Vazio sanitário da soja -é proibido o cultivo em Novo Progresso ,dois distritos e 34 municípios no PA

Entre 15 de julho e 15 de setembro fica proibido o cultivo em 34 municípios e em Novo Progressodo Estado (Foto: Ascom / Adepara)
Vazio sanitário da soja protege colheita contra ataques de fungo
O vazio sanitário da soja no Pará entra em vigor a partir desta quarta-feira (15) e prossegue até 15 de setembro. Nesse período, é proibido cultivar ou implantar cultivos de soja, bem como manter ou permitir a presença de plantas vivas de soja, em qualquer fase de desenvolvimento. O alerta é da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará).

O vazio sanitário previne e controla a principal praga que acomete as plantações de soja: o fungo Phakopsora pachyrhizi.

O calendário deverá ser cumprido nos seguintes municípios: Bannach, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Floresta do Araguaia, Pau D’Arco, Redenção, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, Ourilândia do Norte, São Félix do Xingu, Tucumã, Água Azul do Norte, Rio Maria, Sapucaia, Xinguara, Brejo Grande do Araguaia, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Piçarra, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia, São João do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado do Carajás, Parauapebas, Aveiro, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Trairão, além dos distritos de Cachoeira da Serra e Castelo de Sonhos.

O objetivo do vazio sanitário é prevenir e controlar a principal praga que acomete as plantações de soja: o fungo Phakopsora pachyrhizi, que é o causador da ferrugem asiática, doença que pode ocasionar até 75% de perda da safra. O fungo possui alta capacidade de reprodução e disseminação. Por necessitar de hospedeiro vivo para sobreviver, ele prejudica a plena formação dos grãos, causando a queda prematura das folhas.

EXPORTAÇÃO

A soja é o principal produto da pauta de exportação brasileira, alcançando, em 2020, o volume recorde de 119,4 milhões de toneladas exportadas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O grão tem apresentado um ritmo significativo de crescimento no Pará.

Entre os anos de 2010 e 2020, a área cultivada se expandiu de 85,4 mil para 603.473 mil hectares, tornando-se a cultura de maior expressão no Estado. A soja, atualmente, representa cerca de 25% do valor exportado pelo setor no Pará.

Diante da importância econômica do agronegócio para o Estado, há uma demanda significativa para a prevenção e controle das pragas que atacam a cultura. A Adepará executa a defesa sanitária na sojicultura paraense, seguindo as diretrizes do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja  (PNCFS), assim como as demandas do Programa Estadual Fitossanitário da Cultura da Soja.

VAZIO SANITÁRIO

Devido aos riscos que a ferrugem asiática representa, a Adepará alerta para o cumprimento do calendário, que impedirá danos às plantações, além de evitar perdas econômicas aos sojicultores. A gerente de Programas de Pragas de Importância Econômica do órgão, Maria Alice Thomaz Lisboa, reforça a importância do vazio sanitário como estratégia de controle da doença.

“O vazio sanitário objetiva à redução da sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática e a diminuição de esporos desse fungo no ambiente, causando, com isso, o atraso de ocorrência da doença nos plantios. É uma estratégia muito importante, pois quebra a ponte verde que existe de uma safra a outra”, explicou a gerente.

CADASTRO

Desde 2009, é obrigatório que todos os sojicultores paraenses, inclusive aqueles que utilizam quaisquer sistemas de irrigação, cadastrem-se anualmente na Adepará. O registro do plantio deve ser feito por meio do preenchimento de formulário, que contempla informações sobre as áreas plantadas.

Segundo a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel, o conhecimento das áreas com soja no Estado é essencial para o planejamento das ações de defesa fitossanitária.

“O objetivo do cadastro de produtores e propriedades é otimizarmos os recursos orçamentários, com conhecimento e mapeamento das áreas com soja no Estado, dando condições para executarmos e planejarmos ações dos programas nacional e estadual do controle da ferrugem asiática da soja”, destacou.

Os produtores que não se cadastrarem responderão às penalidades previstas na Lei Estadual de Defesa Vegetal, e aqueles que não cumprirem a obrigatoriedade do vazio sanitário estarão sujeitos à notificação e à autuação.

