Quem desobedecer decreto e circular na rua sem necessidade vai pagar multa a partir desta sexta (5) -Em Novo Progresso e Todo Pará

Equipes de segurança fiscalizam o cumprimento do novo decreto. | Foto:Pedro Guerreiro/Agência Pará

Cumprimento do novo decreto é fiscalizado pelas equipes de segurança em todo o Pará.

O novo decreto estadual, publicado na última quarta-feira (3), impôs diversas medidas restritivas à população com a atualização para o bandeiramento “vermelho” em todo o território paraense. Entre elas estão: o funcionamento de bares e restaurantes até às 18h, a proibição de venda de bebidas alcoólicas após esse mesmo horário e o toque de recolher entre 22h e 5h (do dia seguinte).
Para garantir o cumprimento das medidas, equipes de segurança pública já iniciaram nos dois primeiros dias ações de caráter educativo e de orientação, mas a partir desta sexta-feira (5), será multado quem estiver circulando em via pública sem a necessidade comprovada.

Além da circulação das equipes de segurança pelas principais vias da Grande Belém, serão montadas barreiras de fiscalização.

Multa – Quem desobedecer às normas restritivas receberá, de forma progressiva, sanções com advertência; multa diária de até R$ 50 mil para pessoas jurídicas, a ser duplicada a cada reincidência, e R$ 150 para pessoas físicas – Microempreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) -, a ser duplicada a cada reincidência, além do embargo e/ou interdição do estabelecimento.

Por:Redação

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Pará recebeu 60 mil testes rápidos para detecção do corona vírus

(Foto:Reprodução) – Nesta quinta-feira (4) o Pará recebeu 60 mil testes rápidos baseados em antígenos para apoiar os esforços do governo estadual no fortalecimento de sua capacidade de diagnóstico da Covid-19.

O material foi recebido pelo Laboratório Central do Estado (Lacen), em Belém, mediante doação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Outros 40 mil testes ainda serão doados pela entidade nos próximos dias.

Os testes rápidos doados são do tipo antígeno. O material detecta uma proteína do vírus e identifica o início de uma infecção. Os antígenos também apresentam alta correlação com o período de transmissibilidade da doença, tornando-se relevantes para redução da disseminação e ações de isolamento.

“Essas doações são bem-vindas e farão parte de um esforço para interromper a cadeia de transmissão do vírus no Estado, através do aumento do diagnóstico”, afirmou o secretário de Saúde do Pará, Romulo Rodovalho.

De acordo com as recomendações contidas em nota técnica do Centro de Operações Emergenciais (COE) Covid-19 da Secretaria de Saúde do Pará (Sespa), a prioridade de uso dos antígenos compreende pacientes sintomáticos dentro do período de 10 dias, desde o início dos sintomas, além de serem recomendados em casos de suspeitas individuais e de surtos de Covid-19, em locais remotos sem acesso, de preferência em grupos populacionais como indígenas aldeados, quilombolas e ribeirinhos; profissionais de saúde sintomáticos quando o acesso ao teste molecular não está disponível; na triagem de pacientes para hospitalização ou para transferência a leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Mediante a nota técnica, o diretor de Vigilância em Saúde da Sespa, Denilson Feitosa, orientou ainda que profissionais de saúde que executarem a testagem deverão usar equipamentos de proteção individual para coleta de swab nasal (um cotonete longo e estéril). O resultado pode ser lido de 15 a 20 minutos depois da coleta, feita por via nasal.

Denilson Feitosa destacou que o teste antígeno é capaz de mostrar um diagnóstico em até 15 minutos. “Existem outros exames de diagnóstico que dão suporte para o atendimento médico, como os exames de imagem e dos testes rápidos. O RT-PCR é o padrão ouro que a gente adota. A oferta do teste antígeno não substitui o RT-PCR. Como a gente tem dificuldade para o transporte de amostra do interior, é uma ferramenta importante, inclusive, em razão da restrição de acesso a alguns municípios”.

A nota técnica da Sespa informa ainda que é imprescindível realizar a notificação do caso suspeito e positivo de COVID-19 com síndrome gripal e submetido ao teste rápido de antígeno no sistema e-SUS Vigilância Epidemiológica (e-SUS VE), uma ferramenta de registro de notificação de casos suspeitos e confirmados do novo coronavírus. O registro no e-SUS VE deve ser realizado pelas equipes de Vigilância Epidemiológica municipais ou serviços de saúde por meio do link: https://notifica.saude.gov.br.

