Santos tenta até o fim mas só empata com reservas do Athletico

Por:Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo)/08/09/2019 17:20-

O Santos empatou com o time reserva do Athletico-PR por 1 a 1 na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram de Braian Romero, na etapa inicial, e Sánchez, de cavadinha em pênalti, nos acréscimos.

O Peixe sentiu as ausências de Victor Ferraz (suspenso), Evandro (machucado) e Jorge, Derlis e Soteldo (nas seleções do Brasil, Paraguai e Venezuela, respectivamente). O Furacão atuou melhor no primeiro tempo mesmo com os suplentes e contou com várias defesas de Léo na etapa final para segurar o empate.

Com o empate, o Alvinegro fica com 37, ainda em segundo, e a dois pontos do líder Flamengo (mas com desvantagem de 12 de saldo). O Athletico sobe para 26, na décima colocação.

O Santos voltará a campo para enfrentar justamente o Flamengo, no Maracanã, domingo. O Furacão tem a ida da final da Copa do Brasil contra o Internacional, quarta-feira, na Arena da Baixada, e depois recebe o Avaí, no domingo, no fechamento do turno.

O Santos acuou o Athletico-PR nos primeiros minutos. Com a linha de defesa no meio-campo, o Peixe jogava solto e parecia questão de tempo para abrir o placar. Parecia.

O Alvinegro teve grande chance aos sete minutos, quando o goleiro Léo saiu jogando errado, Marinho dominou e chutou forte, antes de Léo Pereira salvar de carrinho.

O Athletico adiantou as linhas, equilibrou a partida e passou a jogar melhor. No minuto 27, Everton Felipe buscou o ângulo e a bola passou perto. Aos 33, Everson fez duas grandes defesas em chutes de Thonny Anderson e Vitinho. Na sequência, o Santos sucumbiu.

Quando o placar marcava 41 jogados, Lucho González lançou Thonny Anderson, o atacante girou sobre Aguilar e chutou cruzado – Everson não alcançou e Braian Romero só empurrou.

Após sair atrás, o Santos buscou a reação e ficou perto com Uribe, aos 45, e Jean Mota, 47. Léo fez duas boas intervenções para salvar o Athletico.

O Santos voltou para o segundo tempo ainda desorganizado, mas disposto a reagir na base do “abafa”. Aos oito minutos, Gustavo Henrique cabeceou após escanteio e o goleiro Léo fez mais uma defesa impressionante. No minuto 10, Jean Mota cruzou e Uribe cabeceou perto da trave.

O Peixe seguiu em cima, mas continuava bem marcado pelo Athletico. O Alvinegro abusou dos cruzamentos e viu Léo continuar fazendo milagres.

Aos 32, Felipe Jonatan bateu cruzado e o goleiro espalmou. No minuto 33, Lucas Veríssimo cabeceou e Léo se esticou inteiro para defender. E quando o placar marcava 34, Uribe tentou e Léo defendeu novamente. Ainda deu tempo do colombiano, aos 34, cabecear sozinho por cima.

E no fim, a pressão funcionou. A arbitragem marcou pênalti em Marinho após acionar o VAR. Sánchez, de cavadinha, converteu aos 45. O Santos tentou a virada nos minutos finais, mas não conseguiu. Empate na Vila Belmiro.

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Santos abre 3 a 0, mas sofre empate do Fortaleza e tem liderança ameaçada

Por:Gazeta Esportiva (Ivan Storti/assessoria)- 25/08/2019 17:05

O Santos abriu 3 a 0, mas permitiu o empate do Fortaleza na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols do Peixe, ainda no primeiro tempo, foram marcados por Marinho, Jorge e Eduardo Sasha. O Tricolor reagiu com dois de Wellington Paulista e outro de Tinga.

O Alvinegro dominou os primeiros 45 minutos por completo, porém, caiu de rendimento na segunda metade. O Fortaleza se aproveitou, procurou o empate até o fim e foi coroado aos 49.

Com o resultado, o Santos segue na liderança do Brasileirão, agora com 33 pontos, mas pode ser ultrapassado por Flamengo e Palmeiras.  O Peixe voltará a campo para enfrentar a Chapecoense no sábado, na Arena Condá. O Fortaleza, em 15º, receberá o Goiás, domingo, no Castelão.