Por Monique Hadad (ADEPARÁ)-14/07/2020 15h38 –

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Crimes de estelionato crescem em 2020 no Pará e já ultrapassam 4 mil em cinco meses

(Foto:Reprodução) – No mesmo período do ano passado, tinham sido registrados pouco mais de 3.900 casos. Os casos mais comuns envolvem clonagem de números telefônicos e criação de perfis falsos em redes sociais.

O número de estelionatos no Pará, registrados na Polícia, cresceu em 2020. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup), de janeiro a maio deste ano, foram registrado 4.011 casos de estelionato. No mesmo período do ano passado, tinham sido registrados pouco mais de 3.900 casos.

De acordo com a Segup, os casos no Pará envolvem, principalmente, crimes na internet. Os casos mais comuns envolvem clonagem de números telefônicos e criação de perfis falsos em redes sociais.

Nos últimos meses, com a chegada do período de veraneio no estado, a Segup informou que tem registrado um aumento de casos de estelionato envolvendo o suposto aluguel de casas em balneários. No golpe, o estelionatário cria um perfil falso em um site de vendas e finge alugar casas em balneários do estado. Quando atrai uma vítima, o golpista solicita um deposito em dinheiro para a efetivação do contrato de aluguel. Depois da transferência, o estelionatário desaparece e exclui o perfil.

“Um dia um amigo meu me passou uma mensagem questionando se eu tinha alguma casa em Salinópolis. Eu disse pra ele que não tinha. Nisso, ele me passou o número de uma pessoa, que se passava por mim, pedindo dinheiro para alugar uma casa na cidade. Imediatamente eu fiz um B.O., relatando o acontecido”, conta uma vítima de estelionato que preferiu não se identificar.

Sobre os casos de estelionato, a Polícia Civil informou que todas as delegacias de Belém estão disponíveis para denuncias desse tipo de golpe. Além disso, a vítima também pode relatar o acontecido por meio da delegacia virtual, no site da Segup. A Polícia reforça a importância de que esses casos sejam denunciados para que esse tipo de crime seja coibido.

Por G1 PA — Belém

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Materno-Infantil de Barcarena destaca a importância da gestão hospitalar no atendimento à população

No dia do Administrador Hospitalar, unidade evidencia o papel deste profissional na saúde pública brasileira

Nesta terça-feira, 14 de julho, é comemorado o Dia do Administrador Hospitalar, data que remete à São Camilo de Lellis, santo patrono dos enfermos e dos hospitais, segundo os católicos. A data também evidencia a importância desse profissional, que diariamente, atua na gestão hospitalar em unidades de todo o país.

O Hospital Materno-Infantil de Barcarena Dra. Anna Turan (HMIB), gerenciado pela Pró-Saúde no interior do Pará, destaca a importância da gestão hospitalar e da profissão para a qualidade da assistência no atendimento às gestantes de médio e alto risco. A maternidade aponta, ainda, a atuação deste profissional como agente transformador voltado à necessidade da população.

A unidade é referência do atendimento de alta e média complexidades para a região do Baixo Tocantins, e desde a sua inauguração, em setembro de 2018, até a maio deste ano, já realizou mais de 110 mil atendimentos, entre consultas, exames, internações e avaliação multiprofissional. Atendimento que é acompanhado de boas práticas humanizadas às gestantes, mães e bebês, além de ações que promovem o ensino e aprendizagem voltado ao cuidado da família.

De acordo com Fábio Machado, administrador e diretor Hospitalar do Materno-Infantil de Barcarena, a gestão e administração de serviços públicos em uma maternidade implica em entender a complexidade de uma unidade hospitalar e o impacto dessa estrutura para a comunidade assistida.

“A maternidade trabalha para proporcionar uma experiência única para a mulher: ser mãe. Mas também acolhe a família nesse processo. Então a gestão engloba administrar um hospital para entregar o melhor resultado a todos. Isso é possível por meio de dispositivos e ferramentas de gestão que abrangem a humanização do atendimento, os investimentos em estrutura e tecnologia e soma de profissionais capacitados na assistência”, afirma o diretor Hospitalar.

