Indígenas Kayapós põe fim a protesto e liberam trecho da BR-163, mas não encerram reivindicações

Acabou bloqueio  na rodovia BR 163 (Foto:Jornal Folha do Progresso) – Indígenas da etnia Kayapó desfizeram o acampamento as margens da rodovia BR 163, na tarde desta quarta-feira(26), após uma serie de audiência com órgãos governamentais, na tentativa de um acordo diante de suas reivindicações.

Os indígenas querem a retomada das ações do Ibama e da Polícia Federal para expulsar madeireiros e garimpeiros das terras indígenas. Além disso, também cobram estudos ambientais e uma consulta pública para a instalação da ferrovia que vai ligar o Pará ao estado do Mato Grosso, obra que impactaria diretamente essas comunidades. Os kayapós aguardavam em acampamento as margens da BR 163 a reunião desta quarta-feira(26), com FUNAI, com ameaças de retomar o bloqueio.

Audiência com Funai

A última audiência realizada na tarde desta quarta-feira (26), foi com FUNAI,” a Funai disse que por questões operacionais não poderia concluir o PBA antes de dezembro, Kayapós ouviram, que não tinha acordo e encerraram a reunião.

Conforme as lideranças indígenas divulgaram para imprensa na manhã desta quinta-feira (27), eles retornaram para as aldeias, onde aguardam decisão da justiça de Altamira sobre a Ação Civil Pública do MPF, que pede 30 dias para a renovação do PBA. Estamos voltando para as aldeias. Mas conseguimos avanços em todos os pontos das demandas relativas à saúde indígena”, com calma vamos estudar as próximas ações, argumentou.

Leia mais:Índios aguardam em acampamento – as margens da BR-163 – resultado de audiência com a Justiça Federal 

O cacique-geral, Beprontti Kayapó disse após a reunião: “A Funai sempre enrola, o governo sempre enrola. Se o governo quer acabar com o PBA, acabe, mas a nossa ONG, o Instituto Kabu vai continuar existindo”.  

Assista ao Vídeo- O cacique-geral  Bepronti Kayapó o tradutor é Doto Takak-Ire, Relações Públicas do Instituto Kabu.

https://youtu.be/RpZYKrFOt_0

Referente ao pagamento do emergencial de janeiro a junho deste ano, a Funai liberou na quarta-feira (19), fazia parte da reivindicações.

Bloqueio da Rodovia

Com pedaços de madeiras e pneus, a rodovia da BR-163 foi bloqueada pelos indígenas da etnia Kaiapó, no dia 17 de Agosto de 2020. No dia 18 de Agosto a Justiça Federal de Itaituba determinou que a Polícia Rodoviária Federal desbloqueasse a estrada que estava interditada um dia após o bloqueio. O boqueio aconteceu no córrego Disparada próximo ao aeroporto, distante 8.5 km da cidade de Novo Progresso. A multa em caso de descumprimento foi de R$ 10 mil por dia. Por conta do bloqueio, foi registrado um congestionamento de veículos de mais de 20 quilômetro. Policiais rodoviários acompanharam a manifestação e trabalharam para tentar desobstruir a rodovia. A Polícia Militar de Novo Progresso também esteve na área para evitar conflitos.

Assista ao Vídeo

https://youtu.be/vzx19xpL4vs

 

BR 163

Rodovia é principal corredor rodoviário para transporte de grãos entre Mato Grosso aos portos do Pará  , tem  situação irregular do licenciamento(PBA) que segundo os indígenas  permitiu um aumento do desmatamento na região, o que resultou em maior pressão sobre os recursos naturais das Terras Indígenas e ameaçou comprometer de forma permanente a integridade física e cultural das comunidades indígenas, e  pode impactar diretamente exportações que precisam  de sustentabilidade.

NOTA À IMPRENSA 

Kayapó Mekragnotire desocupam BR-163 para esperar por ação que transformou União, Funai, DNIT e Ibama em réus 

Protesto durou 10 dias e trouxe à luz a falta de conhecimento técnico da atual direção da Funai

Novo Progresso, 27/08/2020 – A Funai mais uma vez fracassou em oferecer uma proposta para acelerar a renovação do Plano Básico Ambiental (PBA), expirado desde dezembro e que deveria ter sido negociado e discutido em 2019.

