Congresso do setor mineral discute questões ambientais e lança ‘Carta Santarém’ rumo à COP30

O encontro reuniu mineradoras, representantes do poder público, especialistas e instituições de pesquisa para discutir o papel do setor diante da agenda climática global — Foto: AD Produções/Simineral

Documento simboliza compromisso do Pará em alinhar mineração, sustentabilidade e governança ambiental.

Santarém, no oeste do Pará, sediou nesta terça-feira (16) o terceiro congresso técnico promovido pelo Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral), em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas). O encontro reuniu mineradoras, representantes do poder público, especialistas e instituições de pesquisa para discutir o papel do setor diante da agenda climática global, em preparação para a COP30, que acontecerá em Belém, em novembro.

Entre os temas debatidos estiveram descarbonização, minerais críticos, governança socioambiental e a consulta prévia às populações tradicionais. O Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual participaram dos painéis, reforçando a importância de acompanhar os impactos da mineração na região.

Um dos pontos altos foi a assinatura da Carta Santarém, documento que consolida compromissos do setor mineral com o desenvolvimento sustentável da Amazônia. A iniciativa prevê a criação de um banco de dados estratégicos sobre a mineração no Pará, voltado a subsidiar políticas públicas, pesquisas e práticas empresariais alinhadas à preservação ambiental e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

De acordo com o secretário adjunto da Semas, Rodolpho Zahluth, a carta materializa um diálogo de mais de um ano entre governo e setor produtivo. Ele destacou que a proposta inclui ações de restauração florestal e maior transparência sobre os impactos sociais e ambientais das empresas. Já o presidente do Simineral, Anderson Baranov, ressaltou que a mineração precisa gerar benefícios não apenas econômicos, mas também sociais, envolvendo comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas.

Para o Ministério Público Federal, a carta surge como um passo importante no contexto da COP30, mas deverá ser acompanhada de perto para garantir resultados efetivos na melhoria dos padrões de atuação do setor.

Com o documento, o Pará busca se posicionar como referência internacional em governança mineral, conciliando desenvolvimento econômico, inovação tecnológica e preservação da floresta amazônica. A Carta Santarém é vista como um marco para que a mineração no Estado avance de forma mais equilibrada, transparente e sustentável.

De forma prática, o Simineral compromete-se a coletar e consolidar os dados das associadas, atualizar periodicamente o banco de informações e garantir a confidencialidade e segurança dos dados. Já o Estado, por meio da Semas, compromete-se a utilizar essas informações apenas para fins de formulação e monitoramento de políticas públicas, apoiar ações de capacitação e estimular a adesão de outros setores ao modelo.

 

Fonte: G1 Santarém e Região e TV Tapajós — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/15:57:41

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No Pará, estado que sedia a COP30, quilombolas ficam sete meses sem aulas e MPF denuncia o descaso à Justiça

Arte ilustrativa: Comunicação/MPF, sobre foto de aodaodaod, via Canva

Para o MPF, a omissão é uma forma de discriminação étnica e um potencial caso de racismo institucional.

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou, nessa segunda-feira (15), ação na Justiça Federal, com pedido de decisão urgente contra o estado do Pará, sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), para a imediata regularização das aulas de ensino médio para estudantes de 14 comunidades quilombolas em Santarém. A ação denuncia que os alunos estão há sete meses sem professores, em uma violação que o MPF classifica como discriminação institucional e afronta a um direito humano fundamental.

Durante as reuniões periódicas conhecidas como Mesas Quilombolas, realizadas na sede do MPF em Santarém para discutir as demandas das comunidades, o tema da falta de aulas tornou-se um ponto central dos debates. Segundo destaca o MPF, o prejuízo acumulado representa mais de um semestre letivo perdido, gerando consequências devastadoras como o aumento da evasão escolar, o desinteresse dos jovens pela educação formal e a anulação da perspectiva de acesso ao ensino superior para aqueles que estão no último ano do ensino médio.

Crise e inércia – A crise foi formalmente levada ao MPF em uma reunião no dia 24 de julho deste ano, quando mais de 70 membros das comunidades quilombolas relataram a paralisação completa das aulas. Eles destacaram que nunca haviam enfrentado um período tão longo sem atividade escolar.