O profissional ressalta ainda que a gestão hospitalar requer constante aprendizado e aprimoramento para aperfeiçoar os processos e garantir uma assistência de excelência. “Esse aperfeiçoamento trabalha o atendimento e os serviços, mas também ações educativas, campanhas que envolvem a comunidade e o paciente, projetos sociais com mães, crianças e gestantes. Assim, podemos gerir os recursos, alcançando mais pessoas, com diferentes abordagens, e facilitar o acesso ao sistema de saúde”, finaliza.

**Sobre a Pró-Saúde**
A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 24 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.

Por:Adrielle Lopes- Analista de Comunicação- Pró-Saúde

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Estudo demonstra a importância da rastreabilidade da carne na redução dos desmatamentos na Amazônia

O estudo é desenvolvido pela Amigos da Terra e trabalha a importância da rastreabilidade da carne na redução dos desmatamentos na Amazônia. | Foto:Reprodução

O Pará possui 45 plantas frigoríficas e/ou exportadoras de animais vivos. 32 dessas empresas assinaram o TAC da Carne do Pará, a partir do qual se comprometeram em reduzir a compra de animais de propriedades com áreas desmatadas ilegalmente, 10 delas participaram do estudo “10 anos TAC da Carne no Pará e Compromisso Público da Pecuária: a importância da rastreabilidade da carne na redução dos desmatamentos na Amazônia”, realizado pela Amigos da Terra, entre elas Masterboi, Mercúrio, Frigol, Rio Maria e Minerva Foods.

Os avanços conquistados por esses 5 frigoríficos são destaques que vamos abordar a seguir, no esforço de aferir resultados para que as adaptações necessárias à melhoria contínua das práticas empresariais avancem em conformidade com o desenvolvimento sustentável.

Pedro Carvalho Burnier, gerente de programa de agropecuária da Amigos da Terra, chama a atenção para o caso do Masterboi, o frigorífico com a maior redução de irregularidades entre a primeira e a segunda auditoria, momento em que também houve a troca de prestador de serviço.

Foi instituído o Departamento de Sustentabilidade e Programa de Operação Padrão (POP),  que definiu uma série de normas e procedimentos a serem seguidos para reduzir a compra de gado irregular na planta frigorífica de São Geraldo do Araguaia (sudoeste do Pará), seguindo a consulta obrigatória do cadastro de fornecedores de gado no sistema SBMA – Monitoramento do Bioma Amazônico, para melhorar a rastreabilidade bovina.

“É muito bom contribuir com este projeto tão importante para a pecuária sustentável do Pará e assim servir de exemplo positivo para o restante do nosso país. Nós somos o exemplo prático de que é possível comprar gado com base nas boas práticas em prol da sustentabilidade, sempre com visão de futuro”, diz o diretor administrativo da Masterboi, Miguel Zaidan.

O frigorífico tem capacidade de abate de 1,7 mil bois por dia. Atualmente possui 2,7 mil funcionários distribuídos nas suas unidades do Recife, São Geraldo do Araguaia (PA) e Nova Olinda (TO).

O Mercúrio Alimentos, maior exportador do agronegócio paraense e líder no mercado de carnes premium e de hambúrgueres no Pará, movimenta uma enorme cadeia de fornecedores, gerando renda e alavancando mais de 2 mil empregos diretos. Por meio de um rigoroso controle de qualidade, a Mercúrio aplica políticas socioambientais elaboradas por técnicos altamente capacitados que validam as negociações e as escolhas dos melhores parceiros, não adquirindo animais de propriedades que tenham qualquer problema de embargo ambiental. Mantendo um rigoroso controle sobre a cadeia produtiva, a empresa garante o cumprimento das legislações que colaboram para o desenvolvimento de bons negócios, com respeito ao meio ambiente.

“Temos maior segurança jurídica nas operações de compra de matéria-prima, fornecedores mais selecionados de gado, melhor relacionamento com os bancos de crédito, varejistas e curtumes”, enumera as vantagens o diretor Daniel Freire.

Freire diz que foram criados setores de “compliance” ambiental e contratadas empresas de monitoramento via satélite, onde toda nova aquisição é checada e validada antes de ser efetivada, gerando arquivos auditáveis.

