Por ciúmes, mulher agride esposo com facão

(Foto:Reprodução)-Ocorrência foi registrada no município de Tailândia

Uma mulher foi presa em flagrante acusada de espancar com um facão o companheiro. A motivação da agressão física seria ciúmes. A ocorrência foi registrada no começo da manhã desta terça-feira, por volta de 7h, no município de Tailândia, no nordeste paraense. Isabel Souza teria batido no marido Francisco de de Assis da Silva, na residência onde o casal mora, no bairro da Floresta.

Uma guarnição da Polícia Militar foi acionada para conter a agressora. Ao chegar no local, os policiais encontraram Isabel distribuindo “lapadas” de facão nas costas de Francisco, seu esposo. Eles teriam discutido por ciúmes. Na delegacia da localidade, a vítima chorou e pediu que a mulher fosse solta.

Por:O Liberal

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Visitas serão suspensas no Anastácio das Neves após greve de servidores presos

Central abriga servidores públicos condenados (Foto:Tarso Sarraf/O Liberal)

Segundo a Susipe, internos estão se recusando a voltar para celas de noite

Internos do Centro de Recuperação Especial Coronel Neves (CRCAN), unidade do Complexo Penitenciário de Santa Izabel do Pará para detenção de servidores públicos, iniciaram uma paralisação no presídio nesta semana. A greve dos internos, que ocorre há pelo menos três dias, só foi confirmada hoje pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe), por meio de comunicado oficial.

Segundo informações da Diretoria de Administração Penitenciária (DAP) os detentos estão indo para audiências, banho de sol, atendimentos social, psicológico e de saúde, contudo, não estão se recolhendo em suas celas no período da noite.

Um texto que, supostamente, seria de apoiadores do movimento grevista e elenca os motivos da paralisação circula desde domingo (23) nas redes sociais. Procurada ontem (24) pela Redação Integrada de O Liberal, a assessoria de comunicação da Susipe enviou a seguinte nota, negando a paralisação:

A Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe) informa que o Centro de Recuperação Coronel Anastácio das Neves (CRCAN) está operando dentro da normalidade.

Contudo, nesta terça-feira (25), um comunicado publicado no site da Superintendência confimou que a paralisação na unidade ocorre há dois dias.

De acordo com relatos do texto viral, a greve se deve ao fato de uma nova portaria do Governo do Estado proibir a entrada de alimentos na casa penal e, segundo eles, a comida servida no complexo não seria boa o suficiente. A portaria a qual eles se referem é a nº 514/2019, em vigor desde o último dia 20.  Segundo a Susipe, a nova regulamentação de ingresso de alimentos e objetos nas unidades penais tem o propósito não somente de padronizar e atualizar o procedimento dos estabelecimentos prisionais do estado, mas também reforçar os protocolos de segurança necessários ao regular andamento ambiente penitenciário.

Além da questão dos alimentos, os internos do CRECAn também estão reivindicando outro local para cumprirem suas penas, pois segundo eles, o presídio vive sofrendo várias ameaças de invasão por parte de outros criminosos, por abrigar policiais e outros servidores públicos. Segundo um texto divulgado por apoiadores da greve, os internos dizem que as mulheres e demais pessoas que os visitam são ameaçadas pelos visitantes de outros internos de outras casas penais do complexo, já que muitos que cumprem pena no Crecan são policiais.

Sobre a paralisação, a diretoria de unidade informou que os agentes prisionais e o Batalhão de Polícia Penitenciária (BPOP) estão atentos em caso de qualquer alteração dentro da casa penal. Além disso, a Diretoria de Administração Penitenciária vai suspender temporariamente a visitação nesta unidade.

Por:Caio Oliveira

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Delegacia de combate a crimes discriminatórios é acionada para caso de transfobia na UFPA

(Foto:Reprodução)-DCE manifestou apoio ao estudante e acionou o órgão na noite da última segunda-feira (24)

Depois de o universitário Heitor Conceição, do curso de ciências sociais da Universidade Federal do Pará (UFPA), ter sido vítima de transfobia na instituição, entidades como a ONG Olívia e o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Pará (Sindtifes) demonstraram apoio ao estudante em manifestos aqui publicados.