Diante da urgência, o MPF expediu recomendação, apontando ao governo do Pará a obrigatoriedade de que fossem tomadas medidas imediatas. Em resposta, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) reconheceu a necessidade de contratar professores, mas alegou dificuldades burocráticas. A secretaria informou que, dos 15 professores aprovados em um Processo Seletivo Simplificado Quilombola (PSSQ), apenas três haviam sido contratados até o final de agosto.

Espera indefinida – A Seduc justificou a demora afirmando que aguardava autorização da Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad) para realizar um novo processo seletivo para 68 vagas, deixando os estudantes em um limbo de espera indefinida.

No entanto, o MPF contesta essa justificativa, apontando que o estado ignorou soluções que já estavam à sua disposição. A ação detalha que tanto o Processo Seletivo Simplificado (PSS) nº 3/2024 quanto o PSSQ nº 2/2025, ambos com validade vigente, continham cláusulas que permitiam “convocações especiais” para suprir necessidades emergenciais, como a de Santarém.

“A Administração Pública caminha para o terceiro processo seletivo, mas não chamou nem os candidatos aprovados em 2024 (PSS 3/2024), nem os candidatos quilombolas aprovados em 2025 (PSSQ 4/2025)”, destaca um trecho da ação.

Pedidos urgentes – Na ação, assinada pela procuradora da República Thaís Medeiros da Costa, o MPF faz diversos pedidos ao Poder Judiciário. Em caráter urgente, pede que o estado do Pará seja obrigado a:

• apresentar, no prazo de 15 dias, um plano e cronograma para a normalização das aulas;

• regularizar, em até 30 dias, a oferta de aulas, contratando os professores necessários a partir dos candidatos já aprovados nos processos seletivos vigentes;

• garantir a participação da Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (FOQS) na elaboração e execução do plano.

Caso as medidas não sejam cumpridas, o MPF pede a aplicação de uma multa diária de R$ 10 mil.

Reparação e reposição – Além da retomada das aulas, a ação busca uma reparação pela violação dos direitos da comunidade. O MPF pede a condenação do estado do Pará ao pagamento de R$ 700 mil por danos morais coletivos e solicita que o valor, calculado com base em um parâmetro de R$ 100 mil para cada mês sem aulas, seja investido diretamente em ações, projetos, programas e políticas educacionais voltadas à própria comunidade quilombola de Santarém, com acompanhamento da FOQS.

O MPF também pede que a Justiça Federal obrigue o estado do Pará a apresentar cronograma que estipule a reposição de todas as aulas não ministradas no ano letivo de 2025 aos estudantes dos territórios quilombolas no município de Santarém.

A ação se fundamenta no dever constitucional do Estado de garantir educação, em tratados internacionais como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e na própria política estadual para comunidades quilombolas, que prevê a garantia da educação escolar. Para o MPF, a omissão do estado não é apenas uma falha administrativa, mas “uma forma de discriminação étnica e um potencial caso de racismo institucional”.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2025/15:39:41

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Trabalhadores da construção civil entram em greve e paralisam serviço em obras da COP 30, diz sindicato

Vista aérea dos painéis solares no Parque da Cidade, em Belém (PA), espaço de mais de 500 mil m² que sediará a COP30 em novembro. — Foto: Anderson Coelho/AFP

Secretaria de Estado de Obras Públicas diz ‘que as obras da COP30 seguem dentro do cronograma previsto’. Segundo Sindicato dos Trabalhadores da Construção, paralisação afeta obras do setor hoteleiro, da Vila COP 30 e do Parque da Cidade.

Trabalhadores da construção civil e do setor mobiliário de Belém, Ananindeua e Marituba iniciaram uma greve nesta terça-feira (16) por tempo indeterminado.

Segundo sindicato do setor, a paralisação afeta obras públicas, incluindo projetos relacionados à COP 30. No entanto, a Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop) informou “que as obras da COP30 seguem normalmente, dentro do cronograma previsto”.

De acordo com Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brasília (STICMB), “cerca de 5 mil operários aderiram à paralisação, que afeta obras do setor hoteleiro, da Vila COP 30 (onde chefes de estado devem ficar hospedados) e do Parque da Cidade”.

Entre as reivindicações dos trabalhadores está reajuste salarial maior, melhorias nas condições de trabalho, promoção para mulheres na área e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) em duas parcelas de R$ 378.

