Governo Trump critica Lula e Moraes e afirma que direitos humanos deterioraram no Brasil

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. — Foto:Reprodução

Relatório dos EUA aponta deterioração da liberdade de expressão no país.

O Relatório de Direitos Humanos do Departamento de Estado americano, divulgado nesta terça-feira (12), afirma que a situação dos direitos humanos no Brasil piorou em relação a 2023, com destaque para ações do Supremo Tribunal Federal (STF) e do ministro Alexandre de Moraes. O texto afirma que as restrições judiciais restringem a liberdade de expressão no país.

Segundo o documento, o STF adotou medidas que “acabaram com a liberdade de discurso” e suprimiram de forma desproporcional manifestações de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. A crítica marca uma mudança em relação ao relatório de 2023, que não havia registrado alterações significativas no cenário brasileiro.

O relatório também cita uma série de sanções determinadas por Moraes a redes sociais, em especial, ao X, que chegou a ser bloqueado no país em 2024 devido a uma série de descumprimentos de ordens judiciais.

Segundo o texto, a Suprema Corte minou o debate democrático ao restringir o acesso a conteúdo online considerado “minar a democracia”, suprimindo desproporcionalmente o discurso de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, bem como de jornalistas e políticos eleitos, muitas vezes em processos secretos sem as garantias do devido processo legal.

No relatório, os EUA ainda afirmam que o governo “suprimiu discursos politicamente desfavoráveis, alegando que constituíam ‘discurso de ódio’, um termo vago e desvinculado do direito internacional dos direitos humanos”.

O texto também contextualiza que Bolsonaro responde a um processo por conspirar com aliados para tentar reverter, de forma violenta, o resultado das eleições de 2022. O relatório, no entanto, não endossa as acusações, limitando-se a apontar as ações judiciais como fator de restrição à liberdade de expressão no país.

O documento ainda critica o presidente Lula e o relaciona a atos antissemitas por ter criticado a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, após os ataques do Hamas em outubro de 2023.

O material destaca a declaração do presidente ao dizer que “o que está acontecendo na Faixa de Gaza é um genocídio”. Em seu discurso, comparou a situação na Palestina ao momento “em que Hitler decidiu matar os judeus”. E destaca a nota da Confederação Israelita do Brasil (Conib) repudiando as declarações.

O Departamento de Estado dos EUA ainda ressalta a situação dos direitos humanos pelo mundo, critica a Europa e afirma que não há “abusos significativos de direitos humanos” em El Salvador.

 

Fonte:CBN — Brasília /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/07:00:13

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Apesar da isenção, exportações de madeira do Pará sofrem queda de 11% e setor teme efeitos da tarifa dos EUA

Exportações de madeira caem no Pará — Foto: Divulgação

Mesmo com a isenção da taxa para madeira serrada e aplainada, a tarifa imposta pelos EUA sobre produtos brasileiros gera incertezas no setor madeireiro paraense, que teme perda de mercado e redução da produção.

As exportações de madeira e subprodutos do Pará caíram 11,57% entre janeiro e julho deste ano, na comparação com o mesmo período de 2024, segundo a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex). O valor somou US$ 120,27 milhões.

Em julho, as vendas externas recuaram 17,63% em relação a junho, totalizando US$ 20,65 milhões. O volume embarcado também caiu, com queda de 25,96% no mês

O setor teme os impactos da tarifa dos Estados Unidos, principal destino da madeira paraense, que responde por 34,68% do valor exportado. Apesar de a madeira serrada e aplainada estar na lista de isenção, a medida ainda gera preocupação entre os exportadores.

“Embora alguns produtos tenham sido isentos, a falta de clareza sobre os códigos tarifários efetivamente atingidos mantém o setor em alerta. Caso a tarifa seja aplicada sobre itens relevantes, podemos enfrentar perda de competitividade frente a outros países exportadores e impactos na produção e no emprego”, avalia o consultor técnico da Aimex, Guilherme Carvalho.

