Quaest: Lula segue à frente de possíveis adversários em eventual 2º turno nas eleições de 2026

Presidente Lula — Foto: Ricardo Stuckert / PR

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (18).

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira mostra estabilidade das intenções de voto no presidente Lula no cenário eleitoral de 2026. Em eventual segundo turno, o petista continua à frente de todos os seus possíveis adversários.

O que chama atenção no levantamento, no entanto, é que depois da condenação de Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal, por tentativa de golpe de Estado, aumentou consideravelmente o percentual de eleitores que consideram que o ex-presidente deve apoiar outro candidato nas eleições do ano que vem.

Quase 80% dos eleitores defendem que Bolsonaro apoie outro candidato em 2026, diz Quaest

Esse percentual avançou 11 pontos em relação ao levantamento de agosto – subiu de 65% no mês passado para 76% agora em setembro. Entre os que se declaram bolsonaristas, a variação foi ainda maior, de 15 pontos: 46% querem que o ex-presidente apoie outro candidato, contra 31% em agosto. Já entre a direita não bolsonarista, esse percentual teve o maior crescimento, subindo de 53% em agosto para 74% agora.

O nome preferido para substituir o ex-presidente continua a ser o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que aparece com 15%. Em seguida vem o governador do Paraná, Ratinho Jr, com 9%, ele ultrapassou a ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, que vem agora em terceiro com 5% da preferência.

Nos cenários simulados de segundo turno, há uma estabilidade nos números do presidente Lula, com o petista à frente de todos os seus possíveis adversários.

Lula venceria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por 43% a 35%, mesmos percentuais da pesquisa anterior. Em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o petista teria 47% contra 34%. Desde maio, o ex-presidente já acumula uma queda de 7 pontos percentuais. Na disputa contra Ratinho Jr., Lula teria 44% contra 32% do governador do Paraná. E em relação à Michelle, o petista teria 47% a 32%. A ex-primeira dama também vem caindo, já que chegou a ter 39% em maio.

Chamou a atenção no levantamento que Ciro Gomes é quem aparece com o percentual mais próximo de Lula na simulação de segundo turno. O Petista aparace com 40% contra 33% de Ciro Gomes, uma diferença de 7 pontos, a menor entre os adversários.

Apesar disso, a candidatura do presidente Lula continua tendo opinião contrária da maioria dos entrevistados, com resultado estável em relação às duas pesquisas anteriores. São 59% contrários à candidatura do petista, enquanto em agosto e julho esse índice era de 58%. Outros 39% dizem que o candidato deve ser Lula.

Outro indicador estável foi a reação dos entrevistados diante das hipóteses de reeleição de Lula e de volta de Bolsonaro. Houve oscilação positiva de 2 pontos percentuais nos dois cenários e, na pesquisa atual, 49% dizem ter mais medo da volta do ex-presidente Bolsonaro do que da reeleição do atual. Já 41% temem o cenário inverso, ou seja, têm mais medo da permanência de Lula do que da volta de Bolsonaro. A diferença, de 8 pontos percentuais, ficou igual à pesquisa anterior.

A pesquisa foi feita entre 12 e 14 de setembro e ouviu 2.004 brasileiros, em todas as regiões. A margem de erro geral do levantamento é de 2 pontos para mais ou para menos.

 

Fonte: Jornal da CBN e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/09/2025/07:00:03

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Quaest: Lula lidera todos os cenários eleitorais de 1º e 2º turnos para 2026

Presidente Lula — Foto: Reprodução

O petista lidera em todos os cenários de 1º e 2º turno na disputa para a Presidência da República nas eleições de 2026 e se descolou dos adversários pesquisados em um eventual segundo turno.

A pesquisa Genial/Quaest divulgada, nesta quinta-feira (21), confirma a curva de recuperação do presidente Lula no cenário eleitoral de 2026. O petista lidera em todos os cenários de 1º e 2º turnos na disputa para a Presidência da República, nas eleições de 2026, e se descolou dos adversários pesquisados em um eventual segundo turno.

Na pesquisa anterior, de julho, Lula aparecia empatado com Tarcísio de Freitas no limite da margem de erro, em eventual segundo turno. Na pesquisa atual, o petista venceria o governador de São Paulo por 43% a 35%.

O petista também venceria todos os demais potenciais candidatos da direita, por uma diferença entre 10 e 16 pontos percentuais. Contra o ex-presidente Bolsonaro, por exemplo, se revertida a inelegibilidade, Lula teria 12 pontos de vantagem, com 47% contra 35% do adversário. Contra Michelle, o petista teria 13 pontos de vantagem, 47% a 34% contra a ex-primeira dama, e venceria ainda Eduardo Bolsonaro com 15 pontos percentuais de frente, 47% a 32%.

A menor diferença, depois da disputa com Tarcísio, seria contra o governador do Paraná, Ratinho Jr., com 44% a 34%. Já contra o senador Flávio Bolsonaro, testado pela primeira vez, e os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ronaldo Caiado, de Goiás, a diferença seria de 16 pontos.