Em nota, o Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon) confirmou a proposta de reajuste salarial de 5,5% e disse que o índice é superior à inflação acumulada dos últimos 12 meses, cujo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) resultou em 5,13%.

A patronal também confirmou que a proposta prevê cesta básica no valor de R$ 120, o que representa um aumento de 9% em relação ao valor atual de R$ 110,00. Segundo o Sinduscon, esses percentuais demonstram o esforco do setor em assegurar ganhos reais aos trabalhadores considerando o cenário econômico atual.

“Caso haja paralisação, o Sinduscon-PA ressalta que recorrerá aos instrumentos previstos em lei para resguardar legalidade e a regularidade das atividades”, finalizou a nota.

Greve

Nesta terça-feira (16), os trabalhadores fizeram uma passeata pelas ruas de Belém, com concentração na sede do STICMB, localizada na Travessa 9 de Janeiro.

Segundo o sindicato, a mobilização se estenderá até que as demandas sejam atendidas.

A mobilização da categoria ocorre após a rejeição da proposta patronal de reajuste salarial de 5,5% e um acréscimo de R$ 10 na cesta básica, índices considerados insuficientes pelas entidades representativas dos trabalhadores.

Além disso, os trabalhadores, pedem o valor de R$ 270 para cesta básica — valor que contrasta com o cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que aponta o custo da cesta básica em R$ 687,30.

Como estão as obras da COP

Um dos locais em obras é o Parque da Cidade, com montagem das estruturas. O espaço será o principal palco das negociações entre países.

O Parque da Cidade foi fechado ao público em agosto para viabilizar a montagem simultânea da Blue Zone e da Green Zone, esta última voltada à sociedade civil.

🏘️ A Vila COP 30 está sendo construída no bairro Marco, próxima ao Hangar e ao Parque da Cidade. O local receberá líderes mundiais.

Segundo o governo do Pará, a obra está com 89% dos trabalhos concluídos, com previsão de entrega para novembro de 2025, pouco antes do início da conferência. Após a COP, o espaço será transformado em centro administrativo do governo estadual.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2025/15:37:32

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COP30: Belém terá megaesquema de segurança com Forças Armadas e policiais de outros estados

Viatura blindada do Exército, o ‘anfíbio Guarani’. — Foto: Reprodução / Operação Marajoara

Ainda em fase de planejamento, ações de segurança considera complexidade logística e risco potencial de ameaças, incluindo cibernéticas, terroristas ou de desordem pública durante o evento da ONU.

A cidade de Belém (PA) se prepara para receber, em novembro, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), e junto com ela, um dos maiores esquemas de segurança pública já montados na região Norte do Brasil, segundo o Governo Federal.

O evento da ONU deve reunir chefes de Estado de aproximadamente 190 países, além de autoridades internacionais e cerca de 50 mil participantes de todo o mundo, o que exigirá uma operação integrada entre forças federais, estaduais e municipais.

Para o governo, a complexidade logística e o risco potencial de ameaças, incluindo cibernéticas, terroristas ou de desordem pública, exigem um aparato robusto e especializado. Isso porque a segurança reforçada garante não apenas a proteção das autoridades e participantes, mas também a imagem do Brasil como anfitrião de um dos principais fóruns globais sobre o futuro do planeta.

Forças federais definem como será atuação da segurança na COP 30, em Belém. — Foto: Reprodução / Comando Militar do Norte (CMN)
Forças federais definem como será atuação da segurança na COP 30, em Belém. — Foto: Reprodução / Comando Militar do Norte (CMN)

Forças federais

A Operação Marajaora, coordenada pelo Exército Brasileiro, está em fase de planejamento, ainda dependendo da definição de recursos financeiros. Já estão previstos reforços de unidades especializadas de diversas partes do país, são elas:

Forças Especiais e de Contraterrorismo (Goiânia-GO)
Defesa Aérea (Guarujá-SP)
Defesa Cibernética e Comunicações (Brasília-DF)
Operações Psicológicas (Goiânia-GO)
Reconhecimento Vigiado e Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (DQBRN) (Rio de Janeiro-RJ)
Viaturas blindadas Guarani (Boa Vista-RR)
Oito equipes de batedores com 80 motocicletas vindas de Brasília, Porto Alegre, Campo Grande, Rio de Janeiro e Recife

Polícias

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) informou que está coordenando o envio de especialistas de polícias estaduais, como do estado do Rio de Janeiro, por exemplo, conforme a necessidade mapeada e a disponibilidade local.