Além dos EUA, a União Europeia é o segundo maior mercado para o produto, mas a entidade avalia que não será possível substituir, no curto prazo, o volume comprado pelos americanos.

Entre os concorrentes que exportam madeira tropical aos EUA estão Vietnã, Camboja, Tailândia, Indonésia, Malásia, Camarões, República Democrática do Congo, Equador e Gana, que receberam tarifas menores.

O relatório mostra que o Pará é o quinto maior exportador de madeira do Brasil, ficando atrás apenas de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

 

Fonte: g1 Pará — Belém/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/17:46:28

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VÍDEO: Homem carrega o corpo da esposa em moto após acidente na Índia; vídeo mostra cena

Um homem de 35 anos, Amit Yadav, foi flagrado carregando o corpo da esposa amarrado à garupa da moto por cerca de 80 km, após ela morrer atropelada por um caminhão que fugiu sem prestar socorro.

O episódio ocorreu no último domingo, durante o feriado de Rakshabandhan, próximo a Deolapar, a caminho de Karanpur, no distrito de Nagpur, na Índia, segundo reporta o The Times of India.

De acordo com a Polícia Rodoviária, a esposa de Amit, identificada como Gyarshi, caiu da moto e faleceu ao ser atropelada pelas rodas traseiras do caminhão. O motorista fugiu do local sem prestar socorro. Amit tentou pedir ajuda a motoristas que passavam pela rodovia, mas ninguém parou, pois não havia sinal de celular para contatar emergências.

Ele então disse aos agentes que amarrou o corpo na moto e seguiu viagem para casa, enfrentando forte chuva e usando estradas de terra como desvio. Policiais o prenderam após perseguição e registraram o momento em vídeo.

O incidente gerou indignação nas redes sociais. As imagens mostram o corpo da mulher amarrado à moto, com pessoas tentando fazê-lo parar. A reportagem cita que o jornal The Times of India confirmou as informações com as autoridades.

VEJA VÍDEO:

Fonte: portalguarani /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/16:28:38

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Trump inicia ofensiva para vender mais soja à China, principal mercado do Brasil

Foto:Reprodução | O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (11) que a China pode “quadruplicar rapidamente” suas compras de soja norte-americana,
citando preocupações do país asiático com a escassez do grão.

Em publicação na rede Truth Social, Trump destacou a qualidade da produção agrícola
estadunidense e disse que o aumento das exportações ajudaria a reduzir o déficit comercial
chinês com os EUA. “A China está preocupada com sua escassez de soja. Nossos grandes agricultores produzem a soja mais robusta. Espero que a China rapidamente quadruplique seus pedidos de soja. Esta também é uma forma de reduzir substancialmente o déficit comercial da China com os EUA. Um serviço rápido será fornecido. Obrigado, Presidente Xi”, escreveu.

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Uma trégua tarifária entre Pequim e Washington deve expirar em 12 de agosto, mas o governo Trump deu a entender que o prazo pode ser prorrogado.

A China, que consome mais de 60% da soja exportada globalmente, compra a oleaginosa principalmente do Brasil e dos Estados Unidos.

No ano passado, a China importou cerca de 105 milhões de toneladas de soja, pouco menos de um quarto vindo dos EUA e a maior parte do restante do Brasil.

 

Fonte:  Safras News, Hildeberto Jr. /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/13:56:48

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Homem é preso nos EUA por enviar 850 tartarugas enroladas em meias para Hong Kong

Homem é preso nos EUA por enviar 850 tartarugas em meias para Hong Kong — Foto: Reprodução

As autoridades americanas estimaram que as tartarugas apreendidas por Lin tinham um valor de mercado combinado de US$ 1,4 milhão.

Um chinês se declarou culpado em um tribunal distrital dos EUA por exportar cerca de 850 tartarugas enroladas em meias e falsamente rotuladas como brinquedos.

