Governo do Pará indica membros do colegiado para intervenção em aterro de Marituba

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De acordo com decisão judicial, comissão de técnicos irá gerir aterro sanitário em parceria com a empresa Guamá Tratamentos de Resíduos

O governo do Pará indicou nesta terça-feira (25) os três membros do colegiado que irá intervir na gestão da empresa Guamá Tratamentos de Resíduos no aterro sanitário de Marituba. Segundo decisão da justiça, os interventores terão amplos poderes de gestão, gerenciais e financeiros sobre a empresa Guamá Tratamentos de Resíduos, que detém a licença de operação do aterro. O G1 entrou em contato com a empresa e aguarda posicionamento sobre a intervenção.

A gestão compartilhada do aterro faz parte das medidas apontadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) para a solução dos problemas gerados pelo aterro que, segundo a população de Marituba, provoca mau cheiro e causa transtornos para os moradores do município.

Os interventores serão Wagner Luís Moreira Cardoso, engenheiro ambiental e de segurança do trabalho, lotado na Diretoria de Licenciamento Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas); Marcos Antônio de Queiroz Lemos, delegado de Polícia Civil do Pará, com atuação na Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema); e a técnica Maria do Socorro Vasconcelos Colares, com formação em Ciência Contábeis.

Questão de saúde pública

Segundo o prefeito de Marituba, Mário Filho, a presença do aterro afeta a saúde dos moradores do município: no mês de março de 2017 foram identificados 3 mil atendimentos a mais na área da saúde em relação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com o secretário extraordinário de Integração de Políticas Sociais, Heitor Pinheiro, o aterro sanitário afeta negativamente a maior parte da população de Marituba. “Segundo levantamentos, quase 90% da população do município vêm sendo afetada pelo aterro e como o Estado está intervindo através de uma ação judicial, é fundamental estarmos de forma presencial no município”, disse.

Nesta terça-feira (25), o secretário e outros representantes do governo envolvidos na elaboração do plano de apoio às famílias impactadas pelo aterro visitaram as instalações do espaço, cedido pela prefeitura do município, onde irá funcionar um espaço de assistência para os moradores afetados pelo aterro com serviços voltados para saúde e cidadania.

“Já fizemos um primeiro contato com técnicos do município, para unirmos forças e aumentarmos os serviços prestados usando a rede de proteção em Marituba e atendermos de forma integrada à comunidade em torno do aterro”, disse Cláudio Lima, secretário adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas).

Fonte: G1 PA.
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