Importante ressaltar que todas as internações e os óbitos por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), mesmo os não hospitalizados, precisam ser notificados no SIVEP-Gripe no módulo SRAG Hospitalizado. Todos os casos positivos de COVID-19 devem ser notificados no Sistema de Monitoramento Estadual, pois é a partir desses dados que será realizado o monitoramento do uso dos testes.

Os testes rápidos de antígeno TRA já estão à disposição dos secretários municipais de Saúde, que podem solicitar o material via e-mail ao Departamento Estadual de Epidemiologia. O Departamento encaminhará as autorizações via e-mail ao Departamento Estadual de Assistência Farmacêutica para atendimento.

Com Informações /Agência Pará

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Covid-19 no PA: MPF considera medidas do Governo do Estado aparentemente insuficientes

O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) pediram na quinta-feira (4) à Justiça Federal que o estado do Pará seja obrigado a comprovar que as medidas sobre distanciamento social têm sido tomadas com base em consulta ao comitê técnico previsto no plano estadual de contingência da covid-19.

Em especial, as instituições querem que seja comprovado que houve essa consulta para a adoção das medidas anunciadas pelo estado esta semana. O MPF considera que essas medidas são aparentemente insuficientes.

Na manifestação, procuradores da República e um defensor público pedem que o estado seja obrigado a apresentar, dentro de 24 horas, as atas de reunião e os estudos do comitê técnico. Se esses documentos não forem apresentados, dentro de 48 horas o estado deve reavaliar as medidas adotadas, após comprovar a realização de reunião do comitê técnico, pedem MPF e DPU. Segundo o pedido, na ata deve constar o posicionamento de todos os membros do comitê.

A obrigatoriedade de o estado consultar o comitê foi estabelecida em acordo homologado pela Justiça Federal em junho do ano passado, em processo aberto a partir de ação do MPF e da DPU. As instituições sustentam que há clara violação do acordo por parte do estado em relação ao dever de publicar na internet todas as atas de reunião do comitê e de divulgar estudos realizados por instituições de renome que possam auxiliar a tomada de decisão do estado quanto às medidas de distanciamento social.

Decisões injustificadas – De acordo com o pedido apresentado à Justiça na quinta-feira, o estado do Pará não divulgou, nem disponibilizou no processo judicial, novos estudos que justificassem as medidas adotadas no programa de retomada das atividades econômicas no estado, chamado de Retoma Pará.

A manifestação à Justiça registra que apesar da nova edição do decreto do Retoma Pará ser o reconhecimento, pelo estado, da grave situação epidemiológica e do risco elevado de colapso do sistema de saúde, segue permitindo o funcionamento de uma série de serviços não essenciais, o toque de recolher ocorre apenas em horário em que a circulação de pessoas normalmente já é bastante reduzida, e o período de vigência das medidas – apenas sete dias – não abrange nem mesmo o período mínimo de quarentena recomendado pelas autoridades sanitárias, de 14 dias.

“Ou seja, as medidas propostas, além de aparentemente ineficazes diante da gravidade do cenário atual, não parecem se sustentar tecnicamente, pois não haverá sequer tempo para uma nova avaliação segura sobre uma redução estável da taxa de contágio e de ocupação de leitos que possa permitir o relaxamento das medidas”, alertam os autores do pedido à Justiça.

O documento também registra que a nova edição do decreto do Retoma Pará abre margem para o funcionamento presencial de escolas privadas, ambiente de intensa contaminação, o que viola o direito à saúde física da criança e também ajuda a propagar a nova cepa do vírus entre colaboradores, professores, pais e, consequentemente, para o restante da sociedade.

Por:RG 15 / O Impacto com informações do MPF

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Óbitos por covid-19 subiram 95% em dois meses no Pará

Pará passa por toque de recolher após aumento no número de óbitos (Foto:Igor Mota/O Liberal)

Primeiro bimestre de 2021 registrou 1074 mortes pela doença

Os meses de janeiro e fevereiro de 2021 apresentaram um aumento de 95% no número de óbitos por covid-19 no Pará, em comparação com os dois meses anteriores, dezembro e novembro de 2020.

