Reuters: Popularidade de Bolsonaro salta com economia em alta e criminalidade em baixa

A agência de notícias britânica Reuters reconheceu o aumento da popularidade pessoal de Jair Bolsonaro e de seu governo devido aos resultados positivos obtidos na área econômica e na segurança pública.(Foto:Reproduçao)

Em depoimento dado à agência, Lucas Aragão, sócio da ARKO Advice, confirma que economia e segurança pública são as prioridades do povo brasileiro e prevê popularidade ainda maior se os resultados continuarem positivos e se nenhum escândalo de corrupção o atingir.

“Os brasileiros estão muito mais preocupados com segurança pública, emprego, inflação e economia real do que com questões como o nazismo”, afirmou Aragão. “Se a economia continuar se expandindo e Bolsonaro se afastar dos escândalos de corrupção, sua popularidade aumentará ainda mais”, completou.

A matéria citou a última pesquisa CNT/MDA publicada recentemente registrando o aumento na popularidade do presidente Jair Bolsonaro.

“o número de brasileiros que viram seu governo como ótimo ou bom subiu de 29,4% em agosto para 34,5%, enquanto 31% agora classificam o governo como ruim ou péssimo, contra 39,5% anteriormente.”

“O índice de aprovação pessoal de Bolsonaro saltou para 47,8%, de 41% em agosto, enquanto aqueles que desaprovam a forma como ele está governando o Brasil caíram para 47%, contra 53,7% em agosto.”

A matéria segue exaltando o resultado da pesquisa e a expectativa positiva para a economia do país em 2020.

“Essa pesquisa é muito boa para Bolsonaro”, disse Lucas de Aragão, sócio da consultoria ARKO Advice, de Brasília.

“O crescimento econômico deve mais do que dobrar seu ritmo para 2,3% este ano, há um declínio constante no desemprego e uma queda significativa na maior taxa de homicídios do mundo, disse ele.” disse Aragão à Reuters.

Por Guilherme L. Campos
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Morre presidente da comunidade de Alvorada da Amazônia vitima de picada de cobra

Paulo Caetano Vitima de picada de Cobra (Foto Divulgação)
Paulo Caetano Vitima de picada de Cobra (Foto Divulgação)

Faleceu nesta manhã de  sexta-feira(10), no hospital da cidade de Guarantã do Norte (MT) o Presidente da Comunidade de alvorada da Amazônia Paulo Caetano, que foi vitima de acidente ofídico com cobra pico de jaca do gênero jararaca. Caetano foi picado pela cobra em sua propriedade na ultima quarta-feira (08), nesta quinta-feira (09) foi transferido para Sinop (MT), não resistiu à viagem acabou falecendo as 03h00mn desta madrugada, no hospital da cidade de Guarantã do Norte no estado do Mato Grosso.

Cobra Jararaca
Cobra Jararaca

 Foi imediatamente socorrido á unidade hospitalar local, mas devido ao agravamento do quadro, o mesmo foi levado com urgência para Mato Grosso, onde faleceu.

Seu corpo está sendo transferido para Alvorada da Amazônia ,onde será velado   e sepultado no cemitério local.

A noticia de sua morte causou grande comoção na comunidade devido ser pessoa muito querida de todos e ao seu grande numero de amigos.

Da Redação Jornal Folha do Progresso

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Prefeito de Aveiro é eleito Presidente do Consórcio Tapajós

Consórcio Tapajós elegem Vilson Gonçalves Presidente e Valdinei Jose Ferreira  Vice- Presidente

A eleição aconteceu nesta segunda (09), na sede do consorcio Tapajós na cidade de Itaituba sudoeste do estado do Pará,  a nova  diretoria foi eleita  para um mandato de dois anos.

Foi eleito o prefeito Vilson Gonçalves  da cidade de Aveiro como presidente e Valdinei Jose Ferreira  da cidade de Trairão  Vice- Presidente.

Participam do consórcio Tapajós os municípios de Aveiro, Jacareacanga, Trairão, Rurópolis, Novo Progresso , Belterra e Itaituba.

