Protesto no segundo dia da COP30 deixa seguranças feridos e bloqueia saída na blue zone; veja vídeo
Foto: Reprodução | Incidente ocorreu por volta 19h20, logo depois da entrevista coletiva que apresentou o balanço do dia.
Um protesto realizado no começo da noite desta terça-feira (11), segundo dia da COP30, deixou quatro seguranças feridos e bloqueou a saída de pessoas que estavam credenciadas para a blue zone. A área concentra os espaços de negociação da Conferência do Clima.
O incidente ocorreu por volta das 19h20, logo depois da entrevista coletiva que apresentou o balanço do dia.
Um grupo com dezenas de pessoas tentou invadir a blue zone. Os manifestantes passaram pelas portas do pavilhão e tentaram avançar rumo aos espaços onde estavam os participantes da conferência. Eles foram impedidos e acabaram entrando em confronto com os seguranças da COP.
Um porta-voz da ONU para Mudanças Climáticas informou ao g1 que equipes de segurança brasileiras e da ONU seguiram todos os protocolos estabelecidos e conseguiram conter a situação. As autoridades dos dois órgãos investigam o caso.
“O local está totalmente seguro, e as negociações da conferência continuam normalmente”, afirmou o porta-voz da ONU. “O incidente causou ferimentos leves em dois seguranças e pequenos danos à estrutura do local”.
Como foi a tentativa de invasão
Protesto na COP — Foto Anderson CoelhoReuters
Vídeos do protesto mostram que a tentativa de invasão começou com a aproximação de um grupo que usava trajes indígenas. Eles passaram pelos portões da entrada principal e pela área das máquinas de raio-x. Eles se espalharam pelo saguão, perto da área de credenciamento.
Logo na sequência, outros manifestantes carregando bandeiras de coletivos estudantis e faixas de protesto contra a exploração de petróleo chegaram ao espaço da blue zone e também foram contidos pelos seguranças.
A pedido da ONU, a Polícia Federal vai instaurar inquérito para investigar a invasão. Imagens das câmeras externas e internas da blue zone foram requisitadas e serão analisadas.
Após correria e bloqueio interno, os manifestantes foram retirados do espaço e as pessoas com credenciais puderam deixar o pavilhão. A segurança foi reforçada com o deslocamento de carros da Polícia Militar. Não há informações de detidos.
O secretário extraordinário da COP30, Valter Correia, afirmou que a organização da conferência estava tomando todas as providências sobre o tema.
“A ONU tem todos os seus protocolos de segurança. (…) Nós fazemos os pactos pacíficos de convivência com os movimentos e eles (segurança da ONU) estão aqui para garantir a segurança”, afirmou.
Após a confusão, autoridades federais e da ONU se reuniram para discutir o incidente. A entrada de trabalhadores noturnos no pavilhão foi adiada.
Marcha Saúde e Clima nega relação
Nesta tarde, o parque onde ocorre a COP foi o destino final da Marcha Global Saúde e Clima. A organização da Marcha informou ao g1 Pará que cerca de 3 mil pessoas participaram da caminhada em um percurso de 1,5 km.
“As organizações que integram a Marcha Global Saúde e Clima vêm a público esclarecer que não têm qualquer relação com o episódio ocorrido na entrada da Zona Azul da COP30 após o encerramento da marcha”, informaram os organizadores do evento.
A Marcha saiu da Avenida Duque de Caxias até a sede da COP30. A manifestação envolveu médicos, enfermeiros, estudantes, lideranças indígenas e representantes de movimentos sociais pedindo políticas de saúde pública.
Homem ferido na testa na COP30. — Foto Lizandra Rodrigues
Veja vídeo:
Fonte: BBC e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/11/2025/07:26:13
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O ‘roubo’ transatlântico que mudou a história de Belém e da Amazônia
Hoje, ainda há uma seringueira plantada no Kew Gardens, em Londres | Foto: João da Mata / BBC
O ano era 1876 e o local era o porto de Belém do Pará. O inglês Henry Wickham, a bordo do transatlântico SS Amazonas, estava nervoso. Um atraso poderia arruinar a carga valiosa e perecível que ele carregava no porão: 70 mil sementes da Hevea brasiliensis, a seringueira.
Às autoridades portuárias paraenses, ele declarou que dentro das caixas havia “amostras botânicas extremamente delicadas” destinadas ao Jardim Botânico Real de Kew Gardens, de propriedade de “Sua Majestade Britânica”, a rainha Vitória, em Londres.
“Na minha mente, eu tinha toda a certeza de que se as autoridades descobrissem o objetivo do que eu tinha a bordo, seríamos detidos sob a alegação de que necessitavam de instruções do governo central do Rio, se é que não seríamos interditados”, escreveu Wickham nas suas memórias.
Liberado para cruzar o Atlântico, numa viagem “calma e azul”, o inglês deixava para trás uma cidade em obras que estava se transformando em uma das mais modernas e pujantes das Américas, mas não por muito tempo.
Como a elite de Belém iria descobrir algumas décadas mais tarde, o objetivo encoberto pelo inglês era puramente econômico: estabelecer uma indústria de cultivo de seringueiras, então exclusivas da Amazônia, do outro lado do mundo, nas colônias britânicas na Ásia.
E ele foi cumprido
Wickham ao lado de uma seringueira plantada a partir de semente levada por ele da Amazônia Foto Getty Images
Naqueles anos, a industrialização nos países da Europa e nos EUA crescia a um ritmo rápido, e a demanda pela poderosa borracha encontrada no Brasil, que passou a ser usada em pneus e máquinas, explodia.
