Ingestão de metanol utilizado em bebidas falsas pode provocar cegueira, coma e até parada cardíaca

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Impurezas podem causar morte
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A impossibilidade da Polícia Civil de Minas Gerais em descobrir se uma bebida alcoólica é falsa ou não – e avançar nas investigações de forma a penalizar os envolvidos como previsto em lei – não é uma questão meramente policial. O assunto afeta diretamente a saúde pública, já que o consumo de bebidas alcoólicas fabricadas sem controle pode acarretar uma série de problemas, que incluem parada cardíaca, estado de coma e até mesmo a morte. A corporação admite conhecer os riscos.

De acordo com o chefe da Divisão de Perícia do Instituto de Criminalística do Estado, Pablo Alves Marinho, é comum que falsificadores adulterem bebidas destiladas ao ponto de substituírem o etanol por metanol. A substância é altamente tóxica para a saúde humana. “No organismo, ele pode lesar a retina e até desenvolver casos de cegueira”, confirma.

Os danos, no entanto, vão muito além da visão. Pessoas que consumiram bebidas alcoólicas falsificadas acabam procurando o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, que possui um setor de toxicologia. Dois casos de ingestão de metanol foram atendidos na unidade neste ano. O médico Délio Campolina, coordenador da área, explica que a ingestão de bebidas feitas sem qualquer controle de qualidade pode resultar em intoxicações graves.

Segundo o especialista, o maior inimigo é mesmo o metanol, que, se consumido, pode causar, além de cegueira, insuficiência renal, alterações metabólicas, parada cardíaca, e até mesmo levar o paciente ao coma. “Os destilados autênticos são feitos com etanol, mas quando essas falsificações o substituem por metanol, isso vira um problema”, comenta o médico. “Por isso é importante saber a procedência da bebida para não correr esse risco”.

Misturas. Cachaças feitas com etanol impróprio para o consumo humano e até uísques feitos a partir da mistura de aguardente e caramelo completam a lista dos casos registrados pelo Instituto de Criminalística. “Essas bebidas são feitas de maneira tão artesanal que às vezes vêm com cabelo. Usam recipientes sem limpeza adequada, e só de olhar você já vê algumas partículas que são impróprias para o consumo”, finaliza Marinho.

O advogado Edner de Toledo, do escritório paulistano DVWCA, que representa alguns fabricantes de cervejas e destilados, reforça a gravidade das fraudes. “Nesses casos de falsificação não se sabe quanto tempo a cerveja ficou aberta e nem se algo caiu ali dentro”, avalia.

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FOTO: Editoria de arte
FOTO: Editoria de arte

Cachaça leva até composto de radiador

A ousadia dos criminosos que misturam impurezas em bebidas é tanta que até o etilenoglicol, uma substância anticongelante utilizada em radiadores de automóveis, é encontrada em algumas bebidas, especialmente em cachaças, segundo o coordenador do setor de toxicologia do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, Délio Campolina. Iodo e cobre também aparecem entre as substâncias tóxicas usadas por fábricas ilegais.

Em alguns casos, os bandidos aproveitam vasilhames autênticos. Para injetar o líquido nas garrafas sem romper lacres ou tampas, é usada uma seringa hipodérmica, segundo Pablo Alves Marinho, da Divisão de Perícia do Instituto de Criminalística. “Eles deixam um buraquinho que só é visto após uma análise minuciosa”, diz.

A Vigilância Sanitária afirma ter dificuldades de registrar a fraude. As vistorias feitas pelo órgão se atentam ao visual das garrafas, não tendo capacidade de avaliar o conteúdo. “Olhamos o rótulo das bebidas. Se estiver sem rotulagem, descartamos. Mas não conseguimos pegar uma análise dessas”, pontua Daniel Nunes, gerente do setor.

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

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