O prefeito Ubiraci Soares da cidade de Novo Progresso encabeçou a chapa dos suplentes em seguida vem Raimundo Batista Santiago da cidade de Jacareacanga e Joselino Padilha da cidade de Rurópolis.

Participou do evento os sete prefeitos que compõe o consorcio.

O Consórcio Tapajós tem como objetivo articular ações a fim de viabilizar programas de desenvolvimento local e regional, envolvendo arranjos socioeconômicos estruturando cadeias produtivas nas áreas de desenvolvimento econômico, social e ambiental local e regional; saúde pública; gestão e licenciamento ambiental; infraestrutura urbana e rural; regularização fundiária urbana e rural e, estímulo à economia urbana e rural.

Da Redação Jornal Folha do Progresso

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Presidente interino da Câmara de Uruará é alvo de atentado

A casa do Vereador e atual presidente da Câmara de Vereadores de Uruará, Amauri Oliveira, foi alvo de tiros na madrugada de sexta-feira, dia 23.

Segundo informações, por volta das 2:30 horas da madrugada de sexta-feira, vizinhos ouviram vários disparos de arma de fogo, onde logo na manhã foi constatado que a casa do presidente interino da Câmara tinha sido alvejada por vários disparos de arma de fogo.

O ato pode ser pelo motivo do Vereador ter no dia de quinta-feira decretado a anulação da  Comissão de investigação que afastou o prefeito Banha, tentando assim voltar o Prefeito afastado ao cargo.

Todos são sabedores que Everton Banha caiu em desgraça com a população de Uruará, devido sua péssima administração. Tanto é que, que Banha já foi afastado pela Justiça e pela Câmara e agora tenta a qualquer custo voltar ao cargo.

Fonte: RG 15/O Impacto e Uruará em Foco

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Michel Temer pede aprovação de reajuste para Judiciário.

Foto O presidente interino Michel Temer – Divulgação—Estimativa é que o impacto seja de cerca de R$ 8 bilhões nos próximos quatro anos
Em uma medida que gerou reação entre os tucanos, o governo do presidente interino Michel Temer resolveu pedir que sejam aprovados ainda nesta quarta-feira os projetos de aumento salarial para servidores de diversas categorias. Ontem, a Câmara aprovou pedido de urgência para a tramitação desses projetos, mas não havia previsão para a votação do mérito. A estimativa é que o impacto seja de cerca de R$ 8 bilhões nos próximos quatro anos.

A decisão foi tomada para evitar confrontos com as categorias, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas da União. O primeiro órgão é parte responsável pela Operação Lava-Jato e o segundo analisa as contas do governo. O líder do PMDB na Câmara, Baleia Rossi (SP), esteve no Palácio do Planalto mais cedo e afirmou que o pedido para votação ainda hoje veio do próprio Temer. Nesta segunda-feira, o presidente interino recebeu o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para tratar, entre outros temas, o aumento salarial para o Ministério Público.

— O presidente fez um apelo para que, depois da votação de ontem, das urgências para aumento dos servidores da União, do TCU, do Ministério Público, do Judiciário, dos militares, enfim, todas aquelas urgências que votamos, ele pede que possamos votar hoje o mérito dessas votações — disse Baleia.

Avisados da mudança, os tucanos reagiram. Um grupo de deputados do PSDB irá se reunir ainda hoje com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para “pedir explicações”. Eles dizem que não é possível dar aumento em um momento em que é preciso sinalizar ajuste de contas. Os deputados dizem ainda que, com isto, não devem apoiar qualquer medida de aumento de impostos.

Na noite de ontem, Temer recebeu para um jantar um grupo de senadores do PSDB. Na conversa, o presidente interino disse estar sendo alvo de forte pressão das categorias. Segundo relatos, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, e Janot ligaram diversas vezes para o peemedebista para pedir que atendesse a demanda de aumento.

O deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP) reclamou do momento para se proporcionar aumento salarial, apenas poucos dias após o governo conseguir aprovar no Congresso a mudança da meta fiscal, com a previsão de um rombo de mais de R$ 170 bilhões.

— É uma confusão, esse governo está passando por sérias dificuldades e dá um sinal desses em um momento de necessidade de muita austeridade — afirmou Duarte.

Auxiliares de Temer afirmam que não houve reviravolta na forma de o governo lidar com esses aumentos e que eles já estariam previstos nas mudanças aprovadas no Orçamento. O senador Romero Jucá, enquanto esteve no Ministério do Planejamento, teria negociado a inclusão dos aumentos salariais no projeto aprovado.

— Quando o Jucá fez essa negociação, isso foi incluído na previsão de déficit no orçamento. Se não cumprir os acordos enviados, pode abrir margem para uma nova negociação que pode ser maior do que estava acordado. Tumulto e confusão com essas categorias é tudo o que o governo não precisa encarar agora — afirmou um interlocutor de Temer.

Com a série de desgastes enfrentados pelo presidente interino desde que assumiu, pesou ontem em sua decisão o componente político de criar um fato positivo, mesmo que seja apenas para o funcionalismo.

— Esse aumento já está precificado no Orçamento, então, optamos por dar logo e tirar esse assunto da frente. Quanto mais demora, mais chance o governo estará dando para os servidores se mobilizarem por novo reajuste — disse um interlocutor palaciano.

Segundo o líder do governo na Casa, André Moura (PSC-SE), Temer sinalizou na manhã de hoje a intenção de votar os projetos – que até ontem não tinham previsão de serem apreciados.

— Desde hoje de manhã o governo está analisando o impacto e construindo diálogo para votar. O presidente Temer quer votar, mas lógico que tem um plenário com programação. A ordem do presidente Michel é acelerar isso, já que o impacto analisado pela Fazenda e pelo Planejamento está dentro do previsto, afinal o próprio Congresso já tinha aprovado o Orçamento de 2016 prevendo o reajuste —disse o líder do governo na Câmara.

André Moura se reuniu nesta quarta-feira com os líderes da base aliada na Câmara e expôs o pedido de Temer, que não foi bem recebido por todos.

— O presidente me deu duas orientações: tratamento igualitário às categorias, votar o mérito de todos os reajustes, e acelerar ao máximo essa votação. Mas a Câmara tem uma agenda, o compromisso do governo com os líderes é votar a DRU, e sabemos que a oposição vai obstruir. Caso não dê tempo de votar hoje, queremos deixar pronta para votação na semana que vem — contou Moura.

Em votação nesta terça, os deputados aprovaram o requerimento de urgência de 12 projetos de aumento salarial dos servidores, entre eles dos servidores do Congresso e da Advocacia Geral da União. Já tinham sido aprovadas as urgências de projetos como o que aumenta de R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil o salário dos ministros do STF, e o aumento salarial dos servidores do Judiciário e do Ministério Público.
Por O Globo
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Outras bombas que podem estourar no colo de Temer

Foto© Fornecido por Deutsche Welle-A queda do ministro do Planejamento, Romero Jucá, marcou o primeiro grande escândalo do governo do presidente interino Michel Temer, que ocupa o cargo há menos de duas semanas.

Aliados de Temer e setores da imprensa brasileira já haviam advertido que Jucá era uma bomba esperando para estourar. Mesmo antes da divulgação do grampo que provocou sua queda, a lista de problemas dele com a Justiça – incluindo seis inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) – já era conhecida.

A saída de cena de Jucá, no entanto, não significa que o governo Temer tenha se livrado de todas as suas potenciais bombas. Confira abaixo outros personagens enrolados que ainda podem criar problemas para o presidente interino.

Henrique Eduardo Alves

O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, é considerado um aliado próximo de Temer. No momento, é alvo de dois pedidos de inquérito na Operação Lava Jato. Em dezembro, seu apartamento foi vasculhado por agentes da Polícia Federal. Mensagens de celular mostraram que o deputado Eduardo Cunha cobrou de Léo Pinheiro, ex-presidente da empreiteira OAS, repasses à campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte. Outras mensagens, enviadas pelo próprio Alves, despertaram a suspeita de que ele atuou a favor da empresa em tribunais.

