Delegacia Especializada de Homicídios continua investigações sobre mortes de agente da Fasepa e cabeleireira

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Delegado Dmitri Teles de Menezes comanda a delegacia especializada de Homicídios, em Santarém — Foto: Berna Santana/Rádio 94FM

Nos dois casos, a polícia tem suspeitos, mas ainda faltam elementos para fundamentar o indiciamento e a prisão.

Investigadores da Delegacia Especializada de Homicídios, em Santarém, oeste do Pará, sob o comando do delegado Dmitri Teles de Menezes estão empenhados no levantamento de informações para elucidar as mortes da cabeleireira Márcia Cristina de Matos Monteiro, 40 anos, ocorrida dia 2 de abril, e do agente Fasepa, Derlison Silva, 37 anos, em 26 de abril.

Segundo Dmitri, no caso da cabeleireira, que foi encontrada morta por um irmão, caída ao lado da cama na casa onde morava com uma filha adolescente, na rua Taurí, bairro Uruará, na manhã do dia 2 de abril deste ano, a polícia tem uma linha de investigação que aponta para um suspeito.

“A gente tem buscado elementos que possam fundamentar o indiciamento e que nos ajudem a avançar nas investigações. É um caso particularmente difícil, por ter acontecido em um ambiente fechado, que não foi testemunhado por terceiros”, explicou Dmitri.

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Marcia Cristina foi encontrada morta na casa que morava com a filha de 16 anos — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ainda segundo o delegado, a polícia aguarda os laudos periciais do CPC, porque alguns exames que são feitos somente em Belém ainda não voltaram. “Existe uma técnica para interpretar o local do crime. As impressões digitais foram buscadas no local e a gente espera isso que possa trazer luz para identificar o autor do crime”, observou Dmitri.

Declaração de óbito emitida pelo Instituto Médico Legal (IML) atestou que a cabeleireira Márcia Cristina de Matos Monteiro morreu vítima de espancamento e traumatismo craniano.

Caso Derlison

Em relação à morte do Dérlison Silva, o delegado Dmitri disse que as investigações estão em curso, várias pessoas foram ouvidas e diligências estão sendo cumpridas.

“Há muita coisa ainda a investigar, de modo que a gente possa ter um resultado para se chegar à solução do caso. O que a gente espera é trazer luz ao autor do crime, de modo que a gente possa indiciar ou prender. Temos alguns suspeitos, mas os elementos que juntamos até agora não sustentam um indiciamento. O alvoroço no local do crime acabou dificultando as informações por parte das testemunhas”, relatou.

caso darlisonDerlison Silva morreu após ser ferido com quatro tiros — Foto: Reprodução/Facebook

Dmitri disse também que a motivação talvez seja a maior dificuldade no caso Derlison, porque os familiares talvez não soubessem detalhes da vida do agente da Fasepa, quer também já havia trabalho no Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura e como segurança de políticos e casas noturnas de Santarém.

De acordo com testemunhas, pelo menos quatro tiros disparados por dois homens que chegaram de moto, acertaram Derlison, principalmente na região abdominal. Um dos disparos, no braço, provocou fratura exposta da vítima. O crime aconteceu no bairro Caranazal, onde Derlison morava com a família.

Por:Sílvia Vieira e Geovane Brito, G1 Santarém — PA

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