Na noite da última segunda-feira (24), data em que o caso se tornou público, foi a vez do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFPA se manifestar a favor do universitário, que foi agredido verbal e fisicamente durante uma festa do Centro Acadêmico de Odontologia no complexo do Vadião.

Em nota, o DCE afirmou que, apesar de, até a noite de ontem (24), o diretório não ter sido comunicado por parte do discente ou qualquer outro interessado sobre o caso, tendo ficado sabendo da situação por meio das redes sociais, “acionamos a Delegacia de Combate a Crimes Discriminatórios e Homofóbicos da Polícia Civil do Estado do Pará – DCCDH/PCPA, a Assessoria de Diversidade e Inclusão Social da Universidade Federal do Pará – ADIS/UFPA e a ONG OLÍVIA para acompanhar e tomar as medidas devidas e urgentes ao presente caso”.

LEIA A NOTA NA ÍNTEGRA:

notaNOTA DE ESCLARECIMENTO

Fonte:Redação Integrada

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Presos que foram transferidos do Pará chegam a Penitenciária Federal em Brasília

(Foto:Akira Onuma)- Vinte deles acabaram sendo distribuídos a outras unidades e 10 ficaram no Distrito Federal
Trinta presos desembarcaram em Brasília, transferidos das cadeias do Pará, mas 20 acabaram sendo distribuídos às outras unidades do sistema de segurança máxima do País e 10 ficaram no Distrito Federal. As transferências começaram na sexta-feira (21) e terminou nesta segunda (24).

Os 30 presos estavam em cadeias do estado paraense, mas foram transferidos para presídios federais depois da descoberta de um plano de fuga em massa de pelo menos 400 detentos do Complexo de Americano, em Santa Izabel do Pará.

A fuga estava prevista para o último sábado (22) e eles já tinham feito um túnel de oito metros de profundidade e 40m de comprimento, segundo o Governo do Pará.  A ação teria repercussões semelhante ao que ocorreu no Ceará, em janeiro último, quando 23 presos ligados ao Comando Vermelho fugiram da Cadeia Pública de Pacoti.

Pelas regras do sistema penitenciário federal, durante os 20 primeiros dias eles ficam em fase de inclusão, em isolamento total. Esse procedimento acontece com todos os internos que chegam as cadeias do sistema federal.

Presos faccionados

Em 28 de maio, nove presos envolvidos no massacre nos presídios de Manaus foram transferidos para Brasília. Os homens são integrantes Família do Norte (FDN), que liderava os atentados em quatro presídios do estado de Amazonas. Seis acabaram sendo levados à outras unidades prisionais de segurança máxima e três permaneceram em Brasília.

Fonte:Redação Integrada, com informações do Correio Braziliense
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Efetivo de 430 novos policiais militares vai atuar na RMB após saída da Força Nacional

Após saída da FN, região metropolitana contará com mais 430 PMs (Foto:Marco Santos / Agência Pará)

A partir da próxima quarta-feira (26), os PMs vão atuar com ações ostensivas e preventivas em sete bairros: Guamá, Terra-Firme, Jurunas e Bengui (Belém), Icuí (Ananindeua) e Centro (Marituba)

A segurança pública ganha mais um reforço no combate à violência e criminalidade. A partir da próxima quarta-feira (26), 430 novos policiais militares vão atuar, com ações ostensivas e preventivas, em sete bairros da Região Metropolitana de Belém. As áreas escolhidas fazem parte do projeto do governo do Estado Territórios pela Paz (TerPaz).

Com o final das atividades de 200 agentes da Força Nacional na RMB, que atuaram no período de 25 de março a 25 de junho, os novos soldados já estarão apostos para cobrir os bairros do Guamá, Terra-Firme, Jurunas, Benguí, na capital; Icuí, em Ananindeua; e Centro, em Marituba. Os militares contarão também com 64 viaturas quatro rodas e 155 motocicletas.

