Defesa de Bolsonaro entra com recurso contra decisão que determinou prisão domiciliar

Ex-presidente Jair Bolsonaro — Foto:Reprodução

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro ingressou, nesta quarta-feira, com um recurso contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes determinando prisão domiciliar.

O agravo regimental sustenta que não houve o descumprimento das medidas cautelares impostas em 18 de julho.

Os advogados pedem que caso não haja reconsideração, pedem que a decisão pela prisão seja submetida com urgência à apreciação do plenário físico do Supremo Tribunal Federal (STF), conforme regimento interno da Corte.

A defesa alega que “nos termos do § 4º do art. 282 do Código de Processo Penal, em caso de descumprimento de condição de cautelar, poderá ser imposta outra medida em cumulação ou, em último caso, decretada a prisão preventiva”. No caso concreto, “a decretação de prisão preventiva em razão do descumprimento de medida cautelar alternativa (…) é desproporcional.”

A prisão domiciliar de Bolsonaro foi decretada após violações do ex-presidente às medidas cautelares já em vigor. Ele estava obrigado a cumprir recolhimento noturno, usar tornozeleira eletrônica e não manter contato com investigados.

Segundo Moraes, o ex-presidente participou, ainda que indiretamente, das manifestações realizadas no último domingo, utilizando redes sociais dos filhos e aliados.

 

Fonte: CNB / Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/08/2025/07:04:12

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Moraes autoriza Bolsonaro a receber visita de filhos e outros familiares em prisão domiciliar

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ); líder da oposição no Senado Federal discursando. — Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Ministro autorizou que família visite Bolsonaro sem a necessidade de autorização prévia do Supremo. Ex-presidente está detido por descumprir medidas cautelares impostas contra ele em julho.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quarta-feira (6) que o ex-presidente Jair Bolsonaro, detido em prisão domiciliar, receba a visita de filhos, cunhadas, netas e netos sem a necessidade de autorização prévia.

Na segunda-feira (4), o ministro Moraes, relator do caso, determinou a prisão domiciliar de Bolsonaro por desrespeitar as medidas restritivas em vigor desde 18 de julho, ao veicular conteúdo na rede social dos filhos.

Na decisão que decretou a prisão, o ministro havia afirmado que todas as visitas a Bolsonaro, exceto de advogados, dependeriam de autorização prévia do Supremo. Mas, nesta quarta, ele facilitou o contato do ex-presidente com familiares.

Por que Bolsonaro está em prisão domiciliar?

Segundo o ministro, Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados — entre eles, os filhos parlamentares — para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.

Na decisão de julho, o STF proibiu Bolsonaro de usar redes sociais, inclusive, por meio de terceiros.

Quando Bolsonaro gravou um vídeo para ser divulgado por aliados em manifestações no país, o ministro entendeu que ele estava descumprindo a ordem.

Moraes cita como exemplo uma postagem feita no domingo (3) na conta do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com um vídeo do ex-presidente mandando uma mensagem a apoiadores em manifestação no Rio de Janeiro. A publicação foi apagada horas depois.

“O flagrante desrespeito às medidas cautelares foi tão óbvio que, repita-se, o próprio filho do réu, o senador Flávio Nantes Bolsonaro, decidiu remover a postagem realizada em seu perfil, na rede social Instagram, com a finalidade de omitir a transgressão legal”, escreveu Moraes.

Ocupação no Congresso

Os plenários principais da Câmara e do Senado foram ocupados desde terça (5) por parlamentares de oposição, em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Deputados e senadores aliados a Bolsonaro têm se revezado para ocupar as cadeiras das mesas em que são conduzidas as sessões das Casas.

Davi Alcolumbre e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), chegaram a cancelar sessões marcadas para terça. Eles também anunciaram a convocação de reuniões com lideranças partidárias das Casas para tentar desmobilizar as ocupações.

Em uma coletiva de imprensa na manhã de terça, parlamentares de oposição anunciaram que travariam os trabalhos no Congresso até que fossem discutidos “caminhos para a pacificação”.