Enquanto 548 pessoas morreram em decorrência do vírus no último bimestre do ano passado, 1074 morreram no primeiro bimestre de 2021.O salto é maior do que o número nacional, que apresentou um aumento de 76% no número de óbitos dos dois primeiros meses de 2021 comparados com os dois meses anteriores.Até o fim de fevereiro, a aceleração no número de óbitos no Pará foi, portanto, 24% maior do que no resto do Brasil, que registrou 34.093 mortes nos meses de novembro e dezembro e 60.042 em janeiro e fevereiro.

Nos números de casos, o Pará teve um pequeno aumento na mesma comparação: foram 48.224 em dezembro e janeiro de 2020, o que indica uma taxa de letalidade de 1,13% no período.

Já em janeiro e fevereiro de 2021, 48.668 casos foram registrado, o que aumentou a taxa de letalidade da doença no estado para 2.20%.O pouco aumento de casos e o crescimento acentuado de óbitos pode estar relacionado com a nova cepa do coronavírus, a P1, identificada inicialmente no Amazonas e que migrou para o Pará a partir da região Oeste do estado.

Apesar das especulações dos especialistas, não há evidência científica para esta afirmação, já que o Instituto Evandro Chagas ainda está realizando estudos sobre o impacto desta nova variante no território paraense.

A P1 já foi diagnosticada em 17 estados brasileiros.Além da maior transmissibilidade e da maior chance de agravamento do quadro do paciente, um estudo conduzido pela Universidade de São Paulo, Universidade de Campinas e Universidade de Oxford sugere que a variante é capaz de driblar a capacidade neutralizante dos anticorpos produzidos por quem já pegou covid-19 e por quem já recebeu duas doses da Coronavac, o que obrigaria governos a administrar uma terceira dose do imunizante.

Por:Eduardo Laviano

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Pará tem o maior número de mulheres chefes de domicílio

Muitas mulheres são submetidas à chamada dupla jornada (Foto:Anna Shvets / Pexels)

Estado lidera em números absolutos no Norte, já em percentual populacional, Tocantins está à frente

Levantamento divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pará), nesta quinta-feira, 4, mostra que, no Estado do Pará, houve um crescimento de 6,65% nos lares chefiados por mulheres. De um total de aproximadamente 2,5 milhões de domicílios, cerca de 1,1 milhão (45,30%) tinha mulheres como chefes, muitas delas executando a chamada dupla jornada. O estudo serve para reflexões às vésperas do Dia Internacional da

Mulher, no dia 8 de março.

As análises de dados feitas pelo Dieese/PA têm como base a Pnad Continua Anual do IBGE de 2019, a mais recente, e informações do Ministério da Economia. Em toda a região Norte, dos cerca de 5,4 milhões de domicílios, quase três milhões (43,51%) eram chefiados por mulheres.Em números absolutos, dos sete Estados que compõe a região Norte, o Pará é o que apresenta o maior número de mulheres chefes de domicilio (1.109.203 mulheres). Em distribuição percentual, o Tocantins detém o maior percentual (49,32%).

O estudo mostra que o número de domicílios chefiados por mulheres, tanto na região Norte, como no Pará, apresentou crescimento, na comparação com os dados de 2018.
Em 2018, o total de mulheres que eram chefes de domicílios no Norte era de 2.266.177. Já em 2019, passou a ser de 2.450.640, um crescimento de 8,14%.No caso do Pará, em 2018, o total de mulheres chefes de domicílios era de 1.040.039. Em 2019, passou para 1.109.203, apresentando crescimento de 6,65%.

Fonte:Redação Integrada

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Vacinação contra Covid -19 no PA: veja perguntas e respostas

Pará recebeu 173 mil doses da CoronaVac e começa vacinação na terça-feira — Foto: Divulgação/Claudivino Antunes – prefeitura

Estado recebeu, até 3 de março, 481.040 doses de imunizantes e tem população de cerca de 8,5 milhões de pessoas.

O G1 reúne as principais informações sobre vacinação contra Covid-19 no Pará e na capital Belém. Confira como foi o início da imunização até a etapa atual do plano, que está incluindo profissionais de saúde, idosos e indígenas.

A vacinação contra Covid-19 no Pará começou no dia 19 de janeiro, em cerimônia simbólica no Hangar Centro de Convenções, em Belém.

Devido ao número reduzido de doses na primeira remessa (173.240), poucos grupos prioritários deveriam ser imunizados no primeiro momento. Como são duas aplicações para imunizar cada pessoa, 86.620 paraenses seriam vacinados. O número representa menos de 1% da população paraense, que é de cerca de 8,5 milhões de pessoas. Até então, o estado recebeu 481.040 doses da imunização.

