Mulheres com esquema de prostituição são presas

(Foto:Ascom Polícia Civil)- Proprietárias de bar que ganhavam dinheiro com prostituição alheia são presas em Vitória do Xingu
Estabelecimento fica localizado próximo a usina de Belo Monte
Duas mulheres foram presas na última terça-feira (03), em Vitória do Xingu, pela prátia de Rufianismo (modalidade que objetiva o lucro através da exploração de prostituição alheia). A Polícia Civil afirma que recebeu denúncias que levaram até as acusadas, identificadas como Maria Aparecida Alves dos Santos e Maria Idalina Modesto de Paiva, proprietárias do local.

O estabelecimento, tipo bar, está situado às margens da BR-230, próximo a usina de Belo Monte. Quando a polícia chegou ao local, confirmou a prática do crime e prendeu as proprietárias, que foram conduzidas à delegacia do município e autuadas em flagrante.
Bar fica nas proximidades da Usina de Belo Monte Bar fica nas proximidades da Usina de Belo Monte (Ascom Polícia Civil)

Uma das mulheres que fazia serviço no bar confirmou que parte do valor recebido era repassado às proprietárias.

O local foi fechado pela polícia e as acusadas estão à disposição da justiçarufianismo

Fonte:Redação Integrada
05.12.19 11h47
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/cresce-numero-de-vagas-para-estagiarios-e-aprendizes-em-2019/

 




Aneel autoriza operação da última turbina da usina hidrelétrica de Belo Monte, no PA

Usina Hidrelétrica Belo Monte fica localizada no rio Xingu, no Pará — Foto: Norte Energia

A energia deve atender cerca de 60 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Aneel.
Foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica, nesta terça (19), a entrada em operação comercial da 18ª e última turbina da usina hidrelétrica de Belo Monte, localizada no rio Xingu, no Pará.

A partir de agora, a usina passa a ter capacidade instalada de 11.233,1 Megawatts e quantidade média de geração de energia de 4.571 Megawatts, se mantendo como a maior usina 100% brasileira em operação no país.

De acordo com a Aneel, o contrato de Belo Monte, arrematada em leilão pelo consórcio Norte Energia em 2010, é de 35 anos de funcionamento, com início em agosto de 2010.

Segundo o diretor da agência, André Pepitone, a energia deve atender cerca de 60 milhões de pessoas no Brasil. “Belo Monte vai gerar energia para atender 18 milhões de residências, o que equivale à população da Itália”, disse.

Os estudos de viabilidade para a implantação da usina começaram em 1975. A área alagada do empreendimento é de 478 km².

Os reservatórios da usina ficam localizados entre os municípios de Altamira, Brasil Novo e Vitória do Xingu. Já a área de abrangência da usina ainda abrange outros dois municípios: Anapu e Senador José Porfírio.

Por G1 PA — Belém
19/11/2019 22h59

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/estao-abertas-as-inscricoes-para-alunos-de-baixa-renda-participarem-de-programa-de-estudos-nos-eua/

 




Índios bloqueiam entrada para o Sítio Pimental em Belo Monte.

Um grupo formado por 30 indígenas de várias entnias bloqueia o quilômetro 27 da rodovia BR-230, na entrada para o Sítio Pimental, no município de Altamira, sudoeste paraense, na manhã desta terça-feira (28). Eles protestam contra os impactos que a obra da hidrelétrica de Belo Monte causou no rio Xingu.

Com arcos e flechas nas mãos, eles impedem a entrada de carros e ônibus na Usina de Belo Monte. O grupo também mantém os veículos presos no local, o que está causando um grande congestionamento na rodovia.

Foto: Polícia Rodoviária Federal
Foto: Polícia Rodoviária Federal

Os indígenas pedem a presença de um representante da Norte Energia e outro da Funai (Fundação Nacional do Índio) para ouvir as reivindicações.

Em nota, a Norte Energia informou que todas as obras e ações do Projeto Básico Ambiental do Componente Indígena (PBA-CI) estão em dia e que a maioria já está concluída ou em fase de conclusão. ‘A Norte Energia desconhece as motivações do protesto e também novas demandas, que considera inoportunas e intempestivas’, finaliza.