“Na década de 1860, você chega a uma situação em que o preço da borracha que chega aos portos de Londres é maior do que o da prata”, conta à BBC News Brasil Caroline Cornish, coordenadora de pesquisa em humanidades do Kew Gardens, em Londres, instituição da realeza que contratou os serviços de Wickham.
“As potências imperiais perceberam que, se quisessem expandir suas indústrias a um preço acessível, teriam que assumir o controle de seu próprio suprimento de borracha. Então foi isso que motivou todo o projeto de tirar sementes do Brasil e replantá-las, no nosso caso, em territórios britânicos no Sudeste Asiático.”
No Jardim Botânico de Londres, apenas 2,6 mil das sementes levadas por Wickham germinaram, e foi o suficiente para serem transplantadas a países como Singapura, Malásia e Sri Lanka, onde se adaptaram com sucesso.
As vantagens dos seringais asiáticos criados pelos ingleses em relação aos brasileiros eram enormes. No Brasil, muitos seringais eram acessíveis somente por via fluvial, com meses de viagem entre o local de extração do látex e o destino final.
As seringueiras também estavam espalhadas pela floresta, não concentradas em um só lugar.
Na década de 1910, diante da nova concorrência concretizada, a economia amazônica, que vinha se baseando quase exclusivamente na exploração da borracha, ruiu.
“Essa economia se revela, na verdade, desde muito cedo, uma economia muito frágil, muito dependente de uma única commoditie e dos preços do mercado internacional”, explica Nelson Sanjad, especialista no ciclo da borracha no Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém.
Belém era o porto por onde saía a borracha da Amazônia em direção à Europa Foto Vitor SerranoBBC
A travessia de Wickham da Amazônia à Europa naquele ano, portanto, marcou o início do fim do que foi chamado de “ciclo da borracha”, o auge da economia da região entre o fim do século 19 e início do século 20.
Era também o início de uma decadência de cidades como Manaus e Belém, transformadas durantes décadas em centros de riqueza, de arquitetura europeia e pioneiras em reformas urbanas, como a implantação de sistemas de iluminação elétrica.
Para os milhares de brasileiros que haviam se mudado para as periferias amazônicas, atraídos pela fascinação quase mítica da borracha, restou a floresta que o mundo pela primeira vez dava as costas.
Agora, sede da Conferência da ONU sobre Mudança Climática, a COP30, Belém traz os olhos do mundo de volta para a floresta. Dessa vez, para enxergar nela não o que se pode extrair, mas o que se pode preservar.
A BBC News Brasil mergulhou nessa história (veja também em vídeo) e ouviu dos especialistas os aprendizados – sobre biodiversidade, desenvolvimento e desigualdade – que os altos e baixos do ciclo da borracha podem trazer para vida atual de Belém e da floresta.
Wickham, ladrão?
A colheita das sementes de seringueiras na região do rio Tapajós, no oeste do Pará, e a passagem por Belém são descritas pelo próprio Wickham como uma “farsa” montada e um “contrabando”, como relata o escritor Joe Jackson no livro O ladrão do fim do mundo (Editora Objetiva).
Mas, para o pesquisador Nelson Sanjad, do Museu Paraense Emílio Goeldi, parte dessa narrativa foi usada pelo próprio Wickham para dar contorno de heroísmo à sua história.
Pelos serviços prestados à coroa britânica, ele chega a receber o título de cavalheiro da Ordem do Império Britânico, tornando-se “Sir”, em 1920.
Mas o que de Wickham de fato fez, segundo Sanjad, foi completar um processo que muitos exploradores europeus tentavam concluir naquele momento: levar as seringueiras para fora do Brasil.
Henry Wickham foi visto como herói no Reino Unido Foto AFP via Getty Images
“Ele é a pessoa que teve talvez as condições apropriadas, no momento certo, para fazer essas coletas, o trabalho de reprodução no jardim botânico e a organização da produção em larga escala no mundo colonial europeu”, diz o pesquisador.
Além do inglês, os franceses e holandeses tentaram realizar o mesmo processo com plantações no Vietnã e na Indonésia, respectivamente, mas sem o sucesso britânico.
“Agora é um fato que ele se torna o ícone, o símbolo da falência dessa economia da Amazônia”, completa Sanjad.
Contatado pelo Kew Gardens, Wickham já vivia na Amazônia, na região de Santarém (PA), com vínculos com os chamados federados, americanos fugidos da guerra civil no Sul dos Estados Unidos.
“Ele certamente conhecia bem a terra, as pessoas e consegue reunir as 70 mil sementes em questão de poucos dias”, relata a pesquisadora Caroline Cornish, do Kew Gardens.
Apesar de a coleta das sementes e a transferência para Londres ser descrita como “roubo” e um dos primeiros casos de “biopirataria”, os termos também são alvo de debate.
“Se você está apenas olhando para a estrutura legal na época, não havia uma lei sobre a exportação de sementes de borracha do Brasil. Então, não era tecnicamente ilegal, mas obviamente também não era completamente ético”, diz Cornish, em Londres.
Em Belém, Nelson Sanjad reforça que não havia uma legislação que apontasse uma ilegalidade da ação naquela época e que, portanto, não deve ter sido difícil para Wickham sair do Brasil com o navio cheio.
“Eu creio que considerar isso biopirataria ou tráfico seja um anacronismo”, avalia. Isso é, avaliar um fato do passado com as lentes de hoje.
