Whatsapp trará novos recursos para os usuários

(Foto:Lucas Agrela) -Evitar a adição a grupos sem autorização prévia está entre as mudanças anunciadas

As próximas atualizações do WhatsApp prometem mudanças interessantes para os usuários. O app deve implementar três novas ferramentas que serão adicionadas pela plataforma. São elas:

Permissão para grupos – Recurso que impedirá que você seja adicionado a grupos sem autorização prévia. No menu configurações o usuário vai poder selecionar quem vai poder adicioná-lo automaticamente e também impedir que isso seja feito por todos (neste caso aparecerá uma aprovação prévia).

Navegador interno – Toda vez que o usuário tentar abrir um link recebido, o WhatsApp o mostrará em um navegador do aplicativo em vez de um externo (exemplo: Google Chrome), como acontece atualmente. A função também alertará o usuário para o risco de páginas que tenham conteúdo potencialmente malicioso.

Dark mode – Com o dark mode, ou modo escuro, será possível alterar as cores do aplicativo (com tons negros). A função reduz a luminosidade da tela e facilita a adaptação dos olhos, além de ajudar na economia de bateria do celular.

Por:Redação Integrada
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“Apaguem o Facebook’, pede criador do WhatsApp

(Foto:© DR)- Brian Acton foi um dos oradores convidados pela Universidade de Stanford nos EUA
‘Apaguem o Facebook’, pede criador do WhatsApp

O co-fundador do WhatsApp, Brian Acton, pediu aos estudantes da Universidade de Stanford, nos EUA, que apagassem as suas contas no Facebook. Segundo o BuzzFeed News, este é um apelo que Acton já havia feito no ano passado. Contudo, Acton defendeu a decisão de vender o WhatsApp à tecnológica de Mark Zuckerberg.

“Voltamos a esta cultura de Silicon Valley e as pessoas dizem ‘Bem, você poderia não ter vendido [o WhatsApp]?’ e a resposta é: ‘não’. Tinha 50 funcionários e tinha que pensar neles e no dinheiro que fariam com esta venda. Tive que pensar nos nossos investidores e tive que pensar na minha participação minoritária. Não tinha a influência de dizer não mesmo se quisesse”, explicou Acton.

Enquanto se dirigiu aos alunos da Universidade de Stanford, Acton falou sobre a forma como as empresas tecnológicas tomam decisões sobre a moderação de conteúdo, apontando que todas têm dificuldade em fazê-lo.

“Para ser brutalmente honesto, as redes com curadoria – as redes abertas – têm dificuldades em decidir o que é ou não é discurso de ódio… A Apple tem dificuldade em decidir o que é um bom app ou um mau app. O Google com o que é um bom website ou um mau website. Estas empresas não estão equipadas para tomar estas decisões. E damos-lhes poder. Essa é a parte má. Compramos os seus produtos. Registramo-nos nestes websites. Apagar o Facebook, certo?”, declarou Acton.

por Notícias Ao Minuto

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Facebook prepara tecnologia de inteligência artificial para combater ‘pornografia de vingança’

Foto:REUTERS / Dado Ruvic-Medida é adicional a programa piloto que exige representantes treinados para rever imagens ofensivas
O Facebook informou nesta sexta-feira que usaria inteligência artificial para combater a disseminação de fotos íntimas compartilhadas sem a permissão das pessoas, às vezes chamada de ‘pornografia vingativa’, em suas redes sociais.

A nova tecnologia é adicional a um programa piloto que exigiu representantes treinados para rever imagens ofensivas.

“Usando o aprendizado de máquina e a inteligência artificial, agora podemos detectar proativamente imagens ou vídeos íntimos que são compartilhados sem permissão”, disse a gigante das redes sociais em um post no blog. “Isso significa que podemos encontrar este conteúdo antes que alguém o denuncie.”

Um membro da equipe de operações da comunidade do Facebook iria rever o conteúdo encontrado pela nova tecnologia, e se for considerada uma imagem ofensiva, irá removê-la ou desativar a conta responsável por espalhá-la, acrescentou a empresa.

O Facebook também lançará uma central de suporte chamada “Não Sem Meu Consentimento” em sua página do centro de segurança para pessoas cujas imagens íntimas foram compartilhadas sem o seu consentimento.

Por:REUTERS

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Telefónica traz ao Brasil unidade global de cibersegurança para fortalecer Vivo

Novidade facilita identificação de ameaças muito antes de chegarem aos clientes Foto:REUTERS / Juan Medina

A espanhola Telefónica está trazendo ao Brasil sua unidade global de segurança cibernética ElevenPaths, em um movimento que visa reforçar o portfólio de soluções voltadas para segmento corporativo (B2B) e ampliar a participação da empresa no mercado brasileiro.

