Vazio sanitário da soja -é proibido o cultivo em Novo Progresso ,dois distritos e 34 municípios no PA

Entre 15 de julho e 15 de setembro fica proibido o cultivo em 34 municípios e em Novo Progressodo Estado (Foto: Ascom / Adepara)
Vazio sanitário da soja protege colheita contra ataques de fungo
O vazio sanitário da soja no Pará entra em vigor a partir desta quarta-feira (15) e prossegue até 15 de setembro. Nesse período, é proibido cultivar ou implantar cultivos de soja, bem como manter ou permitir a presença de plantas vivas de soja, em qualquer fase de desenvolvimento. O alerta é da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará).

O vazio sanitário previne e controla a principal praga que acomete as plantações de soja: o fungo Phakopsora pachyrhizi.

O calendário deverá ser cumprido nos seguintes municípios: Bannach, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Floresta do Araguaia, Pau D’Arco, Redenção, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, Ourilândia do Norte, São Félix do Xingu, Tucumã, Água Azul do Norte, Rio Maria, Sapucaia, Xinguara, Brejo Grande do Araguaia, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Piçarra, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia, São João do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado do Carajás, Parauapebas, Aveiro, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Trairão, além dos distritos de Cachoeira da Serra e Castelo de Sonhos.

O objetivo do vazio sanitário é prevenir e controlar a principal praga que acomete as plantações de soja: o fungo Phakopsora pachyrhizi, que é o causador da ferrugem asiática, doença que pode ocasionar até 75% de perda da safra. O fungo possui alta capacidade de reprodução e disseminação. Por necessitar de hospedeiro vivo para sobreviver, ele prejudica a plena formação dos grãos, causando a queda prematura das folhas.

EXPORTAÇÃO

A soja é o principal produto da pauta de exportação brasileira, alcançando, em 2020, o volume recorde de 119,4 milhões de toneladas exportadas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O grão tem apresentado um ritmo significativo de crescimento no Pará.

Entre os anos de 2010 e 2020, a área cultivada se expandiu de 85,4 mil para 603.473 mil hectares, tornando-se a cultura de maior expressão no Estado. A soja, atualmente, representa cerca de 25% do valor exportado pelo setor no Pará.

Diante da importância econômica do agronegócio para o Estado, há uma demanda significativa para a prevenção e controle das pragas que atacam a cultura. A Adepará executa a defesa sanitária na sojicultura paraense, seguindo as diretrizes do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja  (PNCFS), assim como as demandas do Programa Estadual Fitossanitário da Cultura da Soja.

VAZIO SANITÁRIO

Devido aos riscos que a ferrugem asiática representa, a Adepará alerta para o cumprimento do calendário, que impedirá danos às plantações, além de evitar perdas econômicas aos sojicultores. A gerente de Programas de Pragas de Importância Econômica do órgão, Maria Alice Thomaz Lisboa, reforça a importância do vazio sanitário como estratégia de controle da doença.

“O vazio sanitário objetiva à redução da sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática e a diminuição de esporos desse fungo no ambiente, causando, com isso, o atraso de ocorrência da doença nos plantios. É uma estratégia muito importante, pois quebra a ponte verde que existe de uma safra a outra”, explicou a gerente.

CADASTRO

Desde 2009, é obrigatório que todos os sojicultores paraenses, inclusive aqueles que utilizam quaisquer sistemas de irrigação, cadastrem-se anualmente na Adepará. O registro do plantio deve ser feito por meio do preenchimento de formulário, que contempla informações sobre as áreas plantadas.

Segundo a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel, o conhecimento das áreas com soja no Estado é essencial para o planejamento das ações de defesa fitossanitária.

“O objetivo do cadastro de produtores e propriedades é otimizarmos os recursos orçamentários, com conhecimento e mapeamento das áreas com soja no Estado, dando condições para executarmos e planejarmos ações dos programas nacional e estadual do controle da ferrugem asiática da soja”, destacou.

Os produtores que não se cadastrarem responderão às penalidades previstas na Lei Estadual de Defesa Vegetal, e aqueles que não cumprirem a obrigatoriedade do vazio sanitário estarão sujeitos à notificação e à autuação.

