Denúncia: Empresário vai ter que fechar empresa – alega perseguição do Prefeito

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A empresa de  Indústria e comércio de Pedras “Pedreira Curúa”,  se instalou em Novo Progresso em 2004  e gera cerca de 30 empregos diretos na Cidade de Novo Progresso.

Na época, o empresário Aluisio Galvão (Foto), Carvalho investiu cerca de R$ 2 milhões e enfrentou várias dificuldades em virtude da falta de investimentos para incentivar o desenvolvimento da região.

Apesar de avaliar-se como vencedor, diante o cenário de dificuldades que enfrentou no início, um problema ainda maior o tem incomodado: O empresário se diz ser vítima de perseguição por parte da Prefeitura de Novo Progresso, que segundo ele, estaria criando dificuldades para continuar trabalhando onde está.

“Preciso de alguns documentos da prefeitura para continuar trabalhando em Novo Progresso”, a secretaria de Meio Ambiente condicionou ao Gabinete do Prefeito que por sua vez me negou a liberação da “Autorização para Licenciamento Ambiental Municipal”, alegando que a sua  residência estaria rachando por causa do funcionamento da pedreira, o  prefeito apresentou um abaixo-assinado para impedir minha licença Municipal, disse.

Algumas pessoas me falaram deste abaixo assinado, segundo informações foi a pedido do prefeito. Portanto, não tenho como fazer uma outra leitura, que não seja a perseguição a minha empresa e ao meu trabalho”, disse Aloisio Galvão, de forma indignada.

Galvão também comentou que estava disposto em investir em uma linha urbana de transporte, conversou com os vereadores e conseguiu unanimidade; todos os vereadores assinaram ao pedido(Projeto de Lei – Concessão) para a prefeitura abrir este leque, onde pretendia investir em linhas de ônibus alternativas,” quem seria beneficiado seria a  população”, o prefeito foi pessoalmente para dizer que não iria abrir esta possibilidade.

Galvão aproveitou pra tecer criticas a pessoa do Prefeito Osvaldo Romanholi (PR), em sua opinião o prefeito é vingativo e persegue as pessoas. “Estive conversando com ele semanas atrás na secretaria do Meio Ambiente referente as apreensões de madeiras em serrarias, ele comentou que  se deu bem com as apreensões do IBAMA em cima dos madeireiros, fez o pedido para eles recuarem, mas não recuaram, agora o vou fazer ponte e escolas com as madeira, disse.

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O empresário aproveitou para  denunciar fatos ocorridos anteriormente, segundo ele deve ser um dos motivos para retaliações.

Segundo o empresário ainda em campanha, meados de 2012,  o prefeito o procurou na empresa (pedreira) e tentou convencer o empresário a investir a importância de 100 mil reais em sua campanha, possibilidade que foi negada pelo empresário.

Aluísio Galvão: “A Perseguição  começou desde o  inicio do mandato do prefeito Osvaldo Romanholli (PR), o vice-prefeito  Dr. Joviano  é sabedor desta tentativa de suborno pelo prefeito Osvaldo Romanhollli. Aloisio disse que Romanholi(PR) tentou convence-lo na época, que este montante de 100 mil reais,  seria com um investimento na pessoa dele para posteriormente ser beneficiado – o prefeito não sabia quanto custaria sua campanha, atitude está julgado por Galvão como de uma pessoa incapacitada, pois não tinha orçamento e não sabia qual o montante  gastaria na campanha eleitoral, como confiar em um homem deste? Lamentou Galvão.

O empresário comentou que todos estes fatos serão encaminhados em forma de denuncia junto à Câmara Municipal para providências.

Agora, se a perseguição deste governo persistir, vou ter que transferir tudo para outro lugar, comentou Aloisio.

A pedreira existe desse o inicio do município naquele local, ele deveria me dar mais prazo, tentar um acordo, mas a resposta que obtive foi Não! Hoje estou com apenas quatro funcionários os outros vinte e seis tive que demitir, disse.

OUTRO LADO:

A reportagem do Jornal Folha do Progresso  procurou a secretaria de Meio Ambiente que respondeu ser uma situação direta do Prefeito, eles somente faz aquilo que determina a legislação(Licenciamento Ambiental) e até o momento não tem nenhum processo da empresa protocolado na secretaria, neste caso não podemos nos envolver, o prefeito é que tem o poder de assinar ou não a autorização, disse.

A reportagem tentou conversar por telefone, com o Prefeito Osvaldo Romanholi (PR), mas não teve retorno.

Entramos em contato com o assessor do prefeito Wesley Samuel, o mesmo informou que o prefeito estava em viajem, mais tentaria falar com ele sobre o assunto e nos retornaria. Até o fechamento desta edição não houve retorno.

Já o  setor de tributos da Prefeitura de Novo Progresso falou que não tem competência em questão de licenciamento Ambiental.

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Fonte/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso

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