A Telefônica Brasil, unidade do grupo que atua sob a marca Vivo no país, já dispunha de uma operação local de serviços gerenciados e profissionais de segurança, com 1,2 mil clientes corporativos, e agora espera elevar esse número ao incorporar produtos e serviços desenvolvidos pela ElevenPaths.

“Com a chegada da ElevenPaths, passaremos a ter uma operação completa de segurança no Brasil”, disse o vice-presidente B2B da Vivo, Alex Salgado, sem especificar o potencial de crescimento da base de clientes.

Segundo ele, a ElevenPaths permitirá integrar a central de monitoramento, prevenção, detecção e solução de problemas (SOC) do Brasil a outras 10 SOCs que o Grupo Telefónica tem mundo afora, facilitando a identificação de ameaças muito antes de chegarem aos clientes.

O lançamento da unidade global de segurança cibernética também insere a Vivo em importantes alianças globais como CyberThreat Alliance e a Telco Security Alliance, que reúnem operadoras de telecomunicações com o intuito de proteger clientes em mais de 60 países.

“Existe uma preocupação global crescente com segurança da informação e somos líderes absolutos em conexões no Brasil. São cerca de 100 milhões de conexões em toda a operação (no país) e temos necessidade de estarmos protegidos”, explicou Salgado.

O executivo ainda ressaltou que a ElevenPaths contará com 100 especialistas de segurança no Brasil. No mundo, a unidade emprega 2.800 profissionais dedicados a monitorar, investigar e responder a incidentes de segurança.

Questionado sobre a chegada mais tardia da unidade global de cibersegurança ao Brasil, Salgado observou que a decisão foi tomada com base na demanda de mercado. Ele disse que o foco inicial da Vivo para segurança digital eram médias e grandes empresas, mas agora, com a ElevenPaths, o plano é massificar e baratear as tecnologias, de modo a atender também pequenas companhias. “Queremos democratizar o acesso às soluções”, disse.

Por:Reuters/O Liberal.

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Microsoft mira desenvolvedores de videogames, desafiando o domínio na nuvem da Amazon

Foto:REUTERS / Charles Platiau-Serviços são projetados para funcionar com títulos jogados em qualquer dispositivo, incluindo de concorrentes

A Microsoft informou na quinta-feira que está combinando elementos da divisão de videogames e da unidade de computação em nuvem Azure com foco nos desenvolvedores de jogos, que também estão sendo cortejados pelos serviços em nuvem da líder da indústria, Amazon.

A Microsoft informou que começará a lançar o “Microsoft Game Stack”, um grupo de serviços que permite aos desenvolvedores de jogos fazer coisas como hospedar jogos com múltiplos jogadores e combinar jogadores de níveis de habilidade similares.

Os serviços são projetados para funcionar com títulos jogados em qualquer dispositivo – incluindo aqueles com sistemas operacionais de concorrentes da Microsoft, como Apple e Google.

A Microsoft concorre com a divisão de serviços para web da Amazon para vender esses serviços em nuvem. Mas está no negócio de videogames com seu dispositivo Xbox desde 2001 e tem 64 milhões de usuários para seu serviço de jogos online Xbox Live.

A empresa também possui títulos como “Halo”, a franquia de ação de ficção científica para Xbox e Windows, além do “Minecraft”, um jogo popular em dispositivos móveis com sistemas operacionais da Apple e Google.

Em “qualquer dispositivo que você venha adquirir hoje, os jogos são quase certamente um dos principais negócios de engajamento e monetização nesse dispositivo”, disse Phil Spencer, vice-presidente de jogos da Microsoft, à Reuters.

“Conforme olhávamos para nosso lugar no negócio de jogos e nosso lugar em coisas como o Azure e os outros serviços que a Microsoft oferece víamos cada vez mais sinergia.”

A Microsoft enfrenta a concorrência no mercado de jogos da Amazon, que adquiriu o serviço de vídeo para jogos Twitch para permitir que os jogadores assistam uns aos outros jogando e a GameSparks, que fornece serviços de back-end para os criadores de jogos.

Um exemplo em que a Microsoft espera que a própria experiência de jogo valerá a pena é igualar jogadores de igual habilidade online, disse Mark Russinovich, chefe técnico da Azure. O serviço exige uma tecnologia chamada aprendizado de máquina, que a Microsoft refinou através do serviço Xbox Live ao longo dos anos, disse ele.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Facebook e Instagram ficam fora do ar. WhatsApp funciona com falhas.

Quem tenta fazer novo login, encontra a mensagem falando sobre uma manutenção Foto:(Reprodução / Facebook)Falhas estão sendo relatadas por todo o mundo. Bug afeta o Brasil desde 13h.

