Site voltado para conscientização sobre o câncer é criado por estudantes brasileiros

Plataforma tem como objetivo ressaltar o diagnóstico precoce da doença

Uma coisa é certa: quanto mais cedo for o diagnóstico, melhor será o tratamento. Pensando nisso, estudantes do estudantes do 8º período do Curso de Jornalismo do Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM) criaram o site “Câncer em Pauta”, que tem entre os principais objetivos produzir conteúdo jornalístico que alerte para a importância do diagnóstico precoce da doença.

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Lançado no último dia 11, o site foi criado pelos estudantes Jhennifer Rayane, Isabela Teixeira, Isadora Tavares, Julliane Souza e Lélis Félix como produto do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), sob orientação da professora Laryssa Caixeta.

Já a ideia do site surgiu a partir da sugestão da graduanda Isadora Tavares, que acompanhou todo o processo quimioterápico da sua mãe, diagnosticada com câncer de mama. A família não sabia lidar com a situação, pois tinha poucas informações sobre a doença.

Então, movida pela necessidade de compartilhar conhecimento com pacientes e familiares que vivem o mesmo processo, Isadora sugeriu ao seu grupo de TCC que fizessem um trabalho com essa temática. Os colegas acataram a ideia e dedicaram o primeiro semestre deste ano para as pesquisas. “A maioria das matérias surgiu das dúvidas de pacientes. Pretendemos continuar para levar mais informações até as pessoas”, declara umas das fundadoras do site, Isadora Tavares.

Na plataforma, os visitantes podem encontrar textos e vídeos a respeito do tratamento da doença e, também, mensagens motivacionais como depoimentos de pessoas que venceram o câncer. Além disso, o internauta pode interagir enviando dúvidas que podem ser transformadas em novas matérias.

Curso de Jornalismo Educa Mais Brasil 2020

Ficou interessado em iniciar os estudos na área de Jornalismo e assim como os estudantes criar algo que contribua para a melhoria da qualidade de vida de outras pessoas? O Educa Mais Brasil oferece bolsas de estudo para curso de graduação e pós-graduação em instituições de ensino privadas de todo o Brasil. Os descontos podem chegar até a 70%. O processo é simples e, após a conclusão do curso, não há cobranças de taxas extras. Basta acessar o site Educa Mais 2020, localizar as ofertas de bolsas para a sua região e clicar em “quero esta bolsa”.

Quais são as disciplinas essenciais na grade curricular de Jornalismo?

– Cibercultura

Assessoria de Imprensa

– Ciências Sociais

– Comunicação e Expressão

– Edição Jornalística

– Editoração em Jornalismo Impresso

– Ética e Regulamentação em Comunicação

– Fotografia

– Semiótica

Fonte: Brenda Chérolet – Agência Educa Mais Brasil

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“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Programa de estudo mexicano oferece bolsas para estudantes brasileiros

Selecionados receberão apoio financeiro durante permanência no país

Até o próximo dia 27 de setembro, estudantes brasileiros que desejam vivenciar a cultura mexicana podem se candidatar a uma das bolsas de estudo oferecidas pelo país. A iniciativa é das Relações Exteriores do México, através da Agência Mexicana para Cooperação e Desenvolvimento Internacional (AMEXCID). Ao todo, mais de 100 instituições participam do programa com bolsas disponíveis em diferentes áreas. As inscrições podem ser feitas pelo site da convocatória.

Estão sendo disponibilizadas bolsas para programas de mestrado, com duração de dois anos, e doutorado, que dura em média 3 ou 4 anos. Estudantes de graduação também estão aptos a participar da seleção, nesse caso no formato mobilidade estudantil, com até um semestre de duração. Além disso, há também oportunidades para os cursos de especialização e aprimoramento profissional.

Os estudantes contemplados no edital da seleção serão beneficiados com o valor total da matrícula e anuidade das instituições de ensino, seguro saúde e transporte da cidade do México até a cidade final de destino. Os selecionados também receberão uma ajuda mensal que vai de 10.274 a 12.842 pesos, a depender da modalidade escolhida. Os valores mais altos são para os cursos de doutorado. O programa não inclui as despesas com as passagens aéreas.