“A Força Nacional permaneceu aqui pelo período necessário, enquanto formávamos um novo efetivo, para que esses novos policiais pudessem dar continuidade às ações de intensificação de policiamento nos sete bairros que apresentavam alto índice de crimes. Saem esses 200, mas entram 430, não teremos perdas, mas sim aumento”, explicou o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado.

A nova turma teve um diferencial durante a formação, já que foi capacitada para utilização de armamento fuzil 7.62, necessário em casos de ações de maior complexidade; além do curso de agente de trânsito, realizado em parceria com o Detran; capacitação em motopatrulhamento e curso sobre territórios de pacificação.

Os novos policiais darão continuidade ao trabalho que já vem sendo realizado pela segurança pública, mantendo os resultados positivos na redução da violência, como foi constatado no período de 1 a 22 de junho, que apresentou queda de 49% nos casos de homicídios registrados na RMB, comparando os anos de 2018 e 2019.

Fonte:Redação Integrada – Com informações da Segup

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Duas pessoas morrem ao colidirem com caminhão parado na pista em São Félix do Xingu

Acidente matou homens na hora (Foto:Reprodução)

Motorista do caminhão fugiu e segue com localização desconhecida

Dois homens morreram após um grave acidente na rodovia PA-279, em São Félix do Xingu, sudeste do Pará. O caso foi pro volta de meia-noite e meia desta segunda-feira (24), quando dois homens que vinham de motocicleta pela PA escura colidiram com a traseira de um caminhão. Eles morreram na hora, mas o motorista fugiu do local e ainda não foi localizado.

Segundo a Polícia Civil, as vítimas foram identificadas como Vanderlei Reis Nascimento e Mena Floriano Cardoso. Eles teriam saído de Tucumã com a São Félix, e colidiram com o caminhão que estava parado na pista.

A Polícia Civil está conduzindo as investigações na tentativa de encontrar o motorista, que segue com paradeiro desconhecido. O caminhão que causou o acidente com mortes foi apreendido.

Por:O Liberal

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Pará não tem nenhum município inscrito no “Saúde na Hora”

(Foto:Igor Mota/ O Liberal)-Apenas 11 cidades teriam estrutura para pleitear benefício em todo o estado, que ficou de fora do programa

Somente 11 municípios do Pará podem pleitear habilitação no Programa Saúde na Hora do Ministério da Saúde, que pretende disponibilizar horários de atendimento ampliados em Unidades de Saúde da Família (USF). O programa foi lançado em maio deste ano e 24 municípios brasileiros tinham se habilitado, até o último dia 14. Nenhum deles é do Pará.

Segundo o Colegiado de Secretários Municipais de Saúde do Estado do Pará (Cosems), a política tem como foco os grandes municípios, que precisam ter no mínimo três equipes de USF na mesma área física e acima de 100 mil habitantes, e essa não é a realidade da maioria dos municípios da região Norte do Brasil. Ananindeua, Belém, Bragança, Breves, Capitão Poço, Castanhal, Mãe do Rio, Marabá, Marituba, Parauapebas e Santarém são as cidades que podem pleitear os recursos. Ainda segundo o Cosems, o Pará está na fase de organização dos municípios e, até o final deste semestre, deve encaminhar alguns municípios para pleitear a política federal, que envolve recurso total de R$ 150 milhões para todo o País.

O valor é distribuído por equipes e varia de R$ 44,2 mil a R$ 109,3 mil ao mês. “No Pará, teremos poucos municípios com condições de habilitar a maioria dos 11 têm interesse. A expectativa é que até o final deste semestre o conselho já encaminhe alguns municípios à habilitação junto ao Ministério da Saúde. Ainda este mês devemos publicar junto com a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) as primeiras resoluções.

Além disso, temos reunião na comissão bipartite (Estado e município), que é gestora do Sistema Único de Saúde, para avançarmos. Bragança e Capanema já fizeram o pedido. Achamos que os demais nove municípios devem fazer ainda no final deste semestre. Mas vamos lutar para que haja mais políticas com implementação de USF de acordo com nossa realidade e lutar por mais recursos”, explicou Charles Tocantins, presidente do Cosems.

