Por que a Nasa quer colocar um reator nuclear na Lua até 2030

Projeto faz parte das ambições dos EUA de construir uma base permanente para humanos viverem na Lua — Foto: BBC News fonte

O reator forneceria energia para humanos na Lua, mas há dúvidas sobre sua viabilidade
TOPO

A agência espacial dos Estados Unidos, Nasa, vai acelerar os planos para construir um reator nuclear na Lua até 2030, de acordo com a imprensa americana.

Isso faz parte das ambições dos EUA de construir uma base permanente para humanos viverem na superfície lunar.

De acordo com o site de notícias Politico, o chefe interino da Nasa mencionou planos semelhantes da China e da Rússia, e disse que esses dois países “poderiam, potencialmente, declarar uma zona de exclusão” na Lua.
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Mas ainda há dúvidas sobre quão realistas são as metas e o cronograma, considerando os recentes cortes no orçamento da Nasa, e a preocupação de alguns cientistas com interesses geopolíticos por trás do plano.

Países incluindo os Estados Unidos, China, Rússia, Índia e Japão estão correndo para explorar a superfície da Lua, com alguns planejando assentamentos humanos permanentes.

“Para avançar adequadamente nessa tecnologia crítica, capaz de apoiar uma futura economia lunar, com geração de energia de alta potência em Marte, e fortalecer nossa segurança nacional no espaço, é imperativo que a agência aja rapidamente”, escreveu à Nasa o secretário de Transportes dos EUA, Sean Duffy — que foi nomeado chefe interino da agência pelo presidente Donald Trump —, segundo informou o jornal New York Times.

Duffy solicitou propostas de empresas privadas para construir um reator capaz de gerar pelo menos 100 quilowatts de energia, o que é relativamente pouco. Para comparação, uma turbina eólica terrestre típica gera entre 2 a 3 megawatts.

‘Nova corrida para a Lua’

A ideia de construir um reator nuclear na Lua não é tão nova. Em 2022, a Nasa assinou três contratos de US$ 5 milhões com companhias para projetar um reator.

Em maio deste ano, China e Rússia anunciaram que planejam construir uma estação de energia nuclear automatizada na Lua até 2035.

Muitos cientistas concordam que essa seria a melhor — ou talvez a única — forma de fornecer energia contínua na superfície lunar.

Um dia lunar equivale a quatro semanas na Terra, compostas por duas semanas de luz solar contínua e duas semanas de escuridão. Isso torna a dependência da energia solar um grande desafio.

“Até mesmo a construção de um habitat lunar modesto para acomodar uma tripulação pequena demandaria geração de energia em escala de megawatts. Painéis solares e baterias sozinhos não conseguem atender a essa demanda”, sugere Sungwoo Lim, professor em Aplicações espaciais, exploração e instrumentação na Universidade de Surrey.

“A energia nuclear não é apenas desejável, é inevitável”, afirma.

Lionel Wilson, professor de Ciências Planetárias na Universidade de Lancaster, acredita que é tecnicamente possível instalar reatores na Lua até 2030, “desde que haja compromisso com o financiamento necessário”, e destaca que já existem projetos para reatores menores.

“É apenas uma questão de haver lançamentos suficientes do Artemis para construir a infraestrutura na Lua até lá”, afirma, se referindo ao programa espacial da Nasa, Artemis, que tem como objetivo enviar pessoas e equipamentos para a Lua.

Há, ainda, algumas questões de segurança.

“Lançar material radioativo por meio da atmosfera terrestre traz preocupações de segurança. Você precisa ter uma licença especial para fazer isso, mas não é algo intransponível”, diz Simeon Barber, especialista em Ciência Planetária na Open University.

A diretriz de Duffy foi uma surpresa após a mais recente turbulência na Nasa, provocada pelo anúncio do governo de Trump de cortes de 24% no orçamento da agência para 2026.

Isso inclui cortes em um número significativo de programas científicos, como o Mars Sample Return, que visa trazer amostras da superfície do planeta para a Terra.

