INPE identifica redução do desmatamento no Pará

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Os dados foram apurados pelo Mapeamento da Degradação Florestal na Amazônia Brasileira

Em três anos, o Pará reduziu em 75,95% a degradação ambiental na Amazônia Legal. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), no Estado do Pará foram destruídos 6.238 quilômetros quadrados (Km²) de floresta em 2011. Dois anos depois, no final de 2013, os pesquisadores calcularam que o espaço desflorestado, anualmente, dentro do Pará, havia sido diminuído para 1.511 Km² . Esses números foram divulgados ontem pelo INPE, que divulgou resultados da degradação florestal na Amazônia Legal nos três últimos anos antes de 2014.
Os dados foram apurados pelo Mapeamento da Degradação Florestal na Amazônia Brasileira, que trabalha com o sistema DEGRAD. A partir do DEGRAD, os analistas verificam as mesmas imagens de satélite utilizadas no Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (PRODES), para identificar áreas degradadas pela exploração predatória de madeira, que ainda não foram convertidas a corte raso. Normalmente um corte raso é feito para plantar outra cultura, agrícola ou florestal.
Entre 2007 e 2013, considerando o levantamento feito pelo sistema DEGRAD, as regiões degradadas, anualmente, no Estado do Pará, foram diminuídas em 38,98%. No ano de 2007, o DEGRAD apontou 3.899 Km² de destruição florestal no Pará. Seis anos depois, o sistema registrou 1.511 Km² desflorestados na área geográfica do Estado. Esse foi o sexto melhor resultado apresentado entre as demais Unidades Federadas (UF) da Amazônia Legal, atrás do Amapá, onde a queda foi de 88% no período avaliado, do Acre (- 82,79%), do Mato Grosso (- 76,3%), do Maranhão (- 58,4%) e de Roraima (- 48,18%). Na avaliação dos três anos (2007 a 2013), com o DEGRAD, o Pará foi o quarto Estado da Amazônia Legal com o maior decréscimo percentual em relação ao desmatamento na localidade. À frente estão o Acre, onde a redução foi de 94,63%, Rondônia (- 87,5%) e o Mato Grosso (- 81,77%).
Com os dados do PRODES, o Pará também apresentou quadro positivo a respeito da preservação da Amazônia dentro dos seus limites. De 2007 a 2013, a área total degradada no Estado foi reduzida em 56,95%, o terceiro melhor desempenho na comparação com as outras seis UF´s da Amazônia Legal. Em 2007, o Programa identificou 5.526 Km² destruídos no Pará, em 2013, essa distância caiu para 2.379 Km². O Amapá (-71,79%) e o Mato Grosso (-57,09%) apresentaram os melhores resultados nesse quesito. Em relação à avaliação do triênio (2011, 2012 e 2013), dessa vez com o PRODES, no Pará foi identificado, novamente, queda (20,91%) de espaço desmatado (3.008 Km² para 2.379 Km²). Esse também foi o terceiro melhor resultado da Amazônia Legal, atrás do Amapá (- 83,33%) e do Acre (- 28,93%).
Considerando o PRODES, o Pará esteve relativamente acima da média total, que considera todos os Estados da Amazônia Legal. O Programa verificou que a redução, na região, foi de 49,85%, entre 2007 e 2013, e de 8,96%, entre 2011 e 2013. Em 2007, a área desmatada foi de 15.983 Km², em 2011, de 24.650 Km² e em 2013, de 5.843 Km², segundo o levantamento feito com o PRODES. Com o DEGRAD, os pesquisadores identificaram 15.983 Km² desflorestados em 2007, 24.650 Km², em 2011, e 5.434, em 2013. As quedas foram de 66% e 77,96%, para a avaliação de todos os anos e para a avaliação dos últimos três anos, respectivamente.
Assim como no PRODES, que serve para identificar o corte raso, a área mínima mapeada pelo DEGRAD é de 6,25 hectares. O DEGRAD é realizado de forma independente a cada ano, sem levar em conta os registros de áreas de florestas degradadas em anos anteriores, identificando apenas as atualizações das áreas desmatadas registradas pelo PRODES. Deste modo o DEGRAD permite a avaliação das áreas que estão em processo de regeneração após o evento que causou a degradação florestal, bem como daquelas em que esta degradação é recorrente.
Apesar da série histórica deste projeto ser considerada pequena (o levantamento iniciou em 2007) o DEGRAD 2013 representa o menor valor já registrado e é consistente com a tendência de queda na taxa de desmatamento por corte raso verificada pelo PRODES após 2005. Foi analisada também a conversão dos dados da degradação florestal mapeados pelo DEGRAD para o corte raso no período 2007 a 2013. Esta análise permite identificar o quanto da degradação florestal de determinado ano é convertida para corte raso nos anos seguintes, sendo assim contabilizada na taxa anual de desmatamento medida pelo PRODES.
Outro fator que influencia diretamente a degradação florestal é a ocorrência de fogo na região amazônica. Analisando os dados do DEGRAD de 2007 a 2013 em relação aos focos de calor identificados pelo sistema de monitoramento de queimadas por satélites operado pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do INPE no mesmo período, identifica-se que a degradação florestal é correlacionada com a quantidade de queimadas detectadas entre 1º de agosto do ano anterior a 31 de julho do ano de referência.

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O DEGRAD é uma ferramenta importante para os órgãos de prevenção e combate ao desmatamento, pois permite intervenções em áreas cuja cobertura florestal ainda não foi completamente suprimida e convertida em outros usos, como pastagens e culturas agrícolas.
O DEGRAD, o PRODES e o sistema Detecção de Desmatamento em Tempo Real (DETER) formam um conjunto de sistemas para monitoramento e acompanhamento do estado da floresta operado pelo INPE, através do seu Programa Amazônia, e contemplam as ações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) no Plano de Ação pa

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Por: Rafael Querrer (Sucursal Brasília)

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