A logística de deslocamento inclui viaturas por terra, como no caso do Rio de Janeiro, que enviará ao menos cinco veículos, além de aeronaves e outros meios, considerando distâncias e prazos operacionais, de acordo com o MJSP.

Durante a conferência, os principais contingentes serão da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Os agentes policiais vão atuar, principalmente, na proteção de chefes de Estado durante a cúpula de líderes, de 5 a 8 de novembro, e fará presença ao longo de toda o período da COP 30, de 9 a 23 de novembro, ainda que com efetivo reduzido.

Marinha e Força Aérea

Ainda em Belém, o Comando Operacional Conjunto Marajoara reúne também uso de recursos e pessoal da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira (FAB).

A presença dessas forças será estratégica, especialmente para a segurança do Rio Guamá e do Aeroporto Internacional Val-de-Cans, pontos-chave na logística da conferência, segundo o governo.

Agentes municipais

No caso dos agentes municipais de Belém, a Prefeitura ainda está finalizando o plano de atuação dos agentes, que deverão complementar o trabalho das forças federais e estaduais.

 

Fonte: G1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/19:00:28

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ONU confirma presença de 140 países na COP30 em Belém

ONU confirma a presença de delegações de 140 países para a COP30, em Belém. | Raphael Luz/Agência Pará

Helder Barbalho, Governador do Pará, anunciou a confirmação pelas redes sociais na tarde desta sexta-feira (12).

Amenos de dois meses do início da COP30, a Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou oficialmente a participação de delegações de 140 países no evento climático, que será realizado em Belém. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (12) pelo governador Helder Barbalho, por meio das redes sociais.

“A ONU acaba de confirmar a presença de delegações de 140 países para a COP30, em Belém. Outras confirmações estão a caminho. A capital da Amazônia está de portas abertas para o mundo, superando toda forma de preconceito contra o Norte do Brasil. Viva a COP da Floresta!”, escreveu o governador.

https://twitter.com/helderbarbalho/status/1966598459349197021?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1966598459349197021%7Ctwgr%5Ed312b1a9641cf10c36dc79087824b6b25b8138b4%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fdol.com.br%2Fnoticias%2Fpara%2F923128%2Fonu-confirma-presenca-de-140-paises-na-cop30-em-belem

A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas será realizada em novembro e deve reunir cerca de 50 mil pessoas na capital paraense, entre chefes de Estado, lideranças indígenas, cientistas, ambientalistas e representantes da sociedade civil.

O prefeito de Belém, Igor Normando, também celebrou a confirmação das delegações feita pela ONU. “Isso mostra a força da floresta, a força da capital da Amazônia e a certeza de que vamos fazer um evento extraordinário, Nós vamos fazer com que essa seja a COP das COPs, e que o Brasil e o mundo possam conhecer a Amazônia e o povo da Amazônia”, afirmou através das redes sociais.

Infraestrutura e hospedagem foram desafios iniciais

Desde que Belém foi anunciada como sede da conferência, um dos principais pontos de preocupação era a capacidade da capital paraense de receber um evento de tamanha magnitude. Questões relacionadas à infraestrutura urbana e aos altos preços de hospedagem chegaram a gerar críticas e incertezas.

Contudo, segundo os organizadores da COP30, a cidade já conta com mais de 53 mil leitos disponíveis. Em julho, o governo lançou uma plataforma com 2,7 mil quartos coletivos e 2,5 mil quartos individuais voltados especialmente para os 196 países participantes, com prioridade para os Países Menos Desenvolvidos e Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento.

O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, também já havia rebatido os questionamentos sobre a capacidade da cidade de sediar o encontro internacional. “Belém é uma cidade incrível e é o lugar certo para fazer a COP30. Eu sempre manifestei isso. Então, o governo está atuando muito, de maneira muito firme, para que todos os países possam participar da COP. O presidente Lula quer que seja uma COP super inclusiva, que é o perfil do Brasil. Mas nós temos que encontrar uma maneira para que eles venham”, afirmou Corrêa do Lago, em entrevista concedida em agosto.

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Com a confirmação da ONU, Belém consolida a posição como epicentro das discussões globais sobre o clima. Esta será a primeira vez que a Conferência do Clima será realizada na região amazônica, dando ainda mais visibilidade aos debates sobre preservação ambiental, justiça climática e o papel das florestas tropicais no combate às mudanças climáticas.