“Nós temos notícias de naturalistas que entram na Amazônia e levam milhares de plantas, animais e artefatos indígenas. Essa é uma prática comum no século 19, uma prática colonial de apropriação.”
A seringueira é nativa da floresta Amazônia Foto Vitor SerranoBBC
“Acho que o mais importante de tudo isso não é julgar e condenar, mas tentar entender essas formas de controle, de produção, de colonialismo, que estão em jogo nesse momento, no século 21, para que isso não se perpetue”, conclui Sanjad.
Representando o Kew Gardens, Caroline Cornish diz que o jardim botânico de Londres “reconhece que o colonialismo foi um processo extrativista, que foi um dos muitos atores envolvidos nesse movimento e em todas as consequências ambientais, humanas e econômicas”.
Das bolas indígenas aos pneus Michelin
Seja para impermeabilizar objetos ou para a fabricação de bolas usadas em brincadeiras, os povos indígenas da Amazônia já usavam o látex séculos antes dos primeiros contatos com os europeus.
Em 1730, acontece um marco importante do conhecimento do látex no outro lado do mundo, com a viagem do explorador francês Charlie Marie de La Condamine.
Em expedição pelo rio Amazonas, ele convive com indígenas Omágua e começa a escrever sobre a borracha utilizada por aquele povo. Os relatos logo se espalham pela Europa.
Bola de látex feita por indígenas da Amazônia e as sementes de seringueira | Foto: Getty Images
No Brasil, os portugueses começam a aplicá-la na impermeabilização de calçados, com evidências documentais mostrando existência de fábricas de botas e sapatos em Belém que exportavam para Europa desde o final do século 18.
Mas havia um problema: a borracha, até então, era um material inconsistente, sem estabilidade. No excesso do calor, ela ficava pegajosa; no excesso de frio, quebradiça.
Isso muda em 1839, quando o inventor americano Charles Goodyear cria um processo chamado vulcanização,
Ele consistia em misturar a borracha com enxofre e aquecê-la, para que ela ficasse mais resistente, durável e elástica.
A partir daí, várias novas tecnologias, produtos e aplicações começaram a surgir, como o pneu de automóvel, inventado pelos irmãos Michelin em 1845
“A borracha é a matéria-prima que propicia uma segunda revolução industrial. A partir dela, vários instrumentos e objetos que eram fabricados antes com couro, começam a ser fabricados com a borracha, tendo uma aplicação praticamente infinita”, explica Nelson Sanjad.
O comércio da borracha passa a escalar mundialmente, impulsionada pela popularização da bicicleta e a chegada dos automóveis
Estava formado o chamado boom da economia da borracha amazônica
Na segunda metade do século 19, a Amazônia dominava pelo menos 90% do mercado mundial da borracha. O restante vinha de outras árvores, menos produtivas que a seringueira brasileira.
Também nessa época, o governo brasileiro abre o rio Amazonas ao comércio internacional, permitindo a entrada de navegadores europeus.
“Eram muitos agentes coloniais oriundos de instituições científicas e empresas de exportadores em busca desse ouro negro, como era chamado a borracha nessa época”, conta Sanjad.
Rapidamente Belém foi do boom à decadência com a queda da borracha brasileira | Foto: Vitor SerranoBBC
Enquanto eles não conseguiam fazer isso, as cidades da Amazônia se desenvolviam em torno da (frágil) economia da borracha. Primeiramente Belém, principal porto para saída ao Atlântico; e, depois, Manaus.
De ‘Paris N’Ámerica’ a Belém das baixadas
Sede do porto de onde, num primeiro momento, saía toda a borracha em direção à Europa, Belém foi rapidamente se transformando de pequena capital restrita a uma atividade portuária a um centro urbano que replicava o que era considerado moderno naquela época. Ou seja: a Europa.
“Os governantes da época queriam mostrar que Belém era uma das capitais do mundo em termos de importância, de beleza e de riqueza”, conta Rebeca Ribeiro, diretora do Departamento de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do Pará.
“Então, se queria que Belém fosse parecida com Paris e Londres.”
O maior símbolo dessa época na cidade é Theatro da Paz, na Praça da República. Inaugurado em 1878, ele foi inspirado no Teatro alla Scala, de Milão, na Itália.
Theatro da Paz é considerado o maior símbolo do ciclo da borracha em Belém Foto Vitor SerranoBBC
Além dos edifícios, também há a transformação de toda infraestrutura da cidade, como rede de esgoto, sistema de iluminação elétrica, transporte ferroviário e usinas para cremação de lixo. Novas avenidas largas, arborizadas e planejadas são construídas como boulervards parisienses.
O responsável para dar impulso às maiores reformas urbanas de Belém foi o intendente Antonio Lemos (o equivalente a prefeito naquela época), que chega ao poder em 1897.
“Nesse momento, ele vai desenvolver um novo código de posturas para a cidade”, explica a professora Celma Vidal, coordenadora do Laboratório de Historiografia da Arquitetura e Cultura Arquitetônica da Universidade Federal do Pará (UFPA).
“Ele começa a dizer como as pessoas deveriam morar, como deveriam ser as casas, as diretrizes de como as pessoas deveriam agir no espaço público e até nos espaços privados, nas suas casas.”
Belém chegou a ser apelidada de Paris N’Ámerica e Manaus, que enriqueceria alguns anos mais tarde, a Paris dos Trópicos.
A capital paraense também se torna o primeiro centro financeiro da região, com instalação de bancos europeus que vão financiar as reformas urbanas e a própria economia da borracha.