Outro sinal positivo para Lula é que 47% dos entrevistados têm mais medo da volta de Bolsonaro do que da reeleição do petista. Já 39% dizem ter mais medo da permanência de Lula. Mas entre os eleitores que dizem não ter posicionamento político, esse percentual de medo de Bolsonaro avançou de 36% para 46% em relação à pesquisa anterior, enquanto o índice dos que dizem temer Lula recuou de 31% para 25%.

Na pesquisa espontânea, o nome de Lula aparece com 16%, o de Bolsonaro com 9% e todos os demais candidatos, com 1%. São eles: Ciro Gomes (PDT), Michelle, Ratinho e Tarcísio. 4% informaram que votarão em branco ou nulo, ou não irão votar. Os indecisos são 66%.

Ainda é alto também o número de eleitores acha que Lula não deveria ser candidato à reeleição. Esse percentual está em 58%. O número é o mesmo da pesquisa de julho. Entre os estados pesquisados, essa opinião é majoritária em todos, menos na Bahia e em Pernambuco.

Nesses dois estados, porém, é expressivo o percentual dos que são contra a candidatura do presidente em 2026: 42%. Já em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, não há maior divergência. Nacionalmente, são 65% os que acham que ele deveria desistir e apoiar outro candidato, opinião que tem a concordância superior a 60% em todos os estados pesquisados.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de agosto. Foram 12.150 entrevistas presenciais, feitas com brasileiros de 16 anos ou mais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais na amostra nacional e em São Paulo e de 3 pontos percentuais nas estaduais.

 

Fonte: CBN/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/08/2025/07:00:23

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Eleição 2026: Lula lidera em todos os cenários de 1º turno e empataria só com Tarcísio em eventual 2º turno, diz Quaest

Foto:Reprodução | Presidente descolou de todos os nomes em eventual 2º turno, exceto do governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com quem empataria no limite da margem de erro, que é de 2 pontos para mais ou menos. Pesquisa anterior mostrava Lula empatado com Bolsonaro, Tarcísio, Ratinho Jr., Michelle e Eduardo Leite.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (17) mostra que o presidente Lula (PT) lidera em todos os eventuais cenários de 1º turno na disputa para a Presidência da República nas eleições de 2026.

O levantamento mostra ainda que Lula descolou de todos os nomes pesquisados em eventual 2º turno, exceto do governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com quem empataria no limite da margem de erro.

A pesquisa traçou quatro cenários de 1º turno e oito cenários de 2º turno. A lista de eventuais candidatos inclui Lula, Bolsonaro, Tarcísio, Michelle Bolsonaro (PL), Ratinho Júnior (PSD), Eduardo Leite (PSD), Eduardo Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União).

Na pesquisa anterior, divulgada em junho, Lula empatava em eventual 2º turno com Bolsonaro, Tarcísio, Ratinho Jr., Michelle e Eduardo Leite.

É a primeira vez, desde que começou a ser feita com esses nomes, em março, que a pesquisa mostra Bolsonaro perdendo para Lula num eventual segundo turno.

“As simulações de segundo turno mostram os efeitos negativos da associação de Bolsonaro ao tarifaço de Trump contra o Brasil. Na pesquisa anterior, ele e Lula estavam numericamente empatados, com 41% cada. Agora, Lula abriu 6 pontos de vantagem”, diz Felipe Nunes, diretor da Quaest.

Nunes avalia que o tarifaço também afetou Tarcísio: na pesquisa divulgada em junho, o governador de São Paulo estava um ponto atrás de Lula. Agora, oscilou negativamente (dentro da margem de erro), e está quatro pontos atrás.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 10 a 14 de julho. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em 120 municípios do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Impacto do tarifaço

Em pesquisa divulgada na quarta-feira (16), a Quaest mostrou uma melhora na popularidade do governo Lula. Segundo o levantamento, a desaprovação foi de 57% para 53%, e reprovação passou de 40% para 43%. A diferença entre aprovação e desaprovação foi de 17 pontos, em junho, para 10 agora.

O diretor da Quaest, Felipe Nunes, atribui o resultado ao tarifaço anunciado por Donald Trump ao Brasil. Para 72% dos brasileiros, o presidente americano está errado ao impor taxa por acreditar que há uma perseguição política a Bolsonaro.

A pesquisa também mostrou que 44% dos brasileiros acham que Lula e o PT estão fazendo o mais certo em relação ao tarifaço, um percentual maior que os 29% de Bolsonaro e seus aliados.

A pesquisa com as intenções de voto mostra, ainda, que:

A parcela dos que acham que Lula não deve se candidatar à reeleição caiu oito pontos, de 66% para 58%.
Os contrários à candidatura de Jair Bolsonaro oscilaram para baixo (dentro da margem de erro) e chegaram a 62%.
Tarcísio e Michelle seguem liderando como alternativas a Bolsonaro na direita, com 15% e 13%, respectivamente. Ratinho Júnior empata com Michelle, mas não com Tarcísio.
33% dos que se dizem bolsonaristas acham que Michelle tem que ser a candidata. Entre os que se dizem de direita, mas não bolsonaristas, os mesmos 33% defendem o nome de Tarcísio.

