Força Nacional envia bombeiros para reforçar combate a incêndios no Pantanal em MT

Bombeiros da Força Nacional partem do DF para Mato Grosso — Foto: TV Globo/Reprodução

Ao todo, são 40 agentes da capital federal, do Pará, Paraná e Goiás, que partiram na manhã desta quarta-feira (23). Emprego do efetivo vale por 30 dias.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública enviou, nesta quarta-feira (23), 40 bombeiros da Força Nacional para auxiliar no combate aos incêndios florestais no Mato Grosso. O estado abriga parte do Pantanal, que registra recorde histórico de queimadas neste ano. A equipe é composta de profissionais do DF, Goiás, Paraná e Pará.

A autorização do emprego da Força Nacional foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (23), assinada pelo ministro André Mendonça. O reforço atende a um pedido do governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM).

Incêndio que devasta o Pantanal desde julho é o maior da história, diz Inpe
‘Nossos bombeiros já estão no limite’, diz secretário de Segurança de MT sobre reforço das Forças Armadas no combate ao fogo no Pantanal

A equipe se reuniu na base da Força Nacional, no Gama (DF), por volta das 6h30. O grupo vai atuar no Mato Grosso por 30 dias, a partir de quinta-feira (24). O prazo pode ser prorrogado.

De acordo o diretor da Força Nacional de Segurança Pública, Antônio Aginaldo de Oliveira, os bombeiros enviados possuem “vasta experiência em catástrofes, desastres e incêndios florestais”.

“Vamos ficar sob o comando do governo do Mato Grosso, que vai fazer um briefing [apresentação de informações] para a equipe dos locais com adversidades mais críticas no Pantanal.”

Os incêndios na região já contam com o reforço de militares da Marinha. Agora, além dos bombeiros da Força Nacional, o Ministério da Justiça envia ainda 12 viaturas, dois micro-ônibus e um helicóptero ao Mato Grosso.
Força Nacional vai ajudar a controlar incêndios em Mato Grosso

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De acordo com o Ministério da Justiça, a Secretaria de Segurança Pública do DF foi acionada para colaborar com o envio de mais militares. O G1 questionou a pasta se serão enviadas outras equipes, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Queimadas no Pantanal
queimadas
Fotos mostram antes e depois da Rodovia Transpantaneira ser atingida pelos incêndios no Pantanal de MT — Foto: Drone Cuiabá/Divulgação

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), os incêndios florestais no Mato Grosso em 2020 são os maiores já registrados desde que o monitoramento começou a ser feito, em 1998.

Neste ano, foram identificados 15.756 focos de calor no Pantanal. Antes disso, o maior número tinha sido registrado em 2005, 12.536 focos.

O fogo teve início na região de Poconé e já são mais de 1.740.000 hectares queimados em Mato Grosso até o dia 13 de setembro. O Pantanal já registrou o maior número de focos de incêndio, desde então. Foram 5.603 queimadas até o dia 16 de setembro.

Dados do Prevfogo, o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos incêndios florestais do Ibama, mostram que a área queimada no Pantanal, em 2020, já passou de 2,3 milhões de hectares, sendo 1,2 milhão em Mato Grosso e mais de 1 milhão em Mato Grosso do Sul.

Essa área de mais de 2 milhões de hectares representa quase 10 vezes o tamanho das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro juntas.

Situação de emergência

quimadasPantanal está sendo destruído pelo fogo — Foto: Mayke Toscano – Secom – MT

O secretário de Segurança Pública do Mato Grosso, Alexandre Bustamante, afirmou, nesta terça, que o reforço das Forças Armadas no combate ao fogo no Pantanal é necessário, pois as equipes de bombeiros que atuam na região até o momento, já “trabalham no limite”.

O governo decretou situação de emergência no estado por causa dos incêndios florestais no dia 14 de setembro. O decreto vale por 90 dias, podendo ser prorrogado.

Com o documento, as autoridades poderão adotar as medidas necessárias à prevenção e combate das queimadas, podendo comprar materiais sem precisar de licitação e suspender os prazos para retorno de gastos com pessoal e dívida.

Por Carolina Cruz, G1 DF

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Governo inicia terceira fase da pesquisa epidemiológica de Covid-19- “Novo Progresso na lista”

(Foto: Alex Ribeiro – Ag. Pará) – Mais de 9 mil testes e questionários serão aplicados em 52 municípios paraenses nesta nova etapa.
Na RMB, estudo está sendo feito nos bairros do Jurunas, Cremação, Condor, Batista Campos, Marco, Terra firme, Canudos e Telégrafo.
Iniciou nesta terça-feira (22), a terceira fase da pesquisa epidemiológica realizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde (Sespa) e da Universidade do Estado do Pará (Uepa). Mais de 9 mil testes e questionários serão aplicados em 52 municípios paraenses nesta nova etapa, para identificar a predominância e também a velocidade de proliferação da Covid-19 em todo o Estado.