Tire mais dúvidas sobre a vacinação

Na capital Belém, a primeira fase foi com apenas profissionais de saúde mais expostos à Covid-19. O público-alvo era 400 profissionais no hospital de campanha do Hangar, além dos hospitais municipais Mário Pinotti, do Guamá, as cinco Unidades de Pronto Atendimento e do Dom Vicente Zico. A previsão era realizar a primeira fase em até dez dias.

A segunda fase na primeira etapa incluiu os idosos com mais de 85 anos e começou no dia 3 de fevereiro, até o dia 8.

Em seguida, no dia 10 de fevereiro, a prefeitura começou a aplicar a segunda dose nos profissionais de saúde. Ao todo, 16.670 profissionais receberiam pela segunda vez o imunizante.

Depois, foi a vez de 80 anos de idade ou mais, que começaram a ser vacinados no dia 2 de março até dia 4 de março.

A etapa atual inclui idosos com 78 e 79 anos de idade, começando a partir de sexta-feira (5). A vacinação para a faixa de mais de 70 anos até 79 anos deve continuar.

Confira pontos de vacinação para idosos
Quem é vacinado na primeira etapa no estado do Pará?

O grupo prioritário é formado pelos seguintes segmentos:

Trabalhadores da saúde
Idosos (que estão em asilos ou abrigos com mais de 60 anos)
Indígenas em terras próprias
Entretanto, não há vacina para todos os que estão nesses grupos prioritários. Cada município vai definir as regras dentro desses segmentos.

Quem está sendo vacinado na capital?
Idosos com 80 anos de idade ou mais
Segundo a prefeitura, à medida que a vacina for sendo distribuída, ela vai complementar idosos com menos de 80 anos, não sendo disponibilizada em posto de saúde para a população em geral neste momento.
A vacina tem quantas doses?

Cada pessoa que for vacinada pela CoronaVac vai receber duas doses, com intervalo de três ou quatro semanas.

Qual o calendário de vacinação para os outros grupos?
Idosos com 78 e 79 anos começam a ser vacinados nesta (5) em Belém. Ainda não há previsão para o início da vacinação de outros grupos.

Qual vacina será aplicada?
Por enquanto, o Pará já recebeu dois tipos de vacinas aprovadas para uso emergencial no Brasil.

A CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan começou a chegar no dia 18 de janeiro e aproximadamente 432 mil doses já foram enviadas ao estado.

A vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também já foi disponibilizada no Pará. Até então, o estado recebeu 61 mil doses do imunizante.

Quantas vacinas cada município recebeu?

A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) informou que todas as 13 regionais de saúde receberam vacinas de acordo com o contingente populacional. No entanto, não informou quanto cada regional recebeu até a última atualização.

Belém recebeu 67.670 mil vacinas, sendo que até quarta (3) 29.947 pessoas foram vacinadas na capital.

Quais serão as fases de vacinação?

De acordo com o plano nacional de imunização, as três primeiras fases incluem os seguintes grupos:

Primeira fase: trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.
Segunda fase: Pessoas de 60 a 74 anos.
Terceira fase: pessoas com comorbidades.
Ainda não está definido em qual fase serão inseridos os demais grupos prioritários.

Há seringas e agulhas suficientes?

A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) informou que possui seringas e agulhas suficientes para esta fase de vacinação e estes insumos já foram distribuídos aos 144 municípios do Estado.

Quais são os pontos de vacinação?
Em Belém, são 14 pontos de vacinas distribuídos, drive-thru para facilitar acesso da população, telefone para agendamento da vacinação domiciliar para idosos, entre outros.

Preciso levar algum documento ou me cadastrar em algum site?

Não. Todas as pessoas serão vacinadas, mesmo que não apresentem algum documento. Basta comprovar que pertence ao grupo prioritário correspondente à fase da vacinação.

No entanto, para fazer o controle, o Ministério da Saúde diz que é importante informar o número do CPF ou apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) – o Cartão do SUS.

Caso a pessoa não esteja cadastrada nas bases de dados do Ministério da Saúde, o profissional no posto de saúde poderá registrá-lo no momento do atendimento.