Cenários de 1º turno

A pesquisa criou quatro eventuais cenários na pesquisa estimulada para o 1º turno das eleições para presidente, em 2026:

Cenário 1 – Com Lula e Bolsonaro

Lula (PT) aparece com 32% das intenções de voto e tem vantagem acima da margem de erro sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com 26%. Ciro Gomes (PDT) tem 8%, tecnicamente empatado com Ratinho Júnior (PSD), com 6%.

Jair Bolsonaro (PL) está inelegível pela Justiça Eleitoral até 2030 e não pode se candidatar na próxima disputa presidencial.

Veja os números:

Lula (PT): 32%;
Jair Bolsonaro (PL): 26%;
Ciro Gomes (PDT): 8%;
Ratinho Júnior (PSD): 6%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%;
Romeu Zema (Novo): 2%;
Indecisos: 9%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 14%.

Cenário 2 – Com Lula e Michelle

O presidente Lula (PT) soma 30% das intenções de voto em cenário de 1º turno em que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (19%) substitui o ex-presidente como candidata do PL. Ciro Gomes (PDT) segue em terceiro, com 10%, empatado com Ratinho Júnior (PSD), que tem 6%.

Veja os números:

Lula (PT): 30%;
Michelle Bolsonaro (PL): 19%;
Ciro Gomes (PDT): 10%;
Ratinho Júnior (PSD): 7%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Romeu Zema (Novo): 4%;
Indecisos: 9%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 16%.

Cenário 3 – Com Lula e Tarcísio

Lula também está à frente quando disputa contra Tarcísio de Freitas (Republicanos): 32% a 15%. Ciro Gomes (PDT) aparece como terceiro mais mencionado, com 12%, e está tecnicamente empatado com Tarcísio. Ronaldo Caiado (União) soma 5%, e Romeu Zema aparece com 4%. Caiado e Zema estão em empate técnico.

Veja os números:

Lula (PT): 32%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 15%;
Ciro Gomes (PDT): 12%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Romeu Zema (Novo): 4%;
Indecisos: 11%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 21%.

Cenário 4 – Com Lula e Eduardo Bolsonaro

O presidente aparece na primeira colocação, com 31%, em disputa com Eduardo Bolsonaro (15%) na cabeça de chapa do PL. Ciro Gomes (PDT) é o terceiro, com 11%, tecnicamente empatado com Ratinho Júnior (PSD), com 7%. Ronaldo Caiado e Romeu Zema somam 5%.

Veja os números:

Lula (PT): 31%;
Eduardo Bolsonaro (PL): 15%;
Ciro Gomes (PDT): 11%;
Ratinho Júnior (PSD): 7%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Romeu Zema (Novo): 5%;
Indecisos: 10%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 16%.

Cenários de 2º turno

A pesquisa Quaest traçou oito possíveis cenários na pesquisa estimulada para o 2º turno das eleições para presidente, em 2026:

Cenário 1 – Lula e Bolsonaro

Lula aparece com 43%, uma vantagem de 6 pontos à frente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que tem 37%. Ambos empatavam com 41% das intenções de voto em junho. Outros 4% estão indecisos e 16% vão votar em branco, nulo ou não vão votar.

Veja os números:

Lula (PT): 43% (eram 41% em junho);
Jair Bolsonaro (PL): 37% (eram 41%);
Indecisos: 4 (eram 5%);
Branco/nulo/não vai votar: 16% (eram 13%).

Cenário 2 – Lula e Tarcísio

Lula manteve 41% das intenções de voto contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que oscilou 3 pontos para baixo e aparece com 37%. Os dois estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro. Indecisos somam 7%, e 16% indicam votar em branco, nulo ou não votar.

Veja os números:

Lula (PT): 41% (eram 41% em junho);
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 37% (eram 40%);
Indecisos: 7% (eram 5%);
Branco/nulo/não vai votar: 16% (eram 14%).

Cenário 3 – Lula e Michelle

Em uma eventual disputa de 2ª turno com Michelle Bolsonaro (PL), Lula soma 43% e abriu vantagem de 7 pontos contra a ex-primeira-dama, que oscilou 3 pontos para baixo e tem 36%. Indecisos são 5%, e 14% votariam em branco, nulo ou não votariam.

Veja os números:

Lula (PT): 43% (eram 43% em junho);
Michelle Bolsonaro (PL): 36% (eram 39%);
Indecisos: 4% (eram 4%);
Branco/nulo/não vai votar: 14% (eram 14%).

Cenário 4 – Lula e Ratinho Jr.

Com Ratinho Júnior (PSD) na disputa de 2º turno, Lula soma 41%, e o governador paranaense, 36%. O presidente oscilou um ponto para cima em relação à última pesquisa, enquanto Ratinho oscilou dois para baixo. Indecisos são 6%, e brancos, nulos e não vão votar, 17%.

Veja os números:

Lula (PT): 41% (eram 40% em junho);
Ratinho Júnior (PSD): 36% (eram 38%);
Indecisos: 6% (eram 5%);
Branco/nulo/não vai votar: 17% (eram 19%).

Cenário 5 – Lula e Eduardo Leite

Lula oscilou um ponto para cima e aparece com 41% em disputa contra o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), que manteve os 36%. Indecisos são 7% e brancos, nulos e não vão votar, 16%.