Por Monique Hadad (ADEPARÁ)-14/07/2020 15h38 –

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‘A madeira é licenciada, mas houve um erro operacional’, diz Cooprunã sobre apreensão de madeira pela PRF

Carga de madeira apreendida em Santarém — Foto: PRF Santarém/Divulgação

A Cooperativa responsável pela madeira é formada essencialmente por moradores das comunidades de Nova Canaã e Porto Rico, na Resex Tapajós-Arapiuns.

A Cooperativa Mista Agroextrativista do Rio Inambú (Cooprunã), que trabalha com manejo florestal sustentável comunitário de uso múltiplo esclarece que houve apenas um erro operacional na forma de preenchimento referente ao transporte, que levou à apreensão de uma carga de madeira em toras pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no sábado (11), na BR-163, em Santarém, no oeste do Pará.

A Cooperativa é formada essencialmente por moradores das comunidades de Nova Canaã e Porto Rico na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns.

De acordo com o engenheiro florestal Kácio Morais, a madeira é devidamente licenciada por meio do projeto de manejo da cooperativa. E quando os agentes da PRF solicitaram as notas fiscais, elas foram devidamente entregues, mas o caminhão que transportava a carga estava com sua placa descrita nos documentos obrigatórios exigidos, através de registro a caneta nos espaços específicos para o preenchimento. Porém, a forma de preenchimento manual foi entendida como errada pela equipe policial.
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Cooperativa Mista Agroextrativista do Rio Inambú, em Santarém — Foto: Cooprunã/Divulgação

“O erro operacional encontrado corresponde a falta da finalização do preenchimento da mesma informação que estava a caneta via sistema de controle, onde já constava o registro do caminhão que transportou a carga no trecho entre a floresta e o embarque da madeira em balsas no porto, devidamente autorizado, na Resex Tapajós-Arapiuns”, destacou.

Ainda conforme o engenheiro, a cooperativa entendia que o preenchimento à caneta já cumpria todos os requisitos legais para dar continuidade aos transportes, e que agora este procedimento de conclusão no sistema passa a fazer parte das ações de rotina que envolvem as atividades do empreendimento no projeto.

“Depois que o carregamento chega aos portos para desembarque da madeira em tora em Santarém, outros caminhões são carregados para dar continuidade ao transporte da madeira até seu destino final: os pátios das indústrias de transformação. Quando se completa uma carga para um caminhão, sua placa é preenchida à caneta no documento oficial que veio da área do projeto, e deveria ter a mesma informação lançada no sistema de controle”, explicou.

O engenheiro esclareceu ainda, que a apreensão do caminhão com a carga de madeira em tora não configurou crime ambiental, conforme auto lavrado pelo órgão ambiental competente. Constatou-se assim uma pequena falha operacional na conclusão do preenchimento via sistema, da mesma informação observada com caneta nos documentos.

“Reiteramos que esta ocorrência não se repetirá e que a cooperativa está à disposição para esclarecer quaisquer outras dúvidas a respeito do mérito”, finalizou Kácio Morais.

Por: Kamila Andrade, G1 Santarém — Pará

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Feminicídio brutal em Altamira segue em investigação

Jovem de 17 anos foi degolada, amarrada, enrolada em lençóis e abandonada em um terreno baldio (Foto:Reprodução / Redes Sociais)

A morte de Ana Clara foi chocante para a comunidade do Loteamento Cidade Jardim Buriti. Casa onde foi morta está abandonada desde sexta.
Uma adolescente de 17 anos foi assassinada em Altamira. O corpo brutalizado foi encontrado em um terreno baldio, no sábado (11), enrolado num lençol. Amordaçada, degolada, pés e mãos amarrados, várias marcas pelo corpo. Possivelmente, também foi vítima de violência sexual. A Polícia Civil segue investigando o caso, assim como policiais militares. Um dos suspeitos pode ser um egresso do sistema penitenciário.

A vítima é Ana Clara Rodrigues. Tudo ocorreu em uma casa, no loteamento Cidade Jardim Buriti, em Altamira, no dia 10. Mas só com a localização do corpo, no dia seguinte, no terreno ainda desocupado, é que a Polícia Civil chegou ao imóvel. Lá, encontraram garrafas de bebidas alcoólicas e um alvará de soltura do sistema penitenciário, apontando para um primeiro suspeito. Havia uma cova rasa e o local estava lavado. Podia haver mais pessoas.