Segundo ele, a política estendida do SUS vale para os municípios que possuem pelo menos três equipes de USF no mesmo prédio e na região Norte a maioria dos municípios têm entre 10 e 15 mil habitantes. “Um prédio envolve no mínimo três salas de consultório odontológico, três salas de enfermeira, três consultórios médicos, é uma estrutura grande. Mais dinheiro para a saúde é positivo, mas é uma política que restringe. Em princípio, os pequenos municípios não vão ser beneficiados por essa política. Os municípios não têm essa estrutura”, frisou Tocantins.

Ainda segundo o Cosems, Ananindeua tem 14 unidades com o mínimo de três equipes e pode adotar esse horário para as 14 unidades. A lógica vale também para Belém, que tem 11 unidades. Bragança tem 3 unidades, Breves, Capitão Poço, Castanhal e Mãe do Rio têm uma, Marabá 2 e Marituba têm duas, Parauapebas tem 4 e Santarém 6 unidades.

Ideia pode desafogar urgência e emergência

Charles Tocantins também explicou que a estratégia pode servir para desafogar urgência e emergência. “As Unidades de Saúde fecham às 17h e, depois disso, as pessoas precisam se deslocar para as Unidades de Pronto Atendimento ou aos Prontos Socorros, por mais simples que sejam os procedimentos. Então, com o programa, pode desafogar essas unidades de Pronto Atendimento. E no mundo moderno em que vivemos, a iniciativa é positiva no sentido de atender a qualquer horário. Isso flexibiliza com que as pessoas possam procurar atendimento depois que sair do trabalho ou do estudo. Essa é uma grande conquista”, destaca.

Mas a política também preocupa alguns sanitaristas e membros da academia. “A discussão e preocupação é que as USFs, que são voltadas à Atenção Primária, como a prevenção e promoção da saúde, se tornem em UPAs, que atuam focadas na estabilidade do quadro de saúde do paciente e o libera para procurar o serviço médico. Mas estamos acompanhando a implementação da política para que as unidades não percam seus perfis no atendimento à população”, diz Charles Tocantins. O pedido à habilitação do município é feito à Sespa, que confirma a existência da estrutura no município, e a Comissão Bipartite o aprova. Em seguida, encaminha para o Ministério da Saúde, para tomar providência quanto à publicação e ao financiamento. Não existe prazo para adesão, mas os recursos são limitados e, “se os municípios deixarem para depois, outros poderão aderir e terão que aguardar o Ministério se vai disponibilizar mais recursos”, alerta Tocantins.

Em nota, a Sespa informou que “não participa desse processo. Trata-se de um programa lançado pelo Ministério da Saúde direcionado às Secretarias Municipais de Saúde”. A Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) informou que está finalizando estudo sobre os impactos financeiros para o Programa Saúde na Hora.

Por:Cleide Magalhães

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Aluno denuncia ter sofrido agressões e ser vítima de transfobia na UFPA

(Foto:Reprodução/Ascom UFPA)-Dois socos e agressões verbais foram desferidos contra o universitário

O universitário Heitor Batista Conceição, aluno do 5º semestre do curso de ciências sociais da Universidade Federal do Pará (UFPA) e homem transexual, denuncia ter sido vítima de transfobia na instituição, no último dia 19. De acordo com o jovem, que já protocolou um documento no Instituto Filosofia e Ciência Humana (IFCH) da UFPA denunciando o caso, agressões físicas e verbais foram praticadas contra ele durante uma festa no Complexo do Vadião, às 21h, no banheiro masculino.

Na denúncia, Heitor afirma que entrou no banheiro e, quando estava esperando sua vez para utilizar, “um rapaz alto, branco, vestindo bermuda jeans e camisa branca impediu minha entrada no box, afirmando que o banheiro feminino ficava do outro lado”. Em resposta, o universitário teria explicado que era um homem trans. Em seguida, o agressor “riu, debochando, e falou ‘já que você é macho, então aguenta porrada'”. Foi quando, segundo Heitor, ele começou a ser agredido fisicamente. “Ele desferiu socos em mim, um no peito e outro na costela”. Depois das agressões, o acusado fugiu e até o momento não foi identificado.