Veja os números:

Lula (PT): 41% (eram 40% em junho);
Eduardo Leite (PSD): 36% (eram 35%);
Indecisos: 7% (eram 4%);
Branco/nulo/não vai votar: 16% (eram 17%).

Cenário 6 – Lula e Eduardo Bolsonaro

Lula seria escolhido por 43% dos entrevistados em um eventual 2º turno contra o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), que tem 33% das intenções de voto. O presidente manteve vantagem de 10 pontos para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Indecisos são 5%, e brancos, nulos e não vão votar somam 19%.

Veja os números:

Lula (PT): 43% (eram 44% em junho;
Eduardo Bolsonaro (PL): 33% (eram 34%);
Indecisos: 5% (eram 5%);
Branco/nulo/não vai votar: 19% (eram 17%).

Cenário 7 – Lula e Romeu Zema

Contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula aparece com os mesmos 42% das intenções de voto apontadas em junho, contra 33% de Zema – que também manteve o mesmo número. Indecisos são 7%; brancos, nulos e não vão votar, 18%.

Veja os números:

Lula (PT): 42% (eram 42% em junho);
Romeu Zema (Novo): 33% (eram 33%);
Indecisos: 7% (eram 6%);
Branco/nulo/não vai votar: 18% (eram 19%).

Cenário 8 – Lula e Caiado

O presidente Lula tem 42% dos votos se tiver como adversário Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás, que soma 33%. Lula oscilou um ponto para baixo, enquanto Caiado manteve o resultado de junho. Indecisos são 7%, e 18% dizem votar em branco, nulo ou não votariam.

Veja os números:

Lula (PT): 42% (eram 43% em junho);
Ronaldo Caiado (União Brasil): 33% (eram 33%);
Indecisos: 7% (eram 5%);
Branco/nulo/não vai votar: 18% (eram 19%).

Lula deveria se candidatar à reeleição?

A pesquisa Quaest também perguntou se os entrevistados acham que Lula deveria se candidatar à reeleição em 2026.

A maioria continua contra a candidatura do presidente à reeleição, mas o percentual é menor em relação a junho. São 58% agora, contra 66% na pesquisa anterior.

Entre os que acham que Lula deveria se candidatar, houve aumento de 32% para 38%. Os que não souberam ou não responderam são 4%.

Veja os números:

Sim: 38% (eram 32% em junho);
Não: 58% (eram 66%);
Não sabe ou não respondeu: 4% (eram 2%).

Bolsonaro deveria abrir mão de se candidatar?

O levantamento também quis saber se Jair Bolsonaro deveria abrir mão de uma eventual candidatura e apoiar outro candidato. Segundo a Quaest, 62% são contra o ex-presidente se candidatar, número que oscilou 3 pontos para baixo desde junho. Outros 26% dizem que Bolsonaro deveria se candidatar, mesmo estando inelegível no momento – oscilação de 2 pontos para cima.

Veja os números:

Deveria abrir mão da candidatura agora e apoiar outro candidato: 62% (eram 65% em junho);
Deveria manter a candidatura, mesmo inelegível no momento: 28% (eram 26%);
Não sabem/não responderam: 10% (eram 9%).

Alternativas da direita

O levantamento também perguntou quem deveria ser o nome da direita se Bolsonaro não for candidato. Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro empatam entre si dentro da margem de erro. O governador do Paraná, Ratinho Júnior, aparece empatado com Pablo Marçal, mas não com Tarcísio e Michelle.

Veja os números:

Tarcísio de Freitas (Republicanos): 15% (eram 17% em abril);
Michelle Bolsonaro (PL): 13% (eram 16%);
Ratinho Júnior (PSD): 9% (eram 11%);
Eduardo Bolsonaro (PL): 8% (eram 4%);
Pablo Marçal (PRTB): 8% (eram 7%);
Eduardo Leite (PSDB): 4% (eram 4%);
Romeu Zema (Novo): 3% (eram 3%);
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3% (eram 5%);
Ciro Gomes (PDT): 0%;
Outros: 1% (era 2%);
Nenhum desses: 19% (eram 16%);
Não sabem/não responderam: 17% (eram 15%).

Do que mais têm medo?

A pesquisa também perguntou do que os entrevistados mais têm medo hoje: de Lula continuar na presidência ou de Bolsonaro voltar a ser presidente. O levantamento aponta empate técnico entre as duas opções.

Veja os números:

Bolsonaro voltar: 44% (eram 45%);
Lula continuar: 41% (eram 40%);
Tenho medo dos dois: 7% (eram 7%);
Não tenho medo de nenhum dos dois: 3% (eram 3%);
Não sabe/não respondeu: 5% (eram 5%).

 

Fonte: g1 — São Paulo  Jornal Folha do Progresso  e e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/07/2025/06:47:08

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PT escolhe novo presidente em meio ao desafio da popularidade e das eleições de 2026

Candidatos participaram de debate interno no último dia 27 de junho. — Foto: Divulgação

Quase três milhões de filiados poderão depositar seus votos em urnas espalhadas por todos os estados e até mesmo no exterior. Em eleição direta, vence o candidato a presidente que alcançar mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno.

