Prática de esportes radicais é a pedida do verão paraense

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Reportagem mostra como é a prática de wakeboard no Rio Maguari.

Os rios e as praias de água doce do Pará são cenários para a prática de esportes radicais durante o verão paraense. A repórter Larissa Noguchi embarcou em uma aventura e mostra como é a prática de wakeboard.

O ponto de partida é em um furo do Rio Maguari, em Belém. A paisagem é inspiradora: ribeirinhos e um rio quase sem fim.

A prancha usada no wakeboard é de acordo com peso e altura da pessoa, que é puxada por uma corda. Esse cabo tem de 15 a 20 metros e possui uma base pra se segurar bem firme

No barco, Larissa segue as orientações do instrutor, coloca o colete salva-vidas e é a primeira a entrar no rio. Nas duas primeiras tentativas ela não consegue levantar, conta que é preciso técnica!

“Na terceira, quando eu estava pegando o jeito, senti uma dor na coxa. Aí fica a dica: não vá além do limite do seu corpo”, afirma a repórter, que deixou para quem é craque mostrar o wakeboard.

Os praticantes do esporte capricharam nas manobras. A ideia é se equilibrar nas marolas da lancha.

Para o químico Fred Giusti foi fácil. Ele já surfa há anos e agora pegou carona no wakeboard pelos rios da Grande Belém.

Já Max fez manobras bem mais radicais. Passava de um lado pro outro e saltava nas marolas! Os movimentos têm a mesma pegada do skate e do surf.

A equipe do wakeboard encontrou na água o publicitário Noélio Sobrinho e praticantes do Stand Up Paddle. O esporte também vem do surf, só que com uma prancha bem maior que oferece mais estabilidade e um remo.

Os iniciantes começam de joelhos primeiro pra depois subir. Depois de ficar em pé, é só partir para as remadas e curtir a paisagem.

Quem nunca fez estes esportes radicais, mas tem vontade de aprender, é só colar no projeto Minha Praia que as pranchas estarão disponíveis você se desafiar! Além de outros esportes radicais nos balneários que o projeto vai percorrer.

Fonte: G1 PA.
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