Foto: Polícia Rodoviária Federal
Foto: Polícia Rodoviária Federal

O ORM News tenta contato com a Funai.  
Por ORMNEWS
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Regional: Norte Energia é condenada a pagar R$ 18 milhões por atrasos em obras de saneamento

Empresa foi condenada pelo descumprimento de obrigações das licenças iniciais

A Justiça Federal condenou a empresa responsável pela hidrelétrica de Belo Monte, a Norte Energia, ao pagamento de R$ 18 milhões pelo descumprimento do cronograma de obras de saneamento básico estabelecido no licenciamento ambiental.
Nas licenças ambientais, assim como nas propagandas da Norte Energia e do governo federal, a promessa era de que Altamira, no Pará, teria 100% de saneamento antes da usina ficar pronta. Até hoje, com a hidrelétrica já pronta e em operação, o município continua sem sistemas de esgoto e de água potável.
Segundo a sentença, a empresa terá que concluir todas as obras de reformas e adequações de esgotamento sanitário, abastecimento de água, aterramento sanitário, remediação do lixão e drenagem urbana nos municípios de Altamira, Vitória do Xingu e Anapu.
A sentença, do juiz federal Arthur Pinheiro Chaves, da 9ª Vara Federal em Belém, especializada no julgamento de ações de natureza ambiental, foi divulgada nesta quinta-feira, 9 de junho.
Dos R$ 18 milhões que a Norte Energia foi obrigada a pagar, R$ 15 milhões são por danos morais causados às populações desses municípios. Os demais R$ 3 milhões são referentes ao descumprimento parcial de decisão liminar (urgente) que determinava medidas de proteção das populações diretamente atingidas.
Da sentença cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Colapso sanitário – Apesar de terem sido definidas como obrigatórias ainda em 2010 e de o início da maioria delas ter sido marcado para 2011, em 2016 as obras continuam em atraso.
Por isso, além de ter ajuizado em 2013 a ação que levou à sentença publicada nesta quinta-feira, referente ao descumprimento das obrigações impostas nas duas primeiras licenças concedidas para a obra (licença prévia e licença de instalação), o Ministério Público Federal (MPF) ajuizou em março deste ano ação contra o desrespeito a cláusula da terceira e última licença (licença de operação) que também exigia a execução das obras de saneamento.
Para o MPF, há risco de colapso sanitário em Altamira. A ação pede à Justiça a paralisação emergencial do barramento do rio Xingu devido ao agravamento da poluição do rio e do lençol freático de Altamira com esgoto doméstico, hospitalar e comercial.
Na licença de operação, emitida em novembro de 2015, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deu prazo até setembro de 2016 para que o saneamento de Altamira esteja concluído. Para o MPF, o novo prazo do Ibama é fictício.
“Para concluir as obras do saneamento, a Norte Energia deverá implementar o fornecimento de água encanada e rede de esgotamento sanitário em mais de 24.250 domicílios altamirenses, até setembro de 2016, fazendo no curto prazo de seis meses o que não fez, em um domicílio, no prazo de seis anos”, diz a ação judicial.
O caso aguarda decisão judicial.
Fonte: RG 15/O Impacto e  Assessoria de Comunicação da Justiça Federal no Pará

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Dona de Belo Monte é condenada a pagar R$ 15 milhões por danos morais

A empresa Norte Energia, responsável pela obra da usina de Belo Monte, foi condenada nesta quarta-feira (8) a pagar R$ 15 milhões por danos morais causados pela construção da hidrelétrica aos moradores dos municípios de Altamira, Vitória do Xingu (incluindo Belo Monte ) e Anapu.

A sentença proferida pela Justiça Federal do Pará atende a uma ação movida pelo Ministério Público Federal, em 2013. O MPF entende que a Norte Energia não cumpriu exigências da licença ambiental expedida pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Na sentença, o juiz federal da 9ª Vara Arthur Pinheiro Chaves afirma que “o atraso considerável em parte das ações [estabelecidas na licença] provocou prejuízos suportados pela população local, a qual se viu privada de acesso a sistema de esgotamento sanitário, abastecimento de água e correta destinação de lixo.”

A companhia também deverá pagar R$ 3 milhões por ter descumprido parcialmente uma liminar anterior —que determinava medidas de proteção às populações diretamente atingidas— e concluir todas as obras de reformas e adequações de saneamento básico, estabelecidas na licença do Ibama.

A Norte Energia ainda pode recorrer da decisão. Procurada, a companhia afirmou que ainda não foi notificada da sentença.