Wei Qiang Lin exportava principalmente tartarugas-de-caixa-orientais e tartarugas-caixa-de-três-dedos. As espécies são nativas dos EUA e muito apreciadas por alguns donos de animais de estimação.

Lin exportou para Hong Kong mais de 200 pacotes com tartarugas entre agosto de 2023 e novembro de 2024. As caixas cheias de tartarugas foram etiquetadas como “contendo ‘brinquedos de plástico para animais’, entre outras coisas”, disseram as autoridades.

As tartarugas têm marcas únicas em seus cascos e são vistas como um símbolo de status na China, onde costumam ser mantidas como animais de estimação.

As autoridades americanas estimaram que as tartarugas apreendidas por Lin tinham um valor de mercado combinado de US$ 1,4 milhão.

Lin, cuja sentença será divulgada em 23 de dezembro, pode pegar até cinco anos de prisão. Ele foi capturado quando os animais foram interceptados por policiais durante uma inspeção na fronteira. Além das tartarugas, Lin também exportou outros 11 pacotes cheios de répteis, incluindo cobras venenosas, de acordo com o Departamento de Justiça.

Ambas as espécies de tartarugas contrabandeadas pelo homem são protegidas pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção, e seu comércio só pode ser autorizado com licenças de exportação ou certificados de reexportação.

A tartaruga-de-caixa-oriental também é considerada vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza.

 

Fonte:BBC/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/07:00:49

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Governo adia mais uma vez anúncio do pacote de ajuda às empresas afetadas pelo tarifaço

Foto:Reprodução | Na noite dessa segunda-feira (11), o presidente Lula se reuniu durante duas horas com vários ministros, mas não houve qualquer anúncio de quando o pacote será divulgado.

O governo adiou mais uma vez o anúncio do pacote de ajuda às empresas afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos. Na noite dessa segunda-feira (11), o presidente Lula se reuniu durante duas horas com vários ministros, mas não houve qualquer anúncio de quando o pacote será divulgado.

Participaram do encontro o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Mauro Vieira, das Relações Exteriores. Mais cedo, durante entrevista à Globonews, Fernando Haddad afirmou que o governo vai editar uma Medida Provisória com o pacote emergencial.

Segundo o chefe da equipe econômica, o texto trará reformas estruturais para ampliar o alcance dos instrumentos de apoio à exportação, com foco especial em empresas que precisarão buscar novos mercados. Haddad afirmou que a MP prevê financiamento, incentivos tributários e ajustes nas regras de compras governamentais.

O ministro da Fazenda destacou que a manutenção de emprego está prevista no pacote, mas vai depender da realidade de cada empresa:

‘Há empresas que não vão poder garantir isso, porque o impacto é muito grande na sua produção, a MP flexibiliza, para alguns casos, outros tipos de contrapartida. Ela tem que ter uma certa flexibilidade, porque nós estamos falando de mais de 10 mil empresas.

Desde o pescado do Ceará até a Embraer, o pessoal de máquinas e equipamentos, o pessoal da manga do Vale do São Francisco.

Você não vai conseguir colocar tudo dentro da MP. Então a MP oferece os instrumentos e abre as diretrizes de como cada empresa vai ser atendida’.

Em meio ao entrave das negociações com os Estados Unidos, o presidente Lula conversou, na noite dessa segunda, por telefone durante uma hora com o líder chinês Xi Jinping. O governo informou que os dois líderes ‘concordaram sobre o papel do G20 e do BRICS na defesa do multilateralismo’.

A ligação, feita a pedido de Lula, também tratou das relações bilaterais entre os países e da conjuntura geopolítica internacional.

A parceria estratégica inclui a ampliação de negócios em setores como petróleo, gás, satélites, saúde e economia digital.

Segundo a imprensa chinesa, Xi Jinping disse a Lula que ambos os países podem servir de exemplo de “autossuficiência” no Sul Global.

Desde que Trump impôs as tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, Lula já falou com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e recebeu um telefonema do presidente da Rússia, Vladimir Putin. A conversa de Lula com Xi Jinping acontece em meio às dificuldades de diálogo do governo brasileiro com representantes da Casa Branca.

