Nova fase da Operação Amazônia Viva interdita mais de 30 garimpos ilegais no Pará

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Nova fase da Operação Amazônia Viva interdita mais de 30 garimpos ilegais no Pará (Foto:Divulgação  Alex Ribeiro/Agência Pará)

Também foram presas 10 pessoas e destruídos 17 acampamentos de desmatadores.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) divulgou o resultado de mais uma etapa da Operação Amazônia. A quinta fase começou no dia 20 de outubro e seguiu até o último sábado (7). Ao todo foram presas 10 pessoas, destruídos 17 acampamentos de desmatadores e interditados, 31 garimpos clandestinos.

O balanço da operação também revela que a área total embargada, ou seja, colocada em proteção, é de 5.220 hectares, o mesmo tamanho da cidade de Santos (SP). Foram apreendidos 14 veículos, 24 motosserras e 746 metros cúbicos de madeira.

De acordo com a Semas, nos dias em que as equipes integradas estiveram em campo, o Pará registrou a queda de 70% no desmatamento, comparado ao mesmo período do ano passado, baseado nas informações geradas pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O trabalho da Força Estadual de Combate ao Desmatamento teve seis frentes de trabalho nos municípios de Senador José Porfírio, Moju, Tailândia, Pacajá, Novo Progresso e São Félix do Xingu, que cobrem no total, uma região com 15 municípios.

“Um resultado histórico para o Estado do Pará, que vinha com uma média anual de dois garimpos interditados. Desde o início deste ano, já tínhamos fechado seis garimpos ilegais e nessa fase da operação conseguimos, em 15 dias acabar a atividade ilegal em 31 garimpos”, comemora o Diretor de Fiscalização da Semas e Coordenador da Operação, Rayrton Carneiro.

A equipe que atuou na região de Moju identificou uma área equivalente a 250 campos de futebol, que foi desmatada Ilegalmente em uma fazenda na área rural do município. No momento do flagrante, 10 homens usavam motosserras para derrubar árvores. O responsável pela coordenação da atividade ilegal foi preso e pagou R$ 17 mil de fiança, mas continua a responder processo na Justiça pelo crime ambiental. O dono da fazenda não estava no local, mas já foi identificado e também vai responder judicialmente. A propriedade foi embargada pelos fiscais.

Por G1 PA — Belém

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