Belém ganhou avenidas inspiradas nos boulevards franceses Foto ArquivoIBGE
Com tanto dinheiro circulando, o Norte se torna pela primeira vez o destino de uma imigração massiva dentro do Brasil.
Entre 1870 e 1900, 300 mil nordestinos teriam migrado para toda a Amazônia, segundo pesquisas, fugindo das secas.
Entre os Censos de 1890 e 1920, a população de Belém saltou de 50 mil para 236 mil habitantes, um crescimento de 370%, menor apenas que o de São Paulo, que vivia o auge da exploração de outra riqueza: o café.
Mas enquanto os donos de seringais e as empresas europeias que forneciam infraestrutura enriqueciam, boa parte dos migrantes acabava ficando sem trabalho – e sem dinheiro.
“O lucro fica nas mãos de poucas famílias que detêm as terras. Mas a riqueza mesmo produzida pela exportação do látex não fica na região amazônica. Ela é drenada pelas casas exportadoras e pelas instituições bancárias que forneciam crédito a preço muito caro”, conta pesquisador Nelson Sanjad.
Os milhares de migrantes que chegavam e não iam trabalhar diretamente nos seringais começaram, então, a povoar as margens de Belém.
“São os arrabaldes da cidade, as áreas mais baixas, que a gente chama desde então de baixadas. Havia muita pobreza nesse momento”, explica a professora Celma Vidal, da UFPA.
“A desigualdade existia em várias cidades brasileiras nesse momento, mas talvez em Belém isso apareça de uma forma mais clara, em função de uma riqueza muito intensa dessa elite da borracha. Então, talvez esse contraste ele seja mais evidente.”
Quando o dinheiro da borracha para de jorrar com o sucesso dos seringais asiáticos criados pela Inglaterra, a elite paraense entra em decadência e a infraestrutura urbana começa também a se deteriorar.
“Mas a periferia não vai vivenciar essa decadência, porque ela realmente não tinha esses serviços a seu dispor. Então, essa decadência é válida para um determinado lado da cidade, mas não para toda população”, diz Vidal.
A partir do fim dos anos 1930, um novo ciclo passageiro da borracha ainda deu esperança para a elite seringalista e seringueiros na Amazônia.
Com a Segunda Guerra Mundial, o Japão bloqueou o acesso dos países aliados, como Reino Unido e EUA, ao látex asiático. E isso colocou o Brasil na rota do comércio mundial de novo.
Foi nessa época que foram convocados para Amazônia os chamados “soldados da borracha”.
Entre 1943 e 1945, cerca de 55 mil pessoas, a maioria mais uma vez vinda do Nordeste, chegou à região com o objetivo de extrair borracha para a indústria dos Estados Unidos.
Mas, depois do fim da guerra e a abertura do mercado asiático, os Estados Unidos suspenderam os investimentos, e a Amazônia voltou a sofrer com a decadência econômica.
Desde então, a extração de borracha nunca mais teve a mesma importância econômica, embora a atividade tenha permanecido em escala local na Amazônia, em Estados como o Acre.
No segundo ciclo da borracha, porém, mais uma vez as periferias da Amazônia continuaram crescendo, sem o acompanhamento de serviços públicos.
“Sempre as áreas periféricas ficam à mercê. É assim há décadas, décadas e décadas. Isso foi se tornando uma coisa estrutural”, diz Celma Vidal, da UFPA.
“E as políticas que foram sendo desenvolvidas ao longo do tempo por vários governos não atacaram isso de uma forma como deveria ser feito.”
Moradores do Barreiro seguem na expectativa de obras no canal que corta o bairro Foto Vitor SerranoBBC
Belém, segundo o IBGE, é hoje a capital com mais pessoas vivendo em favelas (na cidade, as baixadas) no Brasil: cerca de 57%. Em segundo lugar, está outra capital da borracha, Manaus, com cerca de 56%.
Agora, com a COP30, Belém tem vivido um momento de transformação urbana que não via há décadas. Investimentos bilionários abriram novas avenidas, reformaram prédios públicos e criaram novos espaços de lazer.
O prefeito Igor Normando (MDB) chegou a dizer num evento em outubro que a cidade vive um novo “ciclo da borracha”.
“Belém não acompanhou o desenvolvimento e continuou com política extrativista. E isso fez com que declínio do ciclo da borracha fosse algo sem precedentes para nossa cidade”, disse.
“Hoje estamos vivendo um segundo momento, que é momento da COP, momento em que estamos vivendo quase segundo ciclo da borracha. Para que isso possa ocorrer, precisamos estar atentos ao pós-COP”, declarou o prefeito.
As obras têm dado autoestima para a cidade, que prontamente começou a ocupar os novos espaços urbanos. Mas, para muitos que moram na periferia, a sensação é de que mais uma vez podem estar ficando de lado.
“Quando surgiu essa COP 30, nós ficamos muito apreensivos de transformar a vida da periferia, transformar o povo da periferia”, diz o cantor Charles Augusto Evangelista, líder comunitário do bairro Barreiro, vizinho ao Parque da Cidade, um centro de eventos construído para receber o evento mundial.
No meio do bairro, passa um canal, o de São Joaquim, com mais de dois quilômetros de extensão. A prefeitura de Belém prometeu uma nova urbanização para a área, hoje marcada por lixo e ocupação irregular das margens.
Para a COP, estão sendo contemplados apenas 720 metros do canal, e 40% da obra está concluída, segundo a prefeitura.