Nas investigações iniciais, vizinhos da área, familiares e amigos de Ana serão ouvidos, para compreender o crime e obter pistas. O egresso do sistema prisional está sendo procurado também. Desde sexta, não há mais movimento na casa onde o feminicídio foi cometido. A Polícia Civil da região do Xingu espera chegar aos criminosos em breve.

 
Saiba como denunciar e ajudar nas investigações

Quaisquer informações relacionadas a crimes podem e devem ser repassadas ao Disque-Denúncia (181). Não é preciso se identificar. A ligação é segura, gratuita e pode ser feita de qualquer aparelho. Se houver necessidade de uma ação policial mais urgente, o melhor é ligar para o (190)

Pelo telefone (91) 98115-9181, os cidadãos podem paraenses podem dialogar com a Inteligência Artificial Rápido e Anônimo, que é personalizada pela atendente virtual Iara do WhatsApp. Com ela, é possível desenvolver uma conversa inteira. A Iara é capaz de obter todas as informações necessárias para que os órgão de segurança investiguem uma denúncia repassada, de forma segura e anônima. Ela recebe texto, fotos, áudio e vídeos. Também dá para falar com a Iara e fazer a denúncia pelo site da Segup.

A Redação do Jornal Folha do Progresso também recebe, a qualquer momento, denúncias e informações de ocorrências em texto, áudio, fotos e vídeos pelo WhatsApp. Basta entrar em contato pelo número (93) 98404-6835.

Por:Redação Integrada
14.07.20 14h25
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PRF apreende cerca de 2,5kg de ‘Skunk’ durante abordagem de ônibus na BR-163, em Santarém

Droga apreendida pela PRF em Santarém — Foto: PRF Santarém/Divulgação

Droga estava dentro da mala de uma dos passageiros do veículo.

Na tarde desta segunda-feira (13) a Polícia Rodoviária Federal apreendeu cerca de 2,5kg de super maconha, conhecida como ‘Skunk’. A apreensão ocorreu durante abordagem em um ônibus na BR-163, em Santarém, no oeste do Pará.

De acordo com informações da PRF, a droga foi encontrada dentro da bagagem de um dos passageiros do veículo. Logo após encontrar a substância, a equipe identificou a quem a bagagem pertencia.

Ainda conforme a PRF, o suspeito foi retirado do ônibus pela equipe com a necessidade do uso de algemas.

Ainda segundo a PRF, o suspeito relatou que havia saído de Manaus (AM) com a substância por meio fluvial e que ficou hospedado em um hotel em Santarém. Após isso, ele seguia no ônibus com destino a Marabá, no sudoeste do Pará. Ele esperaria ordens para saber se permaneceria na cidade ou prosseguiria para outra.

Ewerton Guimarães Cordeiro já teve passagem pela polícia por crime de tráfico. Ele foi encaminhado à delegacia para os procedimentos cabíveis.

Por G1 Santarém — Pará

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Corregedoria vai abrir inquérito para investigar agressão de Policiais Militares a pedreiro que teve a perna quebrada no Pará

Maxdiego quebrou a perna direita, foi levado em uma viatura ao hospital; ele fez cirurgia em Santarém — Foto: Reprodução/Facebook

Caso aconteceu em um distrito de Prainha e ganhou repercussão nas redes sociais no fim de semana. Maxdiego passou por cirurgia em hospital de Santarém; outra denúncia sobre uso de veículo oficial também será apurada.

A Corregedoria da Polícia Militar em Santarém, no oeste do Pará, vai abrir inquérito para apurar as agressões sofridas por um pedreiro no distrito de Santa Maria do Uruará, em Prainha. A vítima contou ao G1 que foi agredida e teve a perna quebrada por uma guarnição do Posto de Policiamento Destacado (PPD) que atende a região e pertence ao 18º Batalhão Gurupatuba, em Monte Alegre.

O caso ganhou repercussão nas redes sociais durante o último fim de semana. De acordo com a Corregedoria da PM, um oficial será colocado à frente do caso para as apurações. O órgão não é subordinado ao Comando de Policiamento Regional -1 (CPR-1), responsável pelos municípios da região, e sim à Corregedoria em Belém.

O comandante do CPR-1, coronel Aldemar Maués, informou que tomou conhecimento da situação pela imprensa e que os procedimentos necessários ao casos serão adotados, visto que uma pessoa ficou com a perna quebrada.