A Funai insistiu em arrastar a conclusão até dezembro de 2020 por razões “operacionais”, como colocou o diretor de Promoção e Desenvolvimento Sustentável, João Pinto Rosa, em reunião virtual com as lideranças na última quarta-feira (27). Rosa é o mesmo que questionou a presença de um consultor do Kabu na reunião anterior (24/08) afirmando: “Você nem devia estar aqui”, antes de demonstrar que não conhecia o processo, nem a contraproposta Kayapó de reduzir o prazo de renovação do PBA para 30 dias, admitindo ainda que desconhecia a data da reunião de conciliação na Justiça Federal, ocorrida naquele mesmo dia.

Sem a apresentação de uma nova proposta por parte da Funai, os indígenas encerraram a reunião e voltaram para as aldeias à espera da decisão da juíza federal Maria Carolina Valente do Carmo, na Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal de Altamira, município onde se encontram a maior parte das duas Terras Indígenas.

A situação dos indígenas e da licença que permite o funcionamento da BR-163 (Cuiabá-Santarém) estão agora nas mãos da juíza, que irá decidir se União, DNIT, Funai e Ibama descumpriram as obrigações que condicionam a outorga da licença ambiental para a rodovia, entre elas o financiamento e implementação do PBA, que reduz os impactos da rodovia sobre os Kayapó.   

Os atrasos nos repasses paralisaram cinco dos seis sub-programas de mitigação de impactos. Hoje, os Kayapó estão apenas implementando o monitoramento das Terras Indígenas Baú e Menkragnoti,  ameaçadas por invasões de garimpeiros, madeireiros,  pescadores e caçadores ilegais, além de fazendeiros que ameaçam avançar dentro dos territórios.

Os projetos implementados pela associação indígena Instituto Kabu garantem ainda alternativa de renda, educação ambiental, descarte de resíduos sólidos e segurança alimentar, além da proteção do território.

A liberação dos repasses referentes ao primeiro semestre de 2020 dentro de um PBA emergencial para que houvesse tempo de elaborar e avaliar o Plano do novo ciclo 2020-2024, só foram liberados na semana passada, três dias depois do início dos protestos dos indígenas, que bloquearam a BR-163 no dia 17 de agosto.

Sem acordo, desde 01 de julho não há plano de trabalho dentro do PBA a ser implementado e oficialmente o Instituto Kabu não tem verbas do PBA a receber.  

O PBA 2020-2024 está desde março sendo avaliado pela Funai e foi elaborado pelos indígenas com apoio de técnicos, com base na experiência de 10 anos do Instituto Kabu de implementar as ações de redução dos impactos. As avaliações realizadas até agora ignoraram pareceres técnicos de antropólogos e os resultados alcançados: 0,01% de desmatamento acumulado na Ti Baú e 0,02% na TI Menkragnoti, contra 15,8% num raio de 100km no entorno das duas Terras Indígenas. Os impactos têm sido bem maiores do que os previstos quando o licenciamento foi concedido.

Os questionamentos do DNIT e da Funai em relação aos custos não levam em conta o tamanho da tarefa de manter a vigilância e conter o assédio de madeireiros e garimpeiros sobre os indígenas no atual cenário. Altamira é o município amazônico com o maior número de focos de queimadas este ano e Novo Progresso está em terceiro lugar, de acordo com dados do Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Na ação, procuradores federais do Pará questionam o papel assumido pela atual direção da Funai de substituir o empreendedor (DNIT) na discussão do PBA, quando deveria analisá-lo do ponto de vista da redução dos impactos.

O cacique-geral, Beprontti Kayapó disse após a reunião: “A Funai sempre enrola, o governo sempre enrola. Se o governo quer acabar com o PBA, acabe, mas a nossa ONG, o Instituto Kabu vai continuar existindo”.  

Sobre o Kabu:  

Criado pelos indígenas e administrado por eles com apoio de uma pequena equipe de profissionais, o Instituto Kabu vem implementando o Plano Básico Ambiental (PBA), uma das condicionantes para a concessão do licenciamento ambiental da BR-163, que prevê a redução de impactos causados aos territórios indígenas para permitir o asfaltamento. Toda a sua direção é indígena e o Instituto emprega um pequeno grupo de profissionais não-indígenas que ajudam na interlocução com o governo e outros órgãos. As decisões das comunidades Kayapó que integram o Instituto Kabu são tomadas entre os indígenas, sem a participação de não-indígenas, por consenso.

