Rússia: Putin fez tratamento contra câncer e, provavelmente, está morrendo, diz relatório dos EUA

De acordo com a revista, Putin já dava sinais de estar doente em fevereiro (Foto:Conteúdo Estadão)

O presidente russo estaria com a doença em estágio avançado. Consenso entre os peritos foi de que Putin estava doente e, provavelmente, morrendo

Segundo reportagem exclusiva da revista Newsweek, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, precisou fazer um tratamento contra um câncer em abril. A publicação estadunidense relata que recebeu a informação de três líderes da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos. De acordo com os agentes, Putin estaria com a doença já em estágio avançado.

De acordo com a revista, ele já dava sinais de estar doente em fevereiro, quando fez uma reunião com o presidente da França, Emmanuel Macron. Para a inteligência dos EUA, a mesa longa utilizada e o comportamento do presidente russo já mostraram indícios das condições de saúde dele.

“Não houve aperto de mão, nem abraço caloroso, e percebemos isso”, afirmou uma fonte da Direção de Segurança Nacional (DNI) à revista. O relato acrescenta que a área de inteligência da França também fez observações sobre a reunião, mas recusou-se a compartilhar.

Em 9 de maio, ele apareceu publicamente, no Dia da Vitória, “visivelmente inchado e sentado caído”. O relatório informa que parte dos agentes de inteligência cogitaram que Putin tem doença de Parkinson.

Vídeos de Putin foram examinados por analistas da CIA, alguns treinados em diagnóstico remoto e outros em psiquiatria. O consenso entre os peritos foi de que Putin estava doente e, provavelmente, morrendo. Com informações do O Liberal).

Jornal Folha do Progresso em 03/06/2022/

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Com negociações paradas, Rússia inicia 2ª fase da guerra contra Ucrânia

Pelo menos 2.072 civis, incluindo 169 crianças, morram durante a guerra na Ucrânia (Foto: Sergei SUPINSKY / AFP)

Forças russas teriam usado mísseis de longo alcance na deflagração da batalha de Donbass, região separatista

Enquanto as negociações de paz estão paradas, forças russas estariam usando mísseis de longo alcance na deflagração da batalha de Donbass – região onde ficam Donetsk e Luhansk, áreas separatistas. Já foram registradas mortes em algumas cidades. (As informações são do Portal Metrópoles).

Também houve um aumento do ataques às fábricas de armas, ferrovias e outros alvos de infraestrutura no território ucraniano, para desgastar a capacidade do país de resistir. De acordo com o governo regional de Luhansk, a cidade de Kreminna, no leste da Ucrânia, foi tomada pelas tropas russas. Quatro civis morreram.

A Organização das Nações Unidas (ONU) atualizou o número de mortos pela guerra: já são pelo menos 2.072 civis, sendo 169 crianças. Outros 2.818 civis ficaram feridos durante o conflito na Ucrânia – desses, 270 são menores.

Jornal Folha do Progresso em 19/04/2022/08:26:46

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Ucrânia captura político aliado do presidente da Rússia, Vladimir Putin

Desde o ano passado, Medvedchuk enfrentava um processo pro traição. (Foto:Reprodução / Forças armadas da Ucrânia)

Ucranianos estão dispostos a trocar Viktor Medvedchuk por prisioneiros de guerra detidos pelas forças russas

Forças ucranianas prenderam Viktor Medvedchuk liderança pró-Rússia na política da Ucrânia, aliado do presidente da Rússia, Vladimir Putin, e líder do principal partido de oposição. Nesta terça-feira (12), o presidente Volodymyr Zelensky publicou uma foto do político algemado.(As informações são do G1 Mundo).

Desde o ano passado, Medvedchuk enfrentava um processo pro traição. Ele nega ter cometido qualquer crime e diz que Putin é padrinho de sua filha.

Em troca da liberdade do líder pró-Rússia, que teria fugido da prisão domiciliar em fevereiro, a Ucrânia pede a liberdade de prisioneiros de guerra ucranianos detidos pelas forças de Moscou.