Inscrições
O processo de candidatura envolve o preenchimento de um formulário de solicitação da bolsa e envio dos seguintes documentos:

Carta de motivação

– Currículo

– Carta de aceite da instituição mexicana

– Cópia do último diploma recebido 

– Histórico acadêmico 

– Comprovante de proficiência em espanhol. 

 

Além desses documentos, o estudante deve assinar uma carta na qual se compromete a voltar ao país de origem após finalizar os estudos. O resultado final será divulgado a partir de 15 de janeiro e os estudos estão previstos para iniciar entre março e dezembro de 2020.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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O segredo para o emagrecimento saudável pode estar no psicológico

Conheça o “Pense Magro”, projeto que oferece acompanhamento remoto para aliar perda de peso e bem-estar

O percentual de pessoas acima do peso no Brasil aumentou 67,8% entre 2006 e 2018, de acordo com o Ministério da Saúde. Nesse processo de ganho de gordura é comum um indivíduo apresentar efeito sanfona, baixa autoestima, desânimo e até frustação por não conseguir ir adiante com os planos alimentares. Esses fatores somados à falta de atividade física são queixas corriqueiras de pacientes que vão aos consultórios médicos.

As situações que viram grandes barreiras no processo do emagrecimento são inúmeras e a solução pode estar no psicológico de cada ser humano, conforme esclarece a psicóloga e coach psicológico, Ludmila Garcia. “O psicólogo não está restrito a tratar questões de transtornos mentais, mas pode também ajudar, inclusive, a mudar o comportamento, gerar motivação, elevar a autoestima, auxiliar em situações de compulsão. Tudo isso está diretamente relacionado com o processo de emagrecimento. É preciso estar bem emocionalmente para conseguir perder peso, praticar atividade física com prazer e ter um acompanhamento nutricional sem sofrimento”, defende.

educa3Ludmila Garcia, psicóloga e especialista em coach psicológico

Com o objetivo de auxiliar pessoas especificamente nesta área, Ludmila criou o “Pense Magro”, que tem como objetivo o emagrecimento sem dietas focando na qualidade de vida, percepção de si mesmo e tudo que nutre o ser para além da alimentação. “O foco inicial é a mudança do pensamento para superar as crenças limitantes, conquistar o equilíbrio emocional e fazer da perda de peso uma consequência a partir disso. Está com vontade de comer um doce? Coma um doce e está tudo bem. É importante deixar claro que esse acompanhamento não exclui, de maneira alguma, a prática regular de atividades físicas e muito menos a avaliação nutricional”, pontua.

A Engenheira Civil Erica Orge participou do projeto e teve bons resultados. “Eu sofria há um bom tempo com distúrbios alimentares e o projeto mudou muito minha relação com a comida e comigo mesma. Aprendi a fazer boas escolhas e dieta não faz mais parte da minha vida, o exercício já não é mais uma dificuldade. Hoje em dia, é tudo solução”, comemora.

Para a criadora do “Pense Magro”, a prevenção é o aliado para o emagrecimento. “Faço um cronograma de 12 sessões para a paciente tratar sua relação com a comida, com o corpo e autoimagem e fazer escolhas inteligentes. Além de conscientizar a pessoa a não se sabotar. Traço um atendimento individualizado durante algumas semanas e, assim, o paciente consegue ir aprendendo a fazer escolhas inteligentes”, explica a psicóloga.

O Projeto Pense Magro é realizado online. Os encontros e materiais serão disponibilizados via e-mail e os contatos realizados via telefone (whastapp) e vídeo-chamada pelo Skype ou FaceTime, conforme previsto e descrito no Atendimento Online permitido aos psicólogos pelo Conselho Federal de Psicologia. Assim, como a resolução 11/2018, a terapia online está totalmente liberada, nos mesmos critérios de um atendimento presencial.

 

Agência Educa Mais Brasil

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Infecção após preenchimento labial: o que causa e como tratar

O preenchimento labial está entre os procedimentos estéticos mais realizados do momento, prometendo forma e volume para os lábios.