Sobre os Kayapó Mekragnotire: www.kabu.org.br 

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Carreta tomba na BR163 e motorista fica preso nas ferragens em Trairão

O grave acidente aconteceu por volta das 23hrs desta terça-feira 20 de agosto de 2019 na BR 163 no município de Trairão na curva conhecida como curva da 18.

De acordo com informações, o motorista perdeu o controle da carreta e veio a tombar na BR 163. O homem ainda não identificado ficou preso nas ferragens todo ensanguentado.

Depois de alguns minutos o mesmo, foi retirado das ferragens com apoio da Polícia Militar, Grupo de Seguranca privada GSET, enfermeiros do município e a população que mora às proximidades.

Após os atendimentos pré-hospitalares, o mesmo foi conduzido para o hospital de Trairão para avaliação médica e permanece aos cuidados da equipe médica.

Há qualquer momento matéria será atualizada!!!

Fonte: Plantão 24horas News com informações do Grupo de Segurança GSET.

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Ministério do Meio Ambiente cria GT para cuidar da legalização da garimpagem na Amazônia Brasileira

Dirceu Frederico: “Repressão só fomenta a ilegalidade”(Foto:Reprodução)

A informação é do presidente nacional da Anoro (Associação Nacional do Ouro), Dirceu Frederico, que esteve em audiência com o presidente da República em exercício, General Mourão, que acionou o Ministério do Meio Ambiente para cuidar do impasse em torno da atividade garimpeira na Amazônia Brasileira. Dirceu comemora a criação de um Grupo de Trabalho (GT), do MMA, que foi criado especialmente para cuidar dessa questão. Dirceu diz que essa providência foi em atendimento à demanda oferecida pela Anoro, que destacou as sucessivas operações de repressão à atividade garimpeira, com agressões, queima de equipamentos e destruição de patrimônio, o que tem gerado grande desconforto na classe. “Não queremos ilegalidade; queremos trabalhar com liberdade. O governo federal sempre se manteve ausente, só aparecendo em operações repressivas. Precisamos de uma força-tarefa que reúna os ministérios para um amplo trabalho de educação e orientação. Só assim chegaremos à legalidade”, resume Dirceu.

Por:Mauro Torres
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Parados em Rodovia – Motoristas fazem fila para almoçar

Motoristas de caminhões que estão impossibilitados de trafegar na rodovia BR-163 fazem fila para almoçar no distrito de caracol.

Conforme informação, a comunidade comovida com a situação dos motoristas, muitos sem dinheiro, fizeram uma parceira e improvisaram almoço para servir aos motoristas que estão parados a dias  devido interrupção da rodovia em trecho sem pavimentação por conta das chuvas. O local foi improvisado em um posto de combustível no distrito de Caracol.

Leia Também:Caos na BR-163 – Chuvas no PA deixam trechos de rodovia interrompido- Caminhões estão parados na rodovia

*Br-163-Motoristas pedem Socorro! – estão parados há 5 dias em atoleiros de rodovia no Pará

Produtores rurais moradores  da comunidade  doaram bovinos e outros produtos para oferecer aos motoristas. Uma cabeça de bovino esta sendo abatida todo dia para completar a alimentação, informou.

A estimativa que 900 veículos e motoristas estão na comunidade, e outros 5 mil espalhados  pela rodovia sem poder trafegar. A fila ultrapassa os 40 quilômetros de um lado para outro do ponto onde tem a interrupção (atoleiro) na rodovia.

Os motoristas reclamam o descaso do governo,estadual e federal, em outros casos o exercito já estaria no local ajudando, lamenta os motoristas.

Atoleiro Br -163 2017
Atoleiro Br -163 2017

Da Redação Jornal Folha do Progresso

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Atoleiros e buracos triplicam tempo de viagem pela BR-163 e 230 entre Novo Progresso, Altamira e Santarém

Atoleiros e filas de caminhões são cenas ser comuns na BR-163 (Cuiabá/Santarém) e 230 (Transamazônica) no trecho sem pavimentação entre  novo Progresso, Altamira  e Santarém.