O partido registrou quatro candidaturas ao maior cargo da estrutura interna. Cada candidato representa uma corrente diferente dentro do PT.

O eleito será responsável por conduzir os rumos da sigla nas eleições de 2026, avaliada internamente como uma das mais complexas e desafiadoras dos últimos anos. Entre todos os candidatos, há a defesa de que o partido precisa focar na campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Petistas também têm defendido que, além da candidatura de Lula, o futuro presidente do PT precisará se dedicar a reconectar a sigla com suas bases, fortalecer novas lideranças e preparar a legenda para uma era sem o seu principal nome.

Sem conseguir urnas eletrônicas, o partido fará as eleições internas em cédulas de papel, com contagem manual e individualizada nos municípios. Há expectativa de que haja uma prévia do resultado na noite de domingo. Mas os dados consolidados devem ser conhecidos apenas na manhã de segunda-feira (7).

Cédula de votação das eleições internas do PT — Foto: Reprodução

Candidatos

O candidato favorito ao comando nacional da legenda é o ex-prefeito de Araraquara (SP) Edinho Silva, ligado à ala Construindo Um Novo Brasil (CNB). Dominante do partido, a CNB é formada por nomes como Gleisi e Lula.

Edinho é visto pelos pares como um petista de perfil moderado e defensor da ampliação das pontes de diálogo do partido com outras alas da política nacional.

Ex-tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff e ex-ministro, ele tem defendido uma modernização do PT. Edinho Silva também tem avaliado que a sigla se distanciou de suas bases e que o partido precisa corrigir a estratégia.

A candidatura de Edinho ganhou corpo e foi maturada ao longo de meses. O ex-ministro do governo Dilma foi alvo de resistência dentro da CNB e enfrentou obstáculos para consolidar uma unidade em torno de seu nome.

A fervura interna só baixou em abril, com dedo do próprio presidente Lula — um dos maiores entusiastas de Edinho Silva — e a retirada de candidatura do prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá.

Para o ex-prefeito de Araraquara, o partido terá como prioridade clara em 2026 a reeleição de Lula.

“O maior desafio do PT é a reeleição do presidente Lula, e a construção de uma política de alianças que deve ser trabalhada estado por estado, considerando a realidade política de cada território. Além disso, precisamos fazer um debate franco e honesto com a sociedade brasileira”, avalia ao g1.

Além de Edinho, as eleições internas do PT também terão como candidatos a presidente:

    Romênio Pereira — atual secretário de Relações Internacionais do partido e representante da Movimento PT;
  Rui Falcão — deputado federal, ex-presidente da sigla e membro da corrente Novo Rumo;
e Valter Pomar — ex-vice-presidente do PT, dirigente nacional e integrante da Articulação de Esquerda.

Romênio Pereira, Rui Falcão e Valter Pomar. — Foto: Divulgação, Bruno Spada/Câmara dos Deputados e Reprodução TvPT
Romênio Pereira, Rui Falcão e Valter Pomar. — Foto: Divulgação, Bruno Spada/Câmara dos Deputados e Reprodução TvPT

Nesta disputa, o trio representa alas mais à esquerda do partido, com diferentes posicionamentos dentro deste espectro. Não é raro ouvir entre petistas que, enquanto Edinho Silva é o candidato da “continuidade”, as outras candidaturas cumprem um papel de pressionar a sigla a tomar posições mais radicais.

Um sinal do descompasso entre essas forças, aponta uma liderança do partido, foi a divulgação nesta semana de uma carta que afirma que legendas da base aliada de Lula estão “tentando sufocar o governo”.

O documento, que criticava a derrubada de decretos sobre a alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), também incitava o Planalto a “substituir ministros cujos partidos fazem o jogo da direita e preparam uma candidatura bolsonarista contra Lula”. O texto não foi endossado por Edinho Silva.

Conjuntura de inclinação à esquerda

Lincoln Secco, professor da Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro “História do PT”, avalia que o favoritismo de Edinho deve se confirmar nas eleições deste domingo.

Segundo ele, as quatro décadas da sigla mostram uma tendência a candidatos mais ao centro do espectro petista. Secco afirma que, por isso, o resultado do pleito interno será “previsível”.

Ele diz, no entanto, que o vitorioso deverá encontrar um partido e uma conjuntura política favorável a uma inclinação mais à esquerda.

  “O PT, depois que se tornou partido de governo, ele não faz guinada — ou seja, uma mudança brusca. Ele faz uma inclinação a depender da conjuntura. E eu acho que a conjuntura aponta para uma inclinação leve à esquerda. E qualquer que seja o candidato eleito, essa inclinação leve à esquerda vai acontecer na campanha do próximo ano porque isso não depende só do PT e do governo. O lado de lá está radicalizado”, afirma Secco.

Ex-presidente do PT, Tarso Genro avalia que as bases do partido estão fundamentadas em conceitos históricos que não se aplicam mais ao mundo atual. Ele afirma que o partido tem reconhecido esse desafio, mas ainda não encontrou um “termo para unificar em cima de um novo projeto”.

