Agente do Ibama com covid-19 tem socorro negado na Amazônia

Brigadistas do Ibama combatem incêndio na Amazônia, em setembro de 2019(Foto: EPA / Ansa)

Há dois dias, o servidor do Ibama sentiu fortes dores de cabeça e febre e teve seu resultado confirmado na noite desta quinta-feira, 25

Um agente do Ibama que está em atuação no Estado do Amazonas para combater ações contra o desmatamento da floresta teve pedido de socorro negado pelo órgão federal ligado ao Ministério do Meio Ambiente. O Estadão apurou que Saulo L. Gouveia está com covid-19 e teve seu resultado confirmado na noite desta quinta-feira, 25. Há dois dias, o servidor do Ibama sentiu fortes dores de cabeça e febre. Ele faz parte de uma equipe de servidores do órgão que estão no município de Apuí, região historicamente marcada por desmatamento criminoso e queimadas.

A reportagem ouviu pessoas que participam dessa ação. Gouveia entrou em contato com a diretoria de proteção ambiental do Ibama para pedir apoio, por causa dos fortes sintomas que apresentava. Naquele momento, havia um helicóptero, com espaço vago, que seguiria até Porto Velho (RO). Ele pediu para que fosse removido, mas a diretoria de Proteção Ambiental do IBAMA, comandada pelo coronel Olímpio Ferreira Magalhães, negou a transferência do servidor para um local mais seguro e estruturado, conforme áudios repassados à reportagem.

O agente teve de permanecer em Apuí, sem qualquer apoio. Depois, foi orientado a procurar teste junto ao corpo de militares que estão na região para a Operação Verde Brasil 2. Os militares, no entanto, não tinham testes disponíveis. Gouveia, então, seguiu para o hospital público de Apuí, onde conseguiu fazer seu exame, que acabou confirmando positivo.

Por meio de nota, o Ibama informou que, “com o Exército, disponibilizou a realização do teste de covid-19 e ambulância para realizar a transferência do servidor para Porto Velho (RO), ambos recusados pelo fiscal” e que “as medidas cabíveis para remoção e cuidados estão sendo tomadas”.

Não é o que dizem pessoas que estão próximas a Saulo L. Gouveia. Segundo elas, o agente não recebeu nenhum tipo de oferta de ambulância ou teste. O servidor do Ibama está em um hotel em Apuí, com os sintomas da doença mais controlados neste momento.

Na última semana, a Associação Nacional dos Servidores de Meio Ambiente (Ascema Nacional) enviou uma carta ao presidente do Ibama, Eduardo Bim, “denunciando o descaso do órgão em relação à segurança dos servidores diante da pandemia”.

“Hoje, temos a confirmação de que, ao contrário do que recomenda a própria portaria do Ibama, os servidores não realizaram testes de covid-19 antes de ingressarem na operação, não tiveram os equipamentos de proteção individual (EPIs) fornecidos pela instituição e seguem utilizando coletes vencidos. A Ascema Nacional exige providências e garantia de segurança para os servidores.”

Há cerca de 130 militares hoje na região de Apuí, para apoiar operações contra o desmatamento. Segundo pessoas ouvidas pela reportagem, os soldados têm trabalhado sem uso de equipamentos de proteção contra o coronavírus.

Fonte:TERRA/André Borges
25 jun 2020

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com e/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/aumento-de-135-em-numero-de-candidatos-inscritos-e-registrado-no-enem-2020/

 




Ibama pode contratar 1.481 trabalhadores temporários

Contratação segue modelo de MP que reforçou atendimento no INSS. (Foto| Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) poderá contratar temporariamente 1.481 profissionais para reforçar o atendimento a emergências ambientais. A autorização consta da Portaria Interministerial 13.378, publicada hoje (4) no Diário Oficial da União.
Ao todo, serão 1.160 vagas para brigadistas, 281 vagas para cargos de chefia de esquadrão e brigada e 40 vagas para supervisores de brigada. Os contratos terão a validade de até seis meses, podendo ser prorrogados pelo prazo necessário até que a situação de emergência ambiental esteja superada, não excedendo dois anos. O Ibama definirá a remuneração dos profissionais a serem contratados e está autorizado a publicar edital a partir deste mês.