IMG-20170118-WA0006Uma imagem da rodovia desta semana, postada por motoristas mostra  atoleiro entre Novo Progresso ,Altamira e Santarém, um dos trechos mais críticos da rodovia.(Foto:Juliano Simionato)

A foto mostra uma estrada sem nenhuma condição de tráfego. Veículos parados, outros atolados. “Voltamos a viver como no passado com atoleiros, filas imensas de caminhões e muitos transtornos para quem precisa viajar”, diz o motorista, que critica “muita falácia e pouca ação em relação à situação das nossas tão “debatida” rodovias”.

No trecho de 780 quilômetros de Novo Progresso/Santarém, segundo o motorista, uma viagem de caminhão dura cerca de 72 horas por causa das péssimas condições da estrada. Antes se fazia no dia,mas os caminhões atravessam na rodovia e ninguém passa,lamentou.IMG-20170205-WA0094

O artista Turulipa Filho do Deputado Federal Tiririca , viveu os momentos difíceis ao trafegar nas duas rodovias (Cuiabá/Santarém e  Transâmazonica) neste final de semana para chegar até Altamira, ele postou a indignação no Facebook.

Leia também:Humorista critica Governo após carro atolar no Oeste do Pará

O G1 MT DIVULGOU QUE MOTORISTAS ENFRENTAM PÉSSIMAS CONDIÇÕES NA BR-163: A Rodovia Santarém-Cuiabá tem cerca de mil quilômetros no Estado. Um dos trechos mais críticos fica na região Oeste do Pará. Motoristas que trafegam pela rodovia BR-163, conhecida como Santarém-Cuiabá, enfrentam transtornos provocados pelas péssimas condições da estrada nas regiões Oeste e Sudoeste do Pará. A rodovia é uma importante rota para as exportações do agronegócio e a estimativa é de que 150 mil caminhões cruzem a BR-163 transportando 6 milhões de toneladas de grãos no ano de 2015.

br 163 divulgação
br 163 divulgação

“Coisa feia tem lá para frente. Vamos ver até onde dá para ir. Toda semana é essa aventura, enfrentar essa estrada aqui”, conta o caminhoneiro Aderaldo Gomes. Produtores do estado Mato Grosso dependem da estrada para fazer com que a soja e o milho cheguem aos portos das regiões Sudoeste e Oeste do Pará, possibilitando sua exportação para a Ásia e para a Europa.

A rodovia tem cerca de mil quilômetros no Pará e um dos trechos mais críticos fica entre os municípios de Novo Progresso e Itaituba, na região Oeste do Estado. Nos cerca de 240 quilômetros de estrada de terra, a sinalização é precária e vários atoleiros se formam no período de chuvas. “Choveu? Espera, não adianta querer forçar a barra, que não vai”, diz a caminhoneira Marlene Becker.

O Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit) informou que mais de R$ 300 milhões estão previstos para obras de asfaltamento da rodovia, mas o serviço que tinha conclusão prevista para o final de 2015 deve demorar mais tempo, devido ao cancelamento de dois contratos relacionados às obras.

Da Redação Jornal Folha do Progresso com Globo G1

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Manifestantes reabrem rodovia BR-163 após negociação em Brasilia

A BR-163 no Município de Novo Progresso, no Sudoeste do Pará foi desbloqueada, o Jornal Folha do Progresso esteve no local no momento do desbloqueio.MANIFESTO11

A Policia Rodoviária Federal (PRF) esteve presente no momento da abertura da rodovia.

A rodovia tinha sido bloqueada na manhã de quarta-feira (01) durante um protesto que cobrava alterações na MP 756/2016.

Conforme o movimento, a rodovia foi liberada na tarde desta sexta-feira. Segundo a fonte, as entidades entenderam que houve respaldo positivo das autoridades políticas como a do ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP) e do deputado Federal Nilson Leitão (PSDB), que se comprometeram em ajudar na revogação da Medida Provisória 756/2016 que alterou limites das unidades de conservação e acabou pegando áreas produtivas da região. Eles apontam que este fato vai acarretar em perdas econômicas para o município. Os manifestantes deixaram o acampamento montado no local e podem voltar a bloquear a rodovia caso não sejam atendidos, a previsão é até o dia 14 de fevereiro.