Jornal Folha do Progresso em 13/04/2022/08:39:11

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Soldado da Rússia é preso após compartilhar vídeo estuprando bebê

Alexei Bychkov não apenas se filmou cometendo o estupro, como compartilhou o vídeo com colegas das forças armadas (Foto: Reprodução / Via Metrópoles)

Acredita-se que as imagens tenham sido gravadas durante o conflito com a Ucrânia

Um soldado russo de 24 anos foi preso no último sábado (9) por ter abusado sexualmente de um bebê. Alexei Bychkov não apenas se filmou cometendo o estupro, como compartilhou o vídeo com colegas das forças armadas. Internautas denunciaram o caso após as imagens serem compartilhadas no Telegram, Twitter e em outras redes sociais. As informações são do Portal Metrópoles.

Bychkov também é acusado de compartilhar outros vídeos de abuso sexual infantil com amigos. Segundo o jornal The Sun, ele serve em uma unidade militar baseada em Pskov, no oeste da Rússia, perto da fronteira com a Estônia.

Não está claro onde e quando exatamente as filmagens foram feitas, mas acredita-se que elas tenham sido gravadas durante o conflito com a Ucrânia.

Jornal Folha do Progresso em 11/04/2022/

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Um mês de guerra: como está o conflito entre Rússia e Ucrânia hoje

Rússia e Ucrânia já reuniram-se algumas vezes para discutir o fim do conflito, mas todas as tentativas de negociação foram infrutíferas. (Foto:FADEL SENNA / AFP).

Guerra entre Rússia e Ucrânia, prevista para terminar em poucos dias, completa um mês nesta quinta-feira, 24

A guerra entre Rússia e Ucrânia, prevista para terminar em poucos dias, completa um mês nesta quinta-feira, 24. Diversas estimativas de autoridades ao redor do mundo davam conta de que o conflito seria rapidamente vencido pela Rússia.(As informações são Byanka Arruda, especial para O Liberal).

No entanto, o exército de Vladimir Putin, presidente russo, tem encontrado forte resistência dos soldados ucranianos, especialmente em Kiev, capital da Ucrânia. As tropas russas estão há vários dias tentando tomar a cidade, mas se vêem diante de intenso embate em vários pontos e em muitas localidades precisaram inclusive recuar, conforme relatos das autoridades locais.

Confira um resumo dos principais acontecimentos da guerra entre as tropas russas e ucranianas:

Quando começou?
A invasão russa teve início no dia 24 de fevereiro. Diversas cidades ucranianas sofreram ataques poucas horas depois. A usina nuclear de Chernobyl também foi tomada pelo exército russo no mesmo dia.

Onde se concentram os ataques?
A Rússia vem tentando dominar o território ucraniano por várias frentes. Atualmente, o exército russo concentra suas forças em Kiev (capital), Kharkiv (a segunda maior cidade); Mariupol (cidade portuária que está quase que completamente devastada).

Veja a evolução do domínio russo sobre o território ucraniano nestes 30 dias de guerra:

mapa Evolução do domínio russo sobre o território ucraniano durante um mês de guerra (SOPHIE RAMIS, OMAR KAMAL, MARIA-CECILIA REZENDE, GUILLERMO RIVAS PACHECO, SYLVIE HUSSON / AFP)

Quantas pessoas já deixaram a Ucrânia para fugir da guerra?
Segundo os últimos dados da ONU, mais de 3,5 milhões de pessoas já conseguiram deixar a Ucrânia para escapar da guerra. A maioria dos refugiados são mulheres e crianças.

Onde os refugiados estão sendo acolhidos?
A maior parte dos ucranianos que deixaram o país foram abrigados na Polônia, país vizinho, que já recebeu mais da metade dos fugitivos da guerra; Em seguida, a Hungria, que faz fronteira com a Ucrânia em cinco pontos; A Moldávia é o terceiro destino dos refugiados.

Quantas civis morreram no conflito?
Não há dados oficiais, mas as estimativas da ONU dão conta de pelo menos 900 vítimas – mas o número deve ser maior.