O Facebook está fora do ar. Há relatos de falhas em diversos países. Há falhas no Instagram e no WhatsApp também. No Brasil, usuários relataram dificuldades diversas no login ou no feed de notícias desde as 13h. No mundo, os primeiros relatos começaram às 11h.

Pelo site Down Detector, o número de notificações de falhas no Facebook, no Instagram e no WhatsApp tem aumentado pelo mundo.

No momento em que os usuários tentam fazer novos logins, esbarram na mensagem de manutenção. Quem já estava logado por celulares ou outros dispositivos, enfrentou problemas para buscas, interações e atualização do feed.

Quanto ao WhatsApp, algumas pessoas conseguem acessar e trocar mensagens, mas áudios, vídeos e fotos podem não ser transferidos. Há quem nem consiga trocar mensagens simples no aplicativo.

O Instagram e o Facebook de O Liberal também estão fora do ar por conta disso. Só o Twitter segue funcionando normalmente. O WhatsApp pode funcionar, mas há instabilidades.

O Facebook ainda não se manifestou sobre o que está ocorrendo ou quando as plataformas voltarão a funcionar. Por enquanto, é um bom momento para as pessoas conversarem pessoalmente.

Por:Victor Furtado, com informações do site Down Detector

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Integração do Whatsapp, Messenger e Instagram será acompanhada pelo Ministério Público

Entidade quer assegurar que integração estará em consentimento com a legislação brasileira, principalmente com o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

A assessoria da Unidade Especial de Proteção de Dados e Inteligência Artificial no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (Espec) divulgou em nota que acompanhará a integração do Instagram, Messenger e Whatsapp, anunciada no último dia 6 por Mark Zuckeberg.

De acordo com o criador do Facebook, a intenção é criar um grande serviço de mensagens que possua a mesma criptografia em conversas privadas que o Whatsapp já oferece, assegurando uma maior segurança ao usuário. A Espec deve, portanto, seguir os passos desse plano de Zuckeberg para assegurar que elas estarão em consentimento com a legislação brasileira, principalmente com o Marco Civil da Internet e a recém-criada Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP).

Estas duas últimas buscam garantir que as plataformas peçam o conssentimento do usuário para acessar dados pessoais. O coordenador da Espec, Frederico Meinberg ainda disse que análise sobre a questão concorrencial também será feita e tudo será comunicado o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) sobre o processo.

A inciativa está alinhada com iniciativas globais de proteção a privacidade dos usuários.

Fonte: Tele.sintese

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Você desconfia que seu WhatsApp foi clonado? Saiba como descobrir!

Foto:Reprodução
Mesmo o WhatsApp não funcionando em dois celulares ao mesmo tempo, foram identificadas algumas brechas que podem ser aproveitadas por pessoas mal-intencionadas. Com acesso ao smartphone ou ao chip do telefone e, consequentemente, ao QR code do WhatsApp, pode ser que alguém esteja visualizando as suas conversas pessoais.

Confira algumas dicas simples do site ‘TechTudo’ para tirar a prova e se proteger:

1. Verificar atividades desconhecidas em sua conta: fique atento a mensagens que não se lembra de ter enviado e estão no seu celular, além de verificar se conversas que você ainda não abriu constam como lidas. Isso pode significar que a sua conta está ativa em outro dispositivo. Vale lembrar que falhas pontuais podem ocorrer no app.

2. Sessão ativa no WhatsApp Web: é possível verificar se a sua conta está logada em algum computador. Na opção de “Ajustes” do app, vá para a opção “WhatsApp Web/Desktop” e verifique quais aparelhos estão com sessões ativas. Se alguma movimentação for estranha, clique em “Sair de todas as sessões”. Assim, todos os dispositivos conectados serão removidos.

3. Aplicativos espiões: alguns apps espiões, disponíveis principalmente para Android, permitem que pessoas mal-intencionadas tenham acesso às ligações e mensagens do seu celular, incluindo do WhatsApp. Como é necessário ter acesso físico ao smartphone para instalar o app, fique atento às movimentações suspeitas e softwares desconhecidos armazenados no aparelho.