“Essa eleição vai mudar um pouco, mas não vai mudar muita coisa. Até porque partidos são estruturas dinâmicas, grandes e complexas. Mas a verdade é que ninguém ainda entendeu de maneira integral como reestruturar o pensamento crítico e propor uma ideia de sociedade pós-socialismo tradicional e pós-capitalismo histórico. Acho que [a eleição] vai ser um marco para o partido, colocando-o mais próximo de uma solução”, diz o político.

Rui Falcão, Romênio Pereira e Valter Pomar têm feito críticas ao terceiro mandato de Lula e à demora interna do PT em embarcar na disputa de 2026. Candidato de Lula, Edinho tem minimizado as críticas.

Novo presidente do partido comandará a legenda para o período da sucessão do presidente Lula.
Pomar defende que a eventual eleição de um nome dos campos de oposição à ala majoritária poderá aumentar as chances de o PT vencer as eleições de 2026. “Precisamos de um presidente e de um diretório nacional que tenham disposição de enfrentar a coalizão de direita e extrema-direita que já se formou contra nós”, afirma.

Rui Falcão avalia que o partido enfrenta “ilusões” com resultados de pesquisas que apontam preferência do eleitorado a Lula. Já Romênio Pereira argumenta que o PT precisa mudar e se atualizar para atender aos anseios de uma sociedade mais digital.

Edinho Silva diz defender não uma caminhada do partido ao centro, mas que que a sigla “amplie e fortaleça” o diálogo com aliados históricos e com as “forças políticas que garantiram a eleição do presidente Lula em 2022”.

“O que eu penso é que o PT precisa compreender a complexidade do momento que estamos vivendo. Primeiro, precisamos ampliar e fortalecer nossa capacidade de diálogo com os nossos aliados históricos. Precisamos retomar o diálogo com as forças políticas que garantiram a eleição do presidente Lula em 2022. Ou seja, criar um campo democrático de diálogo permanente, para que possamos garantir avanços para o país, para que possamos colocar os interesses do Brasil acima de quaisquer interesses”, diz.

Representatividade e sucessão

‘O sucessor de Lula é o PT, diz José Dirceu

A escolha do novo comando não representa apenas mais uma etapa da vida partidária no PT. A decisão vai colocar nos colos do eleito a responsabilidade de capitanear o partido nas disputas de 2026.

O escolhido tomará posse no encontro nacional da sigla, que ocorrerá nos primeiros dias de agosto. Desta reunião, deve sair um documento com a conjuntura e táticas eleitorais para o próximo ano.

As eleições de 2026 são colocadas como o maior desafio dos postulantes ao cargo de presidente nacional do PT. O partido defende a candidatura à reeleição ao Planalto de Lula, mas teme uma derrota.

Em agenda no Rio de Janeiro, o presidente Lula afirmou na sexta (4) que pretende governar por mais um mandato — Foto: Reprodução/Canal Gov

Dentro do partido, há uma avaliação compartilhada de que a sigla perdeu força junto a setores da sociedade e fundamentais para a legenda. Filiados também apontam que o partido não foi capaz de acompanhar as mudanças do mundo do trabalho e modernizar a sua comunicação.

“A margem de manobra do governo Lula é muito pequena, o espaço de diálogo é muito pequeno. Então, se o PT quer ganhar a eleição, ele vai ter que, de alguma forma, apelar um pouco para sua base social histórica, para suas bandeiras históricas”, afirma Lincoln Secco.

O professor da USP avalia que o PT está em uma “situação difícil” a longo prazo, com obstáculos para se conectar com a nova classe média. Hoje, segundo ele, o partido se mantém forte no eleitorado por uma “inércia”, pelo apelo histórico e por uma quase uníssona defesa de direitos sociais entre os partidos brasileiros.

“O PT tinha algum apoio de setores médios no início da sua história, mas perdeu. E ele não consegue compreender que existe uma parte da classe média, expressiva, que é de trabalhadores e renda média, é a classe trabalhadora, que paga imposto, que tem salário”, diz.

“O partido está numa situação muito difícil a médio prazo. A curto prazo, ele se mantém por essa inércia. Ele é um partido historicamente com apoio social dos trabalhadores mais pobres. Mas, a médio prazo, ele tem a dificuldade de lidar com os trabalhadores em renda média e de aprender a se comunicar com as novas formas. Saber o que comunicar e a forma de comunicar, isso atualmente ele não sabe”, acrescenta.

Diferente de outros momentos históricos em que o partido precisou combater escândalos, Tarso Genro acredita que, agora, a sigla tem como maior desafio resolver o “enigma” da sociedade atual.

“Houve uma mudança social em uma velocidade extraordinária. Acho que parte do PT não acompanhou. O partido precisa entender e saber combinar a condição de governo e ser de luta e movimento. Essa é a dinâmica. Precisa compreender o novo mundo do trabalho, as novas ansiedades do novo mundo, que vai sobrepujar o velho mundo social”, avalia o ex-governador do Rio Grande do Sul.

Reconexão com as bases

Os candidatos a presidente do PT têm defendido um realinhamento de estruturas internas para melhorar a interlocução com movimentos sociais e setores considerados como basilares para a sigla.