O grupo apresentou como pauta uma lista batizada como “pacote de paz”. O conjunto contempla:

defesa da aprovação do perdão a condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023;
fim do foro privilegiado;
e o impeachment do ministro do STF Alexandre de Moraes.

 

Fonte: Márcio Falcão, Isabela Camargo, TV Globo — Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/15:36:56

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Com divergência de Fux, Primeira Turma confirma tornozeleira para Bolsonaro

(Foto: Reprodução) – Por maioria de 4 a 1, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter as medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes ao ex-presidente Jair Bolsonaro, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.

Último a votar, o ministro Luiz Fux foi o único a discordar.

Para Fux, a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) não apontaram “provas novas e concretas nos autos de qualquer tentativa de fuga empreendida ou planejada pelo ex-presidente”. Por esse motivo, impor medidas restritivas a Bolsonaro seria uma atitude desproporcional, votou o ministro.

O voto de Fux entrou no sistema menos de uma hora antes do fim da sessão virtual extraordinária da Primeira Turma, que começou às 12h de sexta-feira (19) e terminou às 23h59 de segunda-feira (21).

Em outro trecho, Fux reconhece pressões que tentam intimidar o Supremo, mas afirmou que o STF tem conseguido demonstrar de “forma inequívoca a sua independência e a sua impermeabilidade às pressões dos setores que manifestam desagrado com as suas decisões”, assinalou.

Maioria

Os demais quatro ministros do colegiado – além do próprio Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia – votaram por manter as cautelares, diante do risco de fuga de Bolsonaro e para que ele interrompa o que seria uma tentativa de intimidar o Supremo Tribunal Federal a arquivar a ação penal sobre uma trama golpista da qual é réu.

Além da tornozeleira, as medidas incluem o recolhimento noturno e nos fins de semana e a proibição de se comunicar com o filho Eduardo Bolsonaro, bem como de se manifestar nas redes sociais.

Ao impor as medidas, o ministro Alexandre de Moraes atendeu a pedidos da PF e da PGR, e apontou para diversas postagens de Bolsonaro e Eduardo, e também para entrevistas dos dois a canais de TV e da internet, em que defendem, por exemplo, sanções do governo dos Estados Unidos contra autoridades brasileiros e o próprio Brasil.

Moraes entendeu que os dois fazem um “flagrante confissão” do cometimento de crimes como coação no curso do processo, obstrução de justiça e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito. Em outro trecho da decisão, o ministro cita ainda um possível atentado à soberania nacional.

Ação penal

O esforço para mobilizar o governo dos EUA a intimidar a justiça brasileira se intensifica à medida que avança no Supremo a ação penal sobre uma tentativa de golpe de Estado que teria sido liderada por Bolsonaro, segundo denúncia da PGR.

Nesta segunda-feira (21), Moraes deu 24 horas para que a defesa de Bolsonaro explique – “sob pena de decretação imediata da prisão do réu” – o descumprimento de algumas das medidas cautelares desde que foram impostas. Mais cedo, o ministro publicou despacho para esclarecer que entrevistas concedidas pelo ex-presidente não podem ser retransmitidas nas redes sociais, por exemplo.

Confira as medidas determinadas contra Bolsonaro

Uso de tornozeleira eletrônica;

Recolhimento domiciliar noturno entre 19h e 6h, de segunda a sexta-feira, e integral nos fins de semana e feriados;

Proibição de aproximação e de acesso a embaixadas e consulados de países estrangeiros;

Proibição de manter contato com embaixadores ou autoridades estrangeiras;

Proibição de uso de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros;

Proibição de manter contato com Eduardo Bolsonaro e investigados dos quatro núcleos da trama golpista.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/07/2025/16:30:58

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Oposição vai à Câmara, mas Hugo Motta proíbe reunião durante recesso

(Foto: Reprodução) – Deputados do PL planejavam votar moções em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro

O presidente da Câmara, Hugo Motta, proibiu a realização de quaisquer reuniões de comissões da Casa desta terça-feira (22) até o dia 1º de agosto. O Ato do presidente foi publicado hoje (22), ao mesmo tempo em que a Comissão de Segurança Pública, presidida pelo deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), se preparava para iniciar uma reunião que votaria uma moção de solidariedade ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Desde a última sexta-feira (18), Bolsonaro usa tornozeleira eletrônica e tem restrições determinadas pela Justiça.