Contratações temporárias

A autorização para as vagas segue o modelo de contratação temporária que entrou em vigor com a Medida Provisória 922, publicada no início de março para contratar temporariamente servidores aposentados para reforçar o atendimento nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Desde a publicação da medida provisória, o Ministério da Economia autorizou a contratação de 19,2 mil profissionais por tempo determinado. Além das vagas para o Ibama, foram autorizadas 4.117 vagas para os hospitais federais do Rio de Janeiro, 5.158 para o Ministério da Saúde reforçar o enfrentamento à covid-19 e 8.230 vagas para o INSS. Nesta semana, o Ministério do Desenvolvimento Regional recebeu autorização para 243 temporários. No caso do INSS e do Ministério do Desenvolvimento Regional, foram chamados servidores aposentados.

A MP estende a possibilidade de contratação temporária para outras ocupações, como professores para aperfeiçoamento de médicos de Atenção Básica em regiões prioritárias e profissionais para assistência humanitária a estrangeiros que entram no país.

Recrutamento

Conforme o modelo da MP, os trabalhadores temporários serão contratados por meio de um processo seletivo simplificado, sem concurso público, apenas por meio de edital de chamamento. No entanto, o processo seletivo é dispensado nas seguintes situações: calamidade pública, emergência em saúde pública, emergência e crime ambiental, emergência humanitária e situações de iminente risco à sociedade.

Os temporários só poderão ser novamente admitidos 24 meses depois do fim do contrato, exceto quando a contratação decorrer de processo seletivo simplificado de provas ou de títulos, como nas universidades federais e nos institutos de pesquisa. Pessoas com mais de 75 anos e aposentados por incapacidade permanente não poderão ser contratadas.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO COM INFORMAÇÕES Agência Brasil

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/alagoana-aprovada-em-harvard-cria-perfil-na-internet-para-contar-experiencias-e-incentivar-outros-jovens/




Desmatamento na Amazônia bate recorde de dez anos em abril e Pará lidera ranking

As áreas de preservação mais afetadas no primeiro trimestre de 2020 são a Floresta Nacional do Jamanxim,nos municípios de Novo Progresso e Castelo de Sonhos (Altamira)  no Pará; a área de proteção ambiental do Tapajós, também no Pará.(Foto:Flona Jamaxim em Novo Progresso /Reprodução)

O desmatamento na Amazônia Legal no mês passado foi o maior registrado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) nos últimos dez anos. Em abril, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou que 529 quilômetros quadrados de floresta foram desmatados nos seis estados que compõem a Amazônia e estado do Pará aparece em primeiro lugar nesta lista, com 32% de toda derrubada.

O recorde de 529 quilômetros quadrados desmatados é 171% a mais do que o detectado em abril do ano passado, quando a perda florestal foi de 195 quilômetros quadrados. Considerando o período de janeiro a abril de 2020, o desmatamento acumulado é de 1.073 quilômetros quadrados, o que representa um aumento de 133% em relação ao mesmo período de 2019, quando o desmatamento totalizou 460 quilômetros quadrados.

O Pará é o estado que mais derrubou em abril, com 32%. Na sequência aparecem Mato Grosso (26%), Rondônia (19%), Amazonas (18%), Roraima (4%) e Acre (1%). O levantamento do Imazon aponta que apenas dez cidades respondem por mais da metade do desmatamento e Colniza é a única de Mato Grosso que aparece na lista, em 6º lugar com 22 quilômetros quadrados. Altamira, no Pará, é a cidade que mais desmatou:72 quilômetros quadrados.
O SAD apontou, ainda, que 60% do desmatamento ocorreu em áreas privadas, inclusive as posses não regularizadas. O restante do desmatamento foi registrado em Unidades de Conservação (22%), Assentamentos (15%) e Terras Indígenas (3%).Desmatamento e Covid-19
Por//.Jornal Folha do Progresso com Agências
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com e/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/desemprego-aumenta-em-12-estados-brasileiros/

 




Equipes do IBAMA colocam fogo e destroem balsa no rio em Apiacás no Mato Grosso

(Foto:Reprodução) – Ao menos duas equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) colocaram fogo, ontem, em uma embarcação, que estava no rio Teles Pires, nas proximidades de um usina hidrelétrica, localizada na divisa do município de Apiacás (487 quilômetros de Sinop) com o estado do Pará. As informações foram confirmadas por uma fonte da Associação Indígena Kawaip Kayabi.