Os bairros do Jurunas, Cremação, Condor, Batista Campos, Marco, Terra firme, Canudos e Telégrafo, na Região Metropolitana de Belém (RMB), foram contemplados no primeiro dia desta nova etapa. A partir de quarta-feira (23), iniciam a pesquisa nas regiões do Marajó Oriental e Baixo Amazonas. Nas demais regiões, a pesquisa iniciará a partir do dia 29 de setembro. A previsão é de que a terceira fase seja concluída no final do mês de outubro.

Segundo o reitor da Uepa, Rubens Cardoso, ao todo, aproximadamente 27 mil pessoas serão testadas e participarão dos questionários. “Esses resultados servem como um indicativo de como a doença evoluiu e foi distribuída no Pará. A Universidade cumpre, por meio deste estudo, um papel de responsabilidade social junto à população”, afirma.

Serão incluídos nesta fase 32 novos municípios paraenses que ainda não participaram da pesquisa, além das 20 cidades mais populosas do Estado, que são investigadas desde a primeira etapa, como Belém, Santarém, Marabá e Castanhal. Ao todo, o estudo envolverá 114 municípios paraenses, o que representa mais de 70% das cidades do Estado.

De acordo com o professor Pedro Vasconcelos, coordenador do Comitê de Biossegurança da Uepa, o resultado, que estima o total da população que apresenta anticorpos da Covid-19, auxilia na tomada de decisões da Sespa e do Governo do Estado, já que traça o perfil de prevalência e infecção do novo Coronavírus (SARS-CoV-2), causador da doença-19, no Pará.

“O resultado das primeiras fases dos estudos comprovam uma estabilidade com tendência de queda, observada em cinco das oito regiões do Estado”, informa o coordenador. Na 1ª fase, foram 8.587 testes realizados e na 2ª fase foram 8.826.

Após o término da terceira etapa, segundo o professor Pedro Vasconcelos, será feita uma avaliação para verificar a necessidade da execução de uma quarta etapa do estudo. “Nesse momento, teremos uma visão ampla do cenário de 2020. Uma outra etapa da pesquisa em janeiro de 2021 pode ser importante para compreender a perspectiva para o próximo ano”, explica.

 Nesta terceira fase, mais de 200 profissionais irão atuar no levantamento feito pelo Estado Foto: Alex Ribeiro - Ag. Pará

Nesta terceira fase, mais de 200 profissionais irão atuar no levantamento feito pelo Estado
Foto: Alex Ribeiro – Ag. Pará

Profissionais

São 194 alunos dos cursos de Enfermagem e Medicina da Uepa e oito professores, que atuam como coordenadores de campo, envolvidos na terceira fase. “São estudantes que cursam os últimos semestres na Universidade. Esse projeto é uma possibilidade de aprendizado das habilidades de contato e convívio com a população. Eles são agentes de mudanças e transformação neste momento tão difícil de pandemia”, assegura a professora Lidiane Vasconcelos, coordenadora de campo da pesquisa epidemiológica.

Participante desde a primeira etapa da pesquisa, a aluna Victória Sobral, que cursa o oitavo semestre do curso de Enfermagem da Uepa, já aplicou testes e questionários em Ulianópolis, Barcarena e, nesta terceira etapa, compõe a equipe responsável pela RMB. “Participar deste projeto de extensão é muito significativo. Além de adquirir experiência de campo, acrescenta muito pro nosso currículo. Está sendo incrível. Tomamos todos os cuidados para a segurança do morador e a nossa própria segurança”, garante.

Rafael Vitti, professor e morador do Telégrafo, foi um dos que recebeu a equipe do Governo Foto: Alex Ribeiro - Ag. Pará
Rafael Vitti, professor e morador do Telégrafo, foi um dos que recebeu a equipe do Governo
Foto: Alex Ribeiro – Ag. Pará

População

Para o professor e morador do bairro do Telégrafo, Rafael Vitti, um fator importante da pesquisa é que a aplicação dos testes alcança pessoas que muitas vezes não tem condições de pagar por um exame particular, por conta do valor mais elevado.

“É importante ir acompanhando os resultados da pesquisa e manter os cuidados com higiene, utilização de máscaras, evitando aglomerações, porque mesmo que muitas pessoas já apresentem anticorpos da doença, o vírus ainda continua circulando” – Fabíola Damasceno, tecnóloga de alimentos e moradora do bairro do Telégrafo, que participou voluntariamente da pesquisa.