Com isso mente, vamos falar um pouquinho sobre a possiblidade de infecção, quais as causas comuns e como tratar.

Assim, você pode passar por esse procedimento mais tranquilamente e garantir o resultado que sempre quis.

Preparada? Então, vamos lá!

Entenda o preenchimento labial 

O preenchimento labial começou a ganhar notoriedade quando grandes celebridades apostaram na questão, como Kylie Jenner, Lindsay Lohan e Anitta.

Entretanto, muitas dúvidas ainda cercam o assunto, seja a forma como o procedimento é realizado ou mesmo o que é inserido nos lábios.

De maneira simples, o preenchimento labial é feito com o uso de uma cânula ou agulha, sempre por um profissional qualificado para isso.

Através desses aparelhos, substancias são inseridas com o objetivo de deixar os lábios mais grossos ou desenhados.

Segundo diversos especialistas, a técnica é ideal para quem tem os lábios muito finos ou não possuem o desenho natural, como aquela curvatura central.

E qual a substância utilizada? 

Aqui entra a polémica, o material mais recomendado e utilizado para preenchimento labial e facial é o ácido hialurônico

Sendo este um produto liberado para esse tipo de procedimento estético e seguro para a paciente.

Em alguns casos, também pode ser utilizado a gordura tratada da própria paciente, que é retirado de um local do corpo, tratada e inserida nos lábios.

Vale lembrar que é importante estar atento a substância utilizada, optando sempre pelo ácido hialurônico ou gordura autógena, que é retirada do seu corpo.

Causas da infecção no preenchimento labial 

Figura 2 Photo by Rodolfo Clix from Pexels
Figura 2 Photo by Rodolfo Clix from Pexels

Mesmo sendo um procedimento estético considerado simples, o preenchimento labial também envolve a aplicação de algo no corpo.

Como resultado, sempre existe aquela possiblidade remota de que algo dê errado.

Diversos cirurgiões plásticos, como Beatriz Lassance, que faz parte da sociedade nacional e internacional de cirurgia plástica, afirma que as infecções são mais comuns quando a substância errada é utilizada ou mesmo quando o paciente apresenta algum problema.

Para entender melhor, pacientes que possuem baixa imunidade, alteração na coagulação sanguínea, herpes ou mesmo gestantes, não devem fazer esse tipo de procedimento.

Isso porque, os riscos acabam sendo maiores.

Também é importante que o médico cirurgião saiba sobre alergias da paciente.

Em relação a substância, os especialistas garantem que é primordial procurar por um profissional realmente especializado e dar preferência ao ácido hialurônico.

Já que este é naturalmente produzido no corpo humano, reduzindo a chances de complicações.

Sabendo disso, você ainda pode se questionar: “quais as principais causas de infecção? ”. A resposta inclui: 

  • Profissionais ou ambientes não qualificados para procedimentos; 
  • Reação alérgica a produtos não autorizados; 
  • Excesso de substância utilizada; 
  • Possiblidade de a agulha atingir uma veia ou artéria; 
  • Não seguir as recomendações de cuidado pós-procedimento.

Além das questões citadas, como a herpes e baixa imunidade.

Atenção: todas essas possíveis causas podem ser evitadas procurando o profissional qualificado e tomando os devidos cuidados.

Tratamento para infecção de preenchimento labial 

Se você fez o preenchimento labial, com ácido hialurônico ou outro, e “deu ruim”, o básico é: procure o profissional que realizou o procedimento.

No caso de infecção ou necessidade de correção, o cirurgião plástico deve analisar o caso para direcionar você ao melhor tratamento.

Frequentemente, quando acontece algum tipo de problema com o preenchimento, o primeiro passo é retirar aquela substância dos lábios, para aliviar os sintomas e garantir o tratamento adequado e rápido.

Mais importante que isso, esteja atento as condições de aplicação e sempre questione o médico sobre o produto.

Isso porque, alguns profissionais usam ácidos de baixo custo, como o metacrilato, que pode deixar os lábios endurecidos, vermelhos e doloridos.

Nesses casos, a paciente acaba precisando recorrer a cirurgias para a retirada do produto.

Ao fazer o preenchimento labial, pode acontecer que os lábios ficarem inchados e até com edemas.