O universitário relata que, além dos dois, outras quatro pessoas estavam no local, “mas ninguém fez nada”. “Eu saí chorando e procurei os calouros de ciências sociais, com quem eu estava” relata o jovem, que afirma não estar conseguindo seguir nas atividades acadêmicas pelo abalo emocional. “Fiquei tão abalado com o ocorrido, que não pude tomar as medidas necessárias naquele momento”.

No dia 21, dois dias depois do ocorrido, Heitor protocolou a denúncia junto ao IFCH. No documento, ele cobra providências urgentes da instituição. “Solicito providências cabíveis e necessárias em termos de assistência psicológica e de segurança institucional para que fatos como esse não se repitam nem comigo nem com outras pessoas” diz o texto, que ainda relata outro episódio de violência contra ele, também por transfobia. “É a segunda vez que esse tipo de agressão ocorre comigo. Em dezembro de 2018 também fui impedido de utilizar o banheiro masculino, no mesmo local, por uma outra pessoa, que também me agrediu física e verbalmente” recorda, afirmando que “naquela ocasião, mesmo após procurar ajuda do DCE, nenhuma providência foi tomada”.
POSICIONAMENTO DA INSTITUIÇÃO

Na manhã desta segunda-feira (24), Heitor participou de diversas reuniões com representantes da UFPA, entre eles o reitor que segundo o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Pará (SINDTIFES), que também estava presente, “manifestou solidariedade e colocou a equipe dele à disposição para encaminhar as demandas”.

Procurada pela Redação Integrada, a UFPA informou que a Direção Adjunta/Coordenação Acadêmica do IFCH, instituto onde está a Faculdade de Ciências Sociais, tomou conhecimento do ocorrido na manhã da última sexta-feira, dia 21, quando foi procurada pelo estudante. De acordo com a instituição, o aluno, de imediato, foi orientado a formalizar a denúncia e “a partir disso, a Direção Adjunta do IFCH demandou providências junto a outras instâncias da UFPA”.

“A Assessoria de Diversidade e Inclusão Social (ADIS), representada nesta ocasião pela professora Denise Cardoso, também foi informada da agressão neste mesmo dia, e orientou o aluno a formalizar a denúncia junto a Ouvidoria da UFPA. A ADIS se colocou à disposição do estudante para orientação referente ao acompanhamento e outras providências cabíveis” informou a instituição que, apesar de questionada, não pontuou as medidas que já adota e que pretende adotar para que situações como essa não ocorram.
ENTIDADES REPUDIAM VIOLÊNCIA TRANSFÓBICA CONTRA ALUNO

O SINDTIFES publicou uma nota no Facebook prestando “irrestrita solidariedade e apoio ao estudante” e repudiando a agressão sofrida por ele. Na publicação, o sindicato garante que “não é a primeira vez que uma pessoa é vítima de violência transfóbica nas dependências da UFPA” e exige da Administração Superior que “medidas administrativas, políticas e pedagógicas necessárias ao enfrentamento desta problemática tão grave que é a discriminação e a violência contra os segmentos sociais historicamente oprimidos em nossa sociedade, como a população LGBTI” sejam tomadas. Veja a manifestação na íntegra.

 

O Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Pará (SINDTIFES) vem a público prestar irrestrita solidariedade e apoio ao estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal do Pará, Heitor Conceição, em virtude de violência transfóbica sofrida no banheiro do setor de recreação da UFPA, complexo do Vadião, no dia 19 de junho de 2019, no turno da noite, quando foi impedido de utilizar o banheiro,

Ver mais

Com sede na UFPA, a ONG Olívia, organização dedicada à defesa e ao reconhecimento da cidadania e promoção dos direitos da população LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersex) disse que ficou sabendo da situação no dia seguinte ao ocorrido. De acordo com o presidente da ONG, Gleyson Oliveira, logo que tomou conhecimento do caso, foi tentado contato com o Centro Acadêmico de Odontologia, que promoveu a festa, “mas eles não souberam nos explicar direito”.