A urbanização das margens de canais em regiões nobres ou centrais, como o da Nova Doca e da Almirante Tamandaré, foram totalmente concluídos.
A prefeitura não informou se tem planos pós-COP para o canal de São Joaquim.
Mesmo que as obras não estejam acontecendo em seu bairro do Barreiro, Charles Augusto diz perceber que Belém está “um canteiro de obras”, com melhorias no espaço urbano que podem alcançar todos.
“Mas essas obras não impactam diretamente o dia a dia das pessoas da periferia. Eu acho que temos um grande caminho ainda pela frente, e eu não sei o que vai acontecer depois da COP”, diz.
“São mazelas políticas de anos, de prefeitos, governadores, vereadores, deputados que não se preocuparam com o futuro. Esse futuro de hoje foi ocasionado no passado.”
Obras da COP30, como a da Nova Doca, têm sido vistas como um novo momento de transformação urbana de Belém Foto Vitor SerranoBBC
Fonte: BBC e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/11/2025/07:26:13
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Helder Barbalho entrega Pavilhão Pará e destaca protagonismo amazônico na COP30
Foto: Reprodução | Espaço do Governo do Estado na conferência simboliza a liderança amazônica na agenda climática global.
O governo do Pará entregou, nesta segunda-feira (10), o Pavilhão Pará, espaço que centraliza a participação do Estado na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém. Instalado na Green Zone, no Parque da Cidade, o local abriga uma programação intensa, com mais de 350 atividades entre painéis, reuniões, exposições, debates e apresentações culturais, que ocorrerão ao longo de todo o evento, até o dia 21 de novembro.
Durante a cerimônia, o governador Helder Barbalho destacou o caráter democrático e integrador do espaço, que reúne representantes dos governos municipal, estadual e federal, além de organizações não governamentais, universidades, movimentos sociais e o setor privado.
“O Pavilhão Pará foi pensado para criar uma atmosfera da Amazônia, de floresta, cultura, arte e musicalidade, e mostrar nossas belezas. A partir de um amplo e democrático processo, selecionamos programações que se conectam com a agenda da sustentabilidade. Este será o nosso ponto de imersão, uma oportunidade para que o mundo vivencie o que é estar na Amazônia e no Estado do Pará”, afirmou o governador.
Marco histórico para a Amazônia
Helder Barbalho ressaltou que a realização da COP30 na Amazônia representa um marco histórico e simbólico, reafirmando a capacidade da região de liderar soluções para o enfrentamento da crise climática global. “Vencemos preconceitos. Muitos duvidavam de que a Amazônia pudesse sediar o maior evento climático do mundo, e hoje provamos que somos capazes. Posicionar as florestas tropicais no centro das discussões climáticas é uma vitória para nós, que vivemos e protegemos este território”, reforçou.
Espaço de integração e inovação sustentável
Coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), o Pavilhão Pará integra diversos órgãos do governo do Estado e parceiros institucionais. O espaço também conta com o patrocínio do Banco do Estado do Pará (Banpará), que participa da programação com painéis e lançamentos voltados a finanças sustentáveis, microcrédito e mobilidade verde.
A proposta do Pavilhão é evidenciar o protagonismo do Pará na construção de um novo modelo de desenvolvimento baseado na economia verde e na valorização da floresta viva, unindo conhecimento tradicional, inovação e sustentabilidade.
“Esta atmosfera foi concebida para encantar e inspirar todos os que participam da COP30. Queremos que cada visitante usufrua deste espaço e viva a experiência de estar na Amazônia”, concluiu o governador.
Foto: Reprodução
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Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/11/2025/09:57:30
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Helder Barbalho rebate críticas de Trump sobre a COP30: ‘é melhor agir do que postar’
Foto: Reprodução | Em sua plataforma Truth Social, Trump afirmou que “devastaram a Floresta Amazônica do Brasil para construir uma rodovia de quatro faixas para ambientalistas”, classificando o caso como “um grande escândalo”
O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), respondeu neste domingo (9) às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que usou as redes sociais para criticar obras de infraestrutura realizadas em Belém, sede da COP30.
Em sua plataforma Truth Social, Trump afirmou que “devastaram a Floresta Amazônica do Brasil para construir uma rodovia de quatro faixas para ambientalistas”, classificando o caso como “um grande escândalo”. O republicano citou uma reportagem da Fox News que atribuía à construção da chamada Avenida Liberdade a derrubada de árvores na região metropolitana de Belém.
A resposta de Helder foi direta. “Em vez de falar de estradas, o presidente norte-americano deveria apontar caminhos contra as mudanças climáticas. Poderia celebrar a redução histórica no desmatamento da Amazônia – com destaque para o estado do Pará. Ou, no mínimo, seguir o exemplo do Governo do Brasil e investir mais de US$ 1 bilhão para salvar florestas no mundo. Ainda dá tempo de passar na COP30, presidente Trump. Esperamos você com um tacacá. É melhor agir do que postar”, escreveu o governador.
O governo brasileiro afirmou que a obra mencionada por Trump não tem relação com a COP30. Em nota, a Secretaria Extraordinária para a COP30, ligada à Casa Civil, destacou que a construção da Avenida Liberdade não é de responsabilidade do governo federal e que o projeto foi iniciado em 2020, antes da escolha de Belém como sede da conferência.
Já o governo do Pará informou que o trajeto da rodovia segue o traçado de um linhão de energia, onde a vegetação já havia sido suprimida, o que evitou novo desmatamento. Segundo a Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra), o projeto possui licença ambiental e 57 condicionantes sociais e ambientais, incluindo passagens de fauna e sistema de iluminação solar.