Quais são os principais pontos para encerrar a guerra?
Rússia e Ucrânia já reuniram-se algumas vezes para discutir o fim do conflito, mas todas as tentativas de negociação foram infrutíferas.

Os principais pontos colocados em pauta para acabar com a guerra foram:

A Ucrânia precisará desistir de fazer parte da Otan;
A Ucrânia deve ser desmilitarizada;
O fim de células nazistas na Ucrânia;
Reconhecimento da Crimeia como território russo;
Reconhecimento da independência dos territórios de Donetsk e Luhansk;

Quais países apoiam a Ucrânia?
Os principais apoiadores da Ucrânia no conflito com a Rússia são os Estados Unidos e a União Europeia, de modo geral. Assim, EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Portugal, Itália, Espanha, Grécia, República Tcheca, Polônia, Romênia, Canadá, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Noruega, Croácia e Eslovênia manifestaram apoio aos ucranianos em diversas ocasiões. Países que não fazem parte da União Europeia, como Israel e Austrália, também prometeram ajuda humanitária à Ucrânia.

Quais países apoiam a Rússia?
Belarus, que fica entre a Rússia e a Ucrânia. Foi por onde os russos começaram a adentrar o território ucraniano. Síria, Venezuela, Cuba e Nicarágua também mostraram-se favoráveis ao avanço de Vladimir Putin sobre o território ucraniano, considerando a ação como legítima.

*A China tem adotado postura ‘neutra’ ou de dualidade. Apesar de não reconhecer a ação das tropas russas como invasão à Ucrânia e ser alidada estratégica da Rússia, o país lamentou as mortes ocorridas durante a guerra e prometeu ajuda humanitária à Ucrânia.

Qual a postura do Brasil diante do conflito?
O presidente Jair Bolsonaro reiterou que a posição do Brasil diante da guerra entre Rússia e Ucrânia é de ‘neutralidade’.

Jornal Folha do Progresso em 24/03/2022/09:15:17

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Justiça proíbe uso de Facebook e Instagram na Rússia; entenda

Segundo a empresa especializada eMarketer, apenas 7,5 milhões de russos usaram o Facebook em 2021, 7,3% dos internautas do país, contra os 51 milhões no Instagram (Foto:Reprodução/ Internet)

Tribunal alegou que as redes sociais realizam atividades ‘extremistas’

De acordo com as agências de notícias Russas, nesta segunda-feira (21), um tribunal de Moscou proibiu o uso das redes sociais Facebook e Instagram no país, alegando que elas realizam atividades “extremistas”. O aplicativo de mensagens WhatsApp, também de propriedade da Meta, não foi afetado por essa medida. (As informações são da Agence France-Presse).

Um promotor também pediu a proibição da Meta “por sinais manifestos de atividade extremista”.
Autoridades exigiram proibição imediata

Mais cedo, no início da audiência, os Serviços de Segurança russos (FSB) exigiram a proibição “imediata” das redes sociais americanas, em um contexto de repressão reforçada desde o início da invasão russa na Ucrânia. “As atividades da Meta se dirigem contra a Rússia e suas Forças Armadas. Exigimos sua proibição e a obrigação de aplicar esta medida imediatamente”, declarou na audiência um porta-voz do FSB, Igor Kovalevski, mencionado pela agência de notícias Interfax.

Em 11 de março, a Procuradoria-Geral russa pediu que a Meta fosse classificada como organização “extremista”, abrindo a possibilidade de proibição de todas as suas atividades na Rússia.

Esse processo se deu em resposta a uma decisão da matriz do Facebook e do Instagram de relaxar as regras sobre mensagens violentas contra o Exército e os dirigentes russos em relação à operação militar de Moscou na Ucrânia.

De acordo com agência de notícias russa TASS, um representante da Meta declarou, nesta segunda-feira (21), que a companhia havia voltado atrás.

Redes sociais continuam bloqueadas na Rússia

Neste momento, a Rússia já mantém bloqueadas em seu território as redes sociais Instagram, Facebook e Twitter e inúmeros sites de veículos estrangeiros ou russos críticos ao governo. Desde o início da invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro, o governo russo reforçou, consideravelmente, seu controle sobre a informação publicada na internet, um dos últimos espaços de livre expressão no país.

