Pará tem o maior número de candidatos ao Senado

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Balanço parcial do TSE mostra que, no Pará, 942 candidatos disputam a preferência do eleitor nas eleições gerais deste ano (Foto: Everaldo Nascimento/Arquivo)
A partir de hoje, o eleitor já poderá consultar a lista de candidatos registrados pela Justiça Eleitoral.
O sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda está incompleto, mas já mostra que, faltando apenas três estados para completarem suas informações, entre as unidades federativas do país, o Pará é o que apresenta o maior número de candidatos a uma única vaga para o Senado, com 11 nomes, seguido pelo Amapá, com dez.

Entre os estados com maior número de candidatos a deputado federal, o Pará está entre os 10 primeiros: Rio de Janeiro (996), Minas Gerais (635), São Paulo (428), Bahia (325), Rio Grande do Sul (322), Paraná (309), Maranhão (232), Ceará (195) e o Pará, com 198 candidatos.

Conhecido como DivulgaCand 2014, no qual as informações sobre o pleito estão sendo concentradas, o sistema mostra que em todo Brasil são 5.525 candidatos à Câmara dos Deputados. Até o fim da tarde de ontem, Alagoas despontava com o maior número de candidatos ao governo do Estado, com nove nomes.

Goiás não tinha o número de governadores que devem participar da corrida eleitoral e, no caso de São Paulo e do Paraná, apenas alguns dos dados enviados pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) foram alimentados.

O Rio de Janeiro também é o estado com o maior número de candidatos a deputado estadual (1.718). No Distrito Federal, 987 pessoas disputam as vagas para deputado distrital e, no Pará, 699 nomes disputam uma vaga na Assembleia Legislativa do Pará (AL), sendo o 7º maior número de candidatos nesta relação entre os demais estados brasileiros.

A soma total no país, por enquanto, é de 14.144 candidatos. Como os números ainda estão sendo carregados, o ranking deve mudar.
A lista completa deve ser divulgada na próxima segunda-feira, 14, e a previsão de assessores da Justiça Eleitoral é que todas as informações estejam disponibilizadas no sistema até o dia 20 deste mês.

EDITAL

Depois que o TSE divulgar esse primeiro edital, os candidatos que foram aprovados em convenções e cujos registros ainda não foram solicitados pelos partidos devem fazer o registro até o dia 12.

Os pedidos de registro de candidatura à Presidência da República que são encaminhados ao TSE somaram 11 chapas. Neste caso, prazo legal para esses requerimentos venceu no último sábado (5). Os registros de governador e vice, senador e suplentes, deputados federais, estaduais e distritais foram apresentados nos TREs.

Fundo Partidário supera R$ 25,6 milhões

A Justiça Eleitoral já dividiu entre os 32 partidos registrados no TSE o total do Fundo Partidário, formado por dinheiro de dotações orçamentárias da União, recursos financeiros destinados por lei e por doações de pessoa física ou jurídica. O volume total ultrapassou os R$ 25,6 milhões. O PT e o PMDB foram os que receberam a maior parcela do dinheiro, respectivamente R$ 4,1 milhões e R$ 2,9 milhões, seguidos pelo PSDB, que recebeu pouco mais de R$ 2,8 milhões.

De acordo com a Lei dos Partidos Políticos (9.096/1995), 5% do total do Fundo Partidário são divididos igualmente entre os partidos e outros 95% são distribuídos proporcionalmente de acordo com o número de votos obtidos na última eleição geral para a Câmara.

GASTOS

Já os 11 candidatos à Presidência da República que concorrem às eleições deste ano informaram ao Tribunal Superior Eleitoral que devem gastar juntos R$ 916,7 milhões durante a campanha eleitoral. O número expressa o limite de despesas que eles pretendem ter, informação que candidatos que concorrem a todos os cargos em disputa devem informar obrigatoriamente à Justiça Eleitoral, ao pedirem os registros de candidatura.

De acordo com as informações entregues ao TSE, a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), declarou que o limite de gastos de sua campanha será R$ 298 milhões. Aécio Neves (PSDB) pretende gastar R$ 290 milhões. Eduardo Campos (PSB) previu limite de R$ 150 milhões. Eduardo Jorge (PV) gastará até R$ 90 milhões.

O limite de gastos do Pastor Everaldo (PSC) é R$ 50 milhões. José Eymael (PSDC) declarou R$ 25 milhões e Levy Fidelix (PRTB) informou gastos de até R$ 12 milhões. Os candidatos à presidência que devem gastar menos na campanha são: José Maria de Almeida (PSTU), R$ 400 mil; Luciana Genro (PSol), 900 mil; Rui Costa Pimeira (PCO), R$ 300 mil, e Mauro Iasi (PCB), R$ 100 mil.

PARÁ

No Pará, a campanha à reeleição do atual governador, Simão Jatene (PSDB), cabeça da coligação Juntos com o Povo (PSDB / PSD / PSB / PP / SD / PRB / PSC / PTB / PPS / PEN / PMN / PTC / PSDC / PT do B / PRP), pode custar R$ 6 milhões a mais do que a sua campanha de 2010: o limite de gastos esse ano é de R$ 18 milhões contra R$ 12 milhões permitidos para a eleição anterior, segundo informado pelo DivulgaCand 2014. A campanha mais barata de todas deverá ser a de Marco Antonio, do PCB, que custará até R$ 100 mil.

Marco Carrera (PSol), à frente da coligação Frente de Esquerda – Mudança para Valer, que conta ainda com o PSTU, poderá gastar até R$ 1 milhão, enquanto Zé Carlos, do PV, não poderá ultrapassar o limite de R$ 5 milhões. Elton Braga (PRTB) e Helder Barbalho (PMDB), este da coligação Todos pelo Pará (PMDB / PT / DEM / PR / PDT / PROS / PHS / PC do B / PSL / PPL / PTN) poderão usar até R$ 20 milhões em gastos com campanha política.

(Diário do Pará)-(Foto: Everaldo Nascimento/Arquivo)

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