O Santos dominou o primeiro tempo por completo. Sem Carlos Sánchez e com Alison na cabeça de área, o técnico Jorge Sampaoli liberou Victor Ferraz e Jorge no ataque e acuou o Fortaleza.

O primeiro gol veio logo no minuto 1, quando Jorge lançou Evandro, o meia ajeitou e Sasha viu Marinho sozinho para deslocar o goleiro Felipe Alves.

O Peixe seguiu em cima e ampliou aos 9, quando Felipe socou a bola em escanteio e Jorge fez um golaço, de primeira, de fora da área. A vitória estava encaminhada antes do placar chegar aos 10 minutos.

O Alvinegro diminuiu o ritmo, mas nunca perdeu o controle do jogo e pouco sofreu na defesa. O terceiro veio naturalmente, aos 31. Jorge (de novo ele) lançou e deixou Sasha sozinho. O atacante encobriu Felipe Alves e viu o auxiliar levantar o bandeira. A arbitragem, porém, validou o gol com o auxílio do VAR.

SEGUNDO TEMPO

Insaciável, o Santos faria o quarto gol logo aos cinco minutos, com Soteldo, mas a arbitragem anulou o lance por impedimento após o cruzamento de Evandro.

Aos 14 minutos, o VAR foi acionado novamente. Aguilar derrubou Edinho na área e o juiz marcou pênalti depois de conferir pelo vídeo. Wellington Paulista converteu.

O Fortaleza se animou com o gol e diminuiu aos 22. Carlinhos cruzou, Aguilar não marcou, Everson saiu mal do gol e Wellington Paulista, de novo, fez o segundo.

O Santos sentiu a reação dos visitantes e parou de criar. O Peixe só melhorou quando Jean Mota e Sánchez entraram, entre os minutos 25 e 30. Aos 34, Jean recebeu sozinho de Pituca e perdeu chance claríssima.

O Fortaleza não desistiu e chegou ao empate aos 49 minutos do segundo tempo, em nova falha de Felipe Aguilar. O zagueiro não cortou cruzamento e Tinga deslocou Everson.

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São Paulo vence Athletico-PR e fica a apenas 2 pontos do líder Santos

Por:Gazeta Esportiva (foto: arquivo/Gazeta Esportiva) -21/08/2019 20:13 – O São Paulo conquistou mais uma vitória importantíssima nesta quarta-feira, a quinta seguida na temporada. Visitando o Atheltico-PR na Arena da Baixada em duelo válido pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro e que havia sido adiado por conta de compromissos do Furacão no Japão, o Tricolor foi eficiente e acabou voltando para casa com o triunfo por 1 a 0, graças ao gol de Vitor Bueno, ainda no primeiro tempo.

Com o resultado, o São Paulo foi a 30 pontos e empatou com Flamengo e Palmeiras na tabela, ficando a apenas dois pontos do líder Santos e podendo, inclusive, assumir a liderança já na próxima rodada caso vença o Vasco, no Rio de Janeiro, e conte com os tropeços de seus concorrentes diretos pelo título do Brasileirão.

O resultado desta quarta-feira também fez com que o São Paulo garantisse a melhor campanha de um time na competição por pontos corridos após a pausa para a Copa América. O Athletico-PR, por sua vez, perdeu a grande oportunidade de colar no Corinthians e passar a brigar, de fato, por uma vaga na Libertadores.

O Athletico-PR começou a partida pressionando o São Paulo, sem deixar os visitantes terem espaço para trocar passes. Em certo momento da partida, o Furacão chegou a ter 73% de posse de bola, mas não conseguiu reverter essa superioridade em gols. Tanto é que nos primeiros 25 minutos de jogo os donos da casa incomodaram a defesa adversária apenas uma vez, aos quatro minutos, com Marcelo Cirino, que viu Arboleda travar sua finalização.

Sem conseguir trabalhar a bola e construir jogadas, o São Paulo tinha como única alternativa os chutes de longa distância. Primeiro a equipe do técnico Cuca arriscou de fora da área com Daniel Alves. Depois, Liziero também experimentou, mas ambos não tiveram sucesso em suas conclusões.