Fonte: DOL/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/09/2025/06:39:38

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MP e OAB pedem fim da tração animal nas ruas de Belém antes da COP 30

(Foto: Reprodução) – Órgãos destacam maus-tratos, risco ao trânsito e cobram cumprimento das leis municipais e estaduais.

Um ofício enviado à Prefeitura solicita prazo de 30 dias para a retirada dos veículos da área urbana da capital.

O Ministério Público do Pará (MPPA) e a Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/PA), enviaram um ofício à Prefeitura de Belém pedindo que os veículos de tração animal sejam retirados definitivamente da área urbana no prazo máximo de 30 dias. A decisão foi protocolada no dia 25 de agosto e divulgada na terça-feira (10).

O documento, assinado pelo promotor Nilton Gurjão, pelo presidente da comissão da OAB, Wellington Silva dos Santos, e pela integrante Doany Luna de Lima, cita leis municipais e estaduais que restringem o uso de carroças e defende que a medida seja antecipada em razão de denúncias de maus-tratos e da preparação da capital para sediar a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), marcada para novembro de 2025.

Segundo o ofício, a circulação de carroças em Belém desrespeita a Lei Estadual, que limita o uso desses veículos às áreas rurais, exceto quando há autorização expressa do município. Além disso, a legislação municipal prevê a eliminação desse tipo de transporte nas zonas urbanas até 2026.

Para o MPPA e a OAB, a presença dos animais nas ruas, além de gerar risco ao trânsito, prejudica a imagem de Belém como cidade-sede da Conferência das Nações Sobre a Mudança do Clima (COP 30).

“A presença de veículos de tração animal circulando pelas ruas, associada a condições precárias de trabalho, maus-tratos animais e conflitos com o tráfego motorizado, é incompatível com a imagem de uma metrópole amazônica inovadora e comprometida com os objetivos de desenvolvimento sustentável, anfitriã de um evento desta magnitude”, destaca o documento.

O ofício também cobra a conclusão do santuário destinado a cavalos resgatados de maus-tratos, projeto anunciado pela Prefeitura em parceria com a Embrapa e a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). O espaço, com mais de 350 mil m², deve receber os animais retirados das ruas e oferecer cuidados para sua recuperação.

A recomendação inclui ainda a intensificação da fiscalização e apreensão de carroças que circulam na área urbana, a criação de um canal permanente de diálogo entre Prefeitura, MPPA e OAB, além da formulação de políticas públicas que ofereçam alternativas de trabalho e renda para os carroceiros.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/09/2025/15:10:21

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Guia da COP 30: veja os eventos oficiais em Belém ligados à conferência climática

Parque da Cidade abrigará Green Zone na COP 30, em Belém. — Foto: Rafael Medelima/COP30

Em novembro, a capital paraense será palco de encontros diplomáticos e ambientais que antecedem e integram a 30ª Conferência da ONU sobre Mudança do Clima. Confira a lista.

Em dois meses, Belém se tornará palco de um novembro histórico. A capital do Pará será o centro das atenções globais ao sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP 30, entre os dias 10 e 21 de novembro.

Mas antes mesmo da abertura oficial, a cidade já começa a receber uma série de encontros diplomáticos e técnicos que fazem parte da programação oficial da conferência.

A seguir, veja o guia com os principais eventos em Belém durante o mês da COP:

 Pré-sessões diplomáticas

Encontros antecedem a COP 30 e são fundamentais para que os países alinhem posições e construam consensos antes das negociações formais.

4 e 5 de novembro: Pré-sessões dos Países Menos Desenvolvidos (LDCs)
Representantes de nações com maiores vulnerabilidades climáticas se reúnem para definir estratégias conjuntas.
6 e 7 de novembro: Pré-sessões dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (SIDS)
Países insulares discutem os impactos da crise climática e formas de garantir financiamento e adaptação.
8 e 9 de novembro: Grupo dos 77 e China (G77 + China) e Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (CDM)
Bloco que reúne países em desenvolvimento articula propostas comuns para a conferência.

Cúpula dos Líderes

6 e 7 de novembro:
Chefes de Estado e de governo reforçam compromissos climáticos e dão o tom das negociações

A Cúpula dos Líderes é considerada um dos momentos mais estratégicos da COP, pois influencia diretamente os rumos das decisões que serão tomadas nos dias seguintes.

