adaptar e alcançar importantes objetivos de vida. O mundo está repleto de exemplos. O que falta, às vezes, é o devido investimento no Capital de Deus, ou seja, na própria criatura humana.

Sintomas e cuidados
Alguns autistas apresentam determinadas habilidades que superam as da média da população. “Eles têm bastante facilidade para números, decorar, resolver expressões matemáticas e para várias questões diferenciadas da vida. Mas não conseguem dar funcionalidade a isso”, explica a assistente social Simone Bruschi.
Um ponto que prejudica o acompanhamento especializado do autista é, num primeiro momento, a negação do problema, situação frequente no seio familiar. Simone, integrante da Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social (Abads), em entrevista ao programa Sociedade Solidária, da Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canais 196 e 696), comenta: “Quando falamos do autismo, abordamos algo que não se pode identificar por exame de sangue, eletroencefalograma, tomografia. E o diagnóstico é muito difícil de ser aceito pela família. Existe a avaliação clínica — que é muito rica —, porém, os familiares sempre questionam: ‘Ah, não. Acho que pode ser algo diferente’”.
Nesses casos, de acordo com Simone, devem-se buscar outros profissionais, inclusive para que também eles se envolvam na vida dessa família, dessa criança ou desse adolescente.
É fundamental procurar um especialista ao perceber na criança qualquer indício constante de preferir ficar sozinha, de apatia diante dos brinquedos, de não reclamar por ser deixada no berço, em vez do colo dos pais. “Existem famílias que só começam a levar para o tratamento na idade escolar, quando o professor sinaliza: ‘Olha, o seu filho precisa de auxílio’. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as possibilidades de tratamento.”
Simone ressalta que “algumas pessoas com autismo podem apresentar uma deficiência intelectual, mas não é necessariamente uma regra”.
E aí entra um desafio, o de inserir no mercado de trabalho portadores de deficiência intelectual. “É mais fácil — não sei se posso usar essa expressão — contratar um jovem com deficiência física, por conta das acessibilidades existentes, do que alguém com deficiência intelectual, para o que não temos ainda a tecnologia assistiva. Por isso, é um desafio para o consultor de emprego apoiado. Ele tem de ir à empresa e provar que a pessoa com transtorno é capaz. É necessário um trabalho de sensibilização tanto com os empregados e colaboradores quanto com os empregadores e a família”.
É preciso ampliar as condições para a inclusão social dos portadores de qualquer deficiência, seja física, seja intelectual.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

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Homem é surpreendido por jararaca dentro de motor de motocicleta

Animal foi resgatado pelos bombeiros e solto em uma área de mata, longe do perímetro urbano.
Cobra é encontrada dentro de moto em Campo Verde (MT) — Foto: Corpo de Bombeiros – MT

Um morador de Campo Verde, a 139 km de Cuiabá, foi surpreendido por uma jararaca, na segunda-feira (8). A cobra estava próximo ao motor da motocicleta dele, embaixo do banco.

O proprietário da moto chamou os bombeiros para resgatar o animal. Ele contou que costuma desligar um fusível para economizar bateria, quando não vai usar o veículo.

Quando ele levantou o banco para fazer o desligamento, encontrou a jararaca.

Quando os bombeiros chegaram, a cobra havia se instalado em uma área ainda mais difícil de retirá-la, abaixo do farol traseiro.

A equipe de resgate precisou retirar peças da motocicleta para conseguir remover a cobra. A jararaca foi solta em uma área de mata, fora do perímetro urbano.

Por G1MT
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Cobra é encontrada dentro de moto em Campo Verde (MT) — Foto: Corpo de Bombeiros - MT
Cobra é encontrada dentro de moto em Campo Verde (MT) — Foto: Corpo de Bombeiros – MT

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Fazendeiro de 82 anos é preso depois de colar as genitais da esposa de 24 com medo de ser CORNO

Foto: Divulgação – Um idoso de 82 anos de idade foi preso no interior de Amazonas depois de colar a genitais de sua esposa com super bonder, sua esposa foi levada às pressas para o hospital e sofreu complicações médicas e dor excruciante.

O idoso que é fazendeiro, disse aos policiais que colou as genitais da mulher com medo de ser corno, “Era o único jeito de segurar ela, ela fica o dia todo em casa sozinha mexendo no Whatsapp e facebook e eu passo o dia mexendo com gado e não tenho tempo de ficar de olho nela.

Conforme a delegada, a agressão aconteceu na última quarta-feira, na fazenda em que o casal mora, no interior do estado do AM. o acusado teria colado as partes intimas da mulher enquanto ela dormia.