“O que precisa agora para evoluir é, de fato, abranger toda a cadeia de comercialização de gado no Brasil, diretos e indiretos, de forma que esse trabalho feito por algumas empresas seja uniformizado nacionalmente. Afinal o Brasil tem que preservar seus biomas. Somos contra o desmatamento ilegal. Os frigoríficos que andam apresentando resultados em suas auditorias com maior índice de conformidade precisam ser estimulados a continuar andando corretamente”, defende Freire.

O Frigol, pioneiro na região, com sua primeira unidade de Água Azul do Norte que veio a ser o primeiro frigorífico no Pará, utiliza inteligência artificial para classificação das carcaças bovinas e tecnologia blockchain para a rastreabilidade completa dos abates nessa unidade.

Segundo o diretor financeiro administrativo da empresa, Carlos Corrêa, “no início as ferramentas disponibilizadas para monitorar fornecedores de gado que estavam em áreas desmatadas ou não, eram imprecisas, diferentemente das que existem hoje”.

Corrêa cita como exemplo, essa unidade pioneira no Pará, que utiliza inteligência artificial para classificação e rastreabilidade completa dos abates. “Com o uso da inteligência artificial e da tecnologia blockchain, os pecuaristas acompanham os abates em tempo real e as imagens, tiradas via aplicativo Trace Beef, revelam a confiança nos dados coletados. Essa tecnologia vai até o consumidor final, que também pode avaliar os cortes nos supermercados”.

Atualmente o Frigol, em todas suas plantas, vende para mais de 60 países distribuídos pela América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia e África. O grupo gera aproximadamente 2,5 mil empregos diretos, tendo dobrado a capacidade de produção nos últimos cinco anos e atualmente processa cerca de 180 mil toneladas de bovinos e 7 mil toneladas de suínos por ano.

Para o Frigorífico Rio Maria, não pode ser diferente, lembra o gerente de produção Carlo Caruccio: “as ações adotadas pela empresa estão alinhadas com o TAC e refletem o compromisso com a conservação do meio ambiente, trabalhando exclusivamente com fornecedores cujas propriedades são livres de desmatamento, de acordo com o Prodes, o Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite”.

Caruccio afirma que “atualmente existe uma preocupação mundial com a questão socioambiental, e todos os clientes também estão engajados neste tema e querem saber a origem da carne que estão levando para suas mesas”.

A empresa abate cerca de 150 toneladas de carne diariamente. Desenvolve uma política de conservação da natureza, com o projeto de reflorestamento, onde foram plantadas 60 mil mudas de árvores, sendo 12 mil mudas nativas para recuperação de áreas de preservação permanente.

Desde o início, 2009, o Minerva Foods aderiu ao TAC, quando ainda nem mesmo o MPF tinha um amadurecimento dos procedimentos e ferramentas e hoje a empresa atinge 100% de conformidade. Taciano Custódio, diretor de sustentabilidade da Companhia, revela que “os 100% de conformidade só foram atingidos há alguns anos e esse resultado foi possível porque, em 2012, a Lei 12.651 instituindo o Cadastro Ambiental Rural (CAR), nos deu maior orientação dos limites das propriedades que criavam gado em áreas desmatadas, sobrepostas e com uso de mão de obra análoga à escrava. Com acesso às informações, passamos a cruzar os dados com orientações da empresa de georreferenciamento”.

O Grupo atende cinco continentes com carne bovina e seus derivados e opera 25 plantas de abate e desossa, 15 escritórios internacionais, 14 centros de distribuição e três plantas de processamento.

Para Mauro Armelin, da Amigos da Terra, “o desempenho dos frigoríficos já está sendo avaliado e o próximo passo deveria ser avaliar também as empresas prestadoras de serviços de geomonitoramento, dada a grande relevância que desempenham nas políticas e práticas de responsabilidade socioambiental de seus clientes”.

“Acreditamos que há necessidade de ampliar o alcance do conceito de auditoria e estabelecer sistemas participativos de avaliação do desempenho de empresas que possuem grande nível de externalidades sendo produzidas, como é o caso das organizações no setor da pecuária e carne bovina, e que os atores relevantes do setor pecuarista devem se dedicar à construção de um sistema de avaliação e classificação das empresas de geomonitoramento que prestam serviços para os frigoríficos”, conclui o diretor da Amigos da Terra.