Municípios envolvidos na terceira etapa:

Araguaia
1 – Conceição do Araguaia
2 – Cumaru do Norte
3 – Pau D’arco
4 – Redenção
5 – São Félix do Xingu
6 – Tucumã
7 – Xinguara

Baixo Amazonas
8 – Alenquer
9 – Belterra
10 – Faro
11 – Monte Alegre
12 – Santarém

Carajás
13 – Abel Figueiredo
14 – Curionópolis
15 – Dom Eliseu
16 – Marabá
17 – Parauapebas
18 – Jacundá
19 – Tailândia
20 – Tucuruí

Marajó Ocidental
21 – Bagre
22 – Breves
23 – Curralinho
24 – Portel

Nordeste
25 – Capitão Poço
26 – Castanhal
27 – Garrafão do Norte
28 – Igarapé-Açú
29 – Irituia
30 – Marapanim
31 – Paragominas
32 – Bragança
33 – Capanema
34 – São João de Pirabas
35 – Viseu

Região Metropolitana de Belém
36 – Afuá
37 – Ponta de Pedras
38 – Ananindeua
39 – Belém
40 – Santo Antônio do Tauá
41 – Tomé-Açú
42 – Abaetetuba
43 – Barcarena
44 – Igarapé-Miri

Tapajós
45 – Itaituba
46 – Novo Progresso
47 – Rurópolis
48 – Trairão

Xingu
49 – Altamira
50 – Anapú
51 – Brasil Novo
52 – Pacajá

Na primeira etapa da pesquisa, foram feitas 8.587 entrevistas. Um em cada cinco habitantes testou positivo para a Covid-19. O número equivale a cerca de 1,3 milhão de pessoas que já possuem anticorpos para a doença ocasionada pelo novo coronavírus, o que representa uma positividade global de 21% e garante que grande parcela da população já foi infectada pela doença. Clique aqui e saiba mais sobre o levantamento.

Segunda Fase

Cerca de 1,28 milhão de pessoas apresentaram anticorpos nesta segunda fase da pesquisa. Foram realizados 8.826 testes em bairros de Belém e Ananindeua, além de 50 municípios do interior do Estado, distribuídos em oito Regiões de Regulação da Saúde, no período de 5 a 31 de agosto. A maior parte dos casos confirmados foi em pessoas do sexo feminino, sendo 61,7% do público morador da área urbana e 38% da área rural. A maioria das regiões apresentou queda nos registros, com exceção de Araguaia, Xingu e Marajó Ocidental. Faixa etária predominante foi entre 35 a 44 anos. Veja aqui mais sobre o estudo.

Foto: Alex Ribeiro - Ag. ParáFoto: Alex Ribeiro - Ag. Pará Primeira Fase
Foto: Alex Ribeiro – Ag. ParáFoto: Alex Ribeiro – Ag. Pará
Primeira Fase

Por Giovanna Abreu (SECOM) -22/09/2020 13h38 –

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Policiais civis do Pará se deslocam para Amazonas, Goiás e Santa Catarina em operação contra liderança de facção

Vice-presidente da organização criminosa foi preso, enquanto um outro integrante do grupo morreu durante intervenção policial em Manaus  – (Foto:Reprodução)

Cerca de 20 policiais civis do Pará se deslocaram para os estados do Amazonas, Goiás e Santa Catarina, onde foi deflagrada a operação “Cabeças”, na manhã desta terça-feira (22). A ação teve como principal objetivo cumprir mandados de prisão de lideranças de uma facção criminosa de âmbito nacional que, mesmo à distância, organizavam e comandavam crimes no Pará. A investigação durou cerca de um ano.

Os policiais civis foram divididos em cinco equipes com quatro agentes cada, sendo que oito foram enviados para Goiás, oito para o Amazonas e quatro para Santa Catarina. De forma integrada e com total apoio das Polícias Civis dos demais estados, simultaneamente, a operação foi deflagrada com as prisão do vice-presidente da facção, que foi realizada em Santa Catarina, e um membro que estava como foragido foi capturado em Manaus. Outro integrante do grupo morreu durante intervenção policial em Manaus.

“O presidente do grupo criminoso não foi localizado na fazenda onde as investigações apontavam que o mesmo estava, mas, no local, foi preso o irmão dele, que também estava foragido. A equipe foi levada até a casa dele em Goiânia, onde foi constatado que o mesmo estaria indo para o Rio de Janeiro, de carro, já identificado. A informação foi passada à PRF, que realizou a abordagem e prendeu o principal alvo da operação”, disse o delegado-geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende.

Por:O Liberal

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LINHA DA VIAÇÃO OURO E PRATA APROXIMA MARANHÃO E PARÁ COM ÔNIBUS DE SÃO LUÍS PARA SANTARÉM

Itinerário segue por Santa Inês, Buriticupu e Açailândia, no Maranhão, passando por Marabá, Altamira e outras cidades no Pará e abre ligação para outros estados brasileiros

Viajando com uma só empresa, os passageiros da Viação Ouro e Prata poderão embarcar em São Luís (MA) e chegar em Santarém, no Pará. A nova linha também vai permitir a ligação com outros Estados, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A operação da linha tem início na próxima segunda-feira (21/09), às 18h, saindo de Santarém. Inicialmente, as viagens serão nas segundas, quartas e sábados, com o ônibus passando por Uruará, Altamira, Novo Repartimento e Marabá. Os passageiros das cidades de Castelo dos Sonhos, Novo Progresso, Moraes de Almeida e Itaituba também serão atendidos com esta nova linha.