Geddel Vieira Lima

O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, também apareceu em mensagens do celular de Léo Pinheiro. Ainda não há um inquérito específico contra o ministro, mas os investigadores suspeitam que ele pode ter usado sua influência para atuar em favor da OAS dentro da Caixa (onde ocupou a vice-presidência) e em outros órgãos. No início dos anos 2000, o ex-presidente Itamar Franco chamou Geddel de “percevejo de gabinete” – um político que busca se aliar com outras administrações para conseguir cargos.

Outros membros do governo

Dois nomes do núcleo duro de Temer, Moreira Franco (assessor especial) e Eliseu Padilha (ministro da Casa Civil) também aparecem em investigações envolvendo Léo Pinheiro e foram citados na delação do ex-senador Delcídio do Amaral. Outros seis ministros – Mendonça Filho (Educação), José Serra (Relações Exteriores), Raul Jungmann (Defesa) Ricardo Barros (Saúde), Osmar Terra (Desenvolvimento Social e Agrário) e Bruno Araújo (Cidades) – aparecem na superplanilha da Odebrecht apreendida na casa de um ex-executivo da empresa

André Moura

Eleito na semana passada líder do governo na Câmara dos Deputados, Moura (PSC-CE) aparece como réu em três ações penais e é investigado em dois inquéritos no STF. Em um dos inquéritos, ele aparece como suspeito de uma tentativa de homicídio; no outro, seu nome está ligado ao escândalo do Petrolão. Partidos aliados, como o DEM e o PSDB, queriam outro deputado para o cargo, mas tiveram que engolir a vitória de Moura. O presidente interino não fez esforços para reverter o resultado.

Cúpula do PMDB no Senado

O caso Jucá evidenciou que Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro, está negociando um acordo de delação premiada. Machado é um velho protegido da cúpula do PMDB no Senado e deve sua indicação ao presidente da casa parlamentar, Renan Calheiros. Ele também é considerado próximo de Edison Lobão e Jader Barbalho. A imprensa brasileira especula que Machado pode ter gravado diálogos com outros senadores além de Jucá, algo que pode atingir em cheio vários caciques do partido do presidente interino.

Baleia Rossi

Escolhido na semana passada para ser o novo líder do PMDB na Câmara, o deputado Baleia Rossi (SP) foi citado na Operação Alba Branca, que investiga desvios em contratos para o fornecimento de merendas para escolas de São Paulo. Em delação premiada, o vice-presidente de uma cooperativa que fornecia alimentos disse ter ouvido que valores desviados das prefeituras de Ribeirão Preto e Campinas foram repassados à campanha de Rossi.

Por Deutsche Welle

Autor: Jean-Philip Struck

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Sombras sobre o interino: citação na Lava Jato, ficha-suja e TSE

Foto EL PAÍS Gil Alessi-O presidente interino, Michel Temer. © Mario Tama O presidente interino, Michel Temer. O peemedebista Michel Temer ocupa interinamente, desde esta quinta-feira, o cargo mais alto da República. Alçado à presidência após decisão do Senado de afastar temporariamente a presidenta eleita Dilma Rousseff do cargo, são incontáveis os desafios do novo mandatário em exercício. No plano legal, também há vulnerabilidades, da Operação Lava Jato à ameaça de cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral.

A defesa do peemedebista pediu que as contas de campanha dele sejam analisadas separadamente das de Dilma, uma maneira de livrá-lo da cassação. A estratégia, porém, esbarra em alguns entraves, como o fato de que nas etapas iniciais do processo os dois políticos entregaram a defesa em conjunto e também na jurisprudência mais consolidada do tribunal. No entanto, o recém-empossado presidente do TSE, o ministro Gilmar Mendes, ainda que tenha citado a jurisprudência que prevê o afastamento de ambos, afirmou em entrevista recente ao Estado de S. Paulo a separação é uma questão que “tem que ser analisada”.