Enquanto ilegalidades persistem na Amazônia, alguns frigoríficos paraenses vêm atuando para o desenvolvimento socioambiental sustentável, todos eles admitem que há muito a fazer, mas a disposição ao trabalho correto está presente nas ações das empresas, tanto nos processos internos como na cadeia de fornecedores que movimentam. As portas abertas por essas atitudes no mercado nacional e internacional darão o suporte para que as boas práticas continuem.

Por: DOL

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Viatura da Polícia Civil pega fogo em Pacajá

Chamas teriam sido provocadas por um problema mecânico no veículo(Foto:Reprodução)
Uma viatura da Polícia Civil pegou fogo, na manhã desta quarta-feira (15), em Pacajá, próximo à Vila Aratau, no interior do Estado.

De acordo com a assessoria do órgão, as chamas foram provocadas por um problema mecânico. Por questões burocráticas, os policiais que estavam no veículo se dirigiram para a delegacia para fazer um registro de ocorrência.Ninguém ficou ferido e apenas perdas materiais foram registradas.

Por:Tainá Cavalcante/ORM
15.07.20 12h04
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Gestão Hospitalar Humanizada é destaque no Hospital Regional do Sudeste do Pará

Nesta terça-feira, 14 de julho, é comemorado nacionalmente o Dia do Administrador Hospitalar. A data remete a São Camilo de Léllis, considerado o santo protetor dos enfermos e dos hospitais.

Com uma gestão hospitalar profissionalizada e com foco na humanização e excelência, sempre voltada para a segurança do paciente, o Hospital Regional do Sudeste do Pará Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá (PA), tornou-se referência para mais de um milhão de pessoas de 22 municípios do Estado.

Gerenciado pela Pró-Saúde há 13 anos, desde sua criação em 2006, o HRSP desenvolve diversas ações de humanização e administrativas, que resultaram na marca de 98,4% de satisfação junto aos seus usuários no primeiro semestre de 2020.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço.

O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.

Com foco em uma gestão hospitalar humanizada, a instituição já desenvolveu no HRSP, apenas neste ano, mais de 100 atividades voltadas para pacientes, acompanhantes e colaboradores, que levaram fé, solidariedade e esperança para aqueles que necessitam. Trata-se de uma atenção que vai além do tratamento clínico, considerando a totalidade do ser humano.

Dentre as ações mais recentes, vale destacar as visitas virtuais, realizadas por meio de vídeo-chamadas, que aproximaram os pacientes em tratamento da Covid-19, e que necessitam de isolamento, de seus familiares.

Com uma melhoria contínua de seus indicadores de qualidade, o HRSP motiva continuamente seus colaboradores por meio de ações de formação e valorização profissional, bem como realiza regularmente manutenção preventiva dos seus equipamentos, além de prever novos investimentos na unidade, que garantem o bem-estar do usuário e a eficácia dos gastos públicos.

Para Valdemir Girato, diretor Hospitalar do Hospital Regional do Sudeste do Pará, a valorização do ser humano deve ser prioridade na gestão hospitalar.

“Aqui no HRSP o nosso foco é oferecer um atendimento humanizado diferenciado, que auxilia o aumento da qualidade de vida dos nossos usuários. Devido a pandemia, tivemos que nos reinventar, desenvolvendo inúmeras ações e superando desafios.

Nesse dia especial, gostaria de agradecer a todos os colaboradores que, com seu trabalho e dedicação, contribuíram para que nos tornássemos referência no interior do Pará”, ressaltou Valdemir.

O Regional de Marabá é uma unidade do governo do Estado do Pará, que presta atendimento 100% gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo um dos hospitais selecionados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) no atendimento de casos graves da Covid-19 no Pará.
Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade.

Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 24 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Fonte:Ascom Hrsp/Com Foto

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Governo Federal conclui construção da IP4 no município de Viseu, no Pará

Previsão é de que o porto comece a funcionar ainda no mês de agosto

O Ministério da Infraestrutura (MInfra), por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes Terrestres (DNIT), finalizou a construção da Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte (IP4) no município de Viseu, no estado do Pará. A cidade, localizada no nordeste paraense, ganhou um novo porto que irá garantir maior conforto, comodidade e segurança a todos que utilizam o transporte fluvial na região. A previsão é que comece a funcionar no próximo mês.
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“Nós sabemos o quanto esse porto será importante para a população de Viseu. Vai permitir um crescimento nas suas principais atividades de pecuária, pesca, agricultura e comércio. Além de possibilitar o acesso de profissionais de saúde para assistência à saúde da população, e oportunidades de emprego e renda às comunidades locais”, afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

*SNV*- O projeto das IP4 visa implantar infraestrutura portuária nas regiões Norte e Nordeste com o intuito de impulsionar o desenvolvimento econômico e melhorar a qualidade de vida da população. Sua estrutura é totalmente simplificada e se equivale a uma pequena rodoviária às margens do rio.

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Construídas pelo DNIT, as IP4 devem atender aos requisitos de eficiência, segurança, atendimento ao interesse público, conforto e preservação do meio ambiente. Além disso, precisam constar no Sistema Nacional de Viação (SNV), operar exclusivamente com embarcações de navegação interior e estar fora da poligonal do porto organizado.

*Com informações do DNIT/Com Fotos

Assessoria Especial de Comunicação Ministério da Infraestrutura

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Equatorial Pará realiza serviço Pagamento Delivery em Altamira

O cliente pode pagar em casa as contas de energia nos cartões de débito ou crédito e ainda parcelar em até 12 vezes

Já está funcionando no município de Altamira, o serviço de  Pagamento Delivery, lançado pela Equatorial Pará, com o objetivo de facilitar e contribuir para que as pessoas evitem sair de casa para pegar filas ou aglomerações. Com o serviço, será possível pagar a conta de energia em casa, no cartão de débito ou crédito. A ação terá visitas realizadas de forma agendada e com os devidos cuidados de higiene e segurança orientados pelos órgãos de saúde.

De acordo com o executivo de Relacionamento com o Cliente da Equatorial Pará, Arthur Oliveira, a iniciativa acompanha o ritmo das novas tecnologias que buscam sempre oferecer comodidade. “Visamos atender principalmente quem tem dificuldade de pagamento nas redes bancárias por conta da pandemia. Estamos seguindo todas as regras determinadas pelos órgãos de saúde e, também, de transparência do Grupo Equatorial, inclusive com a entrega do recibo, por ocasião do pagamento”, reforça o executivo.

PAGAMENTO DELIVERY

– Os clientes da zona urbana que desejam pagar suas contas de energia devem ligar exclusivamente para o número 0800 025 0116 e agendar a visita do agente de Relacionamento em sua casa;

– O cliente poderá pagar a conta de energia elétrica no cartão de débito, cartão do bolsa família, ou no cartão de crédito das bandeiras: Visa, Master, Maestro, Elo, American Express e Hipercard. Caso tenha duas ou mais faturas, poderá parcelar em até 12 vezes (a simulação de cada caso será feita pelo agente de relacionamento).

MODO DE PAGAR – Todos os pagamentos só serão recebidos por meio de cartão e nunca em dinheiro ou transferência bancária. Jamais o cliente deve informar sua senha em transações. Vale ressaltar que a visita, para que seja efetuado o pagamento, é totalmente gratuita.

IDENTIFICAÇÃO DOS AGENTES – Os agentes de relacionamento são identificados com fardamento e crachá da Equatorial Pará e CGB (empresa fornecedora). Os agentes possuem um coletor de dados que identifica o número da conta contrato da unidade consumidora cadastrada na Equatorial Pará e máquina de cartão, que faz a confirmação dos dados do cliente antes de efetuar o pagamento.

SERVIÇO – Diante do cenário da Covid-19, diversas ações foram implementadas pela distribuidora para levar os serviços aos seus clientes por meio dos canais digitais. E agora o Pagamento Delivery é mais nova facilidade para pagar a conta de energia elétrica, que pode ser agendada por meio do telefone 0800 025 0116.

Fonte: Equatorial Pará

Foto:Reprodução

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Suspeito de matar professora paraense é preso; crime brutal causou revolta

(Foto:Reprodução) – Foi preso, nesta segunda-feira (13), o suspeito de ter matado a professora Rosângela Vidal, de 44 anos, na cidade de Tailândia, nordeste paraense. O crime foi cometido no último sábado (11) e causou comoção e revolta na cidade.

