Pragahá -Família queima últimos móveis para tentar acabar com infestação de ácaros causados por pombos

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Praga causou danos à saúde dos moradores. Após repercussão do caso, empresa de limpeza se ofereceu para ajudá-los, em Goiânia.

O casal que luta para eliminar uma infestação de ácaros causados por pombos, em Goiânia, recebeu ajuda de uma empresa especializada em limpeza para tentar resolver o problema. Para isso, foi orientado a queimar os últimos móveis existentes na residência e assim acabar com qualquer risco de proliferação das pragas.

Moradores do Residencial João Paulo II, o aposentado Carlos Roberto Desidério, 74, e a dona de casa Catarina de Jesus Cavalcante, 56, contam que técnicos já fizeram nove intervenções no imóvel, mas o caso, considerado crítico, ainda não teve uma solução.

“Nós não podemos ficar com nada de madeira em casa, para não correr o risco de uma reinfestação. Esse guarda-roupa meu tem mais de 20 anos. Isso dói, tudo isso é como a Fênix renascer das cinzas”, lamentou Catarina, em entrevista à TV Anhanguera.

O problema na casa da família ocorre há mais de quatro meses. O casal já retirou parte do telhado e teve de se mudar de forma improvisada para casa da filha em busca de prevenção de problemas de saúde mais graves.

Catarina e Carlos afirmam que sofrem muito com o fato de não poderem morar na própria casa. “O que tem dado força para nós são as mãos amigas”, afirma a dona de casa.

A família mora na casa há mais de dois anos e ainda não se sabe quando vai retornar. Catarina contou ao G1, na tarde desta terça-feira (4), que não tem previsão de quando volta para casa.

Análise dos ácaros

No laboratório de Vigilância Municipal de Saúde de Goiânia foram feitas imagens dos ácaros que estão alojados na residência do casal. A partir disso, biólogos da Secretaria de Saúde de Goiânia (SMS) tentam identificar a espécie para encontrar a solução para essa infestação.

“Nós temos que caracterizar qual espécie para podermos entender quais são seus hábitos e, com isso, fazermos de uma forma técnica um melhor combate”, afirma superintendente de Vigilância em Saúde, Robson Azevedo.

Fonte: G1 Globo.
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