Ele citou caso do Governador de Roraima em que o desmembramento entre contas de vice e titular da chapa foi autorizado.Ficha-sujaNo dia 3 de maio o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo condenou em segunda instância Temer por ter feito doações em dinheiro para campanhas eleitorais acima do limite legal em 2014. A sentença teoricamente tornou o peemedebista ficha-suja de acordo com especialistas, e consequentemente inelegível pelos próximos oito anos. Isso não impede que ele desempenhe as funções de chefe do Executivo, mas faz dele o primeiro presidente ficha-suja da história. Juristas afirmam que Temer pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral para conseguir se livrar do pagamento da multa – de 80.000 reais –, mas que não cabe recurso quanto à inelegibilidade. Em nota enviado à Rede Globo, a assessoria do presidente interino afirmou que “em nenhum momento foi declarada pelo TRE a inelegibilidade (…) Não houve manifestação neste sentido (…) qualquer manifestação neste sentido é especulação e precipitação”.

Na prática, caso Temer tente concorrer a algum cargo eletivo nas próximas eleições, se abriria uma batalha jurídica para discutir o assunto.Lava JatoO presidente interino foi citado pelo delator e ex-senador Delcídio do Amaral no início de março, no âmbito da Operação Lava Jato. No entanto, diferentemente do que ocorreu com Dilma, Lula e com a senadora Gleisi Hoffmann (PT-RR), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não pediu ao Supremo Tribunal Federal abertura de inquérito para investigar as denúncias envolvendo o peemedebista. Outros colaboradores da Justiça já mencionaram Temer anteriormente, mas até o momento nenhuma prova concreta de seu envolvimento no escândalo de corrupção da Petrobras foi apresentada – ou vazada para a imprensa.

Ele nega qualquer irregularidade.Em sua delação, Delcídio afirma que há uma relação suspeita entre Temer e o ex-diretor da Petrobras João Augusto Henriques, que dirigiu a BRDistribuidora entre 1998 e 2000. Desde setembro Henriques está preso em Curitiba por operar em nome do PMDB na Petrobras. Segundo Delcídio, Henriques teria participado de uma compra ilícita de etanol entre 1997 e 2001, sob apadrinhamento de Michel Temer. De acordo com a delação, “a relação de João Henriques e Michel Temer é antiga e explica a sucessão de Nestor Cerveró na diretoria Internacional da Petrobras”. Henriques teria sido indicado para suceder Cerveró, mas Dilma vetou a nomeação. Assumiu Jorge Zelada, preso por burlar regras de governança da Petrobras para favorecer contratos que lhe garantiram propina milionária. Zelada foi indicado por Henriques.Segundo a Folha de S. Paulo, o relator da Lava Jato no Supremo, Teori Zavascki, citou em comunicação ligada à Lava Jato: “Eduardo Cunha cobrou Leo Pinheiro (dono da construtora da OAS) por ter pago, de uma vez, para Michel Temer a quantia de 5 milhões de reais, tendo adiado os compromissos com a ‘turma'”.

O novo presidente interino nega.Ministros na mira da Lava JatoOutra possível fonte de instabilidade para Temer são os ministros do PMDB escolhidos por ele para compor o primeiro escalão, alguns dos quais também foram citados na Lava Jato e são investigados. Henrique Alves e Geddel Vieira Lima devem assumir respectivamente as pastas de Turismo e a secretaria de Governo. Mencionados por delatores da operação, os dois ganham agora direito a foro privilegiado e escapam das mãos do juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná. A eles se somará Romero Jucá, também na mira da Lava Jato, que assume o ministério do Planejamento.Outros quatro ministros indicados por Temer aparecem em uma planilha apreendida com executivos da empreiteira Odebrecht.