Sobre o valor imposto na condenação, o juiz federal cita o custo estimado da obra em R$ 26 bilhões e o valor de R$ 552 milhões “com vistas ao cumprimento de condicionantes em saúde e saneamento”, como “situações que denotam a expressiva capacidade econômica da ré”.

ANTECEDENTES

Belo Monte começou a operar com 5% de sua capacidade em abril, seis anos após a licitação arrematada pela Norte Energia.

O leilão da hidrelétrica, em 2010, foi paralisado diversas vezes por ações judiciais, e após isso a construção da usina também enfrentou entraves na Justiça e junto a ribeirinhos e povos indígenas.

O cronograma original apontava o início da geração para o começo de 2015, mas paralizações causaram o atraso da operação comercial.

Quando concluída, a usina deve ser a terceira maior do mundo, com capacidade de 11,2 mil megawatts, o que está previsto para 2019.

Orçada em R$ 25,8 bilhões, a usina começou a ser estudada em 1975, sempre em meio a disputas com povos indígenas da região.
Belo Monte

Folha de São Paulo

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Vitória do Xingu lidera arrecadação de impostos gerados por Belo Monte

Vitória do Xingu, no Pará, lidera a arrecadação de tributos gerados pela construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Localizada na Área de Influencia Direta do empreendimento, a cidade já recebeu R$ 438,8 milhões de impostos sobre serviços desde o início da obra, em 2011, até abril deste ano. Somados às obrigações fiscais, a Norte Energia também investiu em desenvolvimento e a transformação socioambiental do município com obras e ações do Projeto Básico Ambiental (PBA) da obra.

Com o PBA de Belo Monte, Vitória do Xingu recebeu um moderno Sistema de Abastecimento de Água; Sistema de Esgotamento Sanitário; drenagem e pavimentação e um aterro sanitário com capacidade para armazenar 118.701 m³ de resíduos sólidos e vida útil de cerca de 20 anos. Na área de saúde, foram construídas e equipadas 6 Unidades Básicas de Saúde  e em breve os moradores ganharão um novo hospital de média complexidade com 34 leitos. Em educação, foram construídas e reformadas 19 escolas de ensino fundamental e médio, ampliando o número de vagas na região.

Além das ações do Projeto, a Norte Energia contribuiu para a segurança pública no município por meio de convênio com o governo do Estado. A Vitória do Xingu foram entregues veículos para a polícia Civil e Militar e o prédio da Unidade Integrada Pro Paz (UIPP), espaço que integra no mesmo local uma série de serviços de segurança, cidadania e mediação de conflitos. Os investimentos seguem ainda com a construção do maior Complexo Penitenciário do Estado, que está com 80% das obras civis concluídas, e vai criar 612 novas vagas para o sistema carcerário na região.

PENITENCIARIA DE VITÓRIA DO XINGU - OSVALDO DE LIMA - NORTE ENERGIA
PENITENCIARIA DE VITÓRIA DO XINGU – OSVALDO DE LIMA – NORTE ENERGIA

Os investimentos da Norte Energia também beneficiam o empreendedorismo e a atividade pesqueira de Vitória do Xingu com a construção da sede da Colônia de Pescadores e da implantação de cursos de capacitação e qualificação para os moradores do município. Para os cinco municípios da Área de Influência Direta de Belo Monte, a empresa já investiu mais de R$ 4,2 bilhões em ações e serviços.

Do total de impostos recolhidos pela Norte energia, mais de R$ 149 milhões foram em impostos estaduais. O governo do Pará recebeu exatos R$ 148.633.170,22 só de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). O restante foi para o Distrito Federal. A União recebeu R$ 172,1 milhões, em várias contribuições e tributos como Imposto de Renda, PIS, COFINS, etc..

Por Assessoria de Comunicação da Norte Energia S.A
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Dilma inaugura usina hidrelétrica de Belo Monte

Dilma Rousseff e comitiva durante inauguração da Usina de Belo Monte
Dilma Rousseff e comitiva durante inauguração da Usina de Belo Monte

A presidenta Dilma Rousseff inaugurou, nesta quinta-feira (5), a usina hidrelétrica de Belo Monte, localizada no município de Altamira, sudoeste do Pará. Construída no rio Xingu, a usina é a maior hidrelétrica 100% nacional e a terceira maior do mundo. Com capacidade instalada de 11.233,1 megawatts (MW). Isso significa carga suficiente para atender 60 milhões de pessoas em 17 Estados, o que representa cerca de 40% do consumo residencial de todo o País.