O ministro Fernando Haddad revelou que a reunião virtual que teria nesta quarta-feira (13) com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, foi cancelada pelo americano.

A conversa era tida pelo governo como a principal possibilidade de reduzir a sobretaxa. Haddad atribuiu o retrocesso no diálogo à atuação do deputado Eduardo Bolsonaro:

‘A militância antidiplomática dessas forças de extrema-direita que atuam junto à Casa Branca tomaram conhecimento da minha fala, porque eu dei a público que eu ia me reunir com o Bessent na quarta-feira, e agiram junto a alguns assessores ali do presidente Trump, e a entrevista, a reunião com ele, virtual, que seria virtual na quarta-feira, foi desmarcada, sem nova data’.

‘Argumentaram que falta de agenda, uma situação bem inusitada. Eduardo publicamente deu uma entrevista que ia procurar inibir esse tipo de contato entre os dois governos, porque o que estava em causa não era a questão comercial.

Depois da entrevista dele, de que ele agiria contra os interesses do país, é que houve o episódio. Não há como não relacionar uma coisa à outra’.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado Eduardo Bolsonaro negou que atuado pelo cancelamento da reunião do secretário do Tesouro americano com Fernando Haddad:

‘Bem, primeiro de tudo, não tem como tirar a razão do governo Trump, afinal de contas, fazer reunião com vocês, que tem uma política abertamente anti-americana. Realmente, a palavra de vocês não vale muito a pena. Não vale muito a pena você se encontrar para perder tempo para ouvir lorota.

Agora, eu não tenho nenhum controle sobre a agenda do secretário Bessent, secretário do Tesouro dos Estados Unidos. Mas se vocês prezassem mais pelo interesse público do que por fazer bravatas ideológicas, criticar o Trump a todo momento, criação de moeda única dos BRICS para fazer frente ao dólar e etc., se vocês não tivessem tantas políticas anti-americanas, quem sabe vocês seriam melhores recebidos’.

Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas, que evita atribuir o tarifaço à família Bolsonaro, disse que uma ligação entre Lula e Trump poderia fazer a diferença:

‘É necessário ir para a mesa de negociação, é necessário que a gente tenha indicador de desempenho para isso. Quantas vezes vamos ter reuniões de alto nível no US Trade Representative? Quantas vezes vamos ter reuniões de alto nível no Departamento de Comércio? Quantas vezes vamos ter reuniões de alto nível no Departamento de Estado? Quantas vezes vamos ter a ligação do presidente brasileiro com o presidente americano? É isso que vai fazer a diferença’.

O ministro Fernando Haddad classificou de “ingênuas” as declarações do governador de São Paulo e lembrou que a negociação está interditada pelo governo americano:

‘A afirmação do governador é, no mínimo, um pouco ingênua. Talvez uma pessoa que não tenha ainda o traquejo das relações internacionais. Não funciona assim. Eu não estou querendo ofender ninguém com isso. Não funciona assim. Quando dois chefes de Estado se falam, existe preparação prévia para que a reunião, o telefonema, o que quer que seja, resulte na melhor condição de negociação para os dois países’.

Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o assessor especial do presidente Lula para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, admitiu que os canais americanos com os Estados Unidos estão praticamente fechados. O embaixador acredita que a postura do governo Trump se deve mais aos interesses da extrema-direita americana em desestabilizar o Brasil do que à influência do deputado Eduardo Bolsonaro:

‘Da nossa parte, os canais não estão fechados. Agora, o próprio ministro me falou isso também. Aparentemente, não há facilidade em contactar quem decide as coisas nos Estados Unidos. Se é influência do Bolsonaro lá, ou se já é da parte deles o direito de fortalecer a extrema-direita na região como um todo, e no Brasil em particular, porque o Brasil é um país-chave nesse processo, é difícil dizer. Eu acho que são as duas coisas. Mas eu não atribuiria todo o poder ao Bolsonaro. Há desejo da extrema-direita nos Estados Unidos, que é dirigida pelo Steve Bannon, de realmente desestabilizar o Brasil. Temos que estar conscientes disso’.