Para se proteger, você também pode:

– Ativar a verificação em duas etapas nas configurações da conta do WhatsApp;

– Não instale apps de fontes desconhecidas ou não autorizadas e evite usar o mensageiro em versões “turbinadas”, como o GB WhatsApp ou Yo WhatsApp. Procure baixar os aplicativos sempre na Google Play Store ou App Store;

– Não conecte o celular em Wi-Fis desconhecidos;

– Para iPhone (iOS), é possível fazer o bloqueio por meio do Touch ID (impressão digital) no WhatsApp. A atualização está disponível para iPhone 5S e modelos superiores (até iPhone 8 e 8 Plus). Nos iPhones X, XS, XS Max e XR, a proteção é feita com reconhecimento facial;

– Evite compartilhar o celular com estranhos e deixar o aparelho sem vigilância;

– Instale um app para colocar senha no WhatsApp. Assim, se alguém tentar acessar o mensageiro, precisará colocar a senha do app, além do bloqueio normal do celular;

– Se o seu WhatsApp já estiver hackeado, pode desativar a conta enviando um e-mail para support@whatsapp.com.

(Com informações do portal Notícias ao Minuto e Techtudo)

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Fitbit lança dispositivos fitness de baixo custo para combater Apple e Samsung

Relógio da Fitbit é mostrado durante feira de eletrônicos, na Alemanha (REUTERS/Fabrizio Bensch)

Dispositivo fica abaixo dos 200 dólares, mas não traz alguns recursos

A Fitbit lançou um smartwatch mais barato nesta quarta-feira (6) para defender sua posição como segunda maior vendedora de smartwatches, só atrás da Apple.

A Fitbit disse que o smartwatch Versa Lite custará 160 dólares, abaixo dos 200 dólares da versão completa. Embora ainda acompanhe os treinos e a frequência cardíaca, faltam alguns recursos, como o de armazenar músicas diretamente no relógio.

Em 2018, Fitbit vendeu 5,5 milhões smartwatches, atrás da Apple, com 22,5 milhões de unidades, mas pouco à frente da Samsung com 5,3 milhões de unidades, segundo a empresa de dados Strategy Analytics.

Mas a Samsung superou a Fitbit trimestralmente nos últimos três meses de 2018.

A rivalidade por uma fatia maior do mercado esquentou à medida que Apple e Samsung acrescentaram recursos para cuidados de saúde, o foco central da Fitbit. O Apple Watch incluiu um recurso de eletrocardiograma no ano passado e a Samsung este ano adicionou um sensor de pressão arterial ao Galaxy Active Watch.

A Fitbit está tentando persuadir investidores de que pode vender dispositivos futuros se os usuários os colocarem na sua plataforma de acompanhamento, que pode armazenar e compartilhar dados de saúde e exercícios. O presidente-executivo da empresa, James Park, disse antes do lançamento do produto que a empresa tem cerca de 28 milhões de usuários ativos.

No mês passado, a Fitbit previu receita no primeiro trimestre entre 250 milhões e 268 milhões de dólares, abaixo da expectativa média de vendas de analistas, de 272,3 milhões, segundo dados do IBES da Refinitiv.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Mercado caótico de sensor paralisa carros autônomos

Sensor denominado Lidar instalado em veículo autônomo, Foto:Reprodução-(Reuters)

Montadoras e grandes fornecedores ainda precisam concordar sobre uma tecnologia vencedora

Fabricantes de automóveis e empresas de tecnologia que estão correndo para desenvolver veículos autônomos estão enfrentando um problema: carros que podem pensar não são bons sem uma tecnologia acessível e confiável que permita que os carros possam enxergar.

Com a notável exceção da Tesla, de Elon Musk, a maioria das montadoras disse que seus carros autônomos dependerão de um sistema de detecção conhecido como “Lidar”. Os sensores de última geração usam pulsos de luz de laser para gerar imagens precisas do ambiente ao redor do carro.

A pressão para lançar carros autônomos já está levando muitas empresas a apostar na tecnologia. A General Motors, a Ford e a BMW devem implantar sensores das startups bem financiadas Velodyne e Innoviz em seus carros autônomos iniciais nos próximos dois anos.

Mais de 1 bilhão de dólares em investimentos foram aplicados em cerca de 50 startups da tecnologia Lidar nos últimos três anos, incluindo um recorde de 420 milhões em 2018, de acordo com uma análise da Reuters de dados de investimentos disponíveis publicamente.

A Velodyne e o fornecedor sueco Veoneer fornecerão a tecnologia de sensores para o primeiro veículo automatizado da Ford em meados de 2021, de acordo com uma fonte familiarizada com o projeto. A presidente da Velodyne, Marta Hall, descreve o programa como “um acordo de mais de 1 bilhão de dólares” para o projeto pioneiro, cujo sensor HDL-64E de 75 mil dólares pode ser visto nos tetos de muitos protótipos autônomos do Vale do Silício.

Mas as montadoras e grandes fornecedores ainda precisam concordar sobre uma tecnologia vencedora, o que significa que não há padrões reais do setor para os sensores até o momento que incentivem a produção em massa e diminuam o custo.

Fonte:Reuters/O Liberal

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