A recomendação médica é fazer compressas frias para aliviar esses sintomas.

Porém, se sentir muita dor, ardência, notar manchas muito roxas/avermelhadas, procure o especialista.

Nos casos de infecção, o tratamento vai consistir em aliviar os sintomas com compressas, uso de pomadas e alguns remédios.

Entretanto, cada caso é único e é preciso avaliar para definir o que cada paciente deve fazer.

O que fazer então para um preenchimento labial tranquilo e perfeito? 

 

Simples:

  • Procure um profissional especializado;
  • Converse com o profissional sobre o produto e quantidade ideais;
  • Evite qualquer exagero;
  • Esteja atento ao local onde será realizado;
  • Não aplique maquiagem ou faça exercícios dentro de 24 horas após o procedimento;
  • Não exponha os lábios a temperaturas fortes, como saunas;
  • Evite exposição solar;
  • Faça compressas de acordo com a recomendação.

Sempre que o preenchimento labial é feito com ácido hialurônico e gordura da paciente seguindo as recomendações acima, os casos de infecção são bastante raros.

Dúvidas comuns do preenchimento labial

– É preciso injetar anestesia? 

Sim, o procedimento pode ser doloroso devido a distensão dos tecidos, quando o ácido hialurônico ou outro é injetado.

Então, é utilizado a anestesia tópica, evitando a dor da picada, e a local, evitando que você sinta essa distensão.

– É preciso fazer novamente? 

Substancias como o ácido hialurônico e gordura do paciente podem er absorvidas após um ano, mas o efeito causado pode deixar os lábios mais cheios e definidos por até três anos.

– Alergia e vermelhidão são comuns? 

Não, a vermelhidão após a aplicação pode ser sinal de infecção e as alergias podem estar ligadas a anestesia ou princípio de infecção.

– Quando o resultado final do procedimento é notado?

Geralmente, a paciente vê o resultado final do preenchimento depois de mais ou menos uma semana, mas é aconselhável esperar um mês, caso queira aumentar.

Conclusão 

Para finalizar, a infecção após o preenchimento labial é pouco comum e, geralmente, está associada a descuidos nos cuidados, produto não recomendado ou profissional não qualificado.

Então, fique de olho em cada um dos pontos citados ao longo desse post e converse com um especialista antes de fazer qualquer tipo de aplicação.

Por:Mariana Schneider
Marketing Digital, AesCare

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Aumento da temperatura da Terra chama a atenção para preservação da camada de ozônio

Profissional avalia que medidas devem ser tomadas pelo poder público e sociedade

Estimativas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), apontam que nos próximos 100 anos haverá um aumento do nível médio do mar entre 0,18 m e 0,59 m e aumento da temperatura média global entre 1,8°C e 4,0°C. Nesse contexto, a camada de ozônio tem uma importante atuação: inibir que as radiações ultravioletas (UV), emitidas pelo sol, cheguem à atmosfera terrestre.

Quando há corrosão dessa camada, todos os ecossistemas sofrem as consequências, pois os raios UV incidem de forma mais potente sobre os seres vivos gerando danos à visão, levando ao envelhecimento precoce, à supressão do sistema imunológico e ao desenvolvimento do câncer de pele, por exemplo.

Os animais também sofrem as consequências da destruição da camada de ozônio, já que os raios ultravioletas prejudicam os estágios iniciais do desenvolvimento de diversas espécies e reduzem a produtividade, provocando desequilíbrios ambientais.

Para a bióloga e professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (Ifbaiano), Daianne Sampaio, as medidas que possibilitem o combate à destruição da camada de Ozônio devem ser realizadas em conjunto, a partir de iniciativas globais abraçadas por todos. O maior desafio em relação a esse assunto é dar mais valor às Ciências e às pesquisas, ainda de acordo com a professora.

“Importante, primeiro, que a gente tenha uma Ciência construída com muito rigor. É difícil combater se não há estudos e se não é dada a devida importância às pesquisas”, argumenta a profissional, que completa: “todos precisam entender como isso nos afeta”.
Veja, abaixo, quais substâncias devem ser evitadas para reduzir a destruição da camada de ozônio:

Óxidos nítricos e nitrosos – expelidos pelos exaustores dos veículos. Como evitar?