Duas turbinas já começaram a gerar energia comercialmente desde abril, uma na Casa de Força Principal, no Sítio Belo Monte, e a outra, na Casa de Força Complementar, no Sítio Pimental. Juntas, adicionam 649,9 MW ao Sistema Interligado Nacional (SIN), operação também autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A usina de Belo Monte foi leiloada, em 2010, por R$ 25,8 bilhões para a empresa Norte Energia S.A., responsável pela construção e operação da hidrelétrica. Segundo informações da empresa, as obras civis do empreendimento estão praticamente concluídas e a previsão é que a cada dois meses, em média, seja ativada uma nova turbina até o pleno funcionamento da hidrelétrica, em 2019.

A construção de Belo Monte atende aos interesses do governo brasileiro de produzir energia limpa, renovável e sustentável para assegurar o desenvolvimento econômico e social do País. Os primeiros estudos começaram na década de 1970 e, desde então, o projeto original sofreu várias modificações para que fossem reduzidos os impactos ambientais da usina.

Através da interligação dos reservatórios por um canal, o chamado modelo de usina a fio d’água permitiu que Belo Monte ocupasse uma área 60% menor do que a prevista no projeto original. A mudança garantiu que nenhuma aldeia indígena próxima ao empreendimento fosse inundada e a hidrologia do rio Xingu, preservada. A piracema também não comprometida, graças a colocação de escadas de peixes que preservam o equilíbrio da fauna aquática do Rio Xingu.

Usina terá carga suficiente para atender 60 milhões de pessoas em 17 Estados, 40 % do consumo residencial de todo o País
Usina terá carga suficiente para atender 60 milhões de pessoas em 17 Estados, 40 % do consumo residencial de todo o País

Usina terá carga suficiente para atender 60 milhões de pessoas em 17 Estados, 40 % do consumo residencial de todo o País

Responsabilidade socioambiental

Cerca de 14% do total do orçamento de Belo Monte, cerca de R$ 4 bilhões, foram investidos em melhorias em 12 municípios da área de influência da usina. Entre essas ações, estão a instalação da rede de saneamento básico de Altamira, construção de escolas e unidades de saúde, melhora da qualidade da água e dos igarapés da cidade e na transferência de mais de 30 mil pessoas dessas áreas de risco para cinco novos bairros construídos pela Norte Energia.

Para preservar a floresta às margens do Rio Xingu, a empresa comprou 26 mil hectares em uma faixa contínua, onde a vegetação está sendo enriquecida com espécies nativas. Como compensação ambiental pelo empreendimento, foram repassados R$ 135 milhões ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para criar ou regularizar unidades de conservação ambiental.

Valorização dos povos indígenas

Além de garantir que nenhuma comunidade indígena seja realocada, a usina é o primeiro empreendimento hidrelétrico com ações voltadas em benefício das aldeias do entorno da obra. Com acompanhamento da Fundação Nacional do Índio (Funai), projetos sociais vêm garantindo a segurança territorial, alimentar e ambiental aos povos tradicionais do Médio Xingu. Foram mais de R$ 260 milhões em investimentos de 2010, início do projeto, a 2016, com ações que beneficiam 3,5 mil indígenas de nove etnias, em 11 terras indígenas do médio Xingu.

Geração de empregos

A construção da usina gerou, no pico das obras, cerca de 20 mil empregos diretos, e 40 mil empregos indiretos na região. O efeito indireto sobre a economia também foi significativo, com o aumento na demanda por trabalhos relacionados, serviços e insumos, o que dinamizou a estrutura produtiva das comunidades próximas à hidroelétrica.

Fonte: Blog do Planalto

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Antes tarde do que nunca’, diz Dilma sobre afastamento de Cunha

A presidente Dilma Rousseff afirmou que o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do mandato de deputado federal e, consequentemente, da presidência da Câmara ocorreu “antes tarde do que nunca”. A presidente comentou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki durante a cerimônia de início da operação comercial da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, nesta quinta-feira (5).

