Parcelas do auxílio emergencial já injetaram R$ 11,8 bilhões no Pará

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Montante representa 5,1% de tudo que foi pago no território nacional –  (Foto:Divulgação)

Até a última quarta-feira (21), haviam sido injetados R$ 11,8 bilhões na economia paraense a partir do auxílio emergencial, criado pelo governo federal para amenizar a crise econômica provocada pelo novo coronavírus. As primeiras parcelas foram no valor de R$ 600 e, depois, o governo autorizou a queda para R$ 300, após a reabertura econômica. O montante representa 5,1% de tudo que foi pago no território nacional. Os dados são da Caixa Econômica Federal.

Até o próximo dia 30 de outubro, cerca de 12,4 milhões das mais de 14,27 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família receberão o benefício de R$ 300 ou R$ 600 somados à primeira parcela da extensão do auxílio emergencial. Neste mês, segundo informações da Dataprev, 1,5 milhão de famílias receberão somente a parcela habitual do Bolsa Família, enquanto 185 mil serão beneficiadas apenas com o auxílio emergencial em sua versão original.

A Caixa Econômica não possui esses dados por Estado, mas, para o economista Nélio Bordalo, o impacto dos recursos é positivo tanto para as pessoas que estão recebendo o auxílio como para a economia do Pará, pois esses valores movimentam o comércio em geral e muitos prestadores de serviços.

“A maior parcela dos recursos é para compra de alimentos, e uma parcela menor é para pagar dívidas fixas, como energia e água”, afirma. Com isso, o profissional diz que, para o setor do comércio, esses recursos ajudaram no faturamento durante a pandemia, evitando que encerrassem suas atividades.

No caso das famílias, ele destaca que é importante ter consciência dos gastos, priorizando a compra de alimentos e evitando itens supérfluos. Ele ainda lembra que, com o benefício sendo alterado para menos, é fundamental usar os recursos adequadamente. A principal orientação de Bordalo para usar o valor com consciência é pagando dívidas, especialmente as que têm juros mais altos, como cartões de crédito, cheque especial e contas em lojas. “Muitas vezes, já passou a validade para pagar essas dívidas, por isso é importante resolver primeiro essa questão. Se a conta for muito alta e o trabalhador não conseguir pagar tudo, ele pode negociar e dividir em parcelas menores”, indicou.

Por último, o economista indica uma alternativa: “dependendo do valor recebido, o trabalhador que tiver um orçamento mais tranquilo pode pegar o dinheiro e, se tiver aplicação financeira, fazer incremento com o recurso. Se não tiver, pode passar a investir no mercado”.

Por:Elisa Vaz

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