“O Presidente da Câmara dos Deputados, no uso de suas atribuições regimentais, resolve: Fica vedada, no período de 22 de julho a 1º de agosto de 2025, a realização de reuniões de comissões da Câmara dos Deputados”, diz o documento assinado por Hugo Motta. A sala da comissão já estava repleta de deputados da oposição e apoiadores de Jair Bolsonaro quando a decisão de Motta foi conhecida.

Além da comissão de Segurança Pública, outra comissão, de Relações Exteriores, também comandada pelo PL, partido do ex-presidente, tinha reunião marcada para mostrar apoio ao ex-presidente.

Na impossibilidade de realizar a reunião, deputados do PL fizeram um pronunciamento à imprensa, atacando o Judiciário brasileiro pelas investigações contra Jair Bolsonaro e defendendo o ex-presidente.

Bolsonaro está sob imposição de medidas cautelares impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de usar redes sociais diretamente ou por intermédio de terceiros.

Moraes entendeu que Jair Bolsonaro e o filho, Eduardo, que está nos Estados Unidos, fazem um “flagrante confissão” do cometimento de crimes como coação no curso do processo, obstrução de justiça e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito.

As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o filho do ex-presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), é investigado por sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visando promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo e tentar barrar o andamento da ação penal sobre a trama golpista.

Na decisão, Moraes alertou que Bolsonaro pode ser preso ao descumprir as cautelares.

 

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/07/2025/15:28:00

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PSOL protocola novo pedido de impeachment de Tarcísio por ‘ataque à soberania nacional’

(Foto: Reprodução) – No entendimento da bancada, a conduta de Tarcísio legitimou os ataques dos Estados Unidos e ultrapassou os limites da liberdade de expressão

Segundo os deputados, o chefe estadual teria cometido crimes de responsabilidade ao apoiar publicamente ‘ataques do governo Trump contra o Brasil’ e agido para ‘favorecer a fuga do ex-presidente Jair Bolsonaro’

A bancada do PSOL na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) protocolou nesta segunda-feira (21), um pedido de impeachment contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Segundo os deputados do partido, o chefe do Executivo estadual teria cometido crimes de responsabilidade ao apoiar publicamente “ataques do governo Trump contra o Brasil” e agido para “favorecer a fuga do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), investigado por tentativa de golpe de Estado”. A manifestação ocorreu após o anúncio de Trump de taxar em 50% produtos brasileiros. De acordo com o pedido, Tarcísio apoiou publicamente o governo dos EUA ao compartilhar nas redes sociais a carta de Donald Trump atacando o Supremo Tribunal Federal (STF) e exigindo o fim do julgamento de Bolsonaro.

O PSOL afirma que Tarcísio afronta a soberania nacional e os interesses do Estado ao apoiar a crise diplomática e o tarifaço de Trump, mesmo com o impacto direto das taxações na economia paulista. “Em 2024, o Estado de São Paulo foi o que mais exportou para os Estados Unidos, dentre os entes federativos do Brasil. Foram quase 14 bilhões de dólares em exportações, representando um pouco mais de um terço de todas as exportações realizadas pelo Brasil aos Estados Unidos”, diz o texto, citando dados do Comex Stat. Além disso, o partido também diz que o governador tentou intervir diretamente no STF para que o passaporte de Jair Bolsonaro fosse liberado, sob a justificativa de que ele viajaria aos Estados Unidos para negociar a suspensão das tarifas com Trump.
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A proposta enviada no dia 11 de julho ao Supremo foi considerada “esdrúxula” por ministros. “Dessa maneira, a articulação de Tarcísio em favor da liberação do passaporte de Bolsonaro poderia constituir, caso concretizada, articulação em favor da fuga do ex-presidente, em mais um ataque ao Poder Judiciário brasileiro”, diz o PSOL.