Conforme divulgou o site Só Noticias daquele estado(MT), a MP-756 foi editada para a viabilizar a construção da ferrovia “Ferrogrão”, que ligará a cidade de Sinop no estado do Mato Grosso até Miritituba no Pará. A previsão do governo é lançar tanto o edital quanto o leilão no 2º semestre deste ano. Com investimentos estimados em R$ 10 bilhões, o governo federal poderá conceder a Ferrogrão por até 60 anos como forma de atrair empresas interessadas.

Por Redação Jornal Folha do Progressofaixa manifesto

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Pecuaristas vão liberar rodovia em Novo Progresso às 16h

(Foto rodovia BR-163 -local do bloqueio em Novo Progresso)-Os pecuaristas que lideram um movimento em prol de alterações em uma medida provisória que criou uma nova área de preservação ambiental em Novo Progresso divulgou que vão liberar a rodovia. A liberação será  nesta sexta-feira (03), segundo eles  houve avanços em Brasília e a rodovia será liberada às 16 horas e será  mantido o acampamento.

Inicialmente ficou definido que a liberação será somente para veículos pequenos, ai os motoristas de caminhão fecharam a rodovia para impedir passagem deles, na tarde desta quinta-feira (02) a pressão dos motoristas  de caminhões foi forte e a rodovia foi liberada por duas horas, hoje o anuncio foi que vão liberar geral. O protesto começou na quarta-feira (01) e houve algumas horas de liberação. Com o congestionamento atinge 15  quilômetros na rodovia , há PRF informou ao Jornal  Folha do Progresso  que está se deslocando para no município.

Leia Também:MP-756 divide opiniões em Novo Progresso, confira!

*Manifestantes fecham rodovia em protesto contra MP 756 em Novo Progresso

As entidades cobram a alteração da Medida Provisória 756/2016 que alterou limites de unidades de conservação e, para isso, acabou pegando áreas produtivas da região. Os manifestantes apontam que este fato vai acarretar em perdas econômicas para o município. A rodovia será liberada nesta tarde as 16h00mn, mas será mantido o acampamento no local, informou a comissão do movimento.

Da Redação Jornal Folha do Progresso

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Entidades confirmam bloqueio da BR-163 em Novo Progresso

Entidades devem bloquear BR-163 em Novo Progresso – exigem alteração da MP 756 que modificou  área da Flona Jamanxim, Parque do Rio Novo e Criou  nova APA e extinguiu área produtiva (branca) as margens do rio jamanxim. A rodovia será bloqueada na próxima quarta-feira 01 de fevereiro.

Faixa as margens da rodovia justifica o manifesto.
Faixa as margens da rodovia justifica o protesto.

Segundo a justificativa do Governo Federal a MP (Medida Provisória), vem ao encontro para   construir ferrovia entre o estado do Mato Grosso e o Estado do Pará. Na ultima quinta-feira (26) o comercio fechou (foto) em apoio ao movimento que reuniu milhares de pessoas em um ato publico no centro da cidade.

Leia Também:Produtores de grãos do Mato Grosso querem que o governo estude a construção de uma ferrovia de 1.100 km entre Lucas do Rio Verde (MT) e Itaituba (PA) para levar a produção agrícola da região para a exportação.

Representantes da Sociedade Civil Organizada envolvendo sindicatos dos produtores rurais, garimpeiros,madeireiros, associação comercial, Ordem dos Advogados do Brasil, membros de igrejas, clubes de serviços, conselho de pastores de Novo Progresso, decidiram bloquear a passagem de veículos na rodovia federal, na próxima quarta-feira (1º de fevereiro) pela manhã. A rodovia será fechada na saída da cidade sentido Novo Progresso/Santarém e sentido Novo Progresso/Cuoaba. O movimento tem o apoio da Prefeitura e Câmara de vereadores.

Uma equipe de lideranças local está em Brasília onde preparam emendas para serem apresentadas na comissão do Congresso Nacional onde tramita MP 756/2016.

O movimento sustenta que a manutenção da MP 756/2016 alteração prejudicará a economia local, já que o projeto visa apenas atender a construção da ferrovia.

A MP 756/2016  foi assinada pelo presidente Michel Temer, no dia 20 de dezembro. “Devido a passagem da Ferrovia foi ‘barganhada’ uma área do parque por uma área produtiva do município. Devido a isso, haverá falência do principal setor que movimenta o comércio. Ficarão apenas 3,9% das áreas do município para produção agrícola. Ou seja, mais de 230 mil hectares de terras produtivas vão virar Área de Preservação Ambiental e não existe nenhum projeto para beneficiar os produtores, agricultores e a cidade”.