 

Fonte:Jornal da CBN/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/07:00:49

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Doença rara faz criança de 3 anos pesar 45 kg e chorar de fome o dia inteiro

(Foto: Reprodução) – Excesso de peso atrasou até os primeiros passos do menino

Um menino de Massachusetts, nos Estados Unidos, chegou a pesar 45 kg aos 3 anos devido a uma condição genética rara que provoca fome constante, informou a revista People. Benjamin Freitag, hoje com 6 anos, nasceu com deficiência de leptina, distúrbio que impede o corpo de reconhecer quando está saciado.

Segundo a mãe, Karen Freitag, de 41 anos, o filho chorava constantemente pedindo comida. A família chegou a esconder alimentos em festas e evitava frequentar parques para não encontrar caminhões de sorvete. Aos 2 anos, Benjamin pesava 29 kg e, no ano seguinte, chegou a 45 kg, mesmo com restrições alimentares. O excesso de peso dificultou seu desenvolvimento motor: ele só começou a andar aos 2 anos.

O diagnóstico, confirmado em 2020, apontou que a condição, chamada LEPR, afeta cerca de 2 mil pessoas nos EUA e compromete o funcionamento da leptina, hormônio responsável pela sensação de saciedade.

Com a identificação do problema, Benjamin foi incluído em um estudo com um medicamento aprovado para crianças a partir de 6 anos, mas que estava sendo testado em pacientes mais jovens. A família viajou mais de quatro horas para iniciar o tratamento.

De acordo com Karen, a melhora foi perceptível em uma semana. “De repente, todo aquele barulho da comida sumiu e ele brincava sem pedir lanches. Foi uma virada total”, afirmou.

Atualmente, Benjamin leva uma rotina semelhante à de outras crianças: pratica karatê, joga basquete, participa de festas e acampamentos e nada com frequência. Apesar de manter o peso de 45 kg, ele cresceu e está saudável.

 

Fonte: Macajuba e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/16:36:29

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Setor pesqueiro do Pará teme impacto de tarifas dos EUA

(Foto: Reprodução) – Os Estados Unidos são o segundo principal destino dessas exportações, com cerca de US$ 12 milhões — 36,94% do total — atrás apenas de Hong Kong.

O setor pesqueiro do Pará acendeu um alerta após a inclusão do pescado na novapolítica tarifária dos Estados Unidos. Além do açaí, as exportações paraenses de peixes também devem sofrer impacto com as tarifas adicionais impostas pelo governo norte‑americano.

Dados do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) apontam que, entre janeiro e junho deste ano, o Estado exportou 3.671 toneladas de pescado, totalizando US$ 32,5 milhões. Os Estados Unidos são o segundo principal destino dessas exportações, com cerca de US$ 12 milhões — 36,94% do total — atrás apenas de Hong Kong.

Mesmo com crescimento de 8,17% nas vendas para o mercado norte‑americano em relação ao mesmo período do ano passado, especialistas avaliam que as tarifas podem reverter o cenário positivo e afetar a receita do setor. Atualmente, o Pará lidera o ranking nacional de exportações de pescado, com 21,33% das vendas externas, seguido por Ceará (14,75%) e Paraná (11,48%).

O presidente da Fiepa, Alex Carvalho, alerta que o setor já enfrenta fragilidades estruturais e falta de apoio governamental. Segundo ele, sem intervenção e suporte adequados, cresce o risco de ilegalidade e queda da atividade formal, com impacto negativo para a geração de emprego e renda.

Apoliano do Nascimento, presidente do Sindicato da Indústria da Pesca do Pará (Sinpesca), afirma que as tarifas representam um novo desafio para a competitividade internacional do pescado paraense. Com margens de lucro já pressionadas, há risco de encarecimento dos produtos e redução da capacidade de gerar renda em regiões dependentes da atividade.