Interesses políticos

Cientistas também estão preocupados que esse anúncio seja motivado por interesses políticos, dentro da nova corrida internacional para a Lua.

“Parece que estamos voltando aos velhos tempos da primeira corrida espacial, o que, do ponto de vista científico, é um pouco decepcionante e preocupante”, afirma Barber.

“A competição pode criar inovação, mas se houver um foco mais estreito no interesse nacional e na tentativa de estabelecer propriedade, então corre-se o risco de perder de vista o panorama maior que é a exploração do Sistema Solar”, acrescenta.

Os comentários do ministro de Transportes dos EUA sobre a possibilidade da China e da Rússia “declararem uma zona de exclusão” na Lua parecem se referir a um acordo chamado Artemis Accords.

Em 2020, sete países assinaram o acordo para estabelecer princípios sobre como deveriam cooperar na superfície lunar.

O documento inclui as chamadas zonas de segurança, que devem ser estabelecidas ao redor das operações e dos equipamentos que os países instalarem na Lua.

“Se você constrói um reator nuclear ou qualquer outro tipo de base na Lua, você pode alegar que existe uma zona de segurança ao redor, porque você tem equipamentos ali”, explica Barber.

“Para algumas pessoas, isso é equivalente a dizer: ‘nós somos donos desse pedaço da Lua, vamos operar aqui e vocês não podem entrar’.”

Barber destaca que ainda há obstáculos a serem superados antes de se instalar um reator nuclear na Lua para uso humano.

O programa Artemis 3, da Nasa, por exemplo, pretende enviar seres humanos à superfície lunar em 2027, mas tem enfrentado uma série de contratempos e incertezas relacionadas ao financiamento.

“Se você tem energia nuclear para uma base, mas não tem como levar pessoas e equipamentos ate lá, então isso não serve para muita coisa”, acrescentou.

“Os planos não parecem estar muito bem integrados no momento”, concluiu.

 

Fonte: Georgina Rannard – Correspondente de Ciência da BBC News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/14:35:45

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Observatório Atmosférico da Amazônia recebe equipamento da NASA

A troca do equipamento foi feita por Christopher Bennett, técnico da NASA, e contou com a participação dos professores Lucas Vaz Peres, Rodrigo da Silva e Theomar Neves, do curso de Ciências Atmosféricas do Instituto de Engenharia e Geociências da Ufopa, além da aluna bolsista do Inpe, Nicole de Oliveira. | Divulgação / Ufopa

Novo equipamento ajudará no monitoramento das mudanças climáticas na região.

O Observatório Atmosférico da Amazônia da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), localizado na Fazenda Experimental em Santarém, é um polo científico importante na região por conta dos dados produzidos e analisados para o combate, por exemplo, de queimadas e desmatamento ilegal.

Na última semana, o local recebeu um novo equipamento da Agência Espacial Norte-americana (NASA) que potencializará as observações sobre as mudanças climáticas na região. A substituição do espectrômetro cimel, integrante da rede internacional Aeronet da NASA teve acompanhamento de pesquisadores da Ufopa e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O novo espectrômetro apresenta a importante inovação de permitir medições noturnas da concentração de aerossóis, que são partículas suspensas no ar como poeira, cinzas e fumaça provenientes das queimadas.

Anteriormente, as medições só eram possíveis durante o dia, baseadas na radiação solar. Agora, o equipamento também usará a luminosidade da Lua para monitorar a atmosfera na ausência do sol, ampliando o prazo e a eficácia das análises.

O professor Lucas Vaz Peres, do curso de Ciências Atmosféricas da Ufopa, destaca que essa melhoria é fundamental para Santarém e toda a Amazônia, região severamente impactada pelas queimadas, sobretudo na estação seca conhecida como “verão amazônico”.

O monitoramento contínuo da qualidade do ar e da quantidade de aerossóis ajuda a compreender os efeitos das queimadas na atmosfera e a auxiliar pesquisas científicas em nível de graduação, mestrado e doutorado.