A versão investigada é que a embarcação estava sendo utilizada para fazer a retirada ilegal de minérios do rio. Procurada por Só Notícias, a assessoria do Ibama não revelou os motivos para fazer a destruição. Por nota, informou apenas que “órgão não divulga informações sobre operações em andamento para não comprometer o sigilo e a efetividade das atividades realizadas em campo”.

A estrutura flutuante de madeira e o motor ficaram completamente destruídas. Não foi confirmado se alguém foi preso.

08/05/2020 14:50

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com e/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/dias-das-maes-conheca-historias-inspiradoras-de-quem-prioriza-a-educacao-dos-filhos/

 




Bolsonaro autoriza envio de tropas das Forças Armadas para combater focos de incêndio e desmatamento na Amazônia Legal

(Foto Reprodução) – Decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) foi publicado nesta quinta (7) no Diário Oficial da União. Região engloba Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão.

O presidente Jair Bolsonaro autorizou, nesta quinta-feira (7), o envio de tropas das Forças Armadas para combater focos de incêndio e desmatamento ilegal na chamada Amazônia Legal, que engloba os estados de Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão.

A determinação se aplica à faixa de fronteira, terras indígenas, unidades federais de conservação ambiental e outras áreas federais nos estados, mas a atuação das tropas também poderá se estender a áreas estaduais se houver pedido dos governos.

O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) foi publicado no Diário Oficial da União. As missões de GLO são realizadas exclusivamente por ordem expressa da Presidência da República, e ocorrem quando “há o esgotamento das forças tradicionais de segurança pública, em graves situações de perturbação da ordem”, segundo o Ministério da Defesa.

Diretor do Ibama exonerado

No mês passado, o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Olivaldi Azevedo, foi exonerado do cargo, dois dias depois da divulgação de uma megaoperação do órgão para tirar madeireiros e garimpeiros ilegais de terras indígenas no sul do Pará. O objetivo era proteger os cerca de 1,7 mil indígenas na região do contágio pelo coronavírus. A operação foi mostrada no Fantástico do dia 12 de abril.

Aumento no desmatamento

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que os alertas de desmatamento na Amazônia cresceram 29,9% em março deste ano quando comparados a março de 2019. Neste ano, foram emitidos alertas para 326,51 km², enquanto no ano anterior, no mesmo período, foram 251,3 km².

O Pará foi o estado com a maior área agregada a receber avisos de desmatamento em março: foram 122 km², e corresponde a 37% do total. Em seguida veio o Amazonas, com 73 km². O terceiro foi Mato Grosso, com 68 km².

As queimadas também aumentaram: dados do Inpe apontaram, em janeiro, que o número de focos de queimadas na Amazônia foi 30% maior em 2019 que em 2018. Ao todo, o bioma da Amazônia registrou 89.176 focos de queimadas em 2019, comparados a 68.345 no ano anterior.
Por G1
07/05/2020 08h23
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com e/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/semana-nacional-da-matematica-conheca-a-programacao-preparada-pelo-impa/

 




MPF requer atuação imediata para combater desmatamento na Amazônia

O MPF ressalta ainda que o ano de 2019 foi o que teve o maior índice de desmatamento dos últimos dez anos, conforme as medições do Sistema Prodes. | Foto: Stockphoto

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou à Justiça Federal pedido de tutela antecipada para que o governo federal promova imediatamente medidas de comando e controle para a prevenção do desmatamento em pelo menos dez áreas de maior incidência do crime na Amazônia.

A ação pede que a União, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Fundação Nacional do Índio (Funai) sejam obrigados a atuar em articulação para conter a ação de madeireiros, garimpeiros, grileiros, entre outros agentes nos hot spots do desmatamento.

Na ação, o MPF destaca o aumento no número de crimes ambientais na Amazônia, detectado mesmo durante o período de pandemia de covid-19.