  • Preferir bicicleta aos veículos automotivos ou ir a pé, quando possível;
  • Oferecer carona solidária para diminuir a quantidade de carros nas ruas;
  • Fazer manutenção periódica dos automóveis.

CO2 – produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Como reduzir?

  • Evitar queimadas;
  • Optar por fontes renováveis;
  • Realizar a manutenção preventiva dos automóveis;
  • Reduzir o consumo de carne.

CFC – substância química encontrada em solventes, gases para refrigeração, extintores de incêndio e aerossóis. Como evitar?

  • Ao comprar eletrodomésticos, verificar a quantidade de CFC que o aparelho emite e preferir aqueles com baixa porcentagem;
  • Evitar o uso de sprays como desodorantes aerossóis;
  • Preferir usar varal à secadora de roupa (a redução pode eliminar 3 kg de gases por lavagem).

 

16 de setembro – nesta data, anualmente, comemora-se o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio. O dia foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1994, como celebração da assinatura do Protocolo de Montreal, ocorrido em 16 de setembro de 1987. Com a lembrança da data, objetiva-se conscientizar população e governos sobre a importância da preservação da camada de Ozônio.

 

Bolsa de estudo para cursos de Ciências Biológicas Educa Mais Brasil 2020

Ficou interessado em iniciar os estudos na área de Meio Ambiente? O Educa Mais Brasil te ajuda a iniciar o seu curso de graduação e pós-graduação com até 70% de desconto em instituições privadas de todo o Brasil. O processo é simples e, após a conclusão do curso, não há cobranças de taxas extras. Basta acessar o site Educa Mais 2020, localizar as ofertas de bolsas para a sua região e clicar em “quero esta bolsa”.

Fonte: Brenda Chérolet – Agência Educa Mais Brasil

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Dia Mundial da Agronomia: as práticas de uma agricultura sustentável

Manejo integrado de praga e de doenças diminui o impacto ambiental, além de trazer economia para o agricultor

Indispensável para o controle de insetos, doenças ou plantas daninhas que causam prejuízos às plantações, os agrotóxicos vêm sendo muito discutidos, principalmente depois da liberação de novos produtos. De acordo com o Greenpeace, dos 290 produtos liberados em 2019, 41% (118) são considerados extremamente ou altamente tóxicos e 32% são proibidos na União Europeia. Em meio a essa constatação, uma reflexão em pleno Dia Mundial da Agronomia, comemorado hoje, 13 de setembro: será que dá para realizar uma agricultura sustentável?

A resposta é sim. E o melhor, só traz benefícios econômicos, ambientais e à saúde, desde que o agricultor procure por profissionais para obter a orientação necessária. O professor do curso de Agronomia, Jorge Gheller, tem trabalhado na aplicação de práticas de manejo integrado de praga e de doenças, que inclusive já foram liberadas pelo Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) juntamente com a Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária (Embrapa).

“Na minha lógica, isso não quer dizer que vamos zerar o número de aplicações de produtos químicos, mas diminuir bastante em relação ao que é feito pelos agricultores. No manejo de pragas, a redução de aplicações é pela metade. Se um produtor costuma fazer quatro aplicações de um produto, adotando o manejo de pragas, ele reduz para duas. Então já dá uma redução de 50% do número de aplicações”, explica o professor do Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz – FAG

No caso de controle das doenças nas plantações, Jorge exemplifica com a cultura da soja. Uma doença chamada “ferrugem” é a principal ameaça em todo o cultivo. “O manejo da ferrugem pode ser feito com táticas específicas como a coletagem dos poros das folhas. Portanto, antes da doença atingir a planta. E com isso a gente reduz o número de aplicações de 3 litros de inseticida para a 1 ou 1,5 litros aplicação por hectare. Com a redução desse número de aplicações conseguimos reduzir o custo, tornando a saca de soja mais barata e ainda contribuindo com o ambiente”, acrescenta.