O observatório da Ufopa, com o suporte da NASA e do Inpe, torna-se então uma peça-chave para o acompanhamento em tempo real dessas mudanças atmosféricas, contribuindo para uma gestão mais eficaz e científica do combate às queimadas e suas consequências climáticas, além de apoiar estudos de impacto ambiental e estratégias de mitigação das mudanças climáticas na Amazônia.

A troca do equipamento foi feita por Christopher Bennett, técnico da NASA, e contou com a participação dos professores Lucas Vaz Peres, Rodrigo da Silva e Theomar Neves, do curso de Ciências Atmosféricas do Instituto de Engenharia e Geociências da Ufopa, além da aluna bolsista do Inpe, Nicole de Oliveira.

Fonte: Ufopa e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/15:50:12

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Nasa substitui equipamento no Observatório Atmosférico da Amazônia da Ufopa

Novo equipamento poderá fazer medições noturnas – (Foto> Reprodução)

Novo equipamento potencializará observações no período das queimadas

O Observatório Atmosférico da Amazônia, localizado na Fazenda Experimental da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), faz a coleta de dados sobre a radiação solar em diferentes níveis atmosféricos, visando a entender as mudanças climáticas na região. Esse processo será potencializado com a substituição de um equipamento chamado espectrômetro cimel, realizada, nesta semana, por um técnico da Nasa, agência espacial dos Estados Unidos.

O equipamento faz parte da rede Aeronet, desenvolvida pela Nasa, que investiga a suspensão de partículas no ar (aerossóis), como poeira, cinzas e fumaça, por exemplo. A Ufopa faz parte dessa rede por meio do Projeto Sonda, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com quem a universidade tem parceria.

O novo equipamento instalado vai possibilitar fazer medições noturnas, o que não ocorria com o anterior. Além de verificar a quantidade de aerossóis a partir da radiação solar, também poderá coletar informações a partir da luminosidade da Lua. De acordo com o professor Lucas Vaz Peres, do curso de Ciências Atmosféricas da Ufopa, “ele consegue medir a quantidade de aerossóis no período noturno, o que é de grande importância, em função de que Santarém, assim como toda a região amazônica, sofre as consequências das queimadas, dos aerossóis que ficam em suspensão na atmosfera em função das queimadas, principalmente entrando agora no período seco”.

A troca do equipamento foi motivada pela preocupação com a chegada do tempo conhecido como “verão amazônico”, quando há maior incidência de queimadas na região, principalmente depois dos registros feitos no ano passado, quando a região ficou encoberta por fumaça durante um grande período. “Ano passado a gente sofreu bastante com relação a isso, então a Nasa, que é a proprietária desse equipamento, que está na sua rede, na rede Aeronet, está preocupada em bem monitorar essa questão aqui na Amazônia”, enfatizou Peres.

Essa potencialização da coleta de dados atmosféricos no Observatório da Ufopa também ajudará nas pesquisas científicas para trabalhos de conclusão de curso na graduação, dissertações de mestrado e teses de doutorado.

A troca do equipamento foi feita pelo técnico da Nasa Christopher Bennett, acompanhado pelos professores Lucas Vaz Peres, Rodrigo da Silva e Theomar Neves, do curso de Ciências Atmosféricas do Instituto de Engenharia e Geociências (IEG) da Ufopa. A atividade também contou com o acompanhamento da estudante Nicole de Oliveira, aluna do curso e bolsista do Inpe.NASA

Fonte:Ascom/Ufopa/ e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2025/06:12:16

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Segundo a NASA, Brasil não será mais habitável em 50 anos

Foto:Reprodução | Uma publicação recente da NASA reacendeu o debate sobre os impactos das mudanças climáticas no Brasil.

O tema ganhou atenção após ser interpretado como uma previsão de que certas regiões do país poderiam se tornar inabitáveis nas próximas cinco décadas devido ao aumento da temperatura e da umidade.