A polêmica ocorre no momento em que Belém recebe líderes de todo o mundo para discutir políticas ambientais e o futuro da Amazônia, enquanto Trump, ausente da conferência, retoma o discurso negacionista que marcou seu mandato – o mesmo que levou os Estados Unidos a deixarem o Acordo de Paris.
Fonte: Roma News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/11/2025/09:08:54
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Povo Kayapó de Novo Progresso participa da Aldeia COP em Belém e reforça presença indígena na COP 30
Foto: Reprodução | O povo Kayapó, representando a etnoregional de Novo Progresso, chegou neste domingo (9) à Aldeia COP, em Belém (PA), para participar das atividades paralelas à Conferência das Partes (COP 30). O evento principal será realizado de 12 a 16 de novembro, na Universidade Federal do Pará (UFPA).
Em um ato marcado por celebração e resistência, homens, mulheres e crianças Kayapó marcharam de mãos dadas, entoando cantos e danças tradicionais. Com os corpos pintados de urucum e cocares coloridos, simbolizaram a força e a ancestralidade dos povos originários da Amazônia.
Nas redes sociais, a Federação dos Povos Indígenas do Pará (Fepipa) celebrou a chegada do grupo. “O povo Kayapó de Novo Progresso chegou à Aldeia COP, para a COP da Floresta. Um lugar onde a voz e a ancestralidade dos povos indígenas ecoam em Belém, abrindo caminhos para um encontro histórico”, destacou a entidade.
A Fepipa mobilizou indígenas de oito etnoregionais — entre elas Itaituba–Jacareacanga, Oriximiná, Altamira, São Félix–Redenção, Marabá–Tucuruí, Baixo Tapajós e Novo Progresso — em parceria com a Secretaria de Estado dos Povos Indígenas e organizações locais.
A Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, também ressaltou o caráter internacional da Cúpula ao receber a ministra venezuelana Clara Vidal. “É fundamental esse diálogo para que possamos construir políticas de integração entre os povos de nossos territórios”, escreveu Sonia nas redes sociais.
Fonte: Jornal Folha do Progresso/O LIberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/11/2025/14:36:59
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Água custa R$ 25 e brigadeiro R$ 20; veja os preços dos alimentos na COP30
Foto: Reprodução | Valores de alimentos e bebidas na Zona Azul da COP30 chamam atenção dos participantes. Refeições completas chegam a R$ 70, e sanduíches naturais são vendidos por R$ 35.
Os participantes da COP30, realizada em Belém (PA), estão enfrentando preços elevados para alimentação e bebidas dentro da chamada Blue Zone (Zona Azul) do evento. Uma garrafa de água mineral de 350 ml é vendida por R$ 25 — valor considerado alto para um item básico.
Outras bebidas também apresentam preços acima da média. Refrigerantes custam R$ 25, enquanto sucos naturais de sabores regionais, como goiaba, acerola, maracujá e cupuaçu, saem por R$ 30 cada.
Refeições e lanches com valores expressivos
Os pratos completos chegam a R$ 70, caso do filé ao molho madeira. Já opções como lasanha de abobrinha e frango xadrez custam R$ 60. Sanduíches naturais de frango, misto ou queijo são vendidos a R$ 35.
Na seção de doces, os preços também chamam atenção: o brigadeiro custa R$ 20 e o brownie, R$ 30. Um quadradinho de maracujá — minibolo típico da região — é comercializado por R$ 35. Como alternativa, a organização disponibilizou bebedouros com copos descartáveis para os participantes.
Os valores são cobrados em reais, o que torna o custo mais pesado para brasileiros. Para visitantes estrangeiros que trabalham com dólar, o impacto é menor devido à conversão da moeda.
Lanchonetes e variações de preços
Os preços variam pouco entre as lanchonetes da Blue Zone, instalada no Parque da Cidade. Em uma delas, a água de 500 ml custa R$ 15 (ou R$ 20 com gás), e os sucos e refrigerantes saem por R$ 20.
Já o café preto é vendido a R$ 15 (100 ml) e R$ 20 (180 ml). Com leite, o valor sobe para R$ 25. Cinco bombons regionais em uma cuia custam R$ 100.
Outros itens seguem o mesmo padrão. A coxinha de frango sai por R$ 45, o wrap vegano de berinjela e pimentões custa R$ 55, e a pizza de quatro pedaços varia de R$ 95 a R$ 100. Um bolo de chocolate ou red velvet sai por R$ 50, o pão de ló por R$ 45 e a salada de frutas — um mix de laranja, kiwi, uva verde, manga, abacaxi e mamão — custa R$ 50.
Regras e justificativas
Levar comida de casa não é permitido. O site oficial da COP30 informa que “as refeições devem ser realizadas nas áreas designadas para alimentação” e que, “por motivos de segurança, não é permitida a entrada de alimentos externos”.
Segundo o comunicado, todo o consumo deve ser feito por meio do catering oficial ou estabelecimentos credenciados, que operam com um sistema unificado de pagamento.
Funcionários das lanchonetes afirmam que os preços são dolarizados e que parte do valor é repassada à organização do evento, o que explicaria o custo elevado dos produtos.
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
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Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/11/2025/04:34:17
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PF mobiliza atiradores de elite para segurança da COP30
Foto Reprodução| A Polícia Federal implementou um grande aparato de segurança para a realização da COP, que tem a maior parte de seus eventos no Parque da Cidade da capital paraense.