“É instaurado o inquérito policial ou sindicância para identificar quem são essas pessoas. Se esse fato tiver sido cometido por um policial, com certeza irá responder e ser responsabilizado por essa atitude que não é o que a Polícia Militar prega nas nossas atuações”, disse.

‘Me agrediram com cassetete, pisão e socos’

As agressões ao pedreiro aconteceram na sexta-feira (10) durante uma festa de aniversário da esposa da vítima. De acordo com Maxdiego de Araújo, a guarnição foi até a casa da família pela primeira vez e pediu para encerrarem a comemoração, por volta das 22h.

Ainda segundo o pedreiro, minutos depois a guarnição retornou ao local, mas Maxdiego já não estava na residência. Nesse momento, um sobrinho do pedreiro foi agredido pelos policiais. O momento foi registrado em vídeo (confira abaixo).

Ao G1, Maxdiego contou ainda que depois dos policiais agredirem o seu sobrinho, os PMs saíram na viatura e o encontraram na rua. Ele estava com um amigo em uma motocicleta, e tinham ido comprar uma grade de cerveja. “Eram quatro policiais. Eles só mandaram parar a moto, foram me puxando de cima me agredindo com cassetete, pisão e socos”, disse.

Após as agressões, o pedreiro havia dito aos policiais que estava sentindo dores na perna e que achava que a mesma estava quebrada. “Eles me colocaram em cima da viatura e levaram para o hospital. Depois os enfermeiros me encaminharam para Prainha”, ressaltou.

Em relação ao vídeo onde aparecem policiais agredindo o sobrinho do pedreiro que teve a perna quebrada, o comandante do CPR-1 informou que esse não é protocolo que a PM segue. “Não é isso que a Polícia Militar prega para os seus policiais, não é esse tipo de atitude que a gente quer. Tem que ser apurado quem são os policiais, se de fato são policiais”, contou Maxdiego.

Outras agressões

O pedreiro contou ainda que essa não é a primeira vez que alguém é agredido por policiais no distrito de Santa Maria do Uruará. Outros casos já ocorreram. O G1 ouviu duas pessoas que disseram ser vítimas das agressões. As duas pessoas pediram para não serem identificadas. Segundo elas, o caso aconteceu no mês de abril deste ano próximo.

Um tinha ido comprar cerveja e foi parado na rua pela guarnição. “Eles já tinham ido à minha casa, foram me parando na rua e me batendo. Quanto mais eu perguntava porque eles estavam fazendo aquilo, mais eles me batiam. A gente não pode falar porque eles falam que é desacato. Me bateram tanto que meu ouvido estourou”, contou a vítima.

A outra pessoa agredida contou ainda que viu a situação e pediu para os policiais pararem. No entanto, os policiais também teriam o agredido.

“Eu tava meio longe, aí os policiais já chegaram batendo e perguntando onde eles tinham comprado a bebida. Eu disse para eles não fazerem aquilo, aí eles vieram pra cima de mim e me bateram”, disse a outra vítima.

Uso de viaturas

Outra denúncia que chegou ao conhecimento do CPR-1 e que a Corregedoria da Polícia Militar do Pará também vai investigar é o uso de uma viatura usada por homens sem farda, também no distrito de Santa Maria do Uruará.

No vídeo, aparece a viatura em frente a um estabelecimento que seria um bar. Dois homens saem de dentro do local com sacolas e entram no veículo oficial da PM.

O comandante do CPR-1 ressaltou que em locais distantes dos grandes centros os policiais moram nos Postos de Policiamento, mas que isso não justifica o uso da viatura por policiais à paisana.

Por Geovane Brito, G1 Santarém — Pará

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Análise do TCU é último passo para edital de construção da Ferrogrão

São estimados investimentos de R$ 8,4 bilhões no projeto de concessão(Foto:DIvulgação)
Já está com o Tribunal de Contas da União (TCU) o projeto de concessão da Ferrogrão, nova ferrovia que ligará Sinop, no norte de Mato Grosso (MT), a Itaituba, no Pará (PA). O documento foi protocolado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), na última sexta-feira (10). Cabe ao TCU, agora, a análise da documentação para a publicação do edital de licitação ainda este ano.

O plano, acompanhado dos estudos técnicos e das minutas de edital e de contrato foi assinado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, após liberação da diretoria da ANTT, na terá-feira (7). São esperados investimentos de R$ 8,4 bilhões no projeto de concessão.