No entendimento da bancada, a conduta de Tarcísio legitimou os ataques dos Estados Unidos e ultrapassou os limites da liberdade de expressão, se configurando “como apoio tácito a uma agenda que compromete o bem-estar da população brasileira e a soberania nacional”. O PSOL solicita que a Alesp “instaure imediatamente o processo de impeachment e aplique as sanções previstas em lei com a perda do mandato e a proibição de exercer funções públicas por até cinco anos”.

O pedido é assinado pelos deputados estaduais Carlos Giannazi, Ediane Maria, Guilherme Cortez, Mônica Seixas das Pretas e Paula da Bancada Feminista. Em 10 de julho, Ediane Maria já havia protocolado na Alesp um pedido de impeachment contra Tarcísio por “apoiar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em suas medidas contra o Brasil” além de “incitar a população contra o Judiciário”.

Fonte: Estadão Conteúdo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/07/2025/14:39:30

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Quemsão os envolvidos no escândalo do INSS no governo Lula e Bolsonaro

Farra do INSS aponta pelo menos R$ 6,3 bilhões que podem ser descontos indevidos (Foto: Marcelo Camargo e Valter Campanato, Agência Brasil)

Esquema de descontos indevidos de beneficiários do INSS envolvem nomes do primeiro e segundo escalões dos governos

A “farra” envolvendo o escândalo dos descontos indevidos de aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) atingiu nomes do primeiro e segundo escalões dos governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Agora, ambas gestões tentam jogar no colo do adversário o ônus total do caso, que foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) e de pedido de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso.

Veja quem são os envolvidos de cada um dos governos

Governo Lula

Carlos Lupi (PDT) — ministro da Previdência Social desde o início da gestão, em 2023, pediu demissão nove dias após a operação da PF contra as fraudes dos descontos no INSS. Ele não foi citado nas investigações, mas sua permanência no cargo ficou insustentável diante de tantos alertas feitos sobre o esquema — desde uma reunião do Conselho Nacional do INSS, em junho de 2023 — e de nenhuma providência efetiva ter sido tomada.
Wolney Queiroz (PDT) — era o número 2 do Ministério da Previdência e assumiu a pasta após a queda de Lupi. Esteve presente na mesma reunião em que o ex-ministro foi alertado sobre as fraudes nos descontos. Quando era deputado federal, em 2021, Queiroz assinou uma emenda que flexibilizou os critérios para o desconto na folha de aposentados e pensionistas do INSS, como a prorrogação do prazo para revalidação do cadastro, que passou de um para três anos.
Alessandro Stefanutto (PSB) — era presidente do INSS desde julho de 2023 e foi afastado do cargo por decisão judicial em 23 de abril deste ano durante a Operação Sem Desconto, da qual foi alvo, e demitido por Lula no mesmo dia. É acusado de omissão no combate as fraudes dos descontos, que atingiram o auge em sua gestão. Em um caderno apreendido nas buscas envolvendo o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, a PF encontrou anotações como “Stefa 5%” e “Virgílio 5%”, que sugerem suposto pagamento de propina a Stefanutto e ao ex-procurador do órgão Virgílio Oliveira Filho.
   André Fidelis — foi diretor de Benefícios do INSS até julho de 2024, quando foi demitido. Chefiou o setor responsável pelos acordos com as entidades — ele assinou ao menos sete deles — no auge da farra dos descontos. A PF afirma que Fidelis recebeu R$ 5,1 milhões de empresas do “Careca do INSS” e de outras com ligação com entidades suspeitas, por meio do filho dele, o advogado Eric Fidelis.