Se vendo obrigado a fazer alguma mudança para dar mais dinâmica à equipe, Cuca acabou trocando Liziero e Vitor Bueno de posição. Com o volante aberto pela ponta esquerda, o São Paulo melhorou e foi com essa formação que acabou abrindo o placar aos 39 minutos, quando Liziero cruzou rasteiro para a área, e Vitor Bueno completou para o fundo das redes pouco antes de os times irem para o intervalo.

Segundo tempo

Por incrível que pareça, o São Paulo foi quem manteve a posse de bola no início da etapa complementar e foi dominando o Athletico-PR. Os donos da casa, por sua vez, tentavam agredir a equipe comandada por Cuca de qualquer jeito, mas não encontravam maneiras para que isso acontecesse de maneira efetiva. Sem conseguir levar perigo ao gol de Tiago Volpi, o Furacão viu o Tricolor quase ampliar aos 12 minutos com Raniel, que mandou rente à trave do goleiro Santos em arremate cruzado, mas o árbitro marcou impedimento do centroavante.

Aos poucos, com as substituições, o Athletico-PR foi melhorando na partida e, diante da necessidade de correr atrás do prejuízo, passou a ficar cada vez mais presente no campo de ataque. Aos 27 minutos, Tiago Volpi, enfim, teve de trabalhar em cabeçada de Vitinho, dando um soco na bola e contando com a sorte ao vê-la rebater no argentino Marco Ruben e sair pela linha de fundo.

Aos 35 minutos, Volpi novamente teve que sair da meta para salvar o São Paulo. Desta vez, o goleiro tricolor interceptou o lançamento para Madson, que vinha chegando com tudo para completar para as redes. Vendo seu time passar cada vez mais sufoco em campo, Cuca fez mais uma substituição, tirando Liziero para a entrada de Léo. Desta forma, o Tricolor passou a contar com dois laterais pelo lado esquerdo com o intuito de segurar as investidas do adversário por aquele setor.

Não satisfeito, Cuca ainda colocou Juanfran na vaga de Antony para se segurar de vez na defesa e garantir o resultado importantíssimo para as pretensões do São Paulo no Brasileirão. Aos 45, da beira do gramado o comandante tricolor viu Reinaldo perder a grande oportunidade de matar o jogo, recebendo bom passe de Daniel Alves após excelente jogada do camisa 10, mas o lateral-esquerdo não conseguiu empurrar para o fundo das redes. Assim, coube aos visitantes se contentarem com o triunfo por 1 a 0.

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Santos perde para o Cruzeiro na estreia de Rogério Ceni

Por:Gazeta Esportiva (foto: assessoria)-18/08/2019 17:37 – O Santos perdeu a chance de disparar na liderança do Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. Na estreia do técnico Rogério Ceni, com um homem a mais desde o primeiro minuto, o Cruzeiro encerrou um jejum de 11 rodadas ao ganhar do time alvinegro por 2 a 0, no Mineirão.

Com 32 pontos, o líder Santos tem dois de vantagem para Flamengo e Palmeiras, segundo e terceiro colocados na tabela, respectivamente. Já o Cruzeiro, com o esperado triunfo, chega aos 14 pontos ganhos e figura na 16ª colocação, saindo da zona de rebaixamento.

Pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Santos volta a campo para enfrentar o ameaçado Fortaleza às 16 horas (de Brasília) de domingo, no Estádio da Vila Belmiro. Já o Cruzeiro tenta manter a recuperação contra o lanterna CSA às 19 horas do mesmo dia, no Rei Pelé.

O Jogo – Antes do primeiro minuto, Pedro Rocha recebeu de David e, de frente para o gol, foi derrubado por Gustavo Henrique na entrada da área. Após rever o lance pelo VAR, Anderson Daronco expulsou o zagueiro do Santos. Para recompor a defesa, Sampaoli trocou Evandro por Pará. Ceni respondeu e sacou Egídio para colocar Fred.

O Cruzeiro explorou a vantagem numérica e passou a pressionar o Santos no campo de defesa. Aos 43 minutos da etapa inicial, Thiago Neves recebeu de Marquinhos Gabriel e deu belo passe para Fred. Em posição legal, o centroavante definiu e encerrou um longo jejum de 16 jogos sem marcar.

Thiago Neves arriscou chutes de fora da área e exigiu boas defesas do goleiro Everson durante o primeiro tempo. Na única boa chegada do Santos, Carlos Sanchez bateu direto para o gol em cobrança de falta e Fábio, com a mão esquerda, espalmou para a linha de fundo.