“Hoje, mais de 70% da safra matro-grossense é escoada pelos portos de Santos, no estado de São Paulo, e de Paranaguá, no Paraná, a mais de 2 mil quilômetros da origem. Esse cenário mostra a relevância do projeto dentro do sistema logístico de cargas do país, sendo um diferencial para a sua atratividade junto a potenciais investidores”, disse o ministro, Tarcísio Freitas.

De acordo cor o ministério, a Ferrogrão será uma das vias mais importantes do país e um dos ativos mais aguardados pelos investidores. Com 933 quilômetros (km) de extensão, a ferrovia terá papel logístico fundamental para o escoamento da produção de milho, soja e farelo de soja do estado de Mato Grosso, prevendo-se também o transporte de óleo de soja, fertilizantes, açúcar, etanol e derivados do petróleo.

A implementação da Ferrogrão irá consolidar o novo corredor ferroviário de exportação do Brasil pelo Arco Norte, ligando Sinop (MT) ao Porto de Itaituba (PA). Estão previstos, também, o ramal de Santarenzinho, entre Itaituba e Santarenzinho, no município de Rurópolis (PA), com 32 km, e o ramal de Itapacurá, com 11 km.

“O projeto faz frente à expansão da fronteira agrícola brasileira e à demanda por uma infraestrutura integrada de transportes de carga. O empreendimento aliviará as condições de tráfego na BR-163/PA, diminuindo o fluxo de caminhões pesados e os custos com a conservação e a manutenção”, segundo o ministério.

(Foto:Divulgação)
(Foto:Divulgação)

Por Agência Brasil* – Brasília
Publicado em 13/07/2020 – 07:49  Edição: Aécio Amado

*Com informações do Ministério da Infraestrutura

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Operação na região da PA-370 apreende três caminhões com toras de madeira em Santarém

Madeira apreendida e veículos foram levados para a 16ª Seccional de Polícia Civil, em Santarém — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ação aconteceu na madrugada deste domingo (12). Veículos e carga foram levados para 16ª Seccional de Polícia Civil.

Carregados com 30 toras de madeira de várias espécies, três caminhões foram apreendidos neste domingo (12) durante uma operação na região da Rodovia Santarém/Curuá-Una (PA-370), em Santarém, no oeste do Pará.

As investigações para tentar capturar o grupo responsável pelo crime ambiental iniciaram acerca de dois meses. De acordo com a polícia, a apreensão aconteceu na área conhecida como ramal do Gato por volta das 2h da madrugada. O carregamento não tinha documentação.

Duas pessoas ainda conseguiram fugir durante a operação. Outras cinco foram apresentadas na 16ª Seccional de Polícia Civil, em Santarém. Elas devem responder por crime ambiental.

Entre as toras apreendidas estavam das espécies maçaranduba e tauari. A madeira foi contabilizada em torno de 20m³.

Por G1 Santarém — Pará

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Condutor é levado à delegacia após ser flagrado pela PRF em Santarém com documento falso

PRF apresentou na delegacia da Polícia Federal o condutor de veículo com registro de furto — Foto: PRF/Divulgação

Abordagem aconteceu na tarde de domingo (12). Registro de furto foi feito no estado do Mato Grosso.

Um homem foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal de Santarém, oeste do Pará, na tarde de domingo (12), após ter sido flagrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na direção de um veículo cujo documento (CRLV) tinha registra de furto no estado do Mato Grosso.

A equipe da PRF abordou uma combinação de veículos (composição de cavalo trator de placa OQJ-5638 com semirreboque de placa FFI-7812) para averiguação de rotina no km 995 da BR-163.

Após os procedimentos de fiscalização, foi solicitado ao condutor os certificados de registro e licenciamento veicular. De acordo com o BO n° 2018.360701, registrado no município de Poxoréu, no estado do Mato Grosso, o CRLV do veículo fazia de um lote de documentos com registro de furto.

Segundo a PRF, ao verificar minuciosamente o documento, também foi constatado indício de adulteração na sigla da unidade da federação (UF) contida no documento.

O condutor afirmou não saber da falsidade do documento e que o proprietário havia lhe emprestado o veículo. Depois, ele disse que alugou o semirreboque pagando a quantia de R$ 2 mil mensais.

Devido ao crime de uso de documento falso, o condutor foi conduzido para a delegacia da Polícia Federal em Santarém para os procedimentos legais. O veículo foi apreendido.