As entidades cobram “ALTERAÇÃO” da medida provisória que MODIFICOU os limites de três Unidades de Conservação (UCs), ( FLONA, APA, PARNA) e criou uma nova  (APA) para viabilizar o traçado e construção da ferrovia.

Faixa as margens da rodovia justifica o manifesto.
Faixa as margens da rodovia justifica o protesto.

Da Redação Jornal Folha do Progresso

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Semi reboque de carreta pega fogo na Rodovia BR-163

(Fotos WhatsApp-) Ocorrência foi registrada por volta das 21h desta terça-feira (24). O Veículo estava carregado, o fogo foi no semi-reboque (Cavalo) e também não houve vítimas.

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Um caminhão pegou fogo na noite desta terça-feira (24), nas proximidades da comunidade Bandeirantes distante 15 quilômetros da cidade de Novo Progresso. Conforme a informação, o incêndio teve início por volta das 21:00 horas e o motorista estacionou o veiculo e soltou a carreta que ficou estacionado no acostamento da Rodovia BR-163.

Ainda de acordo com a fonte de informação, o caminhão Mercedes-Benz, do modelo 1935, com semi reboque, estava trafegando normalmente pela rodovia, quando o motorista percebeu o fogo na cabine encostou o veiculo no estacionamento  e o mesmo foi consumido pelo fogo.

Ninguém se feriu. O nome do motorista e o proprietário do veiculo não foi identificado pela nossa reportagem.

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Por Redação Jornal Folha do Progresso (Fotos WhatsApp)

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O clima tenso – Neri Prazeres acusado de articular morte de sindicalista em Novo Progresso

Em vídeo Alenquer disse estar marcado para morrer, mandantes é de Novo Progresso.

De acordo com o sindicalista, Neri Prazeres (foto) é o líder do movimento que planeja matá-lo, em seguida acusa o Presidente do Sindicato do Produtores Rurais Agamenon Menezes e o Presidente do Sintraff Sr. Dico de serem grileiros e também querem sua cabeça.

Em Um vídeo postado no YouTube o representante dos sem terras que liderou uma invasão em uma propriedade as margens da rodovia BR- 163, disse estar ameaçado de morte pelo Empresário de Novo Progresso e ex-prefeito Neri Prazeres.

Alenquer se intitular líder dos sem terras da rodovia BR-163, ele acusa o Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Novo Progresso Agamenon Menezes de ter participado da morte de outro sindicalista (Brasília) em 2002 no distrito de Castelo de sonhos.

De acordo com Alenquer, foi registrado uma denuncia junto ao MPF, PF e ouvidoria agrária em Brasília. O sindicalista cita o nome do Procurador da República Felicio Pontes e afirma que todos os envolvidos serão presos.

Outro Lado

O Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Novo Progresso, “Agamenon Menezes” , disse que as acusações não procedem e que  o vídeo já está nas mãos do advogado para as devidas providências. Ele grila terra e vende depois se faz de vitimas, relatou!

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*Conflito Agrário-Verdadeiro dono aparece e desarticula grande esquema de invasão e venda de terras

“Neri Prazeres”  divulgou nota dizendo este camarada chamado de Alenquer é uma figura conhecida na região por grilagem e terras, grila e vende, em Novo Progresso, criou uma associação envolvendo e extorquindo pessoas humildes , cobra R$ 100 a R$ 150 reais por cada sócio. Depois mais mensalidade e já possui mais de mil associados, basta fazer a conta quanto recebe por mês?  O sindicalista me procurou para dar apoio político, como eu não concordo com bandidagem, nunca dei e jamais darei apoio a este tipo de gente, então resolveu me atacar e me caluniar, mas como sempre fiz tudo dentro da lei, ele vai responder pelas calunias e difamação, diz a nota.

O Presidente do Sintraf o seu “Dico” , disse que tem história de dignidade frente seu trabalho no município e região, quanto a pessoa que divulgou o vídeo acredita ser desequilibrado e prefere não responder, pois acredita estar sendo perseguido com leviandade por este sujeito, disse.

ASSISTA O VÍDEO

https://youtu.be/qt4k79ynoME

Por Redação Jornal Folha do Progresso Vídeo Youtube
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