No Maranhão, o início da operação será no dia 23 de setembro, às 15h30, saindo da capital São Luís e passando pelas cidades de Santa Inês, Buriticupu e Açailândia com destino ao Pará. A frequência neste sentido será inicialmente nas segundas, quartas e sextas.

As passagens poderão ser compradas em todas as cidades por onde o ônibus da linha passa. Assim, a grade de horários e valores podem ser consultados nos mais de 700 guichês de venda autorizados e distribuídos em todos os estados de atuação da empresa ou no site ouroeprata.com , onde pode ser emitido um bilhete eletrônico para embarque de forma direta, rápida, sem filas e burocracia.

Segundo o Gerente Comercial da Ouro e Prata, Luciano Lunardi, “a empresa atenderá por completo o passageiro que deseja viajar com qualidade e de maneira segura entre importantes cidades da região”.

A definição da linha e seus horários é resultado dos conhecimentos que a empresa obteve operando inicialmente no Pará. A ligação com o Maranhão reafirma o compromisso da Ouro e Prata com a integração do Brasil. Com a operação direta do novo trajeto, a empresa irá incluir na sua operação mais de 50 mil km/mês dentro do Maranhão, atuando assim com mais de 200 colaboradores na região.

Os padrões de segurança e qualidade da Ouro e Prata, uma empresa com 81 anos, presente em dez estados brasileiros, foram reforçados no enfrentamento da pandemia do Coronavírus. O itinerário seguirá os protocolos de saúde do Programa de Prevenção e Sanitização. Os ônibus, além da limpeza externa e interna, terão aplicação de produtos de higiene hospitalar para eliminação de bactérias e vírus.

Ainda na prevenção da Covid-19, conforme comprovação de estudo realizado pela empresa fabricante dos veículos, Marcopolo, em parceria com a Universidade de Caxias do Sul/RS, todos os sistemas de ar-condicionado renovam o ar interno, atuando diretamente na purificação do ambiente, eliminando vírus e garantindo a segurança e o bem-estar de todos a bordo.

Seguindo as normas do Ministério da Saúde, os motoristas e as equipes da Ouro e Prata são treinados e recebem orientações para garantir a segurança e saúde de todos. Ao chegar na empresa e antes de realizar uma viagem, todos passam por checagem de temperatura e são orientados a utilizar máscara de proteção durante todo o percurso.

Nos ônibus da nova linha, os passageiros contarão ainda com bom espaçamento entre as poltronas, descanso para os pés, entradas USB, tomadas e banheiro. A Ouro e Prata disponibiliza em sua frota a rede Wi-fi, água e álcool em gel para os clientes em viagem.

A segurança na operação passa pelo trabalho do CCO (Central de Controle de Operações Ouro e Prata), que monitora constantemente itens como: a velocidade dos veículos em trânsito, a distância em que estão de outros automóveis e até os sinais de fadiga do motorista ou qualquer anormalidade dentro do ônibus. A estrutura do CCO emite alertas, toma providências em caso de situações incomuns durante a viagem e indica necessidades de futuras providências para a equipe de operação local.

Para atender aos padrões Ouro e Prata, a manutenção dos ônibus segue a rígidos padrões, não somente com medidas corretivas, mas também preventivas, realizando revisões periódicas e sistêmicas em cada parte do veículo. Os profissionais da empresa são treinados e passam por cursos de reciclagem para manter as equipes preparadas para agir em caso de emergência. Os motoristas, em especial, fazem cursos de direção segura e defensiva, são testados em simuladores e se tornam especialistas no volante.

Sobre a segurança nos novos trajetos, o Diretor de Operações da Ouro e Prata, Carlos Bernaud, afirma:  “A ampliação das linhas é organizada com atenção total à segurança e à qualidade, pilares de nossa atuação nos dez Estados brasileiros em que operamos. Nossos clientes podem viajar do Norte ao Sul do país com qualidade, conforto e segurança”.

O novo itinerário atenderá todos os públicos, a trabalho ou a passeio, cobrindo importantes cidades brasileiras no Maranhão e no Pará, além de oferecer ligação com todos os roteiros que a empresa opera, incluindo uma das maiores linhas rodoviárias do Brasil, que liga Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a Santarém, no Pará, com 4.002 km. “A ligação Norte e Sul do país fica ainda mais forte com essa nova linha da Ouro Prata ligando o Pará e o Maranhão”, completa o Diretor.

A Ouro e Prata conta, hoje, com 220 ônibus em sua frota nacional, atuando no setor de transporte de passageiros em âmbito intermunicipal no Rio Grande do Sul, e interestadual, abrangendo os estados do RS, SC, PR, SP, MS, MT, TO, GO, PA e agora MA, além da linha internacional com operação na Argentina.