A repercussão gerou reações divergentes. Parte do público demonstrou preocupação, enquanto outros questionaram a interpretação das informações. Diante da polêmica, especialistas passaram a esclarecer os dados mencionados pela agência espacial norte-americana.

O estudo citado foi conduzido pelo pesquisador Colin Raymond e publicado originalmente em 2020. O material não cita diretamente o Brasil, mas analisa registros de calor extremo entre os anos de 1979 e 2017. A pesquisa utiliza o conceito de “temperatura de bulbo úmido”, que representa uma combinação entre calor e umidade, capaz de comprometer os mecanismos naturais de resfriamento do corpo humano.

Nessas condições, mesmo indivíduos em repouso e com boa saúde podem sofrer riscos à vida em poucas horas. Embora o foco da pesquisa não tenha sido o território brasileiro, uma publicação posterior no blog oficial da NASA destacou áreas do país como suscetíveis a esses eventos.

Segundo a análise, regiões com alta densidade populacional e umidade elevada, como o litoral do Sudeste, áreas próximas ao Rio Amazonas e centros urbanos como Rio de Janeiro e Salvador, apresentam maior vulnerabilidade. A infraestrutura urbana, a presença de concreto e a baixa circulação de ar contribuem para o aumento da exposição ao estresse térmico.

 

Fonte:Will Baldine | Jornal de Piracicaba e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/06/2025/14:00:21

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Mineira que descobriu asteroide é convidada a chefiar missão da Nasa com gravidade zero

Foto:Reprodução | Em agosto de 2021, Laysa Peixoto Sena Lage, de 20 anos, descobriu novo asteroide no espaço durante pesquisa para Nasa na Grande BH. No ano passado, ela conclui treinamento de astronauta.

Relembre a descoberta do asteroide

Laysa descobriu asteroides para a Nasa em agosto DE 2021 e o batizou de LPS 003, suas iniciais.

Ela se interessou pelo tema no início de 2021, quando viu no site da Nasa a campanha de “caça asteroides”. O projeto é realizado em parceria com a The International Astronomical Search Collaboration.

“Eu via as imagens pelo telescópio e analisava pixel por pixel da imagem, percebia algumas características e valores. Aí fui enviando relatório para eles. Depois de um tempo, eles comprovaram que era um asteroide mesmo e, por enquanto, ele terá as iniciais do meu nome. Ganhei até certificado”, contou Laysa.

Na época, ela estava no 2º período de física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A “caçadora de asteroide” faz parte do Observatório Astronômico da universidade.

 

Fonte: g1 Minas — Belo Horizonte/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/06/2025/07:30:03

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NASA: a Terra recebeu uma mensagem enviada a laser de 16 milhões de quilômetros de distância

Você já imaginou se comunicar com alguém a 16 milhões de km? A NASA revelou um marco inédito na comunicação espacial, com uma mensagem recebida pela Terra a um distância equivale a 40 vezes a distância entre a Lua e a Terra.

Um marco inédito na comunicação

A NASA demonstrou recentemente uma tecnologia que pode ajudar a transmitir mensagens a uma distância de 16 milhões de quilômetros, equivalente a cerca de 40 vezes a distância entre a Lua e a Terra. Esta é a primeira vez que comunicações ópticas foram transmitidas através de tal distância.

Como foi possível transmitir dados em uma distância recorde de 16 milhões de km?

Um experimento no espaço viajando na espaçonave Psyche da NASA, acaba de transmitir pela primeira vez uma mensagem via laser para a Terra de muito além da Lua, uma conquista que pode transformar a forma como as espaçonaves se comunicam.

Na demonstração mais distante deste tipo de comunicação óptica, o Deep Space Optical Communications (DSOC) emitiu uma laser infravermelho codificado com dados de teste a partir de 16 milhões de quilômetros de distância até o telescópio Hale no Observatório Palomar de Caltech na Califórnia.

Mas o que é a DSOC? É um experimento tecnológico de dois anos que está instalado na sonda Psyche, e tem como objetivo alavancar a transmissão de dados entre espaçonaves e as equipes de controle em solo. A demonstração alcançou a “primeira luz” em 14 de novembro, quando o transceptor laser de Psyche se conectou ao poderoso farol laser uplink do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA em seu observatório de Table Mountain.