Dados do sistema Deter, que tem por objetivo indicar alertas de desmatamento – apontam que, desde agosto de 2019 até março desde ano, as medições de desmatamento têm sido maiores que as registradas nos mesmos meses nos anos de 2019 (janeiro a março) e 2018 (agosto a dezembro).

O MPF ressalta ainda que o ano de 2019 foi o que teve o maior índice de desmatamento dos últimos dez anos, conforme as medições do Sistema Prodes.

O período compreendido entre agosto de 2018 e julho de 2019 (último mês avaliado pelo Prodes) registrou um aumento de 30% na área desmatada em relação ao ano anterior, atingindo 10.300 quilômetros quadrados de área desmatada na Amazônia Legal.

Apesar do claro aumento no índice de áreas desmatadas da Floresta Amazônica, acentuado a partir de 2019, nos últimos anos houve um afrouxamento da atividade federal de fiscalização, conforme aponta o MPF na ação.

Um dos indicativos disso é a redução nos autos de infração lavrados pelo Ibama por ilícitos ambientais na Amazônia: em 2019, lavraram-se menos de três mil autos de infração pela primeira vez em vinte anos na região.

Implantação de bases de fiscalização

O pedido de tutela de urgência do MPF inclui a determinação judicial para que União, Ibama, ICMBio e Funai, sem nenhum prejuízo de outras atividades funcionais, implantem bases fixas de repressão a ilícitos ambientais nas áreas já identificadas pelo Ibama como hot spots de desmatamento, concentrados na tríplice fronteira entre o sul do Acre, norte de Rondônia e sul do Amazonas (AMACRO); no norte do Mato Grosso nas fronteiras com o sul do Amazonas e com o Pará; e no estado do Pará, nas regiões das rodovias federais BR-163, BR-230 e BR-158.

Os órgãos devem apresentar, em cinco dias, planejamento e cronograma de ações, com previsão de estruturação das bases com efetivo suficiente e recursos materiais necessários ao combate do desmatamento.

A ação pede que o plano seja imediatamente implementado após a apresentação, enquanto perdurar a epidemia de covid-19.O MPF pede também que seja determinado o bloqueio de toda e qualquer movimentação de madeira no Sistema Nacional de Controle da Origem Florestal (Sinaflor/DOF) nos municípios que integram os hot spots do desmatamento e a suspensão de todos os postos de compra de ouro vinculados a distribuidoras de títulos e valores mobiliários e de todos os estabelecidos comerciais de compra e venda de ouro nestes mesmos municípios, durante o período da pandemia.

A ação inclui ainda pedido para que a União promova coordenação, articulação e cooperação, mobilizando as forças de comando e controle de diferentes ministérios – Ministério da Justiça, Ministério da Defesa, Ministério do Meio Ambiente – para apoio ao exercício de poder de polícia ambiental e socioambiental necessário à implantação do plano emergencial a ser apresentado.

A União deve ainda viabilizar os meios de pessoal e orçamentários necessários à implementação das ações de fiscalização.A ação tramita na 7ª Vara Federal no Amazonas, sob o nº 1007104-63.2020.4.01.3200.Risco sanitário – A alta do desmatamento alcançou, de modo especial, terras indígenas e unidades de conservação, que são áreas protegidas na Amazônia.

Dados do sistema

Prodes mostram a maior taxa de desmatamento em terras indígenas dos últimos dez anos, com crescimento superior a 74% de 2018 para 2019. No caso das unidades de conservação na Amazônia, segundo o Instituto de Pesquisas da Amazônia, o desmatamento saltou de 441 quilômetros quadrados em 2018 para 953 quilômetros quadrados em 2019, um aumento superior a 110%, considerando o período de janeiro a setembro de cada ano.

Além do aumento do desmatamento, outro aspecto apresentado pelo MPF para a necessidade urgente de ações de fiscalização é o risco sanitário que a presença dos infratores na floresta representa para as populações amazônicas, em especial para povos e comunidades tradicionais, sem prejuízo de danos também para as populações urbanas.