Na semana passada, o regulador de telecomunicações, Roskomnadzor, acusou o gigante americano Google e seu serviço de vídeo YouTube de atividades “terroristas”, um primeiro passo para um possível bloqueio.

Segundo a Roskomnadzor, “as atividades de administração do
YouTube
são de natureza
terrorista
e ameaçam a vida e a saúde dos cidadãos
russos
“.

O aplicativo do Instagram é extremamente popular entre a juventude russa, tornando-se também uma ferramenta de vendas online importante para muitas pequenas e médias empresas, assim como para artistas e artesãos, que dependem de sua visibilidade nesta plataforma para sobreviver.

Segundo a empresa especializada e Marketer, apenas 7,5 milhões de russos usaram o Facebook em 2021, 7,3% dos internautas do país, contra os 51 milhões no Instagram.

Jornal Folha do Progresso em 21/03/2022/16:12:46

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Rússia pediu equipamento militar a China, dizem autoridades dos EUA

(Foto:© Shutterstock)  – O Kremlin também teria solicitado assistência econômica à ditadura comunista, na tentativa de neutralizar as sanções impostas por países que se contrapõem ao conflito iniciado por Vladimir Putin contra o país vizinho.

A Rússia pediu que a China fornecesse equipamento militar e a apoiasse na guerra na Ucrânia, relatou o jornal The New York Times a partir de autoridades americanas sob condição de anonimato. (As informações são da Folhapress).

O Kremlin também teria solicitado assistência econômica à ditadura comunista, na tentativa de neutralizar as sanções impostas por países que se contrapõem ao conflito iniciado por Vladimir Putin contra o país vizinho.

As autoridades que conversaram com o veículo americano, contudo, não quiseram descrever que tipo de dispositivos militares interessa a Moscou. Também nada falaram sobre a resposta chinesa à demanda.

Pequim é tido como um aliado do Kremlin e se recusa a condenar a investida de Putin na área da antiga nação soviética. Mas sua postura tem sido cautelosa em relação ao conflito. Na semana passada, o líder chinês, Xi Jinping, pediu “moderação máxima” no confronto e afirmou que a China está “aflita por ver as chamas da guerra recomeçarem na Europa”, conforme destacou o canal estatal CCTV.

Os passos chineses são acompanhados com grande expectativa pelos Estados Unidos. Há um encontro marcado entre representantes de Pequim e Washington nesta segunda (14), com o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, e o alto diplomata chinês Yang Jiechi.

Jornal Folha do Progresso em 14/03/2022/10:41:17

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Atirador ‘mais mortal do mundo’, se junta às forças da Ucrânia na guerra contra a Rússia

“É como um bombeiro que ouve uma sirene tocando”, declarou Wali, ao aceitar o convite para lutar na guerra (Foto: Portal jornalciencia)

Estima-se que Wali, atirador canadense, seja capaz de matar até 40 inimigos por dia

Chegou à Ucrânia o atirador canadense Wali, conhecido como o atirador “mais letal” de todos, sendo capaz de entregar “40 inimigos mortos por dia”.

Os feitos do novo reforço na luta contra os russos estão sendo explorados pela propaganda ucraniana. Apesar da força militar razoável, o país governado por Volodymyr Zelenski tenta derrotar uma das maiores potências bélicas do mundo. As informações são dos portais Metrópoles e Terra.

O veterano canadense, que se identifica com o “nome de guerra”, eliminou um adversário no campo de batalha com um tiro disparado a uma distância de 3,5 km, no ano de 2009, na Guerra do Afeganistão, quando lutava no Oriente Médio pelo Regimento Real do Canadá.

Ao deixar as forças oficiais, ele foi pra outra guerra que não era sua: o atirador diz ter se juntado a forças curdas em 2015 e lutado contra os terroristas do Estado Islâmico no Iraque.