Por:Cíntia Miguel/Com Foto

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Quase 50 mil processos estão pendentes no INSS do Pará

INSS está retomando o atendimento presencial de forma gradual | Irene Almeida

São casos referentes a benefícios assistenciais, pensões, aposentadorias, entre outros, que passaram por análise prévia, mas sem prazo para definição
Depois de quase 6 meses de atendimento exclusivo de forma remota em razão da pandemia do coronavírus, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Pará possui cerca de 50 mil processos pendentes de análise em todo o Estado e não há prazo para que essa demanda reprimida seja resolvida, tendo em vista que o órgão informou que o INSS está retomando o atendimento presencial “de forma gradual e segura”. Todos os processos já passaram por uma análise prévia pelo instituto.

O INSS informou ainda que existe um planejamento em curso que gradualmente aumentará a capacidade de atendimento do órgão no Pará. Entre os principais pontos desse processo está o aumento gradual de vagas de servidores e o funcionamento de uma Central de Exigência na Região Metropolitana de Belém, que dobrará a capacidade de atendimento de antes da pandemia.

“Estamos ofertando na região metropolitana mais de 500 agendamentos de cumprimento de exigências nesta semana de retomada e, para semana seguinte, planejamos duplicar a oferta de vagas, que pode chegar de 1.000 a 2.000 agendamentos, acrescentados de forma segura e gradual”, informou a assessoria de comunicação do INSS no Pará.

Existem atualmente no Estado 50 agências convencionais do INSS e 14 postos de atendimento vinculados a essas unidades, totalizando 64 unidades. O atendimento exclusivamente de forma remota ocorria desde 20/03/2020 no Pará e, com a reabertura gradual, permanecerá como alternativa de atendimento ao beneficiário.

A semana de reabertura de parte das agências do INSS foi tumultuada e estressante para segurados em vários estados brasileiros, que compareceram nas unidades após meses sem atendimento presencial.

Além das filas, muitos tiveram cancelados seus atendimentos porque as perícias presenciais foram suspensas e muitos não conseguiram ser avisados a tempo. Leonardo Rolim, presidente do INSS, chegou a pedir desculpas para os usuários pela confusão, reconhecendo que muitos segurados realmente não conseguiram ser avisados pelo instituto a tempo por SMS, e-mail ou pelo “Meu INSS”.

Muitos beneficiários chegaram às agências do INSS e deram “de cara na porta”, já que as perícias ainda não estão sendo realizadas, o que atrasa ainda mais os processos.

PERÍCIA

Segundo o INSS no Pará, a Perícia Médica Federal, ligada à Secretária Especial de Previdência e Trabalho, demandou adequações nas salas de perícias das agências do INSS para retornar à atividade presencial, após inspeção realizada entre os dias 8 e 9/09. “Por isso, é preciso informar, o INSS começou desde a última quinta-feira a cumprir este compromisso de fazer as adequações o mais célere possível, para que o serviço possa ser oferecido à população”, disse o INSS, durante a semana.

O órgão informou ainda que desde a última segunda-feira as inspeções nas agências são feitas em conjunto, entre o INSS e a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. “Comprovando-se a adequação dos consultórios, a perícia retomará o atendimento nas unidades do país, bem como no Estado do Pará”.

O instituto pede ainda que o segurado que tinha feito agendamento para avaliação pericial, “deve desconsiderar e proceder com a remarcação pelo Meu INSS e telefone 135”.

O INSS reforçou que para qualquer um destes serviços, o segurado deve realizar o agendamento pelo Meu INSS ou pelo telefone 135. “Segurados sem agendamento não serão atendidos nas agências, para evitar aglomerações, conforme determinações do Ministério da Saúde”.

O soldador C.R., 32, perdeu parte da mão direita num acidente de trabalho em novembro do ano passado. Desde então tenta dar entrada no auxílio acidente de trabalho no INSS, já que está impossibilitado de exercer sua profissão. “Eu tenho direito a esse dinheiro, mas até agora não tenho resposta do governo. Estou passando muitas dificuldades e preciso desse auxílio pois não tenho de onde tirar”, afirma.

A situação piorou com a pandemia. O trabalhador esteve pela última vez numa agência do INSS em fevereiro, quando soube que seu processo estava parado à espera de perícia. “Agora depois de quase 7 meses eu volto e tomo conhecimento de que as agências vão reabrir, mas as perícias ainda não estão sendo feitas. Não dá mais para esperar”, desabafa o soldador, que tem 2 filhos e sobrevive apenas com o salário mínimo de sua esposa, que trabalha como empregada doméstica.

49.621

Das pendências registradas até o último dia 16 (49.621), a maior parte se refere a benefícios assistenciais (23.869), vindo a seguir pensões, auxílio reclusão e salário-maternidade (9.842), aposentadorias, CTC e pecúlio (7.926), recursos e revisão (5.464), atualização para manutenção do benefício e outros serviços (1.323) e, por fim, atualização de cadastro e atividade (1.197).