Em mais um lance com a participação de Fred, o Cruzeiro aumentou sua vantagem no Estádio do Mineirão logo no primeiro minuto da etapa complementar. De costas para o gol, o centroavante ajeitou como pivô para finalização certeira de Thiago Neves da entrada da área.

Em superioridade numérica e com vantagem confortável no placar, o Cruzeiro mantinha o jogo sob controle sem correr  grandes riscos no campo de defesa. Na tentativa de marcar o terceiro do time da casa, Henrique e Orejuela chutaram com perigo para o gol de Éverson.

Na parte final do jogo, em cima da linha, Jorge ainda impediu Fred de marcar seu segundo gol na partida. Com a partida dominada, a torcida local passou a gritar “olé” a cada toque do Cruzeiro e enfim pôde celebrar uma vitória no Campeonato Brasileiro.

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Com Robinho apagado, Santos arrasa o Galo com dois de Ricardo Oliveira

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – Na primeira vez em que Robinho esteve na Vila Belmiro como adversário do Santos, o atacante teve o dissabor de provar um característica bem familiar dos tempos em que atuava com a camisa santista: a mística a Vila Belmiro. Neste domingo, com uma tímida atuação, o atacante permaneceu 85 minutos em campo e transpareceu estar incomodado com o ambiente desfavorável de vaias dos torcedores santistas.

Por outro lado, o Peixe soube se impor em casa e tomou conta da partida em boa parte do tempo, com uma vitória por 3 a 0. A tática planejada antes da bola rolar, de explorar seu poderio ofensivo e a fragilidade da retaguarda adversária surtiu efeito. O Alvinegro praiano, agora, é detentor do melhor ataque da competição, com 35 gols.

Simbólico pelo fato de estar sem cinco titulares (Zeca, Thiago Maia, Gabriel, Vanderlei e Lucas Lima), o triunfo fez a equipe ultrapassar um forte concorrente direto ao título e de quebra colocou pressão no Palmeiras, na luta pelo primeiro lugar da tabela.

O JOGO – O Santos começou a partida em um ritmo alucinante. Com toques envolventes, sem prender a bola, a equipe tomou conta da partida e criou várias oportunidades que pararam nas mãos ou defesas do goleiro atleticano Victor.

O Atlético-MG demorou para entender a sistemática do jogo e em meio aos muitos desencontros em campo, Gustavo Henrique aproveitou o descuido de Leonardo Silva na marcação, e subiu muito de cabeça para testar firme no gol de Victor, aos

Robinho, tímido e muito vaiado, caindo pela esquerda e Maicosuel pela esquerda não produziam nada. Fred se quer pegou na bola. Somente o argentino Pratto é quem demonstrou mobilidade e teve uma ótima oportunidade após uma cobrança de escanteio que terminou no travessão de Vladimir.

No andamento da etapa, o Santos mudou a estratégia de estar bastante presente no ataque e passou a apostar nos contra-ataques, o que proporcionou um relativo equilíbrio das ações dos dois times, mas que em todo momento teve o Peixe como equipe superior em campo.

Vale destacar que Ricardo Oliveira ainda teve duas ótimas oportunidades desperdiçadas de frente para o goleiro do time mineiro.

O Atlético-MG voltou como uma postura diferente na segunda etapa. Com mais movimentação no ataque e pressão na saída de bola santista, o time mineiro começou a incomodar os donos da casa.

Porém, com o passar do tempo, o Santos voltou a equilibrar as ações e novamente foi fatal na cobrança de escanteio. Aos 23 minutos, Ricardo Oliveira se desvencilhou da marcação de Pratto e cabeceou rasante para assinalar o seu primeiro gol no Brasileirão deste ano.

O gol desestabilizou o Atlético-MG, que passou a se enervar nas disputas de bola e deixou de levar perigo ao gol santista.

O Santos, por sua vez, manteve o toque de bola e administrou com sucesso a vantagem. Até que no minuto final, com o time mineiro completamente lançado no ataque, o Peixe foi cirúrgico no contra-ataque, com rápida troca de passes e finalização de Ricardo Oliveira.