Até agora, a demonstração tecnológica tem sido muito bem sucedida! O primeiro teste foi incorporar totalmente os recursos terrestres e o transceptor de voo, exigindo um trabalho em conjunto das equipes de operações DSOC e Psyche. O líder de operações do DSOC, Meera Srinivasan, afirmou que foi um desafio formidável e que ainda tem muito trabalho a fazer, mas em pouco tempo a equipe conseguiu transmitir, receber e decodificar alguns dados.

Uma a comunicação mais rápida com maiores distâncias no espaço

Normalmente, os humanos usam ondas de rádio para se comunicar com naves espaciais distantes. Mas com frequências mais altas de luz, como o infravermelho próximo, têm mais largura de banda e velocidade de dados mais rápida.

Ser capaz de enviar e receber mensagens de planetas próximos como Marte após o estabelecimento de uma colônia, seria uma prioridade fundamental para garantir a segurança dos seres humanos e para uma transferência contínua de conhecimentos.

Esta tecnologia poderia permitir uma comunicação mais rápida entre a Terra e objetos distantes no espaço.

“Alcançar a primeira luz é um dos muitos marcos críticos do DSOC nos próximos meses, abrindo caminho para comunicações com taxas de dados mais altas, capazes de enviar informações científicas, imagens de alta definição e streaming de vídeo em apoio ao próximo salto gigante da comunicação: enviar seres humanos para Marte, disse Trudy Kortes, diretora de Demonstrações Tecnológicas da NASA.”

Anteriormente, as comunicações ópticas já eram usadas para enviar mensagens da órbita da Terra, mas esta é a maior distância já alcançada por feixes de laser, em que os fótons se movem na mesma direção e no mesmo comprimento de onda. Esse avanço na comunicação a laser pode transmitir grandes quantidades de dados a velocidades sem precedentes, incluindo dados nas oscilações dessas ondas de luz.

Com a transmissão de uma maior quantidade de dados, as futuras missões espaciais podem receber instrumentos científicos com resolução ainda mais alta. Além disso, há a vantagem de comunicação mais rápida com maiores distâncias no espaço, o que permitiria transmissões ao vivo direto de Marte, por exemplo.

 

Fonte: Meteored/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/11/2023/13:57:26

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Nasa estuda Bennu, o asteroide que pode atingir a Terra com a ‘força de 24 bombas atômicas’

(Foto: Reprodução) – Agência espacial considera esse um dos mais perigosos objetos espaciais já identificados

Em 2016, a Nasa lançou uma missão para investigar um meteoro conhecido como 101955 Bennu. Quatro anos depois, a Osiris-Rex alcançou o corpo celeste, coletou material rochoso do local e deve chegar novamente à Terra no próximo domingo (24).

Cientistas afirmam que esse asteroide passa pelo nosso planeta a cada seis anos, e se aproxima cada vez mais a cada volta. As estimativas são que, caso se choque com nosso planeta, o impacto terá a força de 1.200 megatons, o equivalente a 24 das bombas atômicas mais poderosas já criadas — a Tsar Bomba, nunca testada em toda a sua potência.

As previsões são que em 2135 ele passará bem próximo a nós e poderá entrar no chamado “buraco de fechadura gravitacional”, o que o colocará em rota de colisão com a Terra — o que pode acontecer em 2182, daqui a 159 anos.

Os pesquisadores dizem que a probabilidade é de apenas 0,037%, o que não é totalmente dispensável na escala de riscos cósmicos.

“Embora o risco de atingir a Terra seja muito baixo, Bennu continua sendo um dos dois asteroides conhecidos mais perigosos em nosso sistema solar, junto com outro chamado 1950 DA”, afirmou a agência espacial.

Bennu provavelmente se separou de um meteoro ainda maior há cerca de 2 bilhões de anos, mas os astrônomos afirmam que o asteroide data do início do Sistema Solar, há mais de 4,5 bilhões de anos.