A Polícia Federal acredita que a lista faça referência a possíveis pagamentos irregulares. São eles José Serra (PSDB-SP), que assume o Itamaraty, Bruno Araújo (PSDB-SP), das Cidades, Raul Jungmann (PPS-PE), na Defesa e Ricardo Barros (PP-PR), na Saúde. Os ministros sempre negaram participação no esquema.Impeachment na CâmaraLiminar concedida pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello em 5 de abril obrigava a Câmara a iniciar o trâmite do processo de impeachment do então vice Michel Temer por motivo similar à do processo de Dilma Rousseff: assinatura de decretos para suplementar o Orçamento. O pedido de destituição havia sido arquivado por Cunha, foi reaberto, mas, por estratégia dos partidos aliados, nunca saiu do lugar. Nesta semana, Janot recomendou a derrubada da liminar.

Por EL PAÍS

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Vice Temer é notificado que se tornou presidente e anuncia ministério

Logo após ter sido notificado da decisão do Senado Federal, que aprovou na manhã desta quinta-feira (12) a abertura de processo de impeachment e o afastamento por até 180 dias de Dilma Rousseff da Presidência da República, a assessoria do vice-presidente Michel Temer anunciou os nomes dos ministros que integrarão o ministério do novo governo.

Temer recebeu a notificação do senador Vicentinho Alves (PR-TO), primeiro-secretário do Senado. Antes de notificar Temer, no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-presidência, Alves já tinha intimado a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.

“Desejei a ele [Temer] sucesso. Disse a ele as palavras que eu tinha dito anteriomente, de que a expectativa é muito grande, mas que ele tem todas as condições de capacidade, de relacionamento, de dinamismo, para corresponder com a expectativa do povo brasileiro”, afirmou. Segundo o senador, Dilma recebeu a intimação de “forma natural e respeitosa” e não fez nenhum comentário.

Até a última atualização desta reportagem, dois ministérios (Integração Nacional e Minas e Emergia) ainda não tinha os nomes dos ocupantes definidos. O PMDB deverá ficar com uma dessas duas pastas e o PSB com outra.

Confira abaixo a relação dos novos ministros.

Fazenda
Henrique Meirelles

Planejamento
Romero Jucá (PMDB)

Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Marcos Pereira

Relações Exteriores (inclui comércio exterior)
José Serra (PSDB)

Programa de Parcerias e Investimentos
Moreira Franco (PMDB) (secretario-executivo)

Casa Civil
Eliseu Padilha (PMDB)

Secretaria de Governo
Geddel Vieira Lima (PMDB)

Secretaria de Imprensa
Marcio Freitas (não é ministério)

Secretaria de Segurança Institucional (inclui Abin)
Sérgio Etchegoyen

Educação
Mendonça Filho  (DEM)

Saúde
Ricardo Barros (PP)

Justiça e Cidadania
Alexandre de Moraes

Agricultura
Blairo Maggi (PP)

Trabalho

Ronaldo Nogueira (PTB)

Desenvolvimento Social e Agrário
Osmar Terra (PMDB)

Meio ambiente
Sarney Filho (PV)

Cidades

Bruno Araújo (PSDB)

Ciência e Tecnologia e Comunicações
Gilberto Kasssab (PSD)

Transportes
Maurício Quintella (PR)

Advocacia-Geral da União (AGU)
Fabio Medina

Fiscalização, Transparência e Controle (ex-CGU)
Fabiano Augusto Martins Silveira

Defesa

Raul Jungmann (PPS)

Turismo

Henrique Alves (PMDB)

Esporte

Leonardo Picciani (PMDB)

Minas e Energia
entre PMDB e PSB

Integração Nacional
entre PMDB e PSB

Foto G1
Foto G1

Por G1
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Presidente da Câmara Maranhão divulga nota anulando sessão do impeachment

(Foto:Manifestantes a favor e contra impeachment- Divulgação) – O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), divulgou nota nesta segunda-feira , 9, em que informa que as sessões que resultaram na autorização da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff sejam anuladas e que uma nova sessão seja realizada no prazo de cinco sessões a partir da devolução do processo do Senado.