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Santos joga sem inspiração e não sai do empate com Gama na Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press) – Ninguém vai poder alegar que o Santos não tentou todas as alternativas que tinha disponíveis para sair com a vitória diante do Gama, no Estádio Bezerrão, pela terceira rodada da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira. O problema foi que o futebol apresentado ficou bem abaixo do que a equipe tem demonstrado na temporada. Desta forma, o resultado não podia ser outro se não um empate por 0 a 0.

Sem contar com os titulares Zeca, Thiago Maia e Gabriel (na seleção olímpica), além de Renato e Ricardo Oliveira (poupados), faltou contundência para o Peixe e sobrou disposição para o Gama, que mesmo sem atuar oficialmente nos últimos dois meses, se entregou na marcação e conseguiu sustentar o empate. Depois do apito do juiz, torcedores do Gama brigaram entre si e a polícia teve que intervir para separar a confusão.

Na próxima semana, as duas equipes voltam a se enfrentar, no dia 27, na Vila Belmiro. O vencedor passará às oitavas de final. Empate com gols classificará o Gama. Um novo 0 a 0 levará a definição para as penalidades. Antes disso, o Peixe volta à campo para enfrentar o Vitória, no sábado, às 18h, em Salvador, pela décima sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

O JOGO – O Santos começou a partida com a posse de bola, mas alternou toques cadenciados, sem pretensão de chegar ao ataque. O Gama, por sua vez, tentava impedir que o Peixe jogasse.

Com uma bola parada forte, os donos da casa até chegaram a ameaçar o gol de Vanderlei em duas ocasiões. Somente depois de 20 minutos de jogo os santistas tentaram a primeira jogada pelas pontas. Nesse momento, Leo Cittadini era a principal figura da equipe, com presença no ataque e nas finalizações.

Com desempenho fraco, o Santos não correu riscos. Em contrapartida, deu um ritmo lento ao jogo e deixou o tempo passar. Em suma, o time teve a posse de bola e rodava no ataque, mas encontrava dificuldades para furar o bloqueio adversário.

Logo na volta do intervalo, aos dois minutos, o Santos teve a grande chance de abrir o marcador, quando Copete, pela esquerda, recebeu na área, tirou o goleiro da jogada e tocou para Victor Ferraz escorar e Cittadini chutar forte, mas com desvio de Pedrão.

O Peixe voltou para a etapa final diferente, com mais velocidade e inversões de jogo. Aos quatro minutos, novamente Copete pela esquerda, cortou para dentro e chutou rasteiro para defesa de Maringá para escanteio.

Aos 14, em lance de extremo perigo, o Gama quase complicou a vida do Santos, quando Roberto foi acionado na área, mas bateu em cima de Vanderlei. Aos 23, Lucas Lima recebeu de frente para o gol, mas finalizou para boa defesa de Maringá. Na sobra, Rodrigão mandou para a rede, mas pelo lado de fora. Mas o esboço de melhora se foi com o passar do tempo e o Santos voltou a demonstrar um futebol com pouca inspiração.

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Silvio Santos fala sobre possível candidatura à Presidência de 2018

Homem do Baú
Em entrevista exclusiva ao programa TV Fama, da RedeTV!, que foi ao ar nesta quarta-feira (18), o dono do SBT, Silvio Santos falou pela primeira vez sobre o trabalho realizado por suas filhas Patrícia e Silvia diante das câmeras. “A Patricia vai muito bem na televisão, estou muito contente com ela. (…) Mas, a Silvia é quem mais está me surpreendendo, não sabia que seria tão espontânea. É uma boa experiência”, elogiou o comandante da emissora.

Em meio à atual crise política com o afastamento da presidente Dilma Rousseff e o início do governo interino de Michel Temer, Silvio comentou sobre a possibilidade de voltar à política em 2018 para as eleições presidenciais. “Isso não tem mais importância para mim. Essa época de política e de vaidade já passou”, afirmou o apresentador, que em 1989 chegou a se candidatar à Presidência da República.

Sobre o título de ‘Personalidade Mais Admirada do Brasil’, que recebeu recentemente do site de pesquisas britânico YouGov, Silvio disparou: “Me deram essa satisfação e eu só posso ficar contente. Se for possível continuar com o trabalho que faço, da maneira que eu sou, vou continuar sendo merecedor desse título”.

