‘Renúncia’ e ‘covardia’ não fazem parte do meu vocabulário, diz Cunha em SP

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Presidente da Câmara é recebido com festa pela Força Sindical e fala que ‘não há a menor possibilidade’ de não continuar à frente da Câmara após denúncias
Cunha em ato da Força Sindical que acontece na manhã desta sexta-feira em São Paulo – Agência O Globo / Agência O Globo

SÃO PAULO – Recebido com gritos de “Cunha guerreiro do povo brasileiro” num ato da Força Sindical em São Paulo na manhã desta sexta-feira, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), descartou qualquer possibilidade de renúncia, um dia depois de ter sido denunciado pela Procuradoria Geral da República por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

— Renúncia não faz parte do meu vocabulário e nunca fará. Assim como a covardia — disse Cunha: — Não há a menor possibilidade de eu não continuar à frente da Câmara dos Deputados.

O encontro com sindicalistas na capital paulista foi organizado pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força, aliado de primeira hora de Cunha. O evento acabou virando um ato de apoio ao peemedebista, que, durante discurso, lembrou que “esses processos são muito longos”, referindo-se ao trâmite da denúncia, caso seja aceita pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e que por isso, “nada alterará meu comportamento e a forma como estou atuando na Câmara”.

— Não vou abrir mão do direito que tenho (de ficar à frente da Casa) — afirmou Cunha, dizendo estar “absolutamente sereno” e chamando a denúncia de mera “ilação”.

GRITO USADO PARA PETISTAS CONDENADOS NO MENSALÃO

A reunião desta sexta-feira foi divulgada no início da tarde de quinta-feira, enquanto ainda se aguardava a apresentação da denúncia contra Cunha e o senador Fernando Collor de Melo (PTB-AL).

O encontro foi convocado oficialmente para debater projetos de interesse dos trabalhadores aprovados recentemente pela Câmara e que seguem para sanção da presidente Dilma Rousseff. Mas, na prática, o que prevaleceu foram palavras de incentivo e apoio a Cunha.

O deputado foi recebido na sede da Força Sindical por um grupo de sindicalistas aos gritos de “Cunha guerreiro do povo brasileiro” e “Cunha é meu amigo. Mexeu com ele, mexeu comigo”. O grito “guerreiro do povo brasileiro” é constantemente usado por simpatizantes dos petistas condenados no escândalo do mensalão para saudá-los, como foi feito com o ex-presidente do PT, José Genoino, e com o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, preso desde o início deste mês por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro nao âmbito da Operação Lava-Jato.

Eduardo Cunha chegou a pé à central sindical depois de uma pequena caminhada nas imediações da entidade. Gritos de “Fora Dilma” também foram entoados pelos sindicalistas.
O Globo por Silvia Amorim

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