Presidente Dilma (PT)
Presidente Dilma (PT)

O deputado atendeu a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU). Maranhão assumiu a presidência da Câmara após Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ser afastado por decisão do Supremo Tribubal Federal (STF).

Foto© Geraldo Magela- Deputado Waldir Maranhão (PP-MA)
Foto© Geraldo Magela- Deputado Waldir Maranhão (PP-MA)

A Advocacia-Geral da União (AGU) havia protocolado no dia 25 de abril, na Câmara dos Deputados, pedido de anulação da sessão do último dia 17 de abril em que a Casa aprovou, por 367 votos a 137, a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Assinado pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, o pedido elencava pelo menos quatro ilegalidades na sessão.

Articulação

Durante o fim de semana, Waldir Maranhão viajou para São Luís, tentando costurar apoio político para garantir sua permanência no cargo. No domingo, 8, o deputado retornou a Brasília no início da noite, no jatinho da FAB destinado ao deslocamento das autoridades federais. A bordo também o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), aliado da presidente Dilma Rousseff.

‘Golpe’

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, fazia um discurso no Palácio do Planalto, em Brasília quando ficou sabendo da notícia sobre a anulação das sessões do impeachment. Com os gritos da plateia de “não vai ter golpe”, ele interrompeu a falo e disse que “vai ter luta, não vai ter golpe”.
Por Estadão

Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)
Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)

Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)
Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)

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Santarém-Presidente Dilma inaugura Residencial Salvação em Santarém

Presidente Dilma é aplaudida pela população.

Em visita ao Estado do Pará nesta quinta-feira, 05, a presidente Dilma Rousseff (PT) inaugurou duas importantes obras para a região Norte do Brasil. Entre elas, por volta de 11h30, a presidente Dilma inaugurou oficialmente a primeira turbina geradora de energia elétrica da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira.

Por volta de 15h, a presidente Dilma desembarcou em Santarém, onde inaugurou o Residencial Salvação, do programa “Minha Casa, Minha Vida”, na rodovia Fernando Guilhon. Logo na chegada ao residencial, a presidente Dilma foi recebida por correligionários e simpatizantes. Portando faixas e cartazes, dezenas de mulheres receberam a presidente com o seguinte grito de ordem: “Não vai ter golpe”.

Cerca de 3.081 unidades foram entregues aos contemplados de Santarém. Durante a cerimônia, a presidente Dilma entregou a chave da casa própria a primeira contemplada do programa de habitação, Alessandra Lima dos Santos. Segundo o Corpo de Bombeiros, 15 mil pessoas participaram da cerimônia de inauguração do Residencial Salvação, em Santarém.

Além do Pará, outros empreendimentos também foram entregues nos estados da Bahia, Minas Gerais, Ceará e Rio de Janeiro. Os empreendimentos são destinados a famílias com renda de até R$ 1,6 mil mensais.

De acordo com a presidente Dilma, mais de 26 mil pessoas foram beneficiadas, nesta quinta-feira, pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”, com a entrega de 6.597 moradias nos municípios de Camaçari (BA), Uberaba (MG), Itapipoca (CE), Santarém (PA) e Campos dos Goytacazes (RJ).

O evento que aconteceu em Santarém contou com transmissão ao vivo para os municípios envolvidos. Contou ainda com a presença da presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Miriam Belchior, além de autoridades federais, estaduais e municipais.

Em Camaçari foram entregues 1.200 unidades do Residencial Alpha; em Uberaba 1.230 unidades dos residenciais Ilha de Marajó, Jardim Marajó e Jardim Marajó Etapa II e em Campos dos Goytacazes, 600 unidades, do Residencial Santa Rosa. Além disso, também foram entregues 468 unidades em Itapipoca, pelo Banco do Brasil.

Todas as unidades são divididas em 2 quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes. Além disso, atendendo as exigências de qualidade do programa “Minha Casa, Minha Vida”, os empreendimentos são equipados com infraestrutura completa, pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem e energia elétrica.

Por Manoel Cardoso

RG 15 / O Impacto

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