As populações amazônicas – dentre as quais indígenas, ribeirinhos, quilombolas, extrativistas, seringueiros, pequenos agricultores – já são historicamente vulneráveis às ameaças e violências perpetradas por grileiros, madeireiros, garimpeiros e toda sorte de infratores ambientais, responsáveis pela invasão e depredação da floresta e dos meios de subsistência de seus povos.

No atual cenário, esses infratores representam também uma gravíssima ameaça sanitária, na medida em que, violando normas sobre isolamento social, podem tornar-se vetores de disseminação do vírus Sars-Cov-2, atingindo regiões onde o tratamento médico já é deficitário e onde a estrutura de saúde é precária”, afirmam os procuradores da República no pedido de tutela de urgência

Jornal Folha do Progresso com informações | Em tempo
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/coronavirus-institutos-federais-ajudam-no-combate-da-pandemia/

 




Fiscais do Ibama podem ser exonerados após operação contra garimpo na Amazônia

PF participa de operação que resultou na destruição de 60 balsas de extração ilegal de ouro, Operação Korubo desmobiliza garimpo ilegal próximo a índios isolados no oeste do Amazonas (Foto: Ibama/PF)
Após a troca do diretor de proteção ambiental do Ibama na última semana, dois servidores de carreira podem perder os cargos de coordenação, conforme o blog apurou com fontes do governo. São Renê Oliveira, coordenador geral de fiscalização, e Hugo Loss, coordenador de operações de fiscalização do Ibama.

As ameaças de exoneração acontecem por “retaliação à operação de combate ao garimpo ilegal da terra indígena Apyterewa”, no sul do estado do Pará, segundo nota da associação nacional dos servidores especialistas em meio ambiente, a Ascema.

“As operações [de fiscalização no sul do Pará] já estão em curso há quase dois meses e continuarão. Não há incentivo ou apoio a nenhuma atividade ilegal”, disse ao blog o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

A operação veio a público no último dia 12 com uma reportagem do programa Fantástico (Rede Globo) que mostrou a contenção das invasões em terras indígenas feita pelas equipes do Ibama. O coordenador de operações Hugo Loss é um dos entrevistados no vídeo.

Embora o contexto da matéria fosse sobre a transmissão do coronavírus a aldeia indígenas por invasores, o trecho do programa que desagradou o Planalto foi a divulgação das imagens da queima dos equipamentos usados no garimpo, segundo interlocutores do ministério.

Ao longo do último ano, o presidente Bolsonaro fez promessas a garimpeiros de que impediria a destruição de equipamentos apreendidos pela fiscalização. A prática da destruição de bens, autorizada pelo decreto 6.514/2008, visa a desencorajar atividades ilegais, ao gerar prejuízos financeiros. Garimpeiros já admitiram que a estratégia ‘surte efeito’, em áudios trocados pelo Whatsapp e revelados pela Folha no último outubro.

O blog apurou que a exoneração dos cargos de coordenação dos dois servidores foi cogitada pelo ministério antes mesmo da demissão do diretor Olivaldi Azevedo – indicado ao cargo por Salles. Em reunião com o ministro, Azevedo teria defendido a permanência dos coordenadores devido à necessidade de manter perfis técnicos na fiscalização.

Sua demissão abre caminho para que o novo diretor faça as exonerações, segundo fontes do governo, que também adiantam a justificativa que deve ser dada às exonerações: uma reestruturação do órgão.

“Aproveitamos que se iniciarão as operações no âmbito do Conselho da Amazônia para fazer as alterações”, disse Salles ao blog. Ele também afirmou que a saída de Olivaldi foi consensual.

O novo nomeado para a direção de proteção ambiental do Ibama é o coronel da Polícia Militar de São Paulo, Olímpio Ferreira Magalhães. Sua experiência na área ambiental foi iniciada no último ano, quando o ministro o nomeou para a superintendência do Ibama no Amazonas.

O nome cotado para assumir a coordenação geral de fiscalização é também de um policial militar paulista, o aposentado Walter Mendes Magalhães Junior. Sua experiência com meio ambiente também começou a convite de Salles, que no último ano o nomeou para a superintendência do Ibama no Pará.

