Polícia no AM rebate críticas da OAB-PA sobre morte de advogado

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Ivo Martins voltou a afirmar que polícia trabalha com hipótese de latrocínio.
‘Parece conveniente para a OAB-PA que tenha sido execução’, diz. Delegado falou sobre andamento das investigações da morte do advogado paraense
(Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)

O titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) no Amazonas, Ivo Martins, rebateu as críticas da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Pará, sobre o andamento das investigações que apuram a morte do advogado Jakson Silva, ocorrida em Manaus no início do ano. O delegado voltou a afirmar que o crime tem características de latrocínio. “A OAB-PA critica o nosso trabalho sem conhecer”, disse.

No começo do mês, a Ordem no Pará pediu o afastamento dos delegados que conduzem o inquérito, alegando que ocorreram falhas na apuração do caso. A entidade sustenta que os delegados teriam adotado uma conduta omissiva ao não apontarem outras linhas de investigação que contribuíssem para o esclarecimento do crime. A OAB do Pará também pede ao Ministério Público do Amazonas que investigue a conduta dos delegados responsáveis pelo caso. As declarações foram feitas após o delegado Ivo Martins descartar a hipótese de execução.

Ao G1, Martins disse que a Polícia Civil continua trabalhando com a hipótese de execução, mas que a probabilidade de a morte ter sido resultado de um latrocínio é maior. “Nessa primeira fase de investigação, a coisa está mais para uma tentativa de roubo seguida de morte do que para uma execução”, pontuou.

Segundo o delegado, as investigações dependem do inquérito, ainda não finalizado. “O que está parecendo é que a linha mais interessante para a OAB-PA é que o advogado tenha sido morto por pistolagem, mas o crime não tem essas características. Parece que é conveniente para a OAB que tenha sido uma execução”, disse.
Durante o processo de investigação, a DEHS fez a análise de imagens da rua onde Jakson foi morto. “Verificamos a presença de duas pessoas em uma motocicleta nesse local. Temos também vários depoimentos, alguns dados relacionados a medidas sigilosas, além de todo o itinerário desde que ele saiu do Pará”, enumerou o delegado, acrescentando que a OAB-PA chegou a disponibilizar, via e-mail, ações judiciais com denúncias feitas pelo advogado sobre a Prefeitura de Parauapebas, onde advogava.

Entenda do caso
O assassinato ocorreu por volta das 23h40 do dia 24 de janeiro na Rua 15 de Outubro, situada no bairro Redenção, Zona Centro-Oeste de Manaus. Testemunhas afirmaram que a vítima foi abordada por dois homens em uma motocicleta, enquanto andava em via pública. Um deles efetuou o disparo, que atingiu o abdômen de Jakson Silva. O advogado chegou a ser socorrido por populares e levado ao SPA Alvorada, mas não resistiu. Ainda segundo a polícia, não foram levados pertences da vítima. Com ele, foram encontrados R$ 1.900 em espécie, um notebook e um smartphone.

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O presidente da OAB-PA, Jarbas Vasconcelos, afirmou ao G1 que o nome de Jakson Silva estava numa lista de pessoas ameaçadas de morte. “Tudo nos leva a crer que esse foi mais um brutal assassinato ligado ao exercício profissional da advocacia e que trata-se, portanto, de uma gravíssima violação das prerrogativas”, afirmou Jarbas Vasconcelos. Jakson Silva investigava denúncias de improbidade administrativa na Prefeitura de Parauapebas. “Ele foi ameaçado gravemente por denúncias feitas em contratos de licitação na Prefeitura. Então, essa é uma linha que tem que ser investigada”, disse ao chegar a Manaus.

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Segundo a OAB, são inúmeros os registros de queixa dos profissionais por ameaças de morte, entre eles o de Jakson de Souza e Silva, registrado no dia 10 de janeiro de 2014, após receber um bilhete ameaçador enquanto estava em um restaurante.

Há um ano, durante reunião que aconteceu na sede do Ministério Público em Belém, o presidente da Ordem, Jarbas Vasconcelos, apresentou dados que demonstravam a existência de organização criminosa contra advogados e políticos. A reunião aconteceu após denúncias divulgadas nos meios de comunicação de Parauapebas que afirmavam a existência de suposta lista de “marcados para morrer” naquele município, dentre os quais estava o nome do advogado Jakson de Souza e Silva.

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Em ofício encaminhado ao Promotor de Justiça Coordenador do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado, Milton Menezes, a OAB explica que a ameaça foi denunciada por meio do “disque denúncia de Parauapebas” e por bilhete deixado em um restaurante no município.

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Do G1 AM

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