Devastação volta a crescer no Pará, aponta pesquisa do Inpe

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Números revelam alta de 81,55% entre agosto de 2014 e julho de 2015
Entre agosto de 2014 e julho de 2015, o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), emitiu alertas contra alterações irregulares (corte raso e degradação) na cobertura de 1.531,85 quilômetros quadrados (Km²) de floresta, no território paraense. Essa área é 81,55% superior à verificada um ano antes (agosto de 2013 a julho de 2014), 843,72 Km². Em toda a cobertura vegetal da Amazônia, na comparação entre os mesmos períodos, a diferença registrada foi de 68,7%, variando a área destruída de 3.035,93 Km² para 5.121,92 Km². Os resultados ruins surgem 15 dias após o governo anunciar que o desmatamento da Amazônia, no ano passado, foi o segundo menor da história. Os dados comparativos apontam para um comportamento indesejado da taxa oficial, ao final deste ano.

O espaço degradado em toda a Amazônia (2014-2015) é o mais alto dos últimos seis anos e equivale a 3,5 vezes o tamanho da cidade de São Paulo.  Apesar de ágil para observar em tempo real o que está acontecendo e enviar alertas para a fiscalização, o Deter é impreciso. Desse modo, ele não serve para fornecer o número oficial de perda da cobertura florestal, mas dá uma boa pista de como ele pode se comportar.

Baseado em dados de satélites de resolução moderada (250 metros), o Deter é uma ferramenta de suporte à fiscalização de desmatamento e demais alterações na cobertura florestal ilegais, prioritariamente orientado para as necessidades do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis  (Ibama).

As imagens são analisadas e em prazo de até cinco dias após a passagem do satélite mapas de Alertas de alteração na cobertura florestal são enviados ao IBAMA. Os alertas podem se referir indistintamente ao desmatamento propriamente dito, quando há a remoção drástica da cobertura florestal por corte raso, e também a eventos de degradação florestal, que podem ser exploração madeireira por corte seletivo, preparação da área para o corte raso, localmente denominada brocagem, ou cicatrizes de incêndio florestal.

O Deter emite alertas diários sobre o desmatamento aos órgãos de controle e fiscalização. Para o público geral, os relatórios com os dados do Deter são divulgados ao público geral mensalmente, bimestralmente e trimestralmente.

O valor final da perda é fornecido por outro sistema do Inpe, o Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes), que executa o monitoramento da floresta amazônica brasileira também por satélite, mas com imagens de maior resolução do que o Deter (com resolução espacial de 30 metros). As imagens utilizadas são do satélite Landsat, que detecta exclusivamente desmatamentos tipo corte raso superiores a 6,25 hectares. Os dados do Prodes são divulgados em novembro, para confirmação e apresentação ao público na metade do ano seguinte.

OFICIAL

É esse o número oficial do desmatamento e foi o que a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou há duas semanas. O último dado do Prodes apontou que o desmatamento de agosto de 2013 a julho de 2014 foi o segundo menor da história (- 5.012 km²).

Se a tendência de aumento no desmatamento, observada nas comparações entre os alertas do Deter nos períodos 2013-2014 e 2014-2015 se confirmar, o Prodes poderá reforçar a evolução dos números, ano que vem. Somente duas vezes, desde que o monitoramento começou a ser feito, Deter e Prodes seguiram trajetórias diferentes. Uma delas foi justamente no ano passado. Os alertas mostravam alta, mas o número final foi de baixa.

Segundo o Inpe, os resultados do Deter devem ser analisados em conjunto com as informações sobre a cobertura de nuvens, que afeta a observação por satélites. Em função da cobertura de nuvens variável de um mês para outro e, também, da resolução dos satélites, o Inpe não recomenda a comparação entre dados de diferentes meses e anos obtidos pelo sistema.

Ao longo do terceiro trimestre de 2015, o Deter marcou 849,25 Km² de floresta destruída no Estado do Pará. Conforme aponta o relatório, foram verificados cortes rasos e degradações florestais. A área desflorestada no Pará, neste período, foi a maior, em comparação com os demais seis Estados da região Norte e o Mato Grosso. Em seguida aparecem o próprio Mato Grosso (638,37 Km²), o Amazonas (384,68 Km²), Rondônia (378,88 Km²), o Acre (48,81 Km²), o Maranhão (33,05 Km²), o Tocantins (20,74 Km²) e Roraima (2,59 Km²).

Durante maio, junho e julho, os alertas de alteração na cobertura florestal da Amazônia por corte raso e degradação somaram 2.356 km². Deste total, estima-se que 1.824 km² são de áreas de desmatamento por corte raso e 469 km² correspondem à degradação florestal.

Por: O Liberal

Foto: Ibama
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