Sessões oficiais da COP 30

10 a 21 de novembro:
COP 30 é realizada oficialmente neste período, com debates técnicos, políticos e científicos sobre o futuro da ação climática global.

Durante a conferência, Belém também será sede de dois órgãos fundamentais da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC):

SBSTA 63 – Órgão Subsidiário de Aconselhamento Científico e Tecnológico
Responsável por fornecer embasamento técnico para as decisões da COP.
SBI 63 – Órgão Subsidiário de Implementação
Avalia o progresso na aplicação dos acordos climáticos, como o Protocolo de Quioto e o Acordo de Paris.

Outros encontros oficiais

Além da COP 30, Belém também será palco de:

CMP 20 – 20ª reunião das Partes do Protocolo de Quioto
CMA 7 – 7ª reunião das Partes do Acordo de Paris

Esses dois fóruns complementam as discussões da COP e aprofundam temas específicos de cada tratado climático.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/09/2025/08:19:58

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Hydro patrocina a Jaguar Parade Belém 2025 e reforça compromisso com a Amazônia

Jaguar Parade aprecia a biodiversidade da Amazônia | Foto: Divulgação

Parceria promove o movimento de conservação às onças-pintadas que acontece na capital paraense às vésperas da COP30.

Buscando reforçar o destaque a iniciativas de conservação e sustentabilidade na Amazônia, a Hydro é patrocinadora da Jaguar Parade Belém 2025, movimento internacional que une arte, cultura e conservação ambiental através de esculturas de onças-pintadas customizadas. A iniciativa celebra o talento dos artistas brasileiros em uma das regiões mais biodiversas do planeta.

A curadoria das obras conta com a participação de Vânia Leal para que as criações dialoguem com o contexto artístico e cultural, promovendo visibilidade para talentos da região.

Como patrocinadora Premium, a Hydro apresentará duas esculturas exclusivas na exposição: Maciota e Onçaí. A primeira, criada pelo artista Jocatos, terá acabamento prateado feito com técnica de spray e monotipia, remetendo diretamente ao alumínio e à atuação industrial da Hydro. Já a Onçaí, desenvolvida pelo artista Nio Dias, será inspirada nos mistérios e encantos da floresta amazônica, com as cores do açaí, valorizando a importância do açaizeiro.

Os jaguares serão reunidos para um coquetel no Mangal das Garças antes de serem agrupados em sua totalidade na grande “Reunionça” a partir do dia 15 de novembro, culminando no Dia Internacional da Onça-Pintada, 29 de novembro.

Ao final do período de exposição, as esculturas são leiloadas e 100% da receita líquida será doada para projetos de conservação às onças-pintadas. O valor arrecadado nas esculturas da Hydro será revertido em benefício ao Consórcio de Pesquisa em Biodiversidade Brasil-Noruega (BRC), organização que atua na pesquisa da biodiversidade amazônica formada por Hydro, Universidade de Oslo, da Noruega, Museu Paraense Emílio Goeldi, Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).

A participação da Hydro na Jaguar Parade também ganha outra dimensão considerando que a empresa mantém frentes ativas de reflorestamento e conservação da fauna e flora em seus territórios de atuação. Essas áreas servem como habitat natural para onças-pintadas, símbolo central do movimento, e já registraram avistamentos da espécie.

A primeira onça-pintada a receber um colar telemétrico no Pará foi acompanhada por pesquisadores do BRC, que desenvolvem um importante projeto de monitoramento da espécie na área da Mineração Paragominas. A presença desse predador que demanda grandes áreas para sua sobrevivência, é um importante indicador de qualidade ambiental na região. O estudo busca compreender a adaptação desses animais a um ambiente que, além de áreas de floresta, inclui mais de 3.400 hectares reabilitados.

Sobre a Hydro:

A Hydro é uma empresa líder em alumínio e energia renovável, comprometida com um futuro sustentável. Com o objetivo de criar sociedades mais viáveis, desenvolve indústrias que importam para as pessoas e para a sociedade. Desde 1905, a Hydro transforma recursos naturais em soluções e negócios relevantes de forma inovadora, criando um local de trabalho seguro para 33.000 empregados em mais de 140 unidades e 40 países.