A Nasa estima que ele tenha se formado no Cinturão Principal de Asteróides entre Marte e Júpiter e que possa conter moléculas orgânicas semelhantes às que poderiam ter estado envolvidas no início da vida na Terra.

 

Fonte: Max e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/09/2023/17:08:44

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Imagem de Saturno com os anéis brilhantes é captada pelo telescópio James Webb, da Nasa

A foto foi capturada por lentes de infravermelho do telescópio James Webb  – (Foto:© Getty Images).

Saturno é o planeta mais exuberante do Sistema Solar por conta dos seus anéis feitos de gelo e detritos interplanetários. Há algum tempo, a Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa) descobriu que esses anéis podem refletir luminosidade e, em 2019, conseguiu capturá-los brilhando primeira vez em um registro do telescópio Hubble. Agora, em uma nova imagem divulgada pela agência, é possível ver essa luz de forma ainda mais intensa.

A foto foi capturada por lentes de infravermelho do telescópio James Webb – um dos mais modernos da atualidade – em 25 de junho. A divulgação aconteceu na última sexta-feira, 30. Além dos anéis luminosos de Saturno, é possível ver algumas das luas que circundam o planeta: Dione, Encelodus e Tethys.

“Saturno, em si, aparece extremamente escuro neste comprimento de onda infravermelho observado pelo telescópio, pois o gás metano absorve quase toda a luz solar que incide na atmosfera. No entanto, os anéis de gelo permanecem relativamente brilhantes, levando ao aparecimento incomum de Saturno na imagem de Webb”, explica a Nasa.

A captura inédita faz parte do programa Webb Guaranteed Time Observation 1247, que incluiu uma série de exposições profundas de Saturno, projetadas para testar a capacidade do telescópio de detectar luas fracas ao redor do planeta e seus anéis brilhantes.

“Quaisquer luas recém-descobertas podem ajudar os cientistas a montar uma imagem mais completa do sistema atual de Saturno, bem como de seu passado”, diz a Nasa. “Exposições adicionais mais profundas (não mostradas aqui) permitirão que a equipe investigue alguns dos anéis mais fracos do planeta, não visíveis nesta imagem, incluindo o fino anel G e o difuso anel E.”

Os anéis de Saturno são constituídos por uma série de fragmentos rochosos e gelados. Essas partículas variam em tamanho: as menores são similares a um grão de areia e algumas são tão grandes quanto montanhas na Terra, segundo a Nasa.

 

Fonte:  Estadao Conteudo Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/07/2023/16:21:06

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Nasa cria tecnologia que purifica até 98% da água em xixi de astronautas

A inovação refere-se a um novo processo tecnológico de reciclagem de urina, chamado Sistema de Processamento de Salmoura do Sistema de Controle Ambiental e Suporte de Vida na Exploração Espacial (ECLSS) – (Foto:© Shutterstock).

Engenheiros da NASA a bordo da Estação Espacial Internacional descobriram uma maneira de recuperar 98% da água inicial levada ao espaço em missões longas, com uma tecnologia capaz de purificar o xixi e o suor dos astronautas.

A inovação refere-se a um novo processo tecnológico de reciclagem de urina, chamado Sistema de Processamento de Salmoura do Sistema de Controle Ambiental e Suporte de Vida na Exploração Espacial (ECLSS). O objetivo é minimizar esforços e custos com missões de abastecimento da estação.

Com a adição do Processador de Salmoura, espera-se atingir uma recuperação de até 98% de água da urina e do suor produzidos pelos astronautas, estabelecendo o primeiro sistema de processamento de salmoura de última geração a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS).

Segundo a Nasa, o sistema permite que os recursos necessários sejam reutilizados, reduzindo a dependência de suprimentos da Terra. Esse avanço é importante para futuras missões espaciais, incluindo possíveis viagens tripuladas a Marte.