“A indústria do pescado é uma das mais importantes do agronegócio na região Norte. Apesar da abundância de pescado, a produção industrial ainda não alcança todo o potencial, especialmente no Pará”, disse Nascimento.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/14:56:07

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Ataque de Israel em Gaza mata cinco jornalistas da Al Jazeera

Ataque israelense em mata jornalistas da emissora Al Jazeera – (crédito: Reprodução/Al Jazeera)

Segundo a emissora, o exército de Israel já matou mais de 200 jornalistas desde o início dos bombardeios.

Um bombardeio israelense em Gaza matou cinco jornalistas da Al Jazeera, conforme anunciou a emissora. De acordo com o comunicado, as vítimas foram dois correspondentes e três cinegrafistas. O ataque, que deixou ao todo sete mortos, foi direcionado a uma tenda para jornalistas do lado de fora do portão principal do hospital da Cidade de Gaza e ocorreu neste domingo (10/8).

Entre os mortos, está o jornalista Anas Al-Sharif, de 28 anos. Segundo a emissora, o correspondente cobria amplamente o norte de Gaza. Na nota, a Al Jazeera citou o fato dela ter denunciado recentemente o exército de Israel por “campanha de incitação” contra seus correspondentes na Faixa de Gaza, incluindo, principalmente, Al-Sharif.

Em uma publicação no X (antigo Twitter), o exército israelense acusou, sem provas, Al-Sharif de ser líder de uma célula do grupo Hamas e de ter lançado ataques com foguetes contra civis e tropas do exército israelense.

A Al Jazeera negou veementemente as acusações e, em julho, a Relatora Especial da Organização das Nações Unidas para a Liberdade de Opinião e Expressão, Irene Khan, afirmou estar “profundamente alarmada” pelas repetidas acusações feitas pelo exército israelense contra Al-Sharif.

“As preocupações com a segurança de Al-Sharif são bem-fundadas, pois há evidências crescentes de que jornalistas em Gaza têm sido alvejados e mortos pelo exército israelense com base em alegações não comprovadas de que eram terroristas do Hamas”, afirmou a relatora da ONU.

Segundo a Al Jazeera, o exército de Israel já matou mais de 200 jornalistas desde o início dos bombardeios. Ainda em julho, a agência de notícias francesa AFP emitiu um comunicado alertando para a situação de seus correspondentes em Gaza, os quais sofrem graves quadros de desnutrição que, em alguns casos, os impediam de trabalhar.

Em uma última mensagem escrita em 6 de abril com o objetivo de ser publicada no dia de sua eventual morte, Al-Sharif escreveu que “apesar da dor, nunca hesitei em transmitir a verdade como ela é, sem distorção ou deturpação, na esperança de que Deus testemunhasse aqueles que se calaram, aqueles que aceitaram a nossa morte e aqueles que nos sufocaram.”

Na publicação, ele também expressou a tristeza de deixar a esposa, Bayan, e de não ver os filhos, Salah e Sham, crescerem.

 

Fonte: AFP e da Al Jazeera e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/09:10:54

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Pará exporta mais do que importa dos EUA, veja as medidas tomadas

Foto: Reprodução | A indústria representa 31,76% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.

A Federação das Indústrias do Pará (Fiepa) afirma que o Pará é o 8º Estado brasileiro que mais exporta para os Estados Unidos e o 12º importador do país. A balança comercial é superavitária, ou seja, o estado exporta mais do que importa. No primeiro semestre deste ano, o saldo positivo foi de US$ 103 milhões.

A indústria representa 31,76% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. “O Pará é um dos três Estados do Brasil com as maiores contribuições industriais às suas respectivas economias locais, atrás somente de Rio de Janeiro e Amazonas”, informou a Fiepa, em nota na última quinta-feira (7).