Wali explicou e entrevista ao La Presse que viajou para a guerra na Ucrânia em resposta a um chamado do próprio presidente do País, Volodymyr Zelenski. Com isso, ele se junta à legião de voluntários estrangeiros e já está lutando, segundo informou as forças armadas locais.

“Ele [Zelenski] precisava de um franco-atirador. Eu tive que ir. É como um bombeiro que ouve uma sirene tocando”, declarou.

À CBC News, o atirador contou que foi recebido pelos combatentes ucranianos com abraços e festa. “Eles ficaram muito felizes em nos receber. É como se ficássemos amigos imediatamente”, contou ele, que disse ter ido para a guerra “ajudar”.

“Tenho que ajudar porque há pessoas aqui sendo bombardeadas só porque querem ser europeias e não russas”, afirmou ainda o atirador de elite.

Jornal Folha do Progresso em 10/03/2022/16:44:58

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Rússia x Ucrânia: bombardeios russos deixam 47 mortos em Chernihiv; Putin nega ataques

Família retira pertences de casa bombardeada em Irpin, nos arredores de Kiev, nessa sexta-feira (Foto:Aris Messinis / AFP)

Presidente da Rússia diz que tropas não bombardearam Kiev ou outras cidades da Ucrânia: para ele, acusações são “falsidades grosseiras”. (As informações são de Lázaro Magalhães).

O presidente russo Vladimir Putin negou nesta sexta-feira (4) que as tropas russas tenham bombardeado Kiev e outras cidades da Ucrânia. Segundo afirmou o líder do governo da Rússia, essas acusações seriam “falsidades grosseiras”. “Informações sobre o suposto bombardeio de Kiev e de outras grandes cidades são falsidades grosseiras e propagandísticas”, disse Putin durante uma conversa telefônica com o chefe do governo alemão, Olaf Scholz, disse o Kremlin em um comunicado oficial.

 

putimVladimir Putin durante pronunciamento, esta semana. Putin: ‘falsidades propagandísticas’ (Andrei Gorshkov / AP / Estadão Conteúdo)

Sobe número de mortos em Chernihiv

Autoridades ucranianas divulgaram nesta sexta-feira um novo balanço de 47 mortos apenas durante os bombardeios russos de quinta (3) na cidade de Chernihiv, no norte do país

“De acordo com os relatórios detalhados de instituições médicas, ontem, 3 de março, um bombardeio da aviação russa no território de Chernihiv deixou 47 mortos: 38 homens e nove mulheres. Dezoito pessoas foram resgatadas”, divulgaram as autoridades ucranianas na rede social Facebook.

Antes, os serviços locais de resgate haviam informado, ainda na quinta-feira, que os bombardeios haviam deixado 33 mortos.

A Ucrânia está acusando o exército russo de ter atacado uma área residencial na quinta-feira em Chernihiv, cidade situada ao norte Kiev e perto da fronteira com Belarus.

Jornal Folha do Progresso em 04/03/2022/15:10:27

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Rússia suspende vendas de fertilizantes ao Brasil

(Foto: Divulgação) – Segundo o embaixador Sergey Lukashevich, a Rússia foi obrigada a suspender as vendas de fertilizantes para o agronegócio brasileiro

Por ser aliada de primeira hora da Rússia, Belarus já vem sendo impactada pelas sanções impostas ao país de Vladimir Putin. E o efeito é direto no Brasil. Segundo o embaixador Sergey Lukashevich, seu país foi obrigado a suspender as vendas de fertilizantes para o agronegócio brasileiro porque o escoamento foi proibido pela Lituânia, que fechou as fronteiras. (As informações são do Compre Rural)

“Isso é democracia?”, questiona. Belarus reponde por 20% de todos os fertilizantes consumidos pelo Brasil. Sem esses produtos, a oferta vai diminuir e o preço, disparar — no último anos, ficaram 155% mais caros.

Lukashevich lembra que todos os olhos do mundo estão voltados para seu país, que sediou ontem o primeiro encontro entre negociadores da Rússia e da Ucrânia. Haverá uma segunda etapa de conversas. Na avaliação dele, a guerra no Leste Europeu tem muito a ver com a forma como se desfez a então União Soviética.