É verdade que o Ministério da Saúde está fazendo um agendamento para receber a vacina?
Não é verdade. Em nota, o Ministério da Saúde disse que não realiza agendamento para aplicação de nenhum tipo de vacina, e nem envia códigos para celular dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Não sou grupo de risco, não sei quando serei vacinado pelo SUS. Poderei comprar a vacina em uma clínica particular?
Ainda não há uma previsão de quando as clínicas particulares conseguirão comprar lotes das vacinas contra a Covid-19 que forem aprovadas no Brasil.

A orientação dos órgão de saúde nacionais e internacionais é que todas as doses produzidas pelos laboratórios neste primeiro momento sejam direcionadas aos governos, com a finalidade de garantir que as pessoas dos grupos de risco sejam imunizadas o mais breve possível.

Quais são os abrigos e asilos da capital onde haverá vacinação?

A Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) que vacinou 264 idosos em abrigos e asilos.

Por G1 PA — Belém

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Pará registra 369.880 casos de Covid-19 e 8.757 mortes

Sespa confirmou mais 48 mortes provocadas pela pandemia, além de 1.570 novos casos da doença.  – (Foto:Peter Linforth/Pixabay)

Pará registrou, no boletim desta quarta-feira (3), mais 48 mortes provocadas pela pandemia do novo coronavírus, além de 1.570 novos casos da doença. Agora, o estado chega a 369.880 casos de Covid-19 e 8.757 mortes.

De acordo com Secretaria de Saúde do Pará (Sespa), foram registrados 358 novos casos e 7 óbitos nos últimos sete dias, além de 1.212 casos e 41 óbitos ocorridos em dias anteriores.

O Pará possui, até então, 346084 recuperados, 61780 casos descartados e 1021 casos em análise.

Em relação à ocupação de leitos na rede estadual, o Pará tem 55% dos leitos clínicos e 77% das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) ocupados.

A Sespa informou que foram realizados 560095 testes rápidos e 153071 testes de PCR para Covid-19.

Por G1 PA — Belém

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UFPA abre inscrições para quase 1,8 mil bolsas de Auxílio-Permanência e Moradia

UFPA Igarapé do Tucunduba — Foto: Thiago Pelaes / UFPA

Os benefícios são de R$ 400. As inscrições seguem até o dia 12 de abril

A Universidade Federal do Pará (UFPA) abriu o edital para o processo seletivo do Programa de Permanecia destinado a estudantes de cursos de graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Ao todo, serão ofertadas 1.770 de R$ 400 para auxílio moradia e permanência. As inscrições seguem até o dia 12 de abril.

De acordo com a UFPA, 35% das vagas ofertadas serão destinadas a candidatos novos e os outros 65% serão para renovação de estudantes atendidos pelo auxílio. Nesse caso, o prazo para inscrições será mais curto, seguindo até 12 de abril.

Os auxílios serão destinados a estudantes que estejam cursando, prioritariamente, a primeira graduação e não tenham condições financeiras para arcar com despesas de moradia e alimentação. A vigência dos auxílios tem validade de um ano.

Inscrição

Para se inscrever no programa, o estudante deve acessar o Sistema Gerencial de Assistência Estudantil (SIGAEST) e inscrever-se no “Programa Permanência 2021”. Os candidatos podem solicitar somente a modalidade “permanência” ou somente a modalidade “moradia”, ou ambas as modalidades. Em seguida, devem realizar o preenchimento completo do Questionário Socioeconômico referente aos auxílios solicitados e anexar a documentação solicitada no edital.

Por G1 PA — Belém

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Governador do Pará visita farmacêutica em busca de vacinas contra a Covid

O governador do Pará Helder Barbalho esteve em Brasília, nesta terça-feira (2), e visitou a fábrica da União Química, indústria responsável pela fabricação no Brasil da vacina contra a Covid-19, Sputnik V. Governadores de outros estados também acompanharam a comitiva que irá buscar a compra direta dos imunizantes.

“De acordo com o cronograma estabelecido pelo laboratório União Química junto com o Fundo Russo e o Instituto Gamaleya, lamentavelmente, se percebe que não há pronta entrega das dez milhões de doses. Ainda é necessário o cumprimento de exigências da Anvisa. Só a partir daí, a importação, que deverá chegar ao Brasil até o final do mês de março, vamos poder compor o quantitativo necessário dentro do planejamento destes meses para que o Brasil atinja 50 milhões de doses de vacina”, declarou o governador.