De acordo com informações do portal Tailândia, o suspeito foi identificado como Antônio Victor Souza Mota, de 19 anos. Antônio, que é natural de Codó, no Maranhão, confessou o crime.

Além da comoção gerada porque a vítima era uma pessoa muito querida em Tailândia, os moradores ficaram revoltadas com a barbaridade do homicídio: Rosângela estava despida e com parte do corpo queimado.

Na delegacia, Antônio afirmou que matou a professora porque ela teria roubado o valor de R$ 600 reais, que estavam na capinha do celular dele, quando os dois estavam em um quiosque da praça do ginásio municipal.

Antônio Victor disse que, com raiva, atraiu a vítima ao local do crime, na vicinal do Badarote. Ainda segundo o acusado, depois de caírem da motocicleta, ele matou a professora a pauladas e depois ateou fogo no corpo dela.

O assassino confesso foi preso no início da noite de segunda-feira (13), três dias após ter matado Rosângela Vidal.

Ele está à disposição da Justiça, no Módulo Carcerário de Tailândia.

Por: Dol

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Registro de motoristas flagrados dirigindo sob efeito de álcool mais de 200% em julho no PA

Motoristas são presos por alcoolemia em Salinas, balneário no Pará. — Foto: Reprodução / Polícia Civil

Números são dos dois primeiros finais de semana deste ano, comparados ao mesmo período de 2019. Salinas concentra o maior número de flagrantes.

O número de motoristas flagrados dirigindo depois de consumir bebida alcoólica subiu entre 150% e 233% nos dois primeiros finais de semana deste mês de julho no Pará, segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), na comparação com autuações realizadas no mesmo período em 2019. O balanço foi divulgado nesta terça-feira (14).

Só em Salinópolis, no nordeste do Estado, foram dez flagrantes de alcoolemia, o que acende um preocupante alerta para quem está na linha de frente das campanhas de fiscalização buscando diminuir ou zerar a presença de condutores alcoolizados nas estradas.

Os estudos mais recentes mostram que em 61% dos acidentes de trânsito o condutor havia ingerido bebida alcoólica. Uma capacidade indispensável ao motorista é prejudicada pelo consumo de bebida alcoólica: a percepção. O condutor que insistir em se embebedar e depois dirigir corre o risco de sofrer diminuição dos reflexos, e terá predisposição a acidentes de todo o tipo – que podem ir de um tropeço a um acidente automobilístico.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), está prevista no artigo 306 a autuação em flagrante quando o bafômetro constatar direção sob a influência de álcool ou outra substância psicoativa, podendo haver prisão em flagrante dependendo da quantidade constatada pelo bafômetro, detenção esta afiançável se não houver vítimas fatais.

As punições incluem ainda a aplicação de multa, no valor de R$ 2,9 mil, recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que leva sete pontos pela infração, e abertura de processo administrativo, que pode acarretar em uma suspensão temporária ou permanente da permissão para dirigir. As penalizações, exceto a prisão, também ocorrem quando o condutor se recusa a fazer o teste, e então é diretamente conduzido à delegacia mais próxima para a lavratura do auto de infração.

A caracterização de alcoolemia e todas as suas punições, com exceção de prisão, ocorre quando há a presença de até 0,33 miligramas por litro de sangue. A partir de 0,34 mg, o motorista é preso. Além dos flagrantes realizados em fiscalizações da Operação Lei Seca no veraneio, a população pode ajudar por meio de denúncias ao 190, informando placa, modelo e cor do veículo suspeito, bem como informar alguma situação nas próprias barreiras, para que seja feita a abordagem.

As restrições de distanciamento social impostas pela pandemia de Covid-19 também mudaram a forma de trabalhar dos agentes de trânsito. Diretor Técnico-operacional do Detran, Bento Gouveia garante que hoje é feita uma observação ainda mais apurada antes do contato com o motorista. “Quando temos a constatação visual, partimos para a verificação, e sinais como olhos vermelhos e hálito podem dar os indícios do consumo de álcool daquele motorista. Se recusando ou não a fazer o teste do bafômetro, os procedimentos são feitos de acordo com o que é ditado pelo CTB”, garante o diretor.

Por G1 PA — Belém

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