O suspeito, que não tinha passagem pela polícia, teve a liberdade provisória decretada pela Justiça e responderá pelos crimes de lesão corporal, violência doméstica e liberdade.

Fonte: Folha Brasil News

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Fao aprova novas normas para conter propagação das pragas

Foto:© Fornecido por AFP Oliveiras infectadas pela bactéria Xylella fastidiosa em Gallipoli, Itália, em uma imagem de 11 de fevereiro de 2016

Novas medidas para evitar a propagação de pragas e doenças de plantas foram aprovadas pelo organismo internacional encarregado de seu controle, informou nesta terça-feira em Roma a FAO.

A Convenção Internacional de Proteção Fitossanitária (CIPF) – a única organização internacional responsável pelo estabelecimento e implementação de padrões fitossanitários reconhecidos pelos governos em todo o mundo e pela Organização Mundial do Comércio – aprovou as novas normas durante sua reunião anual na sede da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

As normas incluem protocolos para impedir pragas altamente invasivas, como a Xylella fastidiosa e a mosca-da-fruta oriental, que atacam principalmente frutas tropicais.

“Com o aumento do comércio e das viagens, os riscos de espalhar pragas para novas áreas através das fronteiras estão agora mais altos do que nunca”, disse Bukar Tijani, vice-diretor geral da FAO.

A FAO estima que entre 20 e 40% da produção agrícola mundial seja perdida a cada ano por causa de pragas.

As doenças das plantas custam à economia mundial cerca de US$ 220 bilhões por ano e insetos invasores, cerca de US$ 70 bilhões, segundo a entidade.

As novas normas também incluem melhores métodos de fumigação, devido a reclamações que são prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente.

A mosca oriental da fruta (Bactrocera dorsalis) afeta árvores como abacateiro, bananeira, goiabeira e a mangueira em pelo menos 65 países.

A Xylella fastidiosa é uma bactéria letal que ataca cultivos de importância econômica, como a oliveira, os cítricos, as ameixas e as videiras.

Desde 2015 está propagando-se rapidamente das Américas à Europa e à Ásia.

Uma vez que a Xylella fastidiosa se infiltra em uma planta, permanece nela, privando-a de água até morrer ou se debilitar a ponto de não produzir seus frutos.

Somente na Califórnia, as perdas na produção vinícola devido à Xylella fastidiosa foram de 104 milhões de dólares por ano. Na Itália, a bactéria acabou com 180.000 hectares de olivas – com numerosas olivas centenares – e constitui uma ameaça não somente para a economia italiana, como também para a de todos os países mediterrâneos.

Por:msn.com

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Divisa orienta sobre presença e contato humano com caramujos gigantes africanos

Divisa orienta sobre presença e contato humano com caramujos gigantes africanos
Reprodução/TV Mirante

Em 2018, moluscos que são hospedeiros de parasita transmissor de doenças foram encontrados em área específica no município.

Lento e perigoso. É assim que o caramujo africano é caracterizado pela velocidade que se locomove e pela periculosidade que representa à saúde humana. O molusco é hospedeiro de parasitas transmissores de doenças que podem levar à morte.

Em 2019 ainda não houve registros na Divisão de Vigilância em Saúde (Divisa) quanto a infestação dessa espécie de caramujo em Santarém, no oeste do Pará. Já em 2018, o setor de endemias da Divisa atendeu uma ocorrência.

A área onde foram encontrados os moluscos ficava ao lado de um frigorífico na Avenida Borges Leal. No terreno a equipe recolheu todos os caramujos encontrados e fez o devido descarte, com queima e enterrando o que sobra para não haja contato com seres humanos.caramujo 2Chuva e calor são as condições perfeitas para o aparecimento do caramujo africano — Foto: Fernanda Bonilha/G1
Orientação

Em casos onde as pessoas encontrem caramujos, a Divisa orienta que as pessoas evitem o contato direto com o molusco e acionem imediatamente o setor de endemias para que faça o recolhimento correto dos locais infestados e descarte em local seguro.

Outra recomendação dada por especialistas é que seja feita a higienização de verduras, legumes e frutas. Estes alimentos devem ser lavados em água corrente e ser deixado de molho por 30 minutos em solução de hipoclorito de sódio a 1% (uma colher de água sanitária diluído em um litro de água filtrada), caso seja feito o consumo dos alimentos in natura.

Transmissão de doenças

Sem predadores naturais e com condições climáticas favoráveis, os moluscos se reproduzem em grande velocidade. Um deles pode gerar até 300 crias em apenas um ano.

Os caramujos causam perigo por transmitirem doenças como a angiostrongilose abdominal, uma doença que provoca perfuração no intestino e sintomas semelhantes aos de apendicite.