Helder anunciou que o governo estadual tem recursos garantidos para investir pelo menos 3 milhões de doses de vacinas, o que vai ampliar “fortemente” a cobertura em todo o Estado.

“Nós continuaremos dialogando com a União Química e outros laboratórios no intuito de potencializar essa oferta de vacina, trabalhando para que a Anvisa possa também licenciar outros tipos de imunizantes e, com isso, possamos ampliar as doses e os estados disponíveis a adquirir e comprar as vacinas para imunizar a população junto com o plano nacional’’, reforçou o chefe de estado.

Ainda nesta tarde, o chefe do Executivo participou da reunião de governadores com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, para tratar de medidas de enfrentamento à pandemia da Covid-19.

O laboratório União Química já entrou com pedido de uso emergencial da Sputnik V, junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para 10 milhões de doses. O laboratório informou que a vacina vai ser produzida nas fábricas de Guarulhos, em São Paulo, e em Brasília. A Sputnik tem eficácia comprovada acima dos 90% contra o novo coronavírus na última etapa de testes.

Cobertura vacinal

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa), o Estado recebeu cinco remessas de vacinas contra o novo coronavírus, totalizando 414.040 doses enviadas pelo Ministério da Saúde ao Estado. Até o dia 30 de março, o Pará deve receber 1,5 milhão de doses de imunizantes contra a Covid-19.

“É muito importante o Governo do Pará garantir mais uma opção de vacina para a população. Isso representa o esforço coletivo que está sendo feito pelo governo e pela Sespa no enfrentamento a pandemia de covid-19. Mas enquanto toda a população não for vacinada é fundamental que as pessoas ainda mantenham os protocolos de saúde, usem máscaras, façam a higienização das mãos constantemente e evitem aglomerações”, ressaltou o secretário de saúde Rômulo Rodovalho.
De acordo com dados levantados pelo consórcio de veículos de imprensa, que consolida números sobre a pandemia em todo o País, o Estado do Pará é a 9ª unidade federativa que mais vacinou entre os estados brasileiros contra a Covid-19 até o momento, ficando à frente de Rio Grande do Sul, que ocupa a 10ª posição. O número é proporcional às doses recebidas pelo Ministério da Saúde.

Por:RG 15 / O Impacto com Agência Pará

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Chegam mais 67 mil vacinas ao Pará; prioridade será a Região Metropolitana

Chegada de mais doses da Coronavac (Foto:Reprodução/Governo do Pará)

Chegou, esta madrugada (3), mais um lote de vacinas contra à covid-19 ao Pará. O desembarque ocorreu por volta das 3h no Aeroporto Internacional de Belém. Essa é a sexta remessa recebida pelo Pará, contabilizando 481.040 doses enviadas pelo Ministério da Saúde ao Estado. Veja as imagens da Agência Pará:

 

https://youtu.be/0aJpgGuGuZg

 

Ao todo, a remessa contendo 67 mil doses da Coronavac permitirá que seja montada uma estratégia de imunização para garantir que essa região, que representa o maior percentual de contágio do Estado e o maior nível de demandas por leito, possa ser priorizada. A ideia do Governo Estadual é “construir uma barreira imunológica e evitar que outras regiões do estado sejam atingidas”.

Atualmente, o Pará é o 9º estado que mais vacina contra a Covid-19 no país, de acordo com dados divulgados neste final de semana pelo Consórcio de Veículos de Imprensa.Até o dia 30 de março, o Pará deve receber 1,5 milhão de doses de imunizantes contra a Covid-19.Mais vacinas – O governador Helder Barbalho negocia a aquisição de doses da vacina russa utilizada na prevenção da Covid-19.

A informação foi divulgada no domingo (28) em um vídeo postado pelo governador nas redes sociais. A Sputnik V é produzida no Brasil pela farmacêutica União Química.Calendário de chegada ao Pará dos lotes de vacinas já enviados pelo Ministério da Saúde:- 18 de janeiro: 173.240 doses da CoronaVac/Sinovac

– 24 de janeiro: 49 mil doses da Oxford/AstraZeneca
– 25 de janeiro: 29.200 doses da CoronaVac/Sinovac
– 06 de fevereiro: 64.400 doses da CoronaVac/Sinovac.
– 24 de fevereiro: 98.200 doses da CoronaVac/Sinovac (37.200) e Oxford/AstraZeneca (61 mil).
– 03 de março: 67.000 doses da CoronaVac/Sinovac

Por:Redação Integrada

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