Cobras e riscos de doenças impõem medo a famílias durante cheia, no AM

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Apesar da realidade, moradores não deixam casas na Zona Sul de Manaus. online canadian pharmacy store! buy zoloft generic . cheapest rates, zoloft 50 mg street price.
buy dapoxetine uk, dapoxetine brand name in india. sildenafil and dapoxetine tablets dapoxetine hydrochloride side effects. you could use both, with plain  Prefeitura diz que locais devem receber 2.600 metros de passarelas.

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A cheia dos rios já fez 11 municípios do Amazonas decretarem situação de emergência neste ano. Mesmo sem Manaus fazer parte da lista de cidades afetadas – pelo menos por enquanto -, a Defesa Civil e moradores de áreas alagadas na capital já se preparam para a subida do Rio Negro, que deve alcançar cota máxima nos próximos meses. Em meio a dificuldades do período, moradores da Zona Sul da capital relataram ao G1 os riscos e o medo que fazem parte da rotina de quem mora em áreas criticas. A convivência com diferentes tipos de animais perigosos é apenas parte do drama nesses locais. Na segunda-feira (9), a cota do Negro chegou a 25,35 m. O rio já subiu 3,61 m desde o início de janeiro de 2015.
Estou colocando terra na cozinha porque as cobras invadem lá e ficam pulando.

O período de enchente ocorre todos os anos. Mesmo com as dificuldades enfrentadas – como o risco de contrair doenças e a presença de animais peçonhentos – muitos moradores preferem continuar em áreas alagadas com pouca ou nenhuma infraestrutura.
“Três crianças já morreram por afogamento aqui. É triste demais e perigoso, pois tem muitos casos de doença. O lixo vem todo com o rio e o cheiro fica insuportável. Outro vizinho nosso já foi até mordido por rato e ficou doente. Até jacaré aparece por aqui, e nós ficamos preocupados”, revela a dona de casa Mauriane, moradora de uma área no bairro Presidente Vargas, região central da cidade.
Nas residências, moradores constroem as chamadas marombas, espécie de assoalhos que elevam os pisos e são usados para evitar o contato com a água. “Nós estamos planejando a ponte, nós mesmos temos que fazer. Dentro da casa a gente faz maromba e ponte aqui fora para andar. É complicado demais. Agora estou colocando terra na cozinha [no chão alagado] porque as cobras invadem lá e ficam pulando. A gente passa a noite toda sem dormir, a noite toda preocupada, que não entrem dentro de casa. Elas entram até pelo telhado”, disse Sônia Campos, de 49 anos, dona de um mercadinho.

Alguns moradores optam por abandonar as áreas alagadas antes do ápice da cheia. É o caso do metalúrgico José Alcimar Mafra da Silva, de 54 anos. “Eu não morava aqui na época da cheia, mas pela marca da casa dá pra ver que ela toma conta de tudo. Eu moro aqui alugado com o meu neto de 5 anos e pretendo sair antes da cheia desse ano. A água sobe e cobre a gente, não tem condições de ficar aqui”, disse.

Ações
Segundo dados da Prefeitura, foram construídas 3.073 m de pontes durante a cheia de 2014. A previsão para este ano é de que 35 pontos recebam 2.600 m de passarelas. Cerca de 15 bairros deverão receber as ações preventivas, dentre eles estão: Tarumã, Mauazinho, Raiz, Betânia, Colônia Antônio Aleixo, Aparecida, Centro, Santo Agostinho, Cachoeirinha, Glória, Compensa, Puraquequara, São Jorge, Educandos e Presidente Vargas e as zonas rurais.
De acordo com a Defesa Civil, a primeira parte das atividades para minimizar os impactos da cheia iniciaram em janeiro. No início do ano foi realizado levantamento e monitoramento das áreas afetadas.

A assessoria de imprensa do órgão informou ainda que a construção de passarelas, o cadastramento de famílias em áreas de risco, a entrega de benefícios do aluguel social, orientações aos moradores e a descontaminação dos rios fazem parte das novas etapas do trabalho de prevenção para cheia na capital. As ações devem ser realizadas nos próximos meses. O cronograma de atividades deverá passar para segunda fase em abril, após o primeiro alerta de cheia do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), previsto para o dia 31 de março.
As estratégias para o período da enchente foram discutidas no último dia 4 de março durante reunião entre agentes técnicos da Defesa Civil, representantes do Gabinete de Gestão Integrada do Município (GGIM) e de comunidades afetadas.
A cheia do Rio Negro, em Manaus, também sofre influência da calha do Madeira, onde cinco municípios já estão em estado de alerta. “Com a previsão do Rio Madeira que está em uma cota acima do normal estamos nos antecipando, visitando as áreas e conversando com a comunidade para que possamos fazer um plano de contingência de prevenção e reduzir o impacto da subida do rio em lugares que alagam” explicou, por meio de assessoria de imprensa, o diretor operacional da Defesa Civil de Manaus, Cláudio Belém.

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Cheia no interior
Na segunda-feira (9), subiu para 11 o número de municípios em situação de emergência no Amazonas em decorrência da cheia, segundo informou a Defesa Civil do estado. Quatro cidades entraram na lista: Boca do Acre, Tapauá, Pauini e Humaitá. Também estão em emergência os municípios de Itamarati, Guajará, Ipixuna, Eirunepé, Envira, Canutama e Carauari.

Segundo a Defesa Civil, Benjamin Constant, Santo Antônio do Içá, São Paulo de Olivença, Tabatinga e Tonantins, todos situados na Calha do Rio Solimões, estão em estado de alerta. Segundo a assessoria do órgão, equipes realizam monitoramentos da subida dos rios e orientação à população.
No estado, o número de famílias atingidas já chega a 13 mil, o que representa 65 mil pessoas. A previsão da Defesa Civil é que a cheia dure até meio deste ano.
Fonte: G1.
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