Governo Bolsonaro

    José Carlos Oliveira (PSD) — ministro da Previdência de março a dezembro de 2022 no governo Bolsonaro, ele foi presidente do INSS entre novembro de 2021 e março de 2022. Antes disso, foi diretor de Benefícios e assinou acordos com três entidades investigadas. Segundo a PF, no período em que Oliveira presidiu o INSS, “foram celebrados vários ACTs entre associações e INSS, para efetivação dos descontos associativos”. Filiado ao PSD, ele foi candidato a vereador em São Paulo em 2024 e recebeu doações de R$ 15 mil de sócios de uma empresa suspeita de receber recursos de Cícero Marcelino de Souza Santos, apontado como operador da Conafer, entidade que faturou R$ 484 milhões com descontos de aposentados entre 2019 e 2024.
    Onyx Lorenzoni (PL) — ministro da Previdência entre julho de 2021 e março de 2022, foi citado na investigação da PF por ter recebido uma doação de R$ 60 mil de Felipe Gomes Macedo, quando foi candidato ao governo do Rio Grande do Sul, em 2022. Macedo foi dirigente da ABCB, quando a entidade iniciou o processo de acordo de cooperação com o INSS, na gestão Onyx. O acerto foi autorizado depois que o ex-ministro já tinha deixado o cargo. Onyx negou ter relação com o doador e disse que na transição com o governo de Michel Temer, foi descoberto um esquema fraudulento com quatro associações que tiveram os acordos com o INSS bloqueados, em agosto de 2019. No entanto, uma delas, a ANAPPS retomou, em setembro de 2021, quando Onyx era ministro, a autorização para fazer descontos após trocar de nome.
Edson Yamada — foi designado diretor de Benefícios do INSS em junho de 2022. Na diretoria responsável pela celebração de acordos com as entidades, assinou ao menos oito deles com associações envolvidas nas fraudes. Ele é citado nas investigações por ser sócio da “Yamada e Hatheyer Servicos Administrativos LTDA”, empresa que recebeu repasses da Conafer, uma das entidades investigadas no esquema.
Virgílio Oliveira Filho — procurador-geral afastado do cargo no INSS pela Justiça no dia da operação da PF, ele é apontado como recebedor de R$ 11,9 milhões de empresas relacionadas a entidades associativas investigadas. Depois, a Advocacia-Geral da União (AGU), órgão do qual é funcionário de carreira, determinou sua exoneração. Do total rastreado, cerca de R$ 7,5 milhões têm como fonte empresas ligadas ao lobista “Careca do INSS”. Virgílio Oliveira Filho havia assumido como procurador-geral do INSS em 2020 e continuou no governo Lula.

O que diz a defesa de Stefanutto, ex-presidente do INSS

Em nota ao NSC Total, a defesa de Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS se manifesta em relação a anotação encontrada em um dos cadernos de um dos investigados. (leia na íntegra).

“A respeito das notícias veiculadas recentemente acerca de anotações encontradas no
caderno de um dos investigados, no caso dos descontos associativos de pensões e
aposentadorias, a defesa do ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social
(INSS), Alessandro Stefanutto, vem a público esclarecer que:

O ex-presidente não mantém qualquer relação pessoal com o investigado Antônio
Carlos Camilo Antunes — citado na matéria como “Careca do INSS”. As poucas vezes
em que teve contato com o referido investigado ocorreram em eventos institucionais
públicos, nos quais ambos participaram como convidados, sempre na presença de
diversas outras pessoas. Ressalta-se que Alessandro Stefanutto não possui qualquer
vínculo de natureza privada com Antônio Carlos Antunes.
A anotação supostamente encontrada em cadernos atribuídos ao investigado não
guarda qualquer conexão com fatos, valores ou atos praticados por Alessandro
Stefanutto, tampouco com decisões adotadas em sua gestão. Trata-se, ao que tudo
indica, de citação apócrifa, sem autoria confirmada, contexto conhecido ou valor
probatório.
Importante destacar que as investigações não identificaram qualquer movimentação
financeira atípica, benefício indevido ou recebimento de vantagens pessoais por parte de
Stefanutto, cuja trajetória como servidor público federal de carreira é amplamente
reconhecida e louvável.
“Jamais recebi qualquer valor ilícito ou vantagem de qualquer natureza. Todas as
medidas que adotei enquanto presidente do INSS buscaram corrigir distorções históricas
e reforçar o controle sobre os descontos associativos. Tenho total convicção da correção
dos atos praticados durante minha gestão”, afirma Stefanutto.
A defesa reafirma seu compromisso com a verdade, a legalidade e a transparência, e
permanece à disposição das autoridades para colaborar com o esclarecimento de todos
os fatos”

