Menu
Tempo Agora

Usuários online
6 visitantes online (4 na seção: Notícias)

Usuários: 0
Visitantes: 6

mais...
Desenvolvido por:

Contador de Visitas



Notícias : FAZENDEIRO É ASSASSINADO COM A FAMÍLIA DURANTE EMBOSCADA
em 15/02/2010 08:12:24 (1559 leituras)



FAZENDEIRO É ASSASSINADO COM A FAMÍLIA DURANTE EMBOSCADA



O fazendeiro Everaldino Vila Boas de Almeida, 53 anos, sua mulher Rosamalia, 35 anos, e seu filho Jadson, de 14 anos, foram mortos ontem, 12, por volta das 17:30 horas, na estrada vicinal do Km 113 da BR-222, entre os municípios de Rondon do Pará e Abel Figueiredo, no sudeste do Pará.


Segundo informações da Polícia, Everaldino se dirigia com a família para sua fazenda no Córrego do Garrafão, em sua camionete, quando foi atacado.


A cena surpreendeu à todos, pois na camionete havia muitas marcas de tiros e muito sangue, porém nada foi roubado.


De acordo o Delegado Marco Antonio, o crime parece ter características de execução, pois foram muitos tiros que atingiram a camionete e, segundo ele, os executores têm características de profissionais, pois até as cápsulas foram recolhidas para não deixar rastros.


O local onde aconteceu o crime é uma estrada de difícil acesso e com as chuvas, a situação piora ainda mais, o que provavelmente, na opinião do delegado, 'facilitou a ação dos pistoleiros'.





Corpos do fazendeiro e sua esposa no interior da camionete crivada de bala


Foto: Cesar Roberto Mendes, com informações do Diário do Pará.









Execução de família seria disputa por terras



O fazendeiro Everaldino Vila Boas de Almeida, 53 anos, baiano, a sua atual mulher Rosamalia, 35 anos, e seu filho Jadson, de 14 anos, foram mortos entre as 17h30 e 18h de anteontem na estrada vicinal do quilômetro 113 da rodovia BR-222, a cerca de 5 quilômetros adentro da vicinal.



Everaldino dirigia para a fazenda “Graciosa”, de sua propriedade, em Córrego do Garrafão. A família seguia na em uma Ranger prata. A vicinal do “Km 113” da BR-222 dá acesso a várias comunidades rurais, como assentamento Nova Vitória, Garrafão, vila Gavião, vila Mantenha, comunidade do Pitinga, vila Progresso, e se estende até a cidade de Jacundá. Antes da vila Gavião, a vicinal também se liga a outra vicinal que parte de Abel Figueiredo. No local, a cena surpreendeu a todos que passavam: na camionete havia muitas marcas de tiros, pedaços de crânio e muito sangue.



Um vizinho de fazenda que esteve no local disse que Everaldinho estava em Rondon resolvendo negócios e fazendo compras em um supermercado da cidade e, por volta das 17h, ainda o encontrou de saída, indo para sua fazenda.



A ex-esposa de Everaldino, Doraci das Virgens Almeida, esteve no local e disse não entender o que levou à morte dele, pois desconhecia qualquer fato que o levasse a morrer daquela forma, embora estivesse separado do mesmo há mais de 9 anos. Ela estava acompanhada de um genro e duas amigas, que a confortavam.



Segundo o genro de Everaldino, eles ficaram sabendo que o fazendeiro também havia ido ao banco retirar dinheiro para efetuar pagamento aos seus funcionários, mas que essa versão só poderia ser confirmada com um dos seus filhos que mora em Rondon e que tinha ido ao banco com o mesmo.



O filho que foi ao banco com Everaldino preferiu não ir ao local onde aconteceu o crime, para não ver a cena.



O tenente Oeiras Formigosa, comandante interino da 11ª Companhia Independente da Polícia Militar, tomou conhecimento do caso através de um telefonema às 18h50 e deslocou uma guarnição até a vicinal indicada junto com outra equipe de policiais civis, sob o comando do delegado titular de Rondon, Marco Antônio.



A área foi isolada e o delegado foi até Abel Figueiredo para poder acionar o Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” de Marabá, pois no local não havia comunicação via telefone celular. O delegado teve que esperar a equipe do Instituto Médico Legal em Abel Figueiredo para levá-los até o local. Os corpos foram levados para Marabá para necropsias.



De acordo o delegado Marco Antônio, o crime parece ter características de execução, pois foram muitos tiros que atingiram a camionete, e, segundo ele, os assassinos podem ser profissionais, pois até as cápsulas foram recolhidas não deixar rastros.



“O local onde aconteceu o crime é um aclive acentuado e com as chuvas a estrada fica escorregadia, o que provavelmente facilitou a ação dos pistoleiros”, disse o delegado. “Quanto à hipótese de assalto, também não fica descartada, mas com o desenrolar das investigações poderemos confirmar os fatos”.



O inquérito pela manhã foi aberto e o delegado começa a ouvir as pessoas que estiveram com Everaldino nos seus últimos momentos de vida com a atual mulher e o filho. Ontem pela manhã, os policiais voltaram ao local do crime para ver se encontram alguma pista que levem aos assassinos, uma vez que à noite o local fica bastante escuro. (Diário do Pará)




Imprimir Enviar esta notícia por e-mail Criar um PDF do artigo




Folha do Progresso © 2009 - Permitido reprodução com sitação da Fonte: Folha do Progresso Desenvolvido: André Fernando - Web Designer