Estudo: bactérias intestinas fazem seu próprio álcool e prejudicam o fígado

(Imagem: iStock) – Não precisa ingerir álcool para ter problemas no fígado, de acordo com um estudo publicado no periódico Cell Matabolism. Os cientistas descobriram que algumas bactérias intestinais produzem álcool e podem danificar o órgão sem que a pessoa consuma a bebida.

Isso porque, cerca de um quarto dos adultos do mundo sofre de doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), no qual a gordura se acumula no fígado, impedindo que ele trabalhe.
Os cientistas estudaram um paciente que sofria com DHGNA grave e que também bebia toda vez que consumia alimentos ricos em açúcar, condição conhecida como síndrome da auto cervejaria.
Os autores aprofundaram o estudo e descobriram que o álcool vinha de bactérias intestinais.
Em outra fase da pesquisa, os cientistas recolheram fezes das pessoas que tinham DHGNA.
O autor do estudo descobriu que pessoas que que possuem a doença hepática produzem quatro a seis vezes mais álcool quedo que indivíduos comuns.
O autor da pesquisa, Jin Yuan, descobriu ainda que 60% de uma amostra de chineses que sofrem com a doença têm bactérias intestinais que produzem quantidades consideráveis de álchool, mesmo não havendo quantidade suficiente de intoxicação.
Para confirmar que o álcool que não vem de bebidas é responsável pela DHGNA, o autor também utilizou ratos no estudo, que foram alimentados com cepas de K. pneumonia de alta fermentação e, em um mês, seus fígados estavam apresentando acúmulo de gordura.

Após um mês, os fígados dos camundongos ficaram com cicatrizes, indicando danos a longo prazo.

“Quando o corpo está sobrecarregado e não consegue decompor o álcool produzido por essas bactérias, você pode desenvolver doença hepática gordurosa mesmo se não beber”, afirma Jin Yuan, um dos autores da pesquisa.

Do VivaBem, em São Paulo
22/09/2019 11h43
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Estudo diz que transgênicos não fazem mal à saúde

Foto: Paulo Whitaker-A Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos divulgou nesta terça-feira um relatório que afirma que alimentos transgênicos não fazem mal à saúde. De acordo com a instituição, o consumo de Organismos Geneticamente Modificados (OGM) não aumenta a incidência de câncer, obesidade, alergias, entre outras, conforme era alardeado anteriormente. A instituição diz ainda que o cultivo desse tipo de alimento não é mais danoso ao ambiente que as culturas normais.

Cerca de 50 cientistas realizaram um relatório de 388 páginas sobre o assunto que estudaram durante dois anos. Para confeccionar o relatório, os pesquisadores analisaram mais de 900 estudos e os dados coletados durante 20 anos de pesquisas, sobretudo, em plantações de milho, soja e algodão.

O relatório também concluiu que o cultivo de transgênicos não é mais danoso ao meio ambiente que as plantações usuais. Segundo a análise, esse tipo de plantação conseguiu reduzir a propagação de pragas em algumas áreas. No entanto, em outras houve aumento de ervas daninhas devido ao uso de herbicidas em determinadas culturas de transgênicos.

“Embora reconheçamos a dificuldade inerente de detectar efeitos sutis ou de longo prazo na saúde e no meio ambiente, a comissão do estudo não encontrou evidências que mostrem alguma diferença de riscos para a saúde humana entre os cultivos de OGM atualmente comercializados e as colheitas convencionais, nem evidências conclusivas de causa e efeito em relação a problemas ambientais”, afirma o relatório.

A pesquisa da Academia de Ciências dos EUA ressalta ainda que não encontrou relação entre o consumo de transgênicos e a ocorrência de qualquer doença. Destacou, por outro lado, que no caso de alimentos transgênicos resistentes a insetos pode haver, inclusive, benefícios à saúde já que não existe a necessidade de uso de pesticidas.

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