Casal morto na queda de avião em Mato Grosso será sepultado no Paraná

(fotos: Gilvan Borges/Rádio Pioneira e reprodução) – Os corpos do empresário José Torres Sobrinho, 59 anos, e de sua esposa Solésia Stringari Torres, mortos,  em acidente de avião em Tangará da Serra, devem ser trasladados, nesta sexta-feira, para Cascavel (PR), onde residiam. O Instituto Médico Legal aguarda a chegada de familiares para ser feita a identificação e liberação.

José Torres Sobrinho
José Torres Sobrinho

A filha do casal, Gabriela Stringari Torres, 28 anos, e seu esposo Fábio Brandalize, que também estavam na aeronave Cesnna, monomotor, estão internados em Tangará. Eles estariam fora de perigo.

Conforme Só Notícias já informou, o acidente foi no início da tarde. Imagens de uma câmera de segurança mostram o avião em procedimento de pouso e se aproximando de uma pista, às margens da MT-358. A aeronave acabou tocando cabos da rede de alta tensão e caiu. Jose, que pilotava, e a esposa, morrerm no local.

“Eu estava esperando estas pessoas. O piloto é um sócio de um projeto que temos aqui. Eles são de Cascavel. Eles abasteceram em Coxim [MS], hoje, às 9h e, às 12h20, deveriam pousar aqui”, explicou, à Rádio Pioneira, o sócio de Torres, Valdir Soares.

A área onde ocorreu o acidente foi isolada pela polícia. A Politec Perícia Oficial e Identificação Técnica vai encaminhar laudo para a delegacia municipal e o Cenipa, da Aeronáutica, vai apurar as causas do acidente.

Bombeiros e profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram socorro às vítimas.
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Fonte: Só Notícias
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Quadrilha ocupa Serra do Caldeirão e Estado pede ajuda da Força Nacional

O Estado solicitou auxílio da Força Nacional de Segurança para retirar o grupo de homens fortemente armado que invadiu uma mineradora na Serra do Caldeirão, em Pontes e Lacerda (448 km de Cuaibá). Os invasores expulsaram os policiais a tiros, no último sábado (30). A informação foi repassada pelo secretário de Segurança, Rogers Jarbas, que aguarda o resultado de um pedido feito ao Ministério Público Estado  (MPE-MT) para garantia de intervenção federal. Na tarde desta terça-feira (3), integrantes da cúpula da Segurança se reunirão na cidade para avaliar o caso e viabilizar a desocupação.

Os suspeitos, que se dizem membros de facções criminosas, estão no local para explorar o ouro encontrado ali e chegaram à Serra logo depois do Natal, rendendo cerca de sete seguranças da empresa de mineração. O delegado do município, Gilson Silveira, conta que os profissionais conseguiram fugir pela mata e acionar a Polícia. Assim, logo depois da denúncia uma equipe de policiais militares e civis esteve no local, sendo recebida a tiros pelos bandidos, que dispõe de armas de grosso calibre

Durante esta ação, que mobilizou aproximadamente 30 policiais militares e civis, houve confronto e, embora ninguém tenha ficado ferido, as viaturas acabaram sendo atingidas pelos disparos. “É um lugar de difícil acesso principalmente porque eles criaram uma verdadeira preparação de guerrilha, com trincheira e armas pesadas. O que podemos fazer nesse caso é um trabalho de reconhecimento da situação, até mesmo porque se trata de uma área federal. Estamos repassando tudo pra secretaria e esperamos novas orientações.”

O Secretário reforça que a atuação da Força Nacional é considerada uma vez que a área invadida pertence à União e não ao estado de Mato Grosso. “Existe essa possibilidade, mas ainda não foi definido. O Ministério Público de Cáceres já representou pela presença deles e estamos aguardamos o resultado. Hoje é que decidiremos como se dará a ação, que, a exemplo do que já foi registrado na última ocupação, aconteceu em conjunto entre os diversos setores da Segurança Pública”, explica

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Segurança (Sesp), informou que está adotando medidas repressivas e preventivas em relação a nova invasão na Serra da Borda, por meio das ações integradas entre as polícias Civil e Militar. A cúpula contará com om o secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil, coronel Abadio Cunha, representantes da Corregedoria da Polícia Militar (PM), da diretoria da Polícia Judiciária Civil, da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Ministério Público

De acordo com o delegado, ainda não foi possível contabilizar quantos homens ocupam o garimpo. Os suspeitos já teriam alegado que só sairão de lá mortos, e que qualquer instituição ou pessoa que tentar retirá-los do local serão recebidos “debaixo de bala”. “O que podemos fazer por enquanto é auxiliar o trabalho da Polícia Federal. Estamos prontos ajudar com as informações que já temos, com o conhecimento do local e com equipes de apoio”, ressalta Silveira

Serra do Caldeirão

A ação criminosa se assemelha a outras invasões na região, que ficou conhecida em setembro de 2015 quando milhares de pessoas de todo o país descobriram a existência de ouro ali, dando início a uma corrida pelo metal. Desde então o local é alvo de ocupações de garimpeiros que insistem na exploração, declarada como ilegal. Para impedí-los, as forças de Segurança estiveram mobilizadas na Serra por meses, sendo retiradas em março de 2016.

Fonte: Olhar Direto

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Serra: ​”Política externa será regida pelos valores da nação, jamais de um partido”

Foto-    O senador José Serra (PSDB-SP) em discurso no plenário do Senado

O novo ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB), apresentou nesta quarta-feira as diretrizes da política externa brasileira, em cerimônia de transmissão de cargo com seu antecessor, o chanceler Mauro Vieira.

“A nossa política externa será regida pelos valores do Estado e da nação, não de um governo e jamais de um partido”, disse Serra. “Estaremos atentos à defesa da democracia, das liberdades e dos direitos humanos em qualquer país, em qualquer regime.”

Serra também criticou a “ingerência” em questões nacionais de outros países, depois de rebater na semana passada declarações de Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia e Nicarágua, que criticaram o processo de impeachment que afastou temporariamente a presidente eleita Dilma Rousseff.

Sob aplausos e diante de uma plateia do corpo diplomático, embaixadores e dezenas de parlamentares, governadores tucanos e outros ministros do governo Michel Temer (PMDB), Serra afirmou que vai recuperar a capacidade financeira do Itamaraty e que contará com ajuda do ministro do Planejamento, Romero Jucá, para recuperar o ministério da “penúria”.

“A Casa será reforçada e não enfraquecida. No governo Temer, o Itamaraty volta ao núcleo central do governo”, discursou o novo chanceler, frisando que, no ministério, não vai apenas “fazer visitas inócuas para cumprir tabela”.

Por VEJA.com

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