Entidades analisam impacto de tarifas adicionais

Capacidade de diálogo, estudo do cenário e mitigação de danos são medidas já adotadas pela Fiepa, pelo Sindicato das Indústrias Minerais do Pará (Simineral) e pela Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), que acompanham as tarifas adicionais impostas pelos EUA a produtos brasileiros.

O Simineral destacou: “Neste momento, o setor mineral está compondo um grupo de estudos em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Pará (Sedeme) e a Fiepa, com o objetivo de analisar tecnicamente os possíveis impactos à luz da realidade do setor produtivo paraense”.

A Fiepa afirmou: “Atuamos de forma articulada com os governos estadual e federal, promovendo um diálogo técnico e diplomático com as autoridades norte-americanas, na tentativa de mitigar eventuais danos à nossa produção”.

Medidas preventivas e estratégicas

Segundo a federação, “é fundamental adotar medidas preventivas e estratégicas em todos os níveis para proteger as cadeias produtivas, sobretudo as mais sensíveis, que têm relevância econômica, social e ambiental para a Amazônia. Nosso objetivo é buscar soluções que garantam a competitividade do setor, preservem empregos e mantenham o papel dessa cadeia no desenvolvimento sustentável da região”.

Desafios para conquistar novos mercados

Sobre o desafio de implementar novos destinos econômicos, a Fiepa ponderou que “conquistar novos mercados é um processo que exige tempo, preparo e maturidade exportadora”.

No caso do Pará, “isso passa por desafios estruturais ainda muito presentes, como a limitação logística, a sobrecarga em poucos corredores de exportação e a fragilidade de conexões multimodais. Além disso, os gargalos burocráticos e a instabilidade nos marcos regulatórios dificultam a previsibilidade para quem investe e produz”.

OMC e negociações bilaterais

Na última segunda-feira (5), o governo federal decidiu acionar os EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a decisão tarifária. A Fiepa declarou que “vê com responsabilidade essa iniciativa e reforça a importância de que, paralelamente à disputa no âmbito internacional, sigamos buscando canais técnicos e diplomáticos de negociação direta”.

“O momento exige união institucional, visão estratégica e foco na preservação da competitividade dos nossos produtos nos mercados internacionais”, afirmou a Fiepa.

Agronegócio representa 12% do PIB do Pará

A Faepa destaca que o agronegócio representa 12% do PIB estadual, atrás apenas da indústria e dos serviços. Os EUA são o terceiro principal destino das exportações paraenses. “Exportamos principalmente produtos florestais, sucos, frutas (castanhas), pescados, entre outros itens”, informa a federação.

O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Ulianópolis, Fernão Zancaner, reforça que a busca por mercados externos é contínua. “Hoje, líder nacional na produção de produtos agropecuários com grande potencial, principalmente, para os próximos anos”.

Fernão cita acordos em negociação, como o da União Europeia, que enfrenta resistência de produtores locais. Sobre a OMC, afirmou: “A negociação intensiva e a possibilidade de acordos bilaterais costumam ser mais rápidos que decisões da OMC”.

Principais produtos exportados pelo Pará aos EUA

  • Alumina calcinada
  • Ferro fundido
  • Hidróxido de alumínio
  • Alumínio não ligado
  • Outros silícios
  • Sucos de frutas
  • Madeiras tropicais perfiladas
  • Bulhão dourado
  • Sebo bovino
  • Ferro-níquel

Principais produtos importados pelo Pará dos EUA

  • Hidróxido de sódio (soda cáustica)
  • Gás natural liquefeito
  • Dumpers para transporte de mercadoria
  • Coque de petróleo calcinado
  • Pneumáticos novos de borracha radiais
  • Carregadoras e pás carregadoras
  • Gasóleo (óleo diesel)
  • Bulldozers e angledozers
  • Perfuratriz rotativa autopropulsada
  • Outras máquinas e aparelhos para esmagar

Fonte: Centro Internacional de Negócios da Fiepa e Observatório da Indústria do Pará/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/08/2025/20:28:49

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