Favorito na disputa, Edinho Silva reconhece que a legenda passa por “dificuldades” e que houve um afastamento de setores sociais em relação ao partido. Para ele, a sigla tem de reconstruir pontes e “priorizar o diálogo com o Brasil real”.

Ele menciona que o partido precisa discutir novos modelos sociais e avançar em debates econômicos, como a redução da carga tributária e cortes em isenções e benefícios fiscais. Edinho também avalia que o PT precisa ter uma proposta própria para a segurança pública, um dos temas apontados como centrais nas eleições de 2026.

“Precisamos de uma orientação clara da direção partidária para que possamos retomar o trabalho de base, retomar a política de nucleação e voltar a disputar corações e mentes junto à base da sociedade, especialmente nas periferias, que sempre deram sustentação política às mudanças que o PT defende para a sociedade brasileira. Essa relação precisa ser fortalecida onde ela ainda existe e precisa ser reconstruída onde o partido se afastou”, afirma.

Pomar afirma que, entre os desafios da sigla, está a luta por um “Brasil soberano, democrático, com igualdade e bem estar social, desenvolvido, industrializado, integrado à América Latina e Caribe, comprometido com outra ordem mundial, um país socialista”.

O dirigente petista também defende que o partido tome lado em uma disputa de “pobres contra ricos”. “Vamos ganhar se desde agora estivermos do lado dos pobres contra os ricos, que vão apoiar outra candidatura em 2026”, diz.

Romênio Pereira afirma que o partido precisa se reencontrar com suas “raízes” e que a sigla tem como desafio atrair e mobilizar a militância. O atual secretário de Relações Internacionais da sigla argumenta que a sigla precisa fortalecer conexões com movimentos sociais e atualizar o seu discurso.

Ex-presidente do PT, o deputado Rui Falcão defende que o partido precisa fortalecer suas bases ideológicas e evitar discursos que empurrem a sigla para o centro — o oposto do que tem defendido Edinho Silva. Ele também afirma que a sigla tem de voltar a ser um partido de “massas”, com capilaridade em setores religiosos.

Fonte:g1/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2025/09:01:41

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Paraná Pesquisas: Lula é reprovado por 56,7% no terceiro mandato

Foto:Reprodução | O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva 

Às vésperas de completar dois anos e meio de seu terceiro mandato à frente do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é rejeitado por 56,7% dos eleitores brasileiros e aprovado por 39,8%. É o que indica um levantamento publicado nesta quarta-feira, 25, pelo instituto Paraná Pesquisas.

De acordo com a pesquisa, chega a 37,9% a parcela do eleitorado que avalia a terceira gestão de Lula como “péssima”, enquanto 9,6% classificam que o trabalho do presidente é “ruim”. No extremo oposto da tabela, há 8,8% dos entrevistados que consideram a atual administração federal “ótima” e outros 16,8% que afirmam que a gestão é “boa”. Para 25,8% dos participantes, o terceiro mandato presidencial do petista tem sido “regular”.

Levantamento Paraná Pesquisas sobre a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, publicado em junho de 2025 (Paraná Pesquisas/Reprodução)
Levantamento Paraná Pesquisas sobre a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, publicado em junho de 2025 (Paraná Pesquisas/Reprodução)

Os números indicam que a popularidade de Lula pouco mudou desde abril, quando foi publicado o levantamento anterior pelo Paraná Pesquisas.

Em cerca de dois meses, a parcela favorável à administração petista oscilou 0,6 ponto percentual (pp) para cima, passando de 39,2% para 39,8% — no mesmo período, os críticos à gestão federal recuaram ligeiramente em 0,7 pp, de 57,4% para 56,7%.

No primeiro ano de seu terceiro mandato à frente do Executivo nacional, em agosto de 2023, o presidente ainda contava com a aprovação da maioria, com 54,3% de avaliações positivas, enquanto os opositores representavam 40,1% do eleitorado. Desde então, a curva se inverteu, e Lula passou a ser rejeitado pela maior parcela dos brasileiros em novembro de 2024, quando a opinião negativa chegou a 51% da população.

O instituto Paraná Pesquisas entrevistou 2.020 eleitores em 162 municípios brasileiros, distribuídos por todos os vinte e seis estados e pelo Distrito Federal, entre os dias 18 e 22 de junho de 2025. O grau de confiança do levantamento é de 95% e a margem de erro é estimada em 2,2 pontos percentuais (pp), para mais ou para menos, em relação aos resultados gerais.

 

Fonte: veja.abril e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/14:24:08

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Inelegível, Bolsonaro reafirma em vídeo que tentará ser candidato em 2026

Foto: Reprodução | Na ocasião, Bolsonaro perguntou se “estamos no ritmo da Venezuela”, quando questionado se a inelegibilidade decidida pelo STF o impediria de participar do pleito.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nesta quarta-feira, 21, em que declara sua intenção de tentar disputar a Presidência da República em 2026, apesar de estar inelegível por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A declaração foi feita em março deste ano, quando questionado por jornalistas, mas foi republicada por Bolsonaro em sua conta na plataforma X (antigo Twitter).