Para o engenheiro agrônomo, Cláusio Cedraz, o grande desafio hoje da agricultura é fazer com que ela seja sustentável. Existem diversos tipos de produtos no mercado: biológicos, orgânicos, defensivos, químicos. E, para cada um deles, há o momento certo de aplicar de acordo com a situação apresentada. E também formas de diminuir o impacto ambiental.

“O próximo passo da agricultura é o estímulo à defesa natural da planta. Então, terei produtos que não vão agredir o meio ambiente e vão agir sob a planta, estimulando o próprio sistema de defesa, o fortalecimento do organismo, para que ela conviva com aquela praga ou com aquela doença que existem na lavoura”, explica Cedraz que complementa já perceber movimentações no mercado neste sentido. “A gente só precisa adaptar a nossa legislação que ainda não está preparada para esse tipo de produto”.

Cuidados com a aplicação de agrotóxicos

O agricultor deve ter todos os cuidados na hora da aplicação dos produtos para que não sofra riscos com alta exposição. “O risco é sempre grande se a exposição ao produto for alta, ou seja, o descuido do manipulador que está aplicando. Se for observado as condições de aplicação, preparo e manipulação, o risco será baixo”, comenta Jorge Gheller.

O professor de agronomia alerta para as vestimentas ideais para segurança da manipulação e aplicação do produto. São os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s). “Trata-se de uma vestimenta específica: máscara para evitar inalação de gás, óculos para evitar respingos nos olhos, as luvas, galocha. Esses itens, que chamamos de EPI, são obrigatórios para uma aplicação segura”, conclui Gheller.

Jaqueline Vaz – Agência Educa Mais Brasil

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Aplicativo elaborado por estudantes pode ajudar no combate ao suicídio

A escola é um espaço importante para atuar na prevenção

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, ficando atrás apenas dos acidentes de trânsito. O Brasil ocupa a lista como o 8º país com maior índice de autoextermínio. As estatísticas envolvendo o assunto chamam a atenção para o diálogo acerca do tema, a fim de prevenir mais casos. 

A escola é um espaço importante para atuar na prevenção e foi no ambiente escolar que surgiu o Safe Tears, um aplicativo que visa monitorar o estado emocional do usuário para que, a partir dos resultados, ele receba mensagens motivacionais e alertas para a necessidade de procurar ajuda médica. O aplicativo foi criado por alunas do ensino médio técnico integrado em Informática do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), campus Xanxerê, para contribuir no enfrentamento do suicídio. O projeto foi um dos finalistas da “Technovation Challenge”, competição que ocorreu em agosto, nos Estados Unidos.do ensino médio técnico integrado em Informática do IFSC, câmpus Xanxerê - crédito - reprodução

A ideia para confecção do aplicativo surgiu das estudantes Ana Júlia Giacomeli, Anna Carolina Ferronato da Silva, Clara Noemi Pithon da Silva, Emanuela Maraskin e Jhuly Kefny da Silva Carvalho. A motivação surgiu a partir de uma aula do professor de informática do IFSC, Alex Weber. A produção envolveu a união de diversas áreas da instituição e, para a concretização, as estudantes ouviram psicólogos que contribuíram orientando o projeto.

O professor Weber ressalta que o projeto “é um marco para a cidade e a região e ampliará os horizontes dos jovens e especialmente das meninas para a área da tecnologia. Elas estão abrindo uma porta gigante”. Na tradução para o português “Safe Tears” significa “lágrimas seguras”. Nesse aplicativo, cada usuário recebe uma pontuação conforme as suas informações pessoais e o resultado passa a ser monitorado pelo próprio usuário.

A interface do aplicativo contém um copo e, conforme as respostas do usuário, ele vai enchendo com lágrimas virtuais, o que gera uma porcentagem correspondente à capacidade do recipiente. Assim, com até 50% do copo cheio o usuário recebe mensagens motivacionais para não ficar mais triste. Acima disso, ele é orientado a procurar ajuda profissional. No app há ainda a possibilidade de cadastrar uma pessoa de segurança para receber alertas sobre o estado mental do usuário.