A angiostrongilíase meningoencefálica também pode ser transmitida por eles e pode levar à morte. As formas de contágio são pela ingestão do parasita, seja pelo manuseio do caramujo ou de alimentos contaminados pelo muco deles.

O caramujo africano foi introduzido ilegalmente no Brasil na década de 1980, no estado do Paraná, com o intuito de substituir o escargot, uma especialidade da culinária francesa. A criação da espécie foi proibida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e muitos donos de criadouros liberaram os caramujos na natureza, sem tomar as devidas providências.

Por: Geovane Brito, G1 Santarém — Pará

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Amigos capturam peixe com mais de 1 metro e 42 quilos no interior do Acre

(Foto:Reprodução)-O jundiá açu estava sendo perseguido por um boto cor-de-rosa, quando foi avistado pelo grupo
Durante viagem para visitar comunidades da zona ribeirinha de Porto Walter, interior do Acre, neste domingo (31), o vereador Guarsonio Melo, capturou, junto com amigos, um peixe de 1,5 metro e 42 quilos. Ele conta que o jundiá açu estava sendo perseguido por um boto cor-de-rosa, quando foi avistado pelo grupo.

Melo contou que chegava à comunidade Lindauvos, quando ficou observando o boto que tentava capturar o pescado. Segundo ele, o peixe, por três vezes, se aproximou da margem do rio e saiu fora da água.

“Passei lá uns quinze minutos e o boto jogou ele no seco por três vezes e eu só observando do outro lado do rio. Aí, chamei um colega meu e outro senhor da comunidade e quando chegamos lá, ele estava com toda cabeça no seco, mais de meio metro fora da água”, contou.

Melo contou que nunca tinha visto um peixe deste tamanho e por isso fez uma postagem nas redes sociais contando o caso e garantiu que não é história de pescador.
“Eu já tinha ouvido contarem muito sobre peixe desse tamanho, mas nunca tinha me deparado com um assim”, falou o vereador.
Para abater o pescado, um dos moradores da comunidade usou uma arma de caça. Segundo Melo, o peixe foi divido entre os moradores da comunidade. “Trouxe 16 quilos para minha casa e o restante foi feita a divisão pelos moradores de lá mesmo”, afirmou.

Por:Redação/jornalismo@portalamazonia.com

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Pesquisa indica peixes que podem ser consumidos por brasileiros

Povo Paumari pesca pirarucu-(Foto:Divulgação/Opan/Adriano Gambarini)

Guia de Consumo Responsável de Pescado, da WWF-Brasil, pesquisou 38 espécies de peixe de maior valor comercial

O Guia de Consumo Responsável de Pescado, lançado hoje (2) pela WWF-Brasil, organização não governamental que integra a rede do Fundo Mundial Para a Natureza (WWF), pesquisou 38 espécies de peixe de maior valor comercial, que são as mais procuradas pelos consumidores.

Do material avaliado, 58% ou o equivalente a 22 espécies foram classificados na categoria vermelha, como espécies oriundas de pescarias ou fazendas não sustentáveis e, que por isso, não devem ser consumidas. É o caso do camarão-rosa e do tubarão-azul (ou cação).

Na categoria amarela, foram listadas oito espécies, correspondentes a 21% do total, entre as quais se encontram a tilápia e o bonito listrado. Embora sejam provenientes de fontes que mostram algum risco à sustentabilidade, essas espécies podem ser consumidas, mas com moderação.

Na categoria verde, foram incluídas também oito espécies (21%) mais seguras para serem consumidas, como o salmão rosa e alguns tipos de moluscos.

A gerente do Programa Marinho da WWF-Brasil, Anna Carolina Lobo, especialista em gestão ambiental, observou que entre as espécies de pescado situadas na lista verde e recomendadas para consumo, nenhuma é produzida no Brasil, como o salmão, por exemplo, que vem do Chile. Somente na aquicultura, o país tem quatro espécies cultivadas na categoria verde, que são o mexilhão, a ostra do pacífico, a ostra do mangue e a vieira.

O guia revela ainda que, das principais espécies consumidas no Brasil e avaliadas pelo WWF-Brasil, apenas 28% têm opção de produtos com certificação quanto à sustentabilidade de pesca ou cultivo.

As espécies de maior valor comercial estão mais ameaçadas de extinção, como o camarão, por exemplo. Polvo e lagosta são outras espécies ameaçadas. “Estão acabando. Daqui a pouco, as pessoas vão parar de consumir” porque não há mais disponibilidade”, afirmou Anna.

Fonte:Agência Brasil

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