Dentre os trabalhos da Polícia Federal, está incluso o posicionamento estratégico de atiradores de precisão, popularmente conhecidos como snipers, com o objetivo de repelir potenciais ameaças.
Os profissionais envolvidos pertencem ao Comando de Operações Táticas (COT), uma das unidades operacionais da PF.
Sua função principal é atuar como “contrasniper”, visando neutralizar qualquer ameaça que possa surgir de atiradores com intenções criminosas, garantindo assim a integridade dos participantes do evento.
A atuação desses especialistas exige treinamento contínuo e aprimoramento constante. Eles dedicam grande parte de seu tempo ao desenvolvimento das habilidades necessárias para desempenhar essa função complexa, que demanda uma série de requisitos técnicos e táticos para sua execução eficaz.
Fonte: RDN e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/11/2025/13:47:59
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Mutirão climático vai apoiar 50 cidades brasileiras até 2027
Foto: Divulgação | O Governo do Brasil e parceiros internacionais lançam mutirão climático para apoiar 50 cidades com projetos sustentáveis até 2027, antes da COP30.
Um “mutirão” formado pelo Governo do Brasil, a Bloomberg Philanthropies, a C40 Cities e o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e a Energia (GCoM) vai apoiar 50 cidades brasileiras na implementação de projetos climáticos até 2027. O anúncio foi feito durante o Fórum de Líderes Locais, realizado no Rio de Janeiro, como um dos eventos que antecedem a COP30. O tema foi colocado pelo ministro das Cidades, Jader Filho, durante sua participação no evento.
O ministro destacou que os municípios brasileiros precisam de mais recursos para enfrentar os impactos das mudanças climáticas. Segundo ele, o problema não é apenas a falta de dinheiro, mas a dificuldade de fazê-lo chegar às cidades — especialmente para os municípios menores, que muitas vezes não têm estrutura técnica para elaborar projetos climáticos e acessar os fundos disponíveis.
O mutirão tem como principal objetivo promover projetos climáticos multiníveis, por meio do desenvolvimento de esforços locais de transporte sustentável e gestão de resíduos com baixas emissões de metano, alinhados a programas e apoios do Governo do Brasil.
A iniciativa segue a linha alertada pelo ministro Jader Barbalho de que as cidades, por serem as primeiras a sentir os efeitos das mudanças climáticas, precisam também estar na linha de frente e no centro do debate dos esforços de mitigação e adaptação.
O anúncio da criação do mutirão foi feito nas vésperas da cúpula dos líderes da COP30, marcada para os dias 6 e 7 em Belém, no Pará.
Plataforma Nacional e Ações Climáticas
A expectativa é que, entre os principais resultados, o projeto proporcione uma plataforma nacional apoiada por inteligência artificial, com dados de emissões, perfis de risco e avaliações de vulnerabilidade para todos os 5.570 municípios brasileiros; a aceleração da ação e da governança climática na Amazônia; a mobilização de mais de 100 cidades para aprendizagem e troca entre pares com governos federais e estaduais sobre o desenvolvimento de projetos climáticos; e o destravamento de mecanismos de financiamento para canalizar recursos a projetos urbanos climáticos em todo o Brasil.
Além disso, dez municípios amazônicos receberão apoio direto para desenvolver planos de ação climática iniciais, a fim de estabelecer bases para futuros projetos voltados aos desafios mais urgentes das comunidades. O mutirão será implementado por meio de uma ampla coalizão de parceiros nacionais.
Parcerias e Implementação
Com coordenação da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e apoio de organizações como ABM, CBC, WRI, ICCT, i17, CCFLA, ICLEI e UCCRN, essas redes ajudarão as cidades a transformar planos em ações concretas.
Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/11/2025/13:29:16
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Equatorial Pará monta plano de operação para a COP30
Foto: Reprodução | Distribuidora de energia realizou obras para reforçar o circuito de Belém e de outros municípios. Durante o evento, a empresa vai mobilizar cerca de 400 profissionais para atuação rápida e eficaz nas demandas.
A Equatorial Pará montou um plano de operação para a COP30, com o objetivo de garantir qualidade e segurança no fornecimento de energia elétrica durante o evento. Ao todo, mais de 400 profissionais estarão envolvidos nas ações até o dia 21 de novembro. Além do acompanhamento em tempo real, a distribuidora também investiu em obras estratégicas para reforçar o sistema elétrico da capital paraense e de outros municípios do estado.
Como parte do trabalho preventivo, a empresa realizou inspeções em circuitos de subestações, instalou equipamentos automatizados e mapeou locais prioritários, como instituições governamentais, hospitais, hotéis com delegações internacionais, centros de mídia e imprensa, terminais hidroviário e rodoviário, aeroporto e também os espaços do evento, como o Parque da Cidade e o Hangar. Todos esses locais contam com manobras pré-definidas em caso de necessidade.
A operação também contará com a Mesa COP, estrutura focada 24 horas em analisar e monitorar ocorrências nos circuitos onde estiverem sendo realizados eventos. Além disso, haverá profissionais da distribuidora atuando no centro de monitoramento do Parque da Cidade e no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).
De acordo com Geraldo Fernandez, superintendente da Equatorial Pará, a empresa possui um plano de operação robusto, com atuação em diversas frentes, para garantir o melhor serviço à população.