Educação

Nessa atuação, a escola pode ajudar de diversas formas desde a prevenção até o encaminhamento a um psicólogo, conforme pontua a psicóloga Sabrina Costa Filgueira: “A escola pode ajudar os alunos a estarem conectados com a vida. Por exemplo, promover atividades dos mais diversos tipos que estimulem o vínculo, a troca de afeto e a expressão do sentimento, além de fazer com que alunos criem espaço de transparência e diálogo.”

Setembro Amarelo

O mês de Setembro é instituído como o mês de alerta para a prevenção ao suicídio. A campanha nacional chama a atenção para a necessidade de discutir o assunto, uma vez que nove em cada 10 mortes por autoextermínio podem ser evitadas, de acordo com a OMS.

No Brasil, a campanha Setembro Amarelo foi criada em 2015 pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O movimento tem como objetivo dar mais visibilidade à causa por meio de pinturas e iluminação estampando a cor amarela, sobretudo, nos principais monumentos de todo o Brasil.

 

Links úteis

Abrata

Centro de Atenção Psicosocial (CAPS)

CVV – ligue 188

Movimento Conte Comigo, Prevenção a Depressão

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Saiba quem é a primeira Relações Públicas com Down do Brasil

A história de Luísa Camargos será contada em documentário

Determinada com os estudos e sempre incentivada pela família, a mineira Luísa Camargos, 25, nunca deixou as limitações do dia a dia virarem barreira na sua vida. Ela se tornou a primeira pessoa com síndrome de Down a formar-se em Relações Públicas no Brasil, conforme atesta o Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas de Minas Gerais.

Em junho deste ano, Luísa concluiu os estudos e defendeu o Trabalho de Conclusão (TCC) “Comunicação nas Organizações”, que abordou a comunicação interna e externa nas organizações do 3º setor. “Nunca pensei em desistir. Sempre batalhei e minha família foi meu porto seguro”, conta a mineira, alegre, ao relembrar os momentos difíceis na rotina que vivenciou para conciliar terapias e faculdade, atividades que ela fazia nos três turnos do dia.

A sua colação de grau foi no dia 13 de agosto, momento em que a família se reuniu para celebrar a conquista da jovem.

Dona de um entusiasmo e força de vontade notáveis, Luísa está determinada a incentivar outras pessoas com deficiências a lutar pelos seus sonhos. Para isso, ela usa o seu perfil no Instagram @lusrcamargos como espaço de motivação.

“A Luísa quer abrir portas. A missão dela aqui na Terra é muito bonita. Ela veio com Down para se superar e incentivar outras pessoas”, relata, emocionada, a irmã mais velha, Alice Carmagos.

O objetivo de Luísa vai além do âmbito profissional que a graduação lhe proporcionou. Apesar de ainda não estar empregada formalmente na área, ela dá palestras e conta com a sua superação para estimular outras famílias a acreditarem nas pessoas com síndrome de Down.

Documentário

A superação de Luísa vai ser contada por meio de um minidocumentário que está em produção em Minas Gerais. O material deve ser disponibilizado em outubro deste ano, na internet e nas redes sociais.

“É um documentário curto, mas emocionante. Ficou lindo! Quanto mais pessoas assistirem é melhor para a visibilidade da doença e para inspirar outras pessoas”, afirma, orgulhosa, a irmã Alice.

O trailer do minidocumentário pode ser visto aqui: https://www.instagram.com/p/B1tthPiHqDV/

Agência Educa Mais Brasil

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Carteira estudantil do MEC será emitida de forma gratuita

Documento possibilita que o estudante pague meia-entrada em diferentes eventos

Com o objetivo de reduzir a burocracia e evitar gastos com papel, a carteira estudantil digital e gratuita do MEC (Ministério da Educação) começa a ser emitida em um prazo de 90 dias. Os estudantes terão acesso ao documento através das lojas Google Play e Apple Store.

Ao contrário do que acontece atualmente, até então os estudantes pagavam pelo documento, a carteira do MEC é gratuita e garantirá aos alunos matriculados em instituição de ensino o direito a meia-entrada em shows, teatros e outros eventos culturais.