Perícias

Dados da Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais apontam que existiam no país até esta semana mais de 750 mil pedidos aguardando perícia no INSS, sendo metade deles para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Há ainda mais de 900 mil pedidos parados por falta de alguma informação ou documento dos segurados.

Quatro tipos de atendimentos são ofertados de forma presencial

O advogado Humberto Costa, especialista em direito previdenciário, explica que neste momento são ofertados apenas quatro tipos de atendimentos nas agências, de forma presencial, durante este retorno gradual: cumprimento de exigência, justificação administrativa, reabilitação profissional e avaliação social.

Ele destaca que o INSS tem, por lei, o prazo de até 3 meses para dar resposta ao segurado sobre a análise da solicitação de benefício. Caso contrário, o beneficiário tem como entrar via judicial para acelerar o processo, ou por meio de advogado ou por meio da Defensoria Pública da União.

“Esse trâmite depende de vários fatores. Existem processos que a gente consegue uma sentença do juiz dando decisão favorável ou desfavorável dentro de 4 meses, mas existem processos que se estendem um pouco mais. Sendo que no INSS também é relativo, às vezes demora, alguns mais rápidos de 1 a 2 meses, e outros procedimentos passam de um ano, vai depender de cada caso”, explica.

Meu INSS

Atualmente, para fazer uma solicitação de benefício, o cidadão deve utilizar o “Meu INSS”, disponível no endereço gov.br/meuinss (site e aplicativo para celular) ou ligar para a central telefônica 135, disponível de segunda a sábado, no horário das 7h às 22h.

Regras

O INSS publicou no Diário Oficial da União dia 11 passado, 3 dias antes da reabertura das agências, uma portaria com regras para o retorno gradual das agências.

Pela portaria, na entrada do posto, um funcionário irá medir a temperatura dos segurados, que deve ser menor que 37,5°C. Se a temperatura for maior do que 37,5°C, o funcionário do INSS deverá esperar um pouco e checar a temperatura novamente, preferencialmente, com outro termômetro.

Se a temperatura continuar acima do estabelecido, o funcionário irá orientar o segurado a reagendar o atendimento.

Todos os segurados que entrarem na agência deverão usar máscara, álcool em gel e manter o distanciamento de, no mínimo, um metro. Se a máscara estiver úmida, suja ou rasgada, uma máscara descartável deverá ser fornecida pelo INSS.

O Instituto informa que estão sendo retomados apenas os atendimentos de avaliação social, cumprimento de exigências, justificação administrativa ou judicial e reabilitação profissional.
Por:DOL/ Autor: Luiz Flávio
domingo, 20/09/2020, 07:20
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Governo do PA antecipa pagamento do 13º salário dos servidores públicos para os dias 6 e 7 de outubro

Governo do PA antecipa pagamento do 13º salário dos servidores públicos para os dias 6 e 7 de outubro — Foto: Mauricio Vieira/Secom de SC

Com a medida, o governo planeja injetar mais de R$ 340 milhões na economia do estado.

O Governo do Pará anunciou nesta quinta-feira (17) que vai antecipar o pagamento da primeira parcelo do 13º salário dos servidores estaduais. De acordo com Secretaria de Planejamento e Administração (Seplad), o pagamento será realizado entre os dias 6 e 7 de outubro. Com a medida, o governo planeja injetar mais de R$ 340 milhões na economia do estado.

“Ao todo, 100 mil servidores ativos serão beneficiados. Isso vai ajudar na geração de renda, emprego e desenvolvimento econômico do estado”, explica o governador do Pará, Helder Barbalho.

O governo informou que a antecipação do pagamento faz parte das políticas de equilíbrio fiscal adotadas pelo estado. Segundo o governo, durante a pandemia o estado arrecadou mais ICMS e realizou maior investimento em recursos próprios.

Por G1 PA — Belém

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Operação Verde Brasil 2 – Base de Operações, Tapajós, foi montada em Novo Progresso

Verde Brasil – Treinamento prepara tropas para missão das Forças Armadas (Foto:Divulgação DefesaNet)

Madeira, motosserras e munições de diversos calibres foram apreendidas pelo Comando Conjunto Norte (CCjN), durante ação repressiva da Operação Verde Brasil 2 contra delitos ambientais, em Novo Progresso, no Pará, nessa segunda-feira (14).

Com o emprego de aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), militares do 53º Batalhão de Infantaria de Selva atuaram em conjunto com a Força Nacional de Segurança Pública e agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

Uma Base de Operações, Tapajós, foi montada em Novo Progresso, desde 31 de agosto, contando com a atuação dos órgãos de fiscalização, para coibir e combater os delitos ambientais na região. As ações percorrem vários municípios do estado do Pará.