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Ricardo Oliveira decide, Santos supera pressão do Audax na Vila e é bicampeão paulista

E deu Santos de novo no Paulistão!

Contra a sensação do torneio, o Grêmio Osasco Audax, o time alvinegro suou neste domingo. Levou sufoco, foi dominado durante quase todos os mais de 90 minutos de jogo na Vila Belmiro e poderia ter saído de campo com a derrota. Mas Ricardo Oliveira estava em campo. E, com golaço que teve direito a bola entre as pernas de um zagueiro rival, o camisa 9 aproveitou praticamente a única chance da equipe alvinegra para decidir: 1 a 0.

O gol do bicampeonato veio aos 44 minutos do primeiro tempo, após o Audax ter feito 70% de posse de bola. Uma dominância poucas vezes vista por um clube visitante dentro do alçapão da Vila Belmiro, que recebeu o maior público da temporada: 16.018 pagantes.

Se antes o time treinado por Fernando Diniz havia vencido Palmeiras (2 a 1), São Paulo (4 a 1) e eliminado o Corinthians dentro da Arena em Itaquera (2 a 2 no tempo normal e vitória nos pênaltis), ficou agora no quase contra aquele que faltava dos quatro grandes paulistas.

Foto© Gazeta Press Lucas Lima deixou o campo chorando
Foto© Gazeta Press Lucas Lima deixou o campo chorando

E foi no “quase” mesmo. O Audax carimbou a trave de Vanderlei duas vezes, foi extremamente superior nos dois tempos de jogo e poderia ter vencido. Não deu.

Mas foi diante de ninguém menos que o maior campeão paulista deste século: o Santos conquistou seu sétimo título desde 2006, sendo o quinto nos últimos sete anos. Com direito a oito finais consecutivas desde 2009. O Estado de São Paulo é, mais do que nunca, alvinegro praiano.

Foi também o 22º troféu paulista do Santos ao longo da história, deixando o São Paulo para trás, com 21, e igualando o Palmeiras. O Corinthians ainda lidera, com 27 conquistas.

Agora, o time da Vila Belmiro prepara-se para a disputa do Campeonato Brasileiro, que começa na semana que vem. A estreia é sábado, contra o Atlético-MG, fora de casa.

O Audax, por sua vez, vai disputar a Série D, mas com desmanche: Tchê Tchê está indo para o Palmeiras, e Bruno Paulo e Camacho para o Corinthians. Outros também devem sair.

Lucas Lima deixou o campo chorando© Gazeta Press Lucas Lima deixou o campo chorando
A decisão na Vila Belmiro

O primeiro minuto de jogo mostrou como seria o primeiro tempo.

Por quase 60 segundos, o Audax trocou passes até chegar perto do gol do Santos, quando Ytalo arriscou de pé esquerdo e quase abriu o placar.

Desde então, o domínio foi total do time de Osasco. Foram 70% de posse de bola ao longo dos 45 minutos iniciais.

Dominado, o Santos ficava acuado no campo de defesa. E viu o Audax chegar. Sempre em trocas de passe que resultavam em chutes de perto da área.

Para piorar, o clube praiano viu Lucas Lima, com dores, deixar o gramado ainda com 23 minutos.

Juninho tentou duas vezes. Aos 31, Tchê Tchê bateu de pé esquerdo na trave de Vanderlei.

O goleiro ainda fez ao menos mais duas defesas em finalizações da equipe visitante.

Aos 44, contudo, veio o castigo por não aproveitar as chances.

Santos comemora a conquista do Campeonato Paulista 2016© Gazeta Press Santos comemora a conquista do Campeonato Paulista 2016
Em contra-ataque rápido, Vitor Bueno lançou Ricardo Oliveira. O camisa 9 partiu para cima da defesa, deu entre as pernas de Bruno Silva e tocou na saída de Sidão, deixando o Santos na frente na primeira e única chance no primeiro tempo.

Apesar do gol santista, o Audax continuou superior na etapa final. Dominou a posse de bola e só mantinha o time da casa acuado no campo de defesa.

Mesmo assim, esbarrou na marcação do Santos, e arriscava apenas em finalizações de longe. Vanderlei, seguro, não viu sua meta levar sustos antes dos 20 minutos.

Aos 22, o Santos puxou contra-ataque parecido com o que resultou no gol. Gabriel correu todo o campo e tocou para Ronaldo Mendes, que arriscou o chute, em cima da zaga.