Por G1 Santarém — PA

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Com 1.444 casos, Itaituba é o segundo município do Pará com mais casos de malária

(Foto: Getty Images) – Os casos de malária no Pará tiveram redução no comparativo entre o primeiro semestre deste ano e do ano passado.

A queda foi de 45%. Entretanto, os números ainda são altos. No oeste do estado, o município de Itaituba ficou entre as sete cidades que concentram os maiores números de casos da doença.

De acordo com levantamento da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), de janeiro a junho foram registrados 1.444 casos em Itaituba. Outras cidades com mais registros e que figuram com 80% do total de casos no Pará são: Anajás (1.702), Jacareacanga (979), Bagre (782), Alenquer (694), Oeiras do Pará (610), Altamira (358) e Cametá (349).

Dados gerais

Os dados da Sespa apontam que foram 8.355 casos confirmados neste ano contra 15.107 registrados no ano passado no estado. Em relação ao ano de 2018, que teve 21.189 casos de malária notificados, a redução foi de 60, 56%.

Em relação às áreas prováveis de infecção, houve redução de 72,8% na área urbana e de 58,5% na área rural. No entanto, houve aumento de 17,8% na transmissão em regiões de garimpo e de 46,7% nos territórios indígenas.

Sinais e sintomas

A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles (mosquito prego), que aparece principalmente ao entardecer e ao amanhecer.

Os sintomas mais comuns da malária são febre alta, calafrios, tremores, sudorese, dor de cabeça, que podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentarem essas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite. A doença pode evoluir para suas formas graves se não for diagnosticada e tratada de forma oportuna e adequada.

É importante ressaltar que a malária é uma doença que tem cura e o tratamento é eficaz, simples e gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS).

G1 Santarém

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‘A Ferrogrão é o projeto mais ambicioso da nossa história recente’, diz Ministro Tarcísio

(Foto:Reprodução) – A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) protocolou, na última sexta- feira (10), o projeto de concessão da Ferrogrão para análise do Tribunal de Contas da União. A nova ferrovia ligará Sinop, no norte do Mato Grosso a Itaituba, no Pará.

O plano, acompanhado dos estudos técnicos e das minutas de edital e de contrato foi assinado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, após liberação da diretoria da ANTT, na última terça (07). Cabe ao TCU agora a análise da documentação para a publicação do edital de licitação a ser publicado ainda esse ano.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas celebrou o projeto que definiu como “mais ambicioso de nossa história recente “.

A maior ferrovia da Amazônia, que será responsável por retirar 1 milhão de toneladas de CO2 da atmosfera por ano com a substituição do transporte rodoviário e mudar forma como o Brasil exporta grãos, acaba de ser protocolada no TCU.

A #Ferrogrão é o projeto de infraestrutura mais ambicioso de nossa história recente e o Governo @JairMessiasBolsonaro vai encarar esse desafio.Vamos em frente Brasil. “Hoje, mais de 70% da Safira matro-grossense é escoada pelos portos de Santos/SP e de Paranaguá/PR, a mais de dois mil quilômetros da origem. Esse cenário mostra a relevância do projeto dentro do sistema logístico de cargas do país, sendo um diferencial para a sua atratividade junto a potenciais investidores”, declarou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas.

A Ferrogrão será uma das vias mais importantes do país e um dos ativos mais aguardados pelos investidores. Com 933 km de extensão, ela tem papel estruturante para o escoamento da produção de milho, soja e farelo de soja do estado do Mato Grosso, prevendo-se ainda o transporte de óleo de soja, fertilizantes, açúcar, etanol e derivados do petróleo. São esperados investimentos de R$ 8,4 bilhões no projeto de concessão.

Sua implementação irá consolidar o novo corredor ferroviário de exportação do Brasil pelo Arco Norte, ligando Sinop (MT) ao Porto de Itaituba (PA). Estão previstos, também, o ramal de Santarenzinho, entre Itaituba e Santarenzinho, no município de Rurópolis (PA), com 32 km, e o ramal de Itapacurá, com 11 km.

O projeto faz frente à expansão da fronteira agrícola brasileira e à demanda por uma infraestrutura integrada de transportes de carga.

O empreendimento aliviará as condições de tráfego na BR-163/PA, diminuindo o fluxo de caminhões pesados e os custos com a conservação e a manutenção.

Gazeta Brasil

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