“O que o Olívia sempre faz nesses casos é: a gente sempre chama o centro acadêmico para uma conversa e repassa à assessoria de diversidade da universidade, porque como foi uma festa de dentro da instituição, nada mais justo que a gente deixar a assessoria a par de tudo. Agora, enquanto movimento social e ONG organizada dentro da universidade, a gente sempre pede para que a gente faça conversas, orientações, antes de começar as festas. De que existem pessoas trans, hetero, LGBTIs e de que todos estão para se divertir e que devem ser respeitados” explica, acrescentando que “infelizmente, com o avanço do conservadorismo na atual conjuntura política, a gente percebe que algumas pessoas já não tem mais medo disso, mas o combate continua sendo feito de frente”.

duarte Presidente da ONG Olivia, Gleyson informa medidas que ONG está adotando para o caso (Ivan Duarte)

Gleyson informou que, por enquanto, a ONG espera que o centro acadêmico de odontologia retorne o contato “para que possamos fazer uma conversa com os acadêmicos de odontologia”. Apesar disso, ele pontua que, como as festas do Vadião são abertas para público interno e externo, “não se sabe se foram alunos desse centro que fizeram isso”.

O presidente ainda garante que a UFPA, como instituição, tem combatido crimes como esse. “Tanto é que a ONG, que é de defesa a pessoas LGBTIs, tem sede na universidade. Isso é algo inédito! E temos facilidade de conversar com o próprio reitor sobre o assunto, então é combatido na universidade. Acho que o que precisa ser massificado são as conversas com os centros acadêmicos” conclui, ressaltando que “nós estamos aqui para combater e vamos continuar combatendo sempre para que isso não aconteça mais”. Conheça melhor o trabalho da ONG Olívia.
AGRESSÕES ACONTECERAM UMA SEMANA DEPOIS DE LGBTFOBIA SE TORNAR CRIME NO BRASIL

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou no último dia 13 de junho que a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero passe a ser considerada um crime no Brasil. Assim, a homofobia e a transfobia se tornaram condutas que devem ser punidas pela Lei de Racismo (7716/89), que, até então, previa apenas crimes de discriminação ou preconceito por “raça, cor, etnia, religião e procedência nacional”.

Vale lembrar que o racismo é um crime inafiançável e imprescritível segundo o texto constitucional e pode ser punido com um a cinco anos de prisão e, em alguns casos, multa.

Fonte:Redação Integrada

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Sete detentos fogem de presídio em Castanhal

(Foto:Reprodução)-Quem tiver qualquer informação que possa ajudar na recaptura do fugitivo pode fazer uma denúncia anônima pelo 181.

Sete detentos fugiram do Centro de Recuperação Regional de Castanhal (CRRCAST), no nordeste do Estado, na madrugada desta segunda-feira (24). Os presos estavam custodiados na área de visita B, espaço destinado exclusivamente para receber visitas.

Os presos fugiram pelo telhado da instituição. A estrutura foi quebrada pelos internos. Os foragidos foram identificados como: Jefferson Luiz Nascimento Carvalho, Paulo César Sousa Silva, Sebastião Vitor Pantoja da Fonseca, Randesson Gleidson Alves Leal, Marcos Vinicius Viana, Mawillo Ribeiro Sodre e Higo Patrick do Nascimento.

De acordo com a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe), a área está com superpopulação carcerária. Conforme informou a Susipe, a unidade tem capacidade para 64 internos mas, de acordo com o mapa carcerário do último dia 21 de junho, está comportando 143 presos. Esse número equivale há superpopulação de 123%.

Quem tiver qualquer informação que possa ajudar na recaptura do fugitivo pode fazer uma denúncia anônima pelo 181. O sigilo é garantido.