O MEC pretende firmar uma parceria com a Caixa Econômica Federal para emissão gratuita da carteira estudantil física. No entanto, ela só terá validade até 31 de março do ano seguinte. Já a carteira digital será válida enquanto o estudante estiver matriculado na instituição de ensino.

A graduanda de Jornalismo Larissa Mesquita precisou pagar pelo documento e diz que a notícia vem em boa hora. “Paguei um valor absurdo e fui informada que a carteira só teria validade até março de 2019. Caso quisesse renovar, teria que desembolsar novamente o valor. Essa notícia é maravilhosa! Afinal, os benefícios da carteira do estudante são diversos e podem ser bem aproveitados”, elogia.

Bárbara Silva, estudante de pós-graduação em Mídias Sociais, também está satisfeita com a mudança. “Já arcamos com muitas outras despesas durante a faculdade, inclusive com a nossa mensalidade. Na minha opinião, esse deveria ser um direito de todo estudante. Tenho certeza que essa notícia vai favorecer muitos estudantes que não têm condição de pagar pela carteirinha”, conclui.

 

Veja abaixo a lista de instituições autorizadas a emitir a carteira de identificação estudantil:

 
•    Ministério da Educação;

•    Associação Nacional de Pós-Graduandos;

•    União Nacional dos Estudantes (UNE);

•    União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes);

•    Entidades estudantis estaduais, municipais e distritais;

•    Diretórios centrais dos estudantes;

•    Centros e diretórios acadêmicos;

•    Outras entidades de ensino e associações representativas dos estudantes.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Dia do Veterinário: cãozinho de rua vira mascote de Delegacia na Bahia

Rápido acolhimento é essencial para a sobrevivência dos animais de rua, alerta Médica Veterinária

Cerca de 139,3 milhões de animais no Brasil tiveram a felicidade de encontrar um lar, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualizados pelo Instituto Pet Brasil, no ano passado. Porém, em uma contraditória realidade, muitos animais ainda vivem abandonados à espera de adoção.

Nesse contexto de abandono, o cachorro Cartucho, sem raça definida (SRD), hoje com oito meses de vida,

Ele nunca foi cachorro de rua porque foi abandonado na porta de uma mulher, que o entregou ao tutor, o delegado Artur Guimarães.

Cartucho luta para se recuperar de uma leptospirose. Ele chegou, no começo desse mês de setembro, na clínica Planeta Animal, em Salvador, onde o seu estado de saúde comoveu a equipe de veterinários.

Resgate ágil

De acordo com a veterinária Gabriela, os cuidados com brevidade são fundamentais para a sobrevivência de animais, principalmente em estado grave, como o de Cartucho. A profissional explica, ainda, que cerca de 15% dos atendimentos realizados nas três unidades da clínica Planeta Animal na capital baiana, em 2018, foram de casos de emergências. “Quanto mais rápido for o atendimento, maiores as chances de manter o animal vivo. A recomendação é que os tutores encaminhem seu pet para o hospital veterinário imediatamente em situações como essa”, reforça Gabriela.

Boa recuperação

A torcida pela saúde do mascote da 19ª DP de Itaparica é grande, tanto que funcionários do local fizeram uma vaquinha para ajudar no tratamento do animalzinho que também contou com a solidariedade da equipe da clínica Planeta Animal.

“Ele está resistindo a esse desafio e tem grandes chances de voltar à vida normal. Conhecer a história de Cartucho nos move. Somos 10 veterinários aqui na clínica e todo mundo cuida dele. Essa melhora é validada a todos”, afirma a médica veterinária Gabriela Azevedo.

“Ele é um cachorro muito inteligente, companheiro e já atendia a alguns comandos como o de sentar. Ele é um verdadeiro guerreiro”, comemora o delegado Artur Guimarães, um dos responsáveis por acolher, inicialmente, o filhote.

Dia do Veterinário

O Dia do Médico Veterinário é comemorado anualmente no dia 9 de setembro, data que celebra a ação dos profissionais responsáveis por cuidar da saúde dos animais. Foi nesta mesma data, do ano de 1933, que o então presidente do Brasil, Getúlio Vargas, assinou o Decreto Lei nº 23.133, que regularizou a profissão e o ensino da medicina veterinária no país.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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