Em fevereiro, uma reportagem do site Intercept mostrou que Magalhães contrariou normas do Ibama ao autorizar a exportação de cargas de madeira. A presidência do Ibama alterou a norma logo após o ato de Magalhães. Em abril, o Ministério do Meio Ambiente demitiu um analista contrário à liberação da exportação sem autorização.

Segundo nota da Ascema, associação dos servidores ambientais, “as ameaças de exoneração trazem insegurança às equipes em campo e ameaçam a permanência dos trabalhos”.

Fonte:Folha UOL Por Ana Carolina Amaral

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com e/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/coronavirus-enem-2020-pode-ser-adiado/

 




Ministro demite servidores do Ibama de Santarém investigados na operação “Madeira Limpa”

Portaria assinada pelo ministro Ricardo Salles foi publicada no dia 08 deste mês(Foto: Reprodução)
Quatro servidores do Ibama foram condenados pela Justiça Federal de Santarém

Cinco anos depois da Polícia Federal deflagrar a operação “Madeira Limpa”, na região oeste do Pará, quatro funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foram demitidos pelo titular do Ministério do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Após terem sido condenados pela Justiça Federal, em Santarém, os quatro servidores do Ibama foram afastados de suas funções, por meio de portaria publicada no dia 08 deste mês, assinada pelo ministro Ricardo Salles.

Segundo Salles, os servidores têm envolvimento em fraudes e, por conta disso foram investigados na operação “Madeira Limpa”, deflagrada em 2015 no oeste do Pará.

Entre os envolvidos estão: Francisco Elias Cardoso do Ó, técnico administrativo, condenado a 7 anos e 6 meses de prisão; José Maurício Moreira da Costa, técnico administrativo, condenado a 3 anos e 6 meses de prisão; João Batista da Silva, técnico administrativo, condenado a 5 anos e 10 meses de prisão e Álvaro Silva Pimentel, técnico administrativo, condenado a 5 anos e 10 meses de prisão.

Nas sentenças, dos réus, a Justiça Federal apontou que os fatos praticados envolviam a obtenção de créditos florestais fictícios, mediante autorização de exploração de planos de manejo (PMFS) fraudulentos ou superdimensionados, para dar cobertura a madeira extraída ilegalmente de outro lugar.

Quanto aos crimes, de acordo com a Justiça Federal, além dos ambientais, ocorreu a prática de receptação, uso de documento falso, corrupção ativa e passiva, cujas penas máximas são superiores a 4 anos de prisão.

Após achar branda as penas dos servidores, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu da decisão da Justiça Federal.

ENTENDA A OPERAÇÃO

No dia 24 de agosto de 2015, a Polícia Federal deflagrou a operação “Madeira Limpa” para combater uma quadrilha de comércio ilegal de madeira em vários municípios do Pará, em Manaus (AM) e Florianópolis (SC).

Segundo a PF, o esquema criminoso envolvia empresários do ramo madeireiro que contavam com a colaboração ilegal de servidores públicos municipais, estaduais e federais.

Na época, de acordo com a Polícia Federal, foram cumpridos 22 mandados de prisão, um mandado de prisão temporária, 41 de busca e apreensão e 10 de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para prestar depoimento e depois é liberada).

No total, segundo a PF, foram 33 suspeitos de integrar a quadrilha, incluindo servidores públicos federais e do estado do Pará.

Houve mandados de prisão contra servidores da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Instituto de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), incluindo o superintendente, Luiz Bacelar Guerreiro Júnior.

Por: Manoel Cardoso

Fonte: Portal Santarém

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/edital-da-capes-para-projetos-sobre-pandemia-segue-aberto-ate-o-dia-3004/

 




Ibama flagra garimpo clandestino em terra indígena no Pará

Terra Indígena Aptereua, do povo Paracanã, é a segunda mais desmatada do Brasil, ficando atrás apenas da Ituna-Itata.(Foto:Reprodução)

Ibama identificou um garimpo clandestino na Terra Indígenas (TI) Aptereua, em São Félix do Xingu, sudoeste do Pará. São cerca de 550 hectares de floresta destruída para a extração ilegal de ouro. O garimpo foi encontrado durante sobrevoo na TI, que fica no afluente do rio Xingu.