Fonte:Redação Integrada

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Empreendedorismo começa cedo, mas Pará está no topo da informalidade

Empreenday incentivou novas parcerias e conexões no mercado local (Foto:Reprodução/Kleiton Pantoja – Conexão AMZ)

Levantamento pioneiro e nacional do Sebrae com 2.132 empreendedores, de todas as idades, mostra que a ideia de ter um negócio próprio começa bem cedo. No Pará, IBGE aponta que a informalidade no setor é superior a 90%
Josiele Soeiro | Conexão AMZ

Pela primeira vez, o Sebrae realizou um levantamento nacional para traçar o perfil do jovem empreendedor brasileiro. A sondagem ouviu mais de 2.132 empreendedores, de todas as idades, e constatou: pelo menos um em cada três brasileiros já pensava em empreender antes mesmo de completar 18 anos, o que equivale a 32%. No grupo de empresários com até 24 anos, esse percentual é bem maior, cerca de 80%.

No último sábado (22), centenas de empreendedores paraenses debateram oportunidades para realizar encontros e incentivar novas parcerias e conexões durante o Empreenday Belém, realizado pelos grupos de empreendedores locais independentes Solar Colaborativo e Casa 4. A programação reuniu diversos nichos do mercado regional nos segmentos de beleza, saúde, gastronomia e arte, assim como empresas públicas e privadas na linha da inovação, design, tecnologia, fomentos cultural e socioambiental e terceiro setor.
empre2Empreenday incentivou novas parcerias e conexões no mercado local (Kleiton Pantoja – Conexão AMZ)

Um dos palestrantes convidados foi Marcelo Magalhães, do Boa Ventura Lab. Ele bateu um papo com a Conexão AMZ sobre empreendedorismo entre os jovens, mídias sociais, formalidade e informalidade.

https://youtu.be/XqABLj9dXzM

Informalidade é destaque no Pará

De acordo com uma pesquisa do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), em 2018, de cada cinco brasileiros adultos, dois eram empreendedores. Com isso, estima-se que 52 milhões de pessoas, entre 18 e 64 anos, tenham um negócio próprio. Mas, a vocação para empreender não é garantia de formalidade. Uma pesquisa divulgada este mês pelo Sebrae mostra que o empreendedorismo ainda é uma atividade predominantemente informal no país.

Dados do IBGE apontam que quase 2/3 dos 28,4 milhões de donos de negócio no Brasil não possuem o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). No Pará, o índice de informalidade chega a 90.80%, o segundo maior porcentual nacional.
empre3 Rubens Magno, diretor do Sebrae Pará, explica as vantagens da formalização (Carlos Borges)

“Realmente, os índices nacionais de informalidade são altos. O Pará reflete isso. Nesse cenário, nossa atuação gira, principalmente, em torno de mostrar as vantagens, tanto para o empreendedor quanto para a economia local, em formalizar os negócios e dar o apoio necessário para isso”, explica Rubens Magno, diretor do Sebrae Pará.

Magno ainda destaca que o Sebrae Pará atua na capacitação dos empreendedores e contribui para que ampliem as oportunidades de negócios, estimulando a participação em eventos de mercado, como feiras, e proporcionando acesso às compras públicas. “Entendemos que não basta dizer que é vantagem ser formal. É preciso criar condições para que esses negócios formalizados possam crescer, sendo exemplos que estimulem a formalização”, declara.

O representante do Sebrae no Pará também detalha que existe por aqui a cultura de associar a formalização a pagamento de altos impostos. “No Sebrae, temos um trabalho intenso para mostrar as vantagens de ser formalizado, de se conquistar a cidadania empresarial com a formalização. Apesar disso, ainda há, em nosso estado, a cultura de associar a formalização, por exemplo, a pagamento de altos impostos, de que não vale a pena ser formal. Com isso, não se percebe os benefícios de ser formalizado, com oportunidades para os negócios e para os empreendedores individualmente, como acesso ao crédito, vender para governos e muito mais.”

Fonte:Josiele Soeiro | Conexão AMZ

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