Fonte: Luiza Feppe – NSC Feppe e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/05/2025/15:20:25

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Deputado que quer a morte de Lula será investigado

O deputado Gilvan da Federal (PL-ES) (Foto/Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)

A punição exemplar ao deputado que quer a morte de Lula

A política no Brasil virou um lugar para o vale tudo. Desde a ascensão de Jair Bolsonaro, defendendo a tortura e o assassinato como método de tratamento ao adversário sem nenhuma reação dos órgãos investigadores responsáveis, a terra sem lei impera.

Nesta terça, 8, o deputado Gilvan da Federal, do PL-ES, partido do líder da extrema-direita, afirmou que quer que o presidente Lula morra durante a sessão da Comissão de Segurança Pública que aprovou, por 15 votos a 8, o desarmamento da segurança do presidente.

O bolsonarismo nem finge mais. Depois de ser descoberto pela Polícia Federal e o Ministério Público com a boca na botija numa baita conspiração para acabar com o estado democrático de direito, que envolvia um plano para assassinar Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes, o parlamentar vem com essa.

Desejar a morte, assim como a declaração de que o presidente vá para o “quinto dos infernos”, enquanto, ao mesmo tempo, tira as armas dos seguranças de Lula beira a nova versão do plano homicida Punhal Verde Amarelo. Reagir a isso é defender valores universais.

A Advocacia Geral da União (AGU) pediu que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República investiguem a fala do deputado do PL na Comissão de Segurança Pública. É bom que cheguem ao fundo do poço nessa história. O PT também vai pedir a cassação do parlamentar.

As instituições deveriam agir antes que tenhamos mais um deputado defendendo os mais abjetos comportamentos na política, como se o adversário tivesse que ser exterminado e não enfrentado onde deve ser: no campo das ideias.

Fonte:veja.abril.com.br/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/15:18:13

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Apelo de Michelle Bolsonaro a Fux aumenta mal-estar com colegas do STF

Michelle discursa em ato pró-anistia do 8 de Janeiro, junto a Bolsonaro (a partir da esquerda), Carlos, Flávio e Jair Renan –   ( Foto: Miguel Schincariol/AFP/06-04-2025)

O apelo feito por Michelle Bolsonaro diretamente ao ministro Luiz Fux pela anistia aos condenados do 8 de janeiro, durante o ato na Avenida Paulista, azedou ainda mais o clima do magistrado com seus colegas do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ministros avaliam que Fux “deu munição” para a ex-primeira-dama pedir sua intervenção, ao avaliar que as penas para os envolvidos nos atos golpistas seriam exageradas, durante o julgamento de Jair Bolsonaro no tribunal, no mês passado.

— Luiz Fux, eu sei que o senhor é um juiz de carreira e o senhor não vai jogar o seu nome na lama — disse Michelle na Avenida Paulista, citando o caso de uma idosa que está entre os réus do 8 de janeiro, além de Cleriston Pereira da Cunha, que foi preso por ter participado dos atos golpistas e morreu enquanto esperava seu julgamento.

Um dos motivos de irritação entre os integrantes do Supremo é que, até então, Fux vinha acompanhando o relator dos casos, Alexandre de Moraes, em praticamente todas as 500 condenações proferidas sobre o 8 de janeiro.

Na ocasião, o magistrado afirmou que os integrantes da corte julgaram os casos do 8 de janeiro “sob violenta emoção” e comunicou a Alexandre de Moraes que iria rever a pena da cabeleireira Débora Rodrigues. Ela ficou conhecida por ter pichado de batom a estátua em frente ao Supremo. Seu caso passou a ser explorado politicamente por Bolsonaro e seus aliados para defender a anistia.

Fonte:O GLOBO/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/05:18:13

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Ao invés de chorar, caia na realidade’, diz Lula sobre Bolsonaro no banco dos réus

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista (Youtube/Reprodução)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou nesta quinta-feira, 27, durante sua visita ao Japão, a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou Jair Bolsonaro e outros sete acusados réus por tentativa de golpe. Nas declarações, Lula afirmou que o ex-presidente deveria “cair na realidade” e parar de “chorar” e que agora não adianta o rival “ficar fazendo bravata”.