Durante a ação, os invasores tentaram esconder dentro da floresta uma máquina utilizada para a mineração. Os agentes inutilizaram o maquinário.

De acordo com o levantamento feito pelo Ibama com imagens de satélite, a TI Aptereua, do povo Paracanã, é a segunda mais desmatada do Brasil, ficando atrás apenas da Ituna-Itata, também no sudoeste do Pará. o Instituto também detectou que as invasões se intensificaram durante o período da pandemia do novo coronavírus.

Segundo Hugo Loss, coordenador de Operações e Fiscalização do Ibama, as invasões clandestinas neste período de observância do avanço do novo vírus acendeu sinal de alerta ao risco que as comunidades indígenas correm ao serem atingidas pela pandemia.

“Assim, a população acaba sendo mais exposta ao risco de contaminação. As invasões às terras indígenas são um dos principais vetores de contaminação e de mortandade dos indígenas por decorrência de vírus que eles não estão imunologicamente preparados para poder se defender”, disse.

Por G1 PA — Belém

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/dia-do-jornalista-saiba-a-importancia-desse-profissional-nas-coberturas-sobre-a-covid-19/

 

 




Operação Ambiental destrói maquinários utilizados em garimpos ilegal na Flona Crepori entre Itaituba e Jacareacanga

Uma operação do IBAMA , ICMBio com Policia Federal na Flona Crepori destrói equipamentos e maquinas de garimpeiros. (Foto:Via WhatsApp Jornal Folha do Progresso)
A operação aconteceu nesta terça-feira (10) , garimpos clandestinos tiveram seus equipamentos destruídos , a operação teve apoio de helicópteros por ser lugar de difícil aceso.
“Os Garimpos conhecidos por  “Canto de Fogo e do Rato” no km 180 entre Itaituba e Jacareacanga, foi o alvo dos fiscais ambientais”.
“Esta circulando nas redes sociais destruição de maquinas usadas em garimpos na região, as imagens e vídeos seguem com áudio relatando ocorrido”. Assista ao Vídeo;

https://youtu.be/FfNN3nzWH_A

A operação conta com a participação de policiais federais, agentes de fiscalização ambiental do Ibama e  ICMBio, além de dois helicópteros, a quantidade de agentes não foi divulgada.
Conforme acompanha a reportagem do Jornal Folha do Progresso,  helicópteros com agentes da Policia Federal e Ibama fazem sobrevoo e homens descem em cordas para destruir.
Os Garimpeiros que operam na região sem licenciamento e dentro de área de preservação ambiental, por sua vez ao avistarem as aeronaves eles acabam abandonando tudo e tem seus pertences destruídos pela ação dos fiscais ambiental.
A reportagem do Jornal “Folha do Progresso” conseguiu com garimpeiros, fotos mostrando máquinas do tipo PC ( Escavadeira),acampamentos, motores,sendo totalmente destruídos pelo fogo.

Neste Vídeo operador  de maquina Felipe registra chegada do helicóptero onde homens descem pelo rapel (corda). Assista ao Vídeo;

https://youtu.be/tt-SMkAH9JU

Flona Crepori
A Floresta Nacional (Flona) do Crepori, situada no sudoeste do estado do Pará, possui 742.197 hectares. Localiza-se entre os municípios de Itaituba e Jacareacanga, no interflúvio dos rios Madeira e Tapajós, fronteira com o estado do Amazonas. A criação da Flona em fevereiro de 2006 veio ao encontro das medidas de ordenamento territorial e proteção ambiental na região da BR-163.

A reportagem entrou em contato com Ibama em Santarém, para ter informaçoes sobre a operação , mas não teve resposta.

Por: Adecio Piran para o Jornal Folha do Progresso

Fiscal Ambiental atea fogo em maquina(Foto:Via WhatsApp)
Fiscal Ambiental atea fogo em maquina(Foto:Via WhatsApp)

(Foto:Via WhatsApp Jornal Folha do Progresso)
(Foto:Via WhatsApp Jornal Folha do Progresso)

ibama crepori fogo ibama grimpo crepori

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/saiba-como-contratar-o-servico-de-internet-ideal-para-a-empresa/