No Brasil, a Hydro está presente em toda a cadeia de valor do alumínio, com quase 7 mil empregados. Atuando desde a extração de bauxita, produção de energia renovável, refino de alumina, produção de alumínio e extrusão, oferece conhecimentos e competências únicas para indústrias da construção, automotiva e de embalagens, entre outras.

Fonte: Conteúdo de Marca/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/09/2025/11:27:34

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Após proibição e liberação de açaí na COP 30, nova lei no PA cria regras para venda no estado; entenda

Batedores de Açaí do AP devem realizar o cadastro para fiscalização adequada — Foto: Arquivo/g1

Publicada no Diário Oficial do Estado, norma define regras para produção, congelamento e armazenamento da polpa, com foco na segurança alimentar e inclusão dos produtores nas cadeias formais de comercialização.

Uma lei publicada no Diário Oficial do Estado regulamentou a atividade de batedores artesanais de açaí em todo o Pará. A legislação, de autoria do deputado Bordalo (PT), foi publicada após polêmica envolvendo a proibição e posterior liberação do açaí nos espaços da COP 30.

A lei tem como objetivo garantir segurança alimentar, qualidade do produto e continuidade da comercialização durante a entressafra, e estabelece diretrizes para o congelamento e armazenamento da polpa destinada à venda.

A regulamentação permite ainda que produtores artesanais possam manter a atividade durante o ano inteiro e serem incluídos nas cadeias oficiais de comercialização do açaí.

A legislação estabelece um limite diário de produção de:

até 40 latas, o que corresponde a 240 litros de polpa por dia, ou 7.200 litros por mês.

Além disso, os batedores deverão seguir normas específicas de vigilância e defesa sanitária para o congelamento, utilizando câmaras frias ou freezers exclusivos, com embalagens adequadas para armazenamento.

AÇAÍ - COLHEITA - FRUTO — Foto: Divulgação
AÇAÍ – COLHEITA – FRUTO — Foto: Divulgação

Segundo a lei, são considerados batedores artesanais tanto pessoas físicas quanto jurídicas que atuem como microempreendedores individuais (MEI), e que realizem o processamento manual do fruto e a venda da polpa de forma não industrial, voltada ao consumo direto da população.

A proposta foi construída a partir de diálogos com instituições de pesquisa, órgãos do governo, prefeituras, cooperativas e associações de batedores artesanais. Em abril, um grupo de trabalho foi criado na Assembleia Legislativa para discutir a crise do açaí e elaborar o projeto de forma coletiva.

Para o deputado Bordalo, a sanção da lei, publicada no DOE na última quinta-feira (4), representa uma conquista para os trabalhadores que vivem do açaí.

“O açaí é o alimento símbolo do Pará e precisa ser tratado com o valor que representa. Essa lei é um marco para garantir segurança à mesa do consumidor e, ao mesmo tempo, fortalecer os batedores artesanais, que são parte fundamental da nossa cultura e economia popular”, afirmou o parlamentar.

Fonte: G1 PA/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/09/2025/06:10:25

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COP30: hotel em Belém que mudou de nome e elevou diária de R$ 70 para R$ 6,3 mil não fecha nenhuma reserva

Área da recepção do Hotel COP30. — Foto: Roberto Peixoto/g1

O hotel tem 17 quartos disponíveis e, agora, seus proprietários pretendem alugar o edifício inteiro para alguma delegação estrangeira. A dois meses do evento em Belém, a crise por hospedagem ainda é uma preocupação das autoridades locais e estrangeiras.

O Hotel COP30 de Belém, antigo Hotel Nota 10, que mudou de nome e e elevou em 90 vezes os valores das diárias para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climática (COP-30), ainda não fechou nenhuma reserva. A COP30 vai reunir autoridades do mundo inteiro, em novembro, na capital paraense, para discutir ações de enfrentamento à crise climática.

O hotel tem 17 quartos disponíveis e, agora, seus proprietários pretendem alugar o edifício inteiro para alguma delegação estrangeira. Só que até o momento seus preços não convenceram ninguém.

O alto custo da hospedagem preocupa a organização de um evento que receberá cerca de 50.000 pessoas durante 12 dias na cidade amazônica.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva idealizou a COP30 em Belém para dar visibilidade à maior floresta tropical do planeta, fundamental contra o aquecimento global. Os delegados poderão negociar “sob a copa de uma árvore”, brincou em 2023, quando o Brasil foi anunciado como sede.