“Soube que o Supremo Tribunal Federal tinha afastado o senhor Eduardo Cunha alegando que ele estava usando seu cargo para fazer pressões, chantagem etc. A única coisa que eu lamento, mas eu falo antes tarde do que nunca, é que infelizmente ele conseguiu (…) presidindo na cara de pau o lamentável processo [de impeachment] na Câmara”, disse a presidente.

A decisão de Teori, relator da Operação Lava Jato no Supremo, respondeu a um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de dezembro, que argumentou que Cunha estava atrapalhando as investigações. Cunha é réu em uma ação da Lava Jato e investigado em vários procedimentos.

A decisão de Teori é provisória e será analisada nesta tarde pelo plenário da Corte.

‘Chantagem’
Segundo Dilma, o processo de impeachment começou como uma forma de chantagem de Cunha.

“A base desse impeachment, o início dele, foi uma chantagem do senhor Eduardo Cunha, que pediu para o governo votos para impedir seu próprio julgamento na Comissão de Ética na Câmara. Nós não demos os votos e aí ele entrou com o pedido de impeachment. É um claro desvio de poder, pois ele usa seu cargo para se vingar de nós, porque nós não nos curvamos à chantagem dele”, disse Dilma.

A presidente voltou a repetir que considera o processo de impeachment um golpe, pois não cometeu crime de responsabilidade.

“O processo do meu afastamento de impeachment é um processo que é um processo golpista. (…) O impeachment está previsto na Constituição. Só que a Constituição tem outro artigo, logo em seguida, que diz o seguinte: para ter impeachment, tem que ter crime de responsabilidade. Quando o impeachment é golpe? Quando não tem crime de responsabilidade”, afirmou.

“Se não há crime, se é golpe, o que é que eles querem mesmo? Eles não têm votos para chegar para a população brasileira e pedir para a população brasileira engolir as políticas que eles querem. Então estão fazendo uma eleição indireta na qual o povo não participa. (…) Estão fazendo uma eleição indireta travestida de impeachment”, disse a presidente.

Usina de Belo Monte
A presidente Dilma comentou a grandiosidade da usina de Belo Monte e ressaltou sua importância para o setor elétrico brasileiro. “Ela garante uma coisa importantíssima, que a gente só dá valor quando falta, que é energia elétrica. (…) Vocês sabem o tanto de trabalho que vocês investiram para construir essa usina. Ela nos dá segurança. Ela dá segurança para o Brasil”, disse a presidente.

A usina terá capacidade instalada de 11.233,1 MW. Segundo o ministro de Minas e Energia, Marci Antônio Martins Almeida, no total, 146 mil pessoas foram empregadas na obra.

“Nós sabemos que a usina foi objeto de controvérsias (…) muito mais pelo desconhecimento do que pelo fato de ela ser uma usina com problemas. As pessoas desconheciam o que era Belo Monte. Com Belo Monte, nós evitamos de poluir não só a região, não só o Pará, não só a região Norte. Evitamos de poluir todo o Brasil, pois ela é uma das mais importantes hidrelétricas do nosso país”, afirmou Dilma.

O funcionamento de Belo Monte ocorre após uma década e meia de polêmicas: desde 2001, o Ministério Público Federal do Pará moveu 26 ações denunciando irregularidades no licenciamento e descumprimento das condições mínimas para a instalação, violando direitos das comunidades da região cuja vida é afetada pela obra.

Por G1

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Belo Monte começa geração comercial de energia elétrica.

A usina hidrelétrica de Belo Monte iniciou na quarta-feira (20) a geração comercial de energia elétrica. Com o início da operação o Sistema Interligado Nacional (SIN) de energia elétrica passa a contar com mais 611,11 MW.

A primeira turbina a gerar energia comercialmente em Belo Monte está instalada na casa de força principal da hidrelétrica. No mesmo local estão em fase de montagem mais 17 turbinas, que serão acionadas gradativamente até 2019, quando a usina estará funcionando com 100% da capacidade.

A Norte Energia informou que já iniciou os testes para geração comercial da primeira turbina do sítio Pimental, onde estão localizados o vertedouro e a barragem da usina. A empresa informou também que as obras civis do empreendimento estão praticamente concluídas. Agora prosseguem os trabalhos de montagem das turbinas. A previsão é que a cada dois meses uma nova turbina seja ativada.

A usina de Belo Monte vai gerar energia elétrica para atender 60 milhões de pessoas em 17 estados brasileiros.

Por ORM NEWS
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br