Nessa terça-feira (15), o Comando Conjunto Norte inspecionou, ainda, 36 embarcações e combateu 15 focos de incêndio na região.

Já o Comando Conjunto Oeste (CCjO) combateu 526 focos de incêndio no estado de Mato Grosso, também nessa terça-feira. Além do enfrentamento às queimadas, o CCjO permanece realizando ações de estabelecimento de Posto de Bloqueio e Controle de Estradas, patrulhamento terrestre, planejamento e análise de alvos, como também reconhecimento aéreo, abrangendo várias localidades de Mato Grosso.

Enquanto isso, por meio do 9º Distrito Naval, o Comando Conjunto Amazônia (CCjA) continua com inspeções e patrulhas navais em diversos rios, abrangendo várias localidades dos estados do Amazonas, de Roraima e de Rondônia. Militares, em apoio a agentes, inspecionaram e vistoriaram 97 embarcações e 63 veículos, nessa terça-feira.

Resultados

Desde a deflagração da Operação Verde Brasil 2, em 11 de maio, militares e agentes de órgãos parceiros realizaram 33,2 mil inspeções navais e terrestres, vistorias e revistas em embarcações, das quais 882 foram apreendidas. Nos postos de bloqueio e controle de estradas foram retidos 329 veículos por irregularidades. Volume superior a 29,4 mil metros cúbicos de madeira ilegal também foi confiscado, bem como apreendidas 988 máquinas de serraria móvel, tratores, maquinário de mineração, balsas, dragas e acessórios. Até o momento, R$1.388.368.809,64 bilhão foi aplicado em multas e termos de infração.

(Foto:Divulgação DefesaNet)
(Foto:Divulgação DefesaNet)

Operação Verde Brasil 2

A Operação Verde Brasil 2 é coordenada pelo Ministério da Defesa. Está no escopo do Conselho Nacional da Amazônia (CNA), conselho regulado pela Vice-Presidência da República em apoio aos órgãos de controle ambiental e de segurança pública.

A missão deflagrada pelo Governo Federal, em 11 de maio de 2020, visa ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais na Amazônia Legal.

A determinação presidencial para emprego das Forças Armadas em Garantia da Lei e da Ordem (GLO) foi publicada no Diário Oficial da União por meio do Decreto n° 10.341, de 6 de maio de 2020. Em 9 de julho, a GLO foi renovada até 6 de novembro, por meio do decreto presidencial 10.421.

Para cumprir a determinação presidencial, o Ministério da Defesa ativou três Comandos Conjuntos. São eles: Comando Conjunto Norte (CCjN), Comando Conjunto Amazônia (CCjA) e Comando Conjunto Oeste (CCjO). O Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), da FAB, dá suporte às ações aéreas, em caráter permanente.

Assim como na Operação Verde Brasil ocorrida em 2019, o Centro de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa coordena as atividades a partir da capital federal. Ainda participam da missão integrantes da Polícia Federal, Policia Rodoviária Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), Força Nacional de Segurança Pública, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).

Fonte:DefesaNet/Tenente Flávia

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Decreto Presidencial que proíbe queimadas foi ignorado no Pará – Agosto foi o mês com maior número de queimadas em 2020

(Foto:Adria Karoline) – A pesar do decreto proibindo a pratica de queimadas e com a criação do Conselho da Amazônia e da promessa de maior controle no bioma, por parte das Forças Armadas, agosto de 2020 repetiu a tragédia vivida em 2019, onde teve o “Dia do Fogo”  com um pico dramático no número de focos de fogo no Pará.

Leia mais:Jair Bolsonaro assina decreto proibindo queimadas em todo o Brasil por 120 dias

Os números registrados não impediram o pico de queimadas conforme divulgou o Jornal Folha do Progresso o mês de agosto foi do fogo, os números ficaram próximo ao dia do fogo de 2019 onde teve 44.013 bem próximo aos 30.900 focos de 2020.

Os números do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), aponta os estados do Pará, Amazonas e Acre os campeões de queimas. Os números mostram que a medida do Presidente Jair Bolsonaro não teve resultado positivo.

Os números do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que os estados campeões em detecção de queimadas em agosto no bioma Amazônia foram Pará (10.865), Amazonas (8.030) e Acre (3.578).

Dois dos dez municípios que mais queimaram no mês passado são do Pará: Altamira e São Félix do Xingu. Depois são acompanhados por Poconé e Corumbá, ambos em Mato Grosso, Novo Progresso (PA), Apuí (AM), Barão de Melgaço (MT), Porto Velho (RO), Lábrea (AM) e Novo Aripuanã (AM).

Por:Jornal Folha do Progresso

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PA é o estado com maior aumento de casos de lesão corporal por violência doméstica no 1º semestre de 2020

Dia da Mulher: vítima de agressão precisa abandonar a própria casa para não ser morta — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Assassinatos de mulheres diminuíram, mas estado teve o segundo maior aumento de casos de feminicídio. Casos de estupro ainda são altos, mas tiveram queda.