Longe do romantismo de Lula, a capital do estado do Pará se deparou primeiro com um déficit de acomodação e depois com uma disparada nos preços.

Para aliviar, o Brasil programou a cúpula de chefes de Estado para 6 e 7 de novembro, antes da conferência prevista entre os dias 10 e 21. Mas não foi suficiente.

Vários países sugeriram em julho uma mudança de sede. A ONU pediu ao Brasil que subsidiasse os aluguéis para as delegações. O governo se recusou.

Por enquanto, 68 dos 198 países participantes pagaram suas reservas. “Isso nunca aconteceu, normalmente dois ou três meses antes da conferência todos os países já têm acomodação”, diz à AFP Marcio Astrini, secretário-executivo da rede ambientalista Observatório do Clima.

‘Novo hotel’

Em uma das coloridas e desgastadas ruazinhas do centro histórico de Belém, o Hotel COP30 oferece vagas para até 40 hóspedes. No local, funcionava um motel, até que em 2024 novos proprietários o reformaram e trocaram seu nome.

“É um evento de uma magnitude que Belém nunca esperou e os valores acabaram ficando desordenados, cada um colocou seus valores e alguns fora da realidade”, reconhece o gerente Alcides Moura.

Seu hotel chegou a anunciar tarifas diárias de 6.300 reais. Um “teste de mercado”, segundo Moura, que mostrou limites: hoje os quartos não passam de 350 dólares (1.910 reais

Oportunidade

Belém é a capital brasileira com maior porcentagem de população vivendo em favelas, com 57% dos seus 1,4 milhão de habitantes. Para muitos proprietários do setor do turismo e hospedagem, a COP30 representa uma oportunidade única de obter bons lucros.

Ronaldo França, um aposentado de 65 anos, alugará pela primeira vez sua casa de fim de semana nos arredores da cidade, a 25 quilômetros do centro de convenções. Com três quartos de casal e piscina, ele pede 370 dólares (2.019 reais na cotação atual) por noite. Já foi contatado por interessados chineses.

“Eu não vou cobrar um preço absurdo, mas o governo não acompanhou os aluguéis e aí os caras estão explorando muito, esse pessoal está em outro mundo”, diz.

O Brasil lançou em agosto um grupo de trabalho para ajudar os delegados a conseguirem melhores condições.

“A oferta de leitos está garantida”, afirmou à AFP o governador do Pará, Helder Barbalho, embora admita que ainda seja necessário “combater as abusividades”.

Algumas delegações pedem quartos individuais para todos os seus membros.

“Quem quer luxo teve a oportunidade de ir à COP em Dubai, quem quer viver a experiência da Amazônia vai ter a oportunidade de conhecer Belém”, diz Barbalho.

Com infraestrutura limitada, a cidade recebeu mais de 4 bilhões de reais em investimentos para obras públicas devido à COP, entre elas o Parque da Cidade, um gigantesco centro de convenções arborizado onde ocorrerá o evento.

Recusa ao preço tabelado

As autoridades calculam que 60% dos participantes devem se hospedar em propriedades particulares. Os hotéis estão “quase todos cheios”, segundo Toni Santiago, presidente da associação de hotéis do Pará.

A organização rejeitou um pedido do governo para fixar preços que considerou irrisórios: “Isso não existe em nenhum grande evento no mundo, porque Belém tem que ser a vira-lata da história?”

Para reforçar a oferta, o governo disponibilizou dois navios privados que oferecerão 6.000 camas, embora estejam a 20 quilômetros do evento.

O Airbnb anunciou dias atrás que a média de preços caiu 22% desde fevereiro. Porém, no Airbnb, Booking e na plataforma oficial de hospedagem, é difícil encontrar tarifas diárias próximas a 100 dólares (545 reais na cotação atual), o valor que a ONU exige para delegações de baixo orçamento.

Esta COP pode ser a menos inclusiva da história, alertou o Observatório do Clima, preocupado com a hospedagem para a sociedade civil.

Seu secretário lamenta que os preços tenham ofuscado o que “interessa de verdade” na COP: “metas climáticas, combustíveis fósseis, financiamento climático”.

 

Fonte: AFP/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/09/2025/16:29:35

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