Áreas importantes foram doadas para países sem que as pessoas que viviam nelas fossem ouvidas. O resultado são constantes conflitos étnicos nessas regiões. O diplomata afirma que seu país está pronto para receber refugiados da guerra. A seguir, os principais trechos da entrevista ao Correio.

“Muitas pessoas estão, agora, olhando para o território da Belarus, onde o primeiro passo para soluções mais sérias está sendo dado. Naturalmente, como embaixador da Belarus no Brasil, eu gostaria que os brasileiros vissem meu país como um destino turístico com florestas e lagos azuis e uma deliciosa culinária local. Todos nós esperamos acordos de paz. Esta não é a primeira vez que organizamos conversações de paz sobre a Ucrânia na Belarus.” – salientou Lukashevich.

O país será submetido a sanções como a Rússia?

É cada vez mais surpreendente olhar para os países que se consideram modelos de democracia, professores de todos os professores. Pensam que são aqueles de quem o mundo inteiro deve tomar como exemplo em todos os assuntos. Os contornos da União Soviética estão se tornando cada vez mais visíveis nestas uniões, já que havia muitas coisas boas na URSS: medicina e educação gratuita, povo sem desemprego.

A ditadura da democracia é uma frase que eu não inventei, mas não poderia ser mais apropriada para o período contemporâneo do desenvolvimento humano. Como se pode promover a democracia por meios não-democráticos? Obviamente, a punição é uma sanção, a fim de destruir os países que não gostam, no caso em que as medidas militares não podem ser aplicadas. Sim, você está certo, Belarus tem sanções que têm seu impacto direto sobre o Brasil.

Veja o touro que surpreendeu à todos!
Touro Nelore valoriza e chega a quase R$ 2 milhões
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Cota de touro Nelore é vendida por mais de R$ 1 milhão
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Como o Brasil é afetado?

O potássio bielorrusso, que representa 20% do mercado brasileiro, é agora impossível de ser entregue aos consumidores brasileiros, porque a Lituânia “democrática”, nosso vizinho do norte com seus 2,7 milhões de habitantes, proibiu o trânsito de nosso potássio para o Brasil, com seus 214 milhões de habitantes, sob slogans “democracia”. Esta não é uma maneira elegante de privar o Brasil de fertilizantes para soja, milho e café. Aumenta a fome neste país e diminui a vantagem competitiva dos produtos agrícolas do Brasil nos mercados mundiais.
Foto Divulgação
Gigantes do frete marítimo suspendem transporte de contêineres à Rússia

As gigantes de transporte marítimo Maersk e MSC Cargo anunciaram a suspensão temporária de todo o transporte de contêineres em direção ou partida da Rússia, se juntando a uma série de outras empresas após as sanções ocidentais impostas a Moscou devido à guerra na Ucrânia.

A dinamarquesa Maersk destacou que a estabilidade e a segurança das suas atividades já estão sendo ser afetadas de forma direta e indireta pelas sanções internacionais, o que motivou a decisão. A suspensão, que abrange todos os portos russos, não inclui alimentos, suprimentos médicos e humanitários, disse a Maersk.

Diversas empresas internacionais também anunciaram a decisão de deixar o país e de interromper investimentos após a invasão da Ucrânia por Moscou, incluindo as gigantes do petróleo Shell e BP, que atuam no país há décadas. A Maersk detém 31% da operadora portuária russa Global Ports, que opera seis terminais na Rússia e dois na Finlândia.

Consequências das suspenções

As suspensões de frete são apenas mais uma das barreiras enfrentadas pelo comércio exterior russo. Com a entrada em vigor de sanções dos países europeus e dos Estados Unidos, a Rússia foi praticamente desconectada do sistema financeiro global, e passa a enfrentar dificuldades para pagar e receber do exterior.

A decisão das empresas também pode gerar novas dificuldades a toda a cadeia global de suprimentos, já comprometida pela pandemia – o que resultou em problemas de fornecimento e alta de preços ao redor do globo.

Jornal Folha do Progresso em 02/03/2022/10:19:34

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