Pouco depois, o Audax quase empatou. Ytalo desviou cruzamento com a cabeça e acertou o travessão, para alívio de Vanderlei.

O time da casa respondeu com bola na rede. Joel, que entrou na vaga de Ricardo Oliveira, invadiu a área e bateu cruzado, mas a arbitragem invalidou o gol.

A sequência da partida foi nervosa. O Audax seguiu com a posse de bola, só que sem efetividade.Para alívio dos mais de 16 mil santistas na Vila Belmiro, que viram o Santos ser campeão paulista pela 22ª vez em sua história.

Santos comemora a conquista do Campeonato Paulista 2016© Gazeta Press Santos comemora a conquista do Campeonato Paulista 2016

FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 X 0 AUDAX

Local:Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 08 de maio, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Alex Ang Ribeiro (ambos de São Paulo)
Cartões amarelos: SANTOS: Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Thiago Maia, Gabriel. AUDAX: Velika, Bruno Paulo.
Renda: R$ 934.920,00.
Público: 16.018

GOL:
SANTOS: Ricardo Oliveira, aos 44 minutos do 1T.

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima (Paulinho) e Vitor Bueno (Ronaldo Mendes); Gabriel e Ricardo Oliveira (Joel).
Técnico: Dorival Júnior

AUDAX: Sidão; Francis (Rodolfo), Yuri, Bruno Silva (Felipe Rodrigues) e Velicka; Tchê Tchê, Camacho e Juninho (Wellington); Bruno Paulo, Mike e Ytalo
Técnico: Fernando Diniz

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Santos falha no ataque, se salva no fim e arranca empate contra Audax

Patrick Mesquita, de Osasco (SP), para o ESPN.com.br

O Santos abusou dos erros no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, disputado neste domingo, no Estádio Prof. José Liberatti, em Osasco. Diante da sensação do estadual, o Audax, o time do litoral criou as melhores oportunidades. Acertou a bola duas vezes, “carimbou” o goleiro Sidão e ainda saiu em desvantagem graças a um belo gol de Mike. No entanto, o santista Ronaldo Mendes com uma falha de Tchê Tchê já no fim da partida e arrancou o empate por 1 a 1.

Agora, o Santos depende apenas de uma vitória simples para conquistar mais uma vez o Paulistão. No próximo domingo, os santistas recebem o Audax na Vila Belmiro. O clube de Osasco também precisará vencer para ficar com o título. Qualquer empate leva a disputa para os pênaltis.

Santos erra, mas se salva

O primeiro tempo teve um Audax com a iniciativa de jogo, mas sem furar a defesa santista em nenhum momento. As chances para a sensação do Paulista demoraram a aparecer, mesmo com o já conhecido toque de bola envolvente da equipe da Grande São Paulo.

Já o Santos esperou pelo contra-ataque e apostou na velocidade do ataque para surpreender os donos da casa. Antes mesmo da final, os santistas já admitiam que a rapidez ofensiva com Gabriel, Lucas Lima e Ricardo Oliveira seria essencial.

A iniciativa quase deu certo em diversos momentos. Gabriel teve uma chance, Ricardo Oliveira acertou a trave duas vezes, Vitor Bueno desperdiçou a melhor oportunidade, ao demorar a finalizar mesmo livre na área.

O Santos foi penalizado pela falta de eficiência no ataque logo no início do segundo tempo. O Audax voltou melhor e aumentou o ritmo dos toques de bola no ataque, sendo mais incisivo. O resultado veio aos 12 minutos. Mike recebeu de Tchê Tchê dentro da área, cortou a marcação e bateu firme, sem chances para Vanderlei.

Apesar das falhas no ataque e de não jogar tão bem na etapa final, os santistas conseguiram o empate graças a um erro dos donos da casa. Tchê Tchê errou o passe no meio de campo. Ronaldo Mendes aproveitou e bateu para deixar tudo igual.

Tudo pelo estilo de jogo

Nada de chutão. Já foi explicado que não é proibido, mas o Audax evita se livrar da bola até quando precisa desesperadamente. Logo no início do jogo, o time de Osasco foi pressionado duramente e tocou a bola de um lado para outro. A iniciativa irritou o técnico Fernando Diniz, que quase foi à loucura.