O Pará é o estado com maior aumento de casos de mulheres agredidas vítimas de lesão corporal no contexto de violência doméstica no primeiro semestre deste ano. Segundo dados do Monitor da Violência, divulgados nesta quarta (16), levantamento exclusivo feito pelo G1, foram 1.827 casos em 2019 e 2.674 em 2020. A alta foi de 46%.

Ainda de acordo com o levantamento, o estado registrou queda tanto em assassinatos de mulheres quanto em casos de estupro, embora os números ainda sejam considerados altos.

Em 2019, foram 112 mortes em 2019 e 89 em 2020. Já em relação aos casos de estupro, foram 412 este ano e 331 no ano anterior.

O crime de estupro de vulnerável continua com números altos no estado, mas diminuíram em relação ao ano anterior. São 1.174 registros em 2019 e 841 em 2020, apontando redução de 28%.

Feminicídio

As mortes registradas como feminicídio tiveram alta este ano no Pará. Foram 17 vítimas no primeiro semestre de 2019 e 36 no mesmo período deste ano, ainda segundo os números do Monitor da Violência. É o segundo estado com maior aumento de registros, atrás somente do Acre.

Um caso recente ocorrido em Abaetetuba, nordeste do estado, motivou protesto de um grupo de mulheres, após uma jovem de 22 anos ser assassinada a tiros. O crime revoltou moradores da cidade. O principal suspeito é o ex-namorado dela.

Andressa Vilhena estava caminhando na rua quando foi surpreendida pelo criminoso, que fez os disparos e fugiu. Ela levou um tiro na cabeça e um no abdômen. Imagens de câmeras de segurança mostraram o momento em que ela foi atingida e caiu no chão.
Mulher é assassinada a tiros em Abaetetuba, no Pará

Mulher é assassinada a tiros em Abaetetuba, no Pará

As investigações ficaram sob responsabilidade da Superintendência Regional do Baixo Tocantins de Polícia Civil e as Divisões de Homicídios e Especializada no Atendimento à Mulher de Abaetetuba.

O ex-namorado, Cleysson Benedito da Silva, apontado como executor, e Samuel Cardoso Rodrigues, que teria dado apoio na fuga, foram mortos pela Polícia em área de mata na cidade.

Denuncie

Para fazer denúncias sobre crimes e outros formas de violência contra mulher, qualquer pessoa pode enviar mensagens para o Disque Denúncia, pelo número (91) 98115-9181, ou ligar para 181. Se precisar de atuação policial imediata, é possível ligar para o Centro Integrado de Operações (Ciop) 190.

A Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) disponibiliza também o aplicativo SOS Maria da Penha, voltado para mulheres com medidas protetivas que podem acionar viatura policial mais próxima ao se sentirem ameaçadas.

Ainda de acordo com a secretaria, a Fundação ParáPaz atende de forma remota pela plataforma digital “ParáPaz Acolhe”, que permite a triagem e encaminhado para autoridades competentes.
20 vídeos
Brasil tem aumento de 7% em mortes decorrentes de ações da polícia
Número de pessoas mortas pela polícia cresce no Brasil em 2019 Número de feminicídios cresce mais uma vez no Brasil

Por Taymã Carneiro, G1 PA — Belém

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Pará lidera ranking de desmatamento da Amazônia pelo quinto mês consecutivo, aponta Imazon

Alertas de desmatamento na Amazônia sobem 34% em um ano — Foto: JN

Somente no mês de agosto, o Pará foi responsável 37% de todo o desmatamento na região.

O Pará lidera, pela quinta vez consecutiva, o ranking de desmatamento na Amazônia, segundo levantamento realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). De acordo com o estudo, somente no mês de agosto, o Pará foi responsável 37% de todo o desmatamento na região.

Sobre o estudo, o G1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semas), mas até a última atualização desta reportagem não obteve retorno.

De acordo com o levantamento, a Amazônia perdeu 1.499 km² de área de floresta nativa em agosto. Esse número é o maior em 10 anos, segundo o Imazon. A capital de Rondônia, Porto Velho, lidera o ranking dos municípios que mais derrubaram árvores, com 85 km² de área desmatada. O município paraense de Altamira também aparece na lista.

Ainda segundo os dados do sistema de alerta de desmatamento do Imazon, de janeiro a agosto deste ano, a destruição da floresta tem crescido. Os satélites que realizam a pesquisa registraram um aumento de 68% na devastação. Além disso, os oito primeiros meses do ano já registram um desmatamento 23% maior do que no mesmo período do ano passado.

O estudo aponta que um dos fatores que podem ter contribuído para a degradação da região são os incêndios florestais. Esses incêndios podem ser causados por queimadas controladas em áreas privadas para limpeza de pasto, por exemplo, mas que acabam atingindo a floresta e se alastrando.

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