“Trabalhamos há algum tempo em todo esse planejamento. Fizemos investimentos prévios, reforçamos nossa rede e, durante os dias do evento, teremos profissionais extras atuando na capital, em pontos fixos e móveis, a fim de que possamos responder o mais rápido possível a qualquer chamado. Trabalhamos para garantir um fornecimento seguro e eficaz”, destacou Geraldo.
Investimentos
Para fortalecer o sistema de energia em Belém e em outras cidades que devem registrar maior movimentação durante a COP30, a Equatorial realizou uma série de entregas que somam mais de R$ 87 milhões em investimentos extras. São obras que ficarão como legado e acompanharão o crescimento das cidades nos próximos anos.
Entre as principais entregas estão:
A renovação de mais de 110 km de rede em Belém;
A construção de um circuito exclusivo para atendimento ao aeroporto;
A instalação de um eletrocentro — equipamento moderno que garante maior disponibilidade de energia — na subestação do Marco;
E a construção de uma nova rede na ilha do Combú.
Outros grandes investimentos incluem a inauguração da subestação Icuí, que beneficia mais de meio milhão de moradores na Região Metropolitana de Belém, além da reforma e ampliação de subestações estratégicas, como as do Guamá, Batista Campos, Pedreira e Independência.
Vale destacar que regiões como Alter do Chão, em Santarém, além de Salinas e Bragança, também receberam investimentos para melhoria da rede elétrica.
Parceria com a Climatempo
Durante a COP30, a Equatorial Pará contará com o apoio da Climatempo, que realizará monitoramento meteorológico em tempo real, acompanhando variáveis como ventos fortes, chuvas intensas e descargas atmosféricas.
Com base em modelos de previsão e sistemas de alerta personalizados, as equipes da distribuidora terão acesso a informações de alta precisão, possibilitando ações antecipadas para mitigar riscos operacionais e assegurar a continuidade no fornecimento de energia, mesmo diante de condições climáticas adversas.
Atendimento bilíngue
Para facilitar o atendimento a visitantes estrangeiros durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), a Equatorial Pará criou um canal bilíngue temporário, que funcionará ao longo do mês de novembro.
O serviço oferecerá suporte em português e inglês, por meio de telefone e WhatsApp, no número (91) 2055-0030, voltado aos visitantes internacionais.
Será possível solicitar atendimento em situações de risco com a rede elétrica, informar interrupções no fornecimento de energia e obter informações gerais sobre os serviços da distribuidora.
Fonte: Equatorial Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/11/2025/13:11:53
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Lula recebe Príncipe William e Macron durante a Cúpula do Clima em Belém
Convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cúpula é considerada um marco estratégico na preparação para a 30ª Conferência das Partes. Foto: Ricardo Stuckert/PR
A capital paraense se transforma, nesta semana, no epicentro das discussões globais sobre o futuro do planeta. Belém recebe, nos dias 6 e 7 de novembro, a Cúpula do Clima, encontro internacional que reunirá chefes de Estado e de Governo, ministros e dirigentes de organizações multilaterais, no Parque da Cidade.
Convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a cúpula é considerada um marco estratégico na preparação para a 30ª Conferência das Partes (COP30) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que também será sediada em Belém, entre os dias 10 e 21 de novembro.
“Este é um momento de convergência global em torno da responsabilidade climática e da proteção das florestas tropicais. O Brasil, ao sediar esses encontros, reafirma seu papel de liderança na agenda ambiental e na transição para uma economia verde”, destacou o Palácio do Planalto em nota oficial.
Diálogo internacional e compromissos climáticos
Durante os dois dias de evento, os líderes discutirão estratégias conjuntas de combate à crise climática, com foco na preservação das florestas, transição energética, bioeconomia e financiamento verde.
A expectativa é de que a Cúpula do Clima em Belém gere declarações de cooperação entre países amazônicos e outras nações que compartilham ecossistemas tropicais.
Agenda do presidente Lula em Belém
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá uma agenda intensa durante a Cúpula do Clima, com reuniões bilaterais, sessões plenárias e encontros temáticos com líderes de diferentes países. Confira os principais compromissos oficiais desta quinta-feira (6):
08h30 — Recepção oficial dos chefes de delegação da Cúpula do Clima – Parque da Cidade
10h30 — Abertura da sessão plenária da Cúpula do Clima – Salão Plenário
12h00 — Reunião bilateral com o Príncipe William e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer – Sala reservada do Presidente da República
13h00 — Almoço oferecido pelo presidente aos chefes de Estado e de Governo dos países do Fundo de Florestas Tropicais (TFFF) – Mesa Redonda de Líderes
15h00 — Reunião bilateral com o presidente da França, Emmanuel Macron – Sala reservada do Presidente da República
16h00 — Primeira sessão temática da Mesa Redonda de Líderes: “Clima e Natureza: Florestas e Oceanos”
18h15 — Fotografia oficial dos chefes de delegação da Cúpula do Clima – Área de Líderes
18h30 — Coquetel oferecido pelo presidente Lula e pela primeira-dama, Janja Lula da Silva, aos chefes de delegação
Belém no centro das atenções globais
Sediar a Cúpula do Clima e, na sequência, a COP30, coloca Belém no mapa internacional da sustentabilidade. A cidade, que vem passando por uma ampla reestruturação urbana e ambiental, se prepara para receber milhares de visitantes, delegações estrangeiras e especialistas de todo o mundo.
Os encontros devem impulsionar a economia local, gerar visibilidade internacional e reforçar o papel da Amazônia como protagonista na luta contra a crise climática.
Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/11/2025/12:06:00
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