Dona de cadela denuncia policial militar por assassinar animal a tiros

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Uma cadela que estava prenha e se chamava Estrela foi assassinada na tarde desta segunda-feira (21), com dois tiros. O caso aconteceu na passagem Bom Jesus, entre as passagens Santa Maria e Gastão, no bairro da Sacramenta, em Belém. O suspeito de cometer o crime é um policial militar.

De acordo com informações da dona da cadela, Almira Lucia Cordeiro, ela foi surpreendida por dois disparos vindos da rua. “Nós (eu e meu marido) saímos de casa e já vimos ele (o PM) guardando a arma na cintura. Aí meu marido perguntou e ele disse ‘veio querer me atacar’. Em seguida, meu sobrinho falou que a Estrela (cadela) estava sagrando. Só aí vimos que ele tinha atirado nela”, conta. Ela afirma que a cadela era mansa e nunca atacou ninguém.

Após o ocorrido, viaturas da Polícia Militar estiveram no local. “Eles (policiais militares) conversaram com o sargento, mas ele se recusou a ir para a delegacia. Então os policiais foram embora. Depois disso eu procurei a delegacia da Sacramenta, porém fui orientada a procurar a Corregedoria Geral da PM. Ao chegar lá, fui orientado procurar a Delegacia de Meio Ambiente e depois retornar à Corregedoria da PM, pois não tinha o nome completo do policial. E assim fiz. Já registrei o B.O na Dema e lá fui orientada a congelar minha cadela em casa e amanhã (terça-feira) procurar a Ufra para fazer a perícia”, completa.
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Chorando, a dona da cadela pede justiça. “Imagina você ter um animal que cria com todo carinho e acontecer isso? Eu nunca tive problema com meu vizinho e não esperava que ele fosse fazer isso. Eu quero justiça e vou esperar. Isso não vai ficar impune”, finaliza.

O caso foi denunciando nas redes sociais. Até o início da noite desta segunda-feira (21), já havia superado 650 compartilhamentos e  quase 380 comentários.

Procurada pelo DOL, a Policia Civil confirmou o registro do B.O e informou que deverá ser aberto inquérito para apurar o caso.

Através de nota, a PM informou que caso seja confirmado que o Policial Militar seja o autor do crime e após registro na Corregedoria Geral, será aberto um procedimento apuratório.

O DOL tenta localizar o policial militar acusado de cometer o crime para ouvi-lo sobre o caso.

Fonte: DOL
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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