Na gravação, o ex-presidente também afirma que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), buscará a reeleição.

“Nós dois seremos candidatos ano que vem. O Tarcísio para reeleição e eu para presidente. Se eu não aparecer como candidato é uma negação à democracia. Qual foi o crime que eu cometi? Me reunir com embaixadores? Ah, tenha santa paciência”, disse Bolsonaro.

Na ocasião, Bolsonaro perguntou se “estamos no ritmo da Venezuela”, quando questionado se a inelegibilidade decidida pelo STF o impediria de participar do pleito. Ele citou o caso da Romênia em que, segundo Bolsonaro, o candidato de direita foi retirado do pleito e a justiça confirmou sua inelegibilidade. “O povo não aceita o que a gente chama de ‘lawfare’, interferência política no destino de uma nação”, finaliza.

Como mostrado pelo Estadão, um tribunal da Romênia anulou, em 6 de dezembro de 2024, o primeiro turno das eleições presidenciais do país, dias após alegações de que a Rússia realizou uma campanha online coordenada para promover o candidato de extrema direita que venceu a disputa.

A decisão sem precedentes do Tribunal Constitucional – que é final – ocorreu depois que o presidente Klaus Iohannis tirou a confidencialidade de informações de inteligência que alegavam que a Rússia realizou uma ampla campanha envolvendo milhares de contas de mídia social para promover Calin Georgescu em plataformas como TikTok e Telegram.

As declarações de Bolsonaro, agora republicadas, foram dadas durante uma visita ao Salão Nacional e Internacional das Motopeças, localizado na zona norte da cidade de São Paulo.

Bolsonaro esteve no evento acompanhado de Tarcísio e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Durante a visita, ele percorreu os estandes da feira, experimentou um capacete feito com grafeno, desenvolvido pela empresa que fundou junto com o filho em 2024, a Bravo Grafeno. Ele ainda elogiou Tarcísio, que foi seu ministro e seu indicado ao governo paulista na eleição de 2022.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria ainda em junho de 2023, para tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível até 2030. Com os incisivos votos da ministra Cármen Lúcia e do ministro Alexandre de Moraes, a Corte formou um placar de 5 votos a 2 para enquadrar o ex-chefe do Executivo por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em razão da reunião em que atacou as urnas eletrônicas diante de diplomatas.

 

Fonte: Estadão Conteúdo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/17:40:45

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Eduardo Leite confirma pré-candidatura à Presidência; PSD ventila apoio a outros nomes

Anúncio foi feito em coletiva após reunião com representantes do partido (Foto:Gustavo Mansur / Palácio Piratini).

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), confirmou na terça-feira, 20, que é pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. Leite se reuniu pela primeira vez com a bancada do partido na Câmara dos Deputados desde que se filiou ao PSD em 9 de maio, após deixar o PSDB.

“Sim, eu sou um pré-candidato à Presidência da República. Busco esse caminho. É uma aspiração legítima de quem foi prefeito, governador e quer contribuir para o melhor do Brasil”, declarou o governador em coletiva depois da reunião.

Questionado sobre uma eventual disputa interna com o governador do Paraná, Ratinho Júnior, também considerado como pré-candidato pelo presidente do PSD, Gilberto Kassab, Leite desconversou.

“Vamos estar um ao lado do outro, buscando contribuir com esse caminho alternativo. Se ele se apresentar futuramente como um candidato com maior viabilidade e for até o fim na sua aspiração, então ‘bora’, vamos juntos. Não tenho problema nenhum com isso”, disse Leite. A afirmação ressoa com outros momentos em que deu pistas de que entende Ratinho como “a frente” no processo de indicação à Presidência.

Kassab já deu declarações sinalizando apoio à pré-candidatura de Leite à Presidência. Contudo, a situação interna do partido é mais complexa, já que o governador do Paraná, Ratinho Júnior, já indicou que quer a indicação. O presidente do partido já afirmou que ambos podem ser colocados como pré-candidatos, sem manifestar preferência.

No mesmo dia, Ratinho reforçou seu interesse em concorrer, em entrevista à Jovem Pan. O governador paranaense fez elogios ao chefe estadual de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas afirmou que o PSD deveria lançar um candidato.

Nos bastidores, Kassab ainda trabalha a possibilidade de apoiar o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para a disputa da cadeira presidencial. Contudo, a indicação dele depende do aval de Jair Bolsonaro (PL), que segue afirmando que será candidato, apesar de ter sido condenado como inelegível e responder por outros processos no Supremo Tribunal Federal (STF).

A manutenção das duas candidaturas não parece gerar incômodo na cúpula do PSD, que entende que há um longo prazo para definir seu futuro. O partido deve reavaliar a questão no futuro, mas não dá indícios de que já tenha definido os critérios para avaliar qual nome será escolhido. A legenda não planeja realizar prévias ou eleições internas.

Possivelmente, Leite tenta manter seu nome em alta nas conversas de bastidores para valorizar seu capital político. O governador reeleito não descartou disputar vaga na Câmara ou no Senado.

 

Fonte: Estadão Conteúdo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/17:35:53

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