O mesmo acontece no ataque. O negócio é trabalhar a bola. Ninguém chuta de fora da área logo na primeira chance. A situação fez até mesmo a torcida se irritar em alguns momentos e pedir para a equipe finalizar o quanto antes.

Confusão?
Homem de bigode branco se envolveu em confusão© Patrick Mesquisa/ESPN Homem de bigode branco se envolveu em confusão

Um princípio de confusão marcou o intervalo do jogo O vice-presidente do clube, Helder Carvalho, discutiu com o ex-jogador Marcelo Silva, que defendeu o clube santista nos anos 90, por lugares no camarote em Osasco.

Tudo começou quando o ex-jogador voltou do banheiro e entrou no camarote. Helder Carvalho acusou Marcelo de trazer pessoas de fora para o lugar reservado. Ao ser questionado, o vice do Audax se exaltou e começou a gritar pedindo a saída do ex-atleta, que tinha deixou o assento para não brigar com o dirigente.

Por ESPN

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Palmeiras despacha São Bernardo e faz final com Santos

O Palmeiras se classificou para as semifinais do Campeonato Paulista na noite desta segunda-feira. No Estádio Palestra Itália, o time alviverde venceu o São Bernardo por 2 a 0 e garantiu o direito de enfrentar o Santos na briga por uma vaga na decisão do torneio estadual. Com melhor campanha, o Santos terá a vantagem do mando de campo na semifinal diante do Palmeiras, a ser disputada em jogo único, ainda sem data definida e com torcida única. Os dois clubes vivem tempos de rivalidade acirrada, marcada pelas decisões do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil em 2015.

Na última partida das quartas de final, o Palmeiras teve trabalho para superar o São Bernardo e contou com gols de Alecsandro e Gabriel Jesus para avançar. O time alviverde, sob o comando do técnico Cuca, completou nesta segunda-feira uma série de seis partidas sem derrotas (cinco vitórias e um empate). O Jogo – Apesar da data atípica, arena recebeu mais de 30 mil pessoas. Aos 12 minutos, o árbitro Vinicius Furlan resolveu interromper a partida em função de sinalizadores acendidos no setor das torcidas organizadas.

Após aproximadamente quatro minutos de paralisação, com alguns artefatos ainda acesos, o juiz autorizou o recomeço do jogo. O apoio dos torcedores palmeirenses não intimidou o São Bernardo, que soube explorar o espaço deixado pelo time da casa na defesa. Aos 18 minutos, Fernando Prass defendeu chute perigoso de Alyson. Sete minutos depois, o goleiro fez nova intervenção após finalização de Lucas Newiton. Com dificuldades para criar oportunidades de gol, o Palmeiras abriu o placar em jogada de bola parada, aos 35 minutos do primeiro tempo. Egídio cobrou falta do lado esquerdo e Alecsandro usou a cabeça para completar.

Ele homenageou o pai Lela, ex-jogador de futebol, na comemoração. O gramado do Estádio Palestra Itália, usado para apresentações musicais em março e abril, ainda não se recuperou. Pedaços do campo se desprenderam em alguns momentos da partida e atletas como Fernando Prass e Alecsandro encaixaram os fragmentos de volta. O Palmeiras voltou melhor para o segundo tempo e assustou logo aos oito minutos, com chute de longe disparado por Allione. No minuto seguinte, Gabriel Jesus desceu pela esquerda e cruzou para Robinho, que perdeu tempo e bateu cima da marcação. Pouco depois, o meia foi substituído por Dudu. Aos 19 minutos, o goleiro Fernando Prass precisou sair nos pés de Tatá para matar o ataque do São Bernardo pela esquerda. Pensando em reforçar a marcação palmeirense, Cuca colocou o descansado volante Gabriel no lugar de Arouca. Em seguida, promoveu a estreia do atacante Roger Guedes ao trocá-lo por Alecsandro. Posicionado para explorar os contra-ataques, o Palmeiras fechou o placar cinco minutos antes do final do tempo regulamentar. Dudu avançou com a bola dominada e acionou Roger Guedes pela direita. O atacante recém-contratado cruzou e Gabriel Jesus completou para o fundo das redes do goleiro Daniel.
Por Fonte: Gazeta Esportiva (foto: AFP/arquivo)

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