A capacidade de reutilização de recursos também permite que os astronautas se concentrem em suas missões, sem se preocupar com a escassez de água e oxigênio.

COMO FUNCIONA

Cada membro da tripulação da estação precisa de cerca de um galão de água por dia para beber, preparar alimentos e higiene.

A Estação Espacial Internacional possui um sistema de controle ambiental e suporte de vida (ECLSS), que inclui um sistema de recuperação de água.

Uma parte desse sistema é o Urine Processor Assembly (Equipamento Processador de Urina), que utiliza destilação a vácuo para recuperar a urina dos astronautas.

O processo de recuperação de água envolve a evaporação parcial da água da urina bruta por meio do uso de ar quente e seco, segundo explica a Nasa.

Na sequência, o ar úmido resultante, chamado de salmoura, é coletado pelo sistema de ar condicionado da ISS e levado ao equipamento de recuperação de água da estação, capaz de reciclar entre 75% e 90% da urina dos astronautas.

Com a adição do novo Brine Processor Assembly (Processador de Salmoura), a Nasa atingiu uma recuperação de água de 98% a bordo da ISS.

A água coletada do ar e da urina passa por filtros especializados, um reator catalítico e é monitorada para garantir a sua pureza.

O sistema também adiciona iodo à água tratada para evitar o crescimento microbiano antes de ser armazenado para consumo da tripulação.

O resultado é uma água limpa e potável, mais pura do que a maioria das estações de tratamento de água da Terra é capaz de produzir.

 

Fonte: UOL/FOLHAPRESS – e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/06/2023/17:38:06

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Asteroide ‘potencialmente perigoso’ passará próximo a Terra nesta segunda-feira, 12

asteroide 1994 XD, que se aproximará da Terra na próxima segunda-feira (12), está em uma distância considerada de risco. A National Aeronautics and Space Administration (NASA), agência espacial dos Estados Unidos, classifica a formação rochosa como “potencialmente perigosa”.

O 1994 XD orbita ao redor do sol a cada 3,6 anos. Segundo a NASA, os asteroides que se enquadram nessa categoria têm chance de um dia acertar o planeta Terra, mesmo os que demonstram baixa probabilidade.

Com diâmetro estimado entre 370 e 830 metros, conforme aponta a agência, o 1994 XD foi nomeado com o ano de sua descoberta pelo Observatório Kitt Peak, nos Estados Unidos, e é do tipo binário, ou seja, composto por dois objetos que giram em torno de um centro de massa comum.

Para efeito de comparação, o corpo celeste tem o tamanho de uma a duas torres do antigo World Trade Center, cujos arranha-céus tinham 415 e 417 metros de altura. Sendo assim, caso o objeto realmente colidisse com o planeta, o potencial destrutivo seria inimaginável e devastador.

Com diâmetro estimado entre 370 e 830 metros, ainda segundo dados da Nasa, o 1994 XD foi nomeado com o ano de sua descoberta pelo Observatório Kitt Peak, nos Estados Unidos, e é do tipo binário – composto por dois objetos que giram em torno de um centro de massa comum.

Entenda

Para efeito de comparação, o corpo celeste tem o tamanho de uma a duas torres do antigo World Trade Center, cujos arranha-céus tinham 415 e 417 metros de altura. Sendo assim, caso o objeto realmente colidisse com o planeta, o potencial destrutivo seria inimaginável e devastador.

Riscos

O portal Virtual Telescope Project, que vai monitorar ao vivo a passagem do asteroide, afirma que o asteroide não apresenta riscos para os moradores da Terra, uma vez que ele passará a 3,1 milhões de quilômetros, ou oito vezes a distância entre o planeta Terra e a Lua.

Contudo, quando asteroides são classificados como “potencialmente perigosos”, os observatórios passam a monitorá-los constantemente por risco de colisões futuras, em caso de mudanças gravitacionais que possam colocá-los em rota de colisão com o nosso planeta. A propósito, uma nova passagem do 1994 XD pela Terra deve ocorrer no ano de 2041.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/06/2023/08:28:41

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