O que disse Lula sobre a decisão?

“A Suprema Corte está se baseando e se manifestando nos autos do processo, depois de meses e meses de investigação muito bem feita pela Polícia Federal e pelo Ministério Público e com muita delação de gente importante que está acusando o que tentou acontecer no Brasil”, afirmou Lula.

O presidente também fez referência ao plano dos golpistas, segundo a investigação, de tentar matar autoridades, como o próprio petista, o vice Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes. “É visível que o ex-presidente tentou dar um golpe no país. É visível por todas as provas que ele tentou contribuir para o meu assassinato, para o assassinato do vice-presidente, para o assassinato do ex-presidente da Justiça Eleitoral. Todo mundo sabe o que aconteceu nesse país.”

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Leia mais:O que acontece agora que Bolsonaro e sete aliados são réus no STF por tramar golpe de Estado

‘Não adianta agora ele ficar fazendo bravata’

Lula criticou ainda a postura de Bolsonaro ao se dizer vítima de uma perseguição judicial. “Não adianta agora ele ficar fazendo bravata, dizendo que está sendo perseguido. Ele sabe o que ele cometeu. Só ele sabe o que ele fez. Ele sabe que não foi correto”, disse. “Como ele não tem como provar que ele não tentou dar o golpe, ele fica tentando fazer provocação.”

Relembrando a sua condenação, depois anulada, o petista afirmou que deseja a Bolsonaro a “presunção de inocência que eu não tive”, mas ressaltou que o processo não envolve só o ex-presidente. “Não é o homem Bolsonaro que está sendo julgado. É um golpe de estado que está sendo julgado.” E concluiu: “Ao invés de chorar, caia na realidade e saiba que você cometeu um atentado contra a soberania desse país”.

Fonte:Veja/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/03/2025/23:42:29

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Bolsonaro considera pedir refúgio em embaixada caso seja condenado

Foto: Getty Images | O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu em entrevista ao UOL a possibilidade de pedir refúgio em alguma embaixada no Brasil, caso tenha a prisão decretada após eventual condenação pela trama golpista de 2022.

“Embaixada, pelo que vejo na história do mundo, quem se vê perseguido, pode ir para lá”, disse. “Se eu devesse alguma coisa, estaria nos Estados Unidos, não teria voltado.”
Na mesma entrevista, ele diz ter conversado sobre “artigos da Constituição” com os comandantes das Forças Armadas para “voltar a discutir o processo eleitoral” após a eleição de 2022 na qual saiu derrotado por Lula (PT), mas diz que a ideia logo foi “abandonada”.

Bolsonaro também nega ter tomado conhecimento do plano que, segundo a Polícia Federal, foi arquitetado para prender ou matar Lula, seu vice, Geraldo Alckmin, e o ministro Alexandre de Moraes, do STF e então presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

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O ex-presidente liderou a trama golpista no final de 2022, e a ruptura democrática não foi concretizada por “circunstâncias alheias à sua vontade”, disse a PF no relatório final da investigação sobre a tentativa de golpe de Estado.

Declarado inelegível pelo TSE até 2030 por ataques e mentiras sobre o sistema eleitoral, Bolsonaro teve seu papel detalhado pela PF nas conclusões do inquérito entregues ao STF e tornadas públicas por Moraes.

Segundo a PF, “os elementos de prova obtidos ao longo da investigação demonstram de forma inequívoca” que Bolsonaro “planejou, atuou e teve o domínio de forma direta e efetiva dos atos executórios realizados pela organização criminosa que objetivava a concretização de um golpe de Estado e da abolição do Estado democrático de Direito”.

Segundo a corporação, os 37 indiciados cometeram três crimes: tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado e organização criminosa, cujas penas somam de 12 a 28 anos de prisão, desconsiderando os agravantes.

Fonte: UOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/11/2024/17:04:55

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