PF cumpre mandados de prisão contra suspeitos de furtar agências bancárias com a ajuda de funcionários

Polícia Federal durante investigação do furto de R$ 150 mil, em agência da Caixa em Gurupi, em janeiro deste ano — Foto: Débora Ciany/TV Anhanguera

Investigações começaram depois que quatro homens furtaram R$ 150 mil de uma agência da Caixa em Gurupi, em janeiro desse ano.

Três mandados de prisão e três de busca e apreensão são cumpridos na manhã desta quarta-feira (27) contra suspeitos de furtar agências bancárias no Tocantins e em outros estados. A operação Cara Dura é da Polícia Federal e começou com a investigação de um furto de R$ 150 mil, em uma agência da Caixa em Gurupi, em janeiro deste ano. A suspeita é que eles contaram com a ajuda de um funcionário do banco para praticar o crime.

As prisões estão sendo realizadas em Niterói (RJ) e Belém (PA). Já as buscas são feitas em Palmas, Porto Nacional e Gurupi, cidades do Tocantins. Todos os mandados foram expedidos pelo juízo federal da subseção judiciária de Gurupi.

A investigação teve início após um furto ocorrido em janeiro deste ano contra uma agência da Caixa Econômica Federal em Gurupi. Na época, quatro homens furtaram R$150 mil que estava sob a responsabilidade de um funcionário da instituição e seria utilizado para o abastecimento dos caixas eletrônicos.

As investigações apontaram o possível envolvimento de um empregado da Caixa, além de um funcionário de empresa terceirizada que presta serviços à agência.

Segundo as investigações, os suspeitos agiam sempre de forma coordenada se aproveitando da distração de funcionários e falhas dos sistemas de segurança das agências bancárias e instituições financeiras, sempre com a finalidade de subtrair dinheiro em espécie.

A Polícia Federal encontrou indícios de que alguns dos investigados são responsáveis por quase 40 furtos cometidos contra instituições financeiras em diversos estados.

Os investigados poderão responder pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa, cujas penas somadas podem ultrapassar 10 anos de prisão.

O nome da operação se refere a forma como a organização criminosa praticava os ilícitos, ou seja, sem muita cautela e se aproveitando de pequenas oportunidades, no interior das instituições financeiras.

Entenda

Na época do furto praticado contra a agência da Caixa em Gurupi, a Polícia Militar divulgou detalhes de como os suspeitos agiram. Quatro criminosos teriam participado da ação, sendo que um deles conseguiu entrar em uma sala onde era armazenada uma grande quantia em dinheiro. Enquanto isso, os outros tiraram a atenção dos clientes para ninguém perceber a ação.

Um funcionário da Caixa relatou à PM que momentos antes do crime, fazia a reposição de dinheiro nos caixas eletrônicos e precisou sair da sala. Ele teria deixado os valores fora da gaveta do caixa, trancou a porta e foi até outra sala.

A PM informou que nesse momento, conforme imagens das câmeras de segurança, quatro homens se aproximam do local, sendo que um deles abriu a porta e os outros ficaram em pé.

Depois de pegarem os valores, os criminosos saíram da agência e não foram mais vistos. Eles foram discretos e o furto só teria sido notado pela direção da agência horas após o ocorrido. Testemunhas disseram à polícia que eles tinham entre 45 e 55 anos.

Por G1 Tocantins

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