Pará registra abertura de 58 mil novas empresas em 2019

(Foto:Bruno Cecim / Ag.Pará) – O crescimento foi de 29,36% em comparação a mesma data em 2018

Um levantamento feito pela Junta Comercial do Estado do Pará (Jucepa) no período de 1º de janeiro a 30 de novembro de 2019 aponta que 58,181 mil novas empresas foram abertas no Pará. Um crescimento de 29,36% em comparação a mesma data em 2018, que contou com 44,976 empresas abertas.

O balanço aponta que a maioria delas são de Microempreendedor individual (MEI), somando 46.380 registros. No ano anterior, as regularizações foram 33.837.

De acordo com os dados, os cinco setores com maior crescimento são o varejista de artigos do vestuário e acessórios (com 8.390 novas empresas), em segundo lugar, cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal (com 6.615) e, em terceiro lugar, bebida (com 5.006), seguido de artigos para armarinhos (com 4.583) e mercadorias em geral com predominância de produtos alimentícios (com 4.221).

A desburocratização dos processos, com a expansão da Redesim – sistema informatizado único que integra todos os atores envolvidos no registro – e a possibilidade do processo ser feito de forma 100% digital, permitem que o empreendedor registre sua empresa sem sair de casa. O processo diminui custos e ganha em tempo e comodidade.

Para a presidente da Junta Comercial, Cilene Sabino, essa mudança reflete positivamente no número crescente de abertura de novas empresas no Estado. “A Junta tem avançado no processo de modernização dos seus serviços o que está dando mais agilidade e segurança ao registro mercantil, reduzindo o número de empresas que trabalham na informalidade”, ressalta.

Por:Redação Integrada com informações de Agência Pará

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Bolsonaro sanciona limite maior de saque do FGTS, veta teto para benefício do MCMV

Presidente vetou trecho que fixava limites aos descontos concedidos à população de baixa renda nos financiamentos subsidiados com recursos do FGTS do programa Minha Casa Minha Vida (Foto:REUTERS/Bruno Domingos)

MP original previa um teto de saque de 500 reais este ano, independentemente do valor depositado na conta

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (12), com vetos, a lei que criou o programa de saques dos recursos de contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), com a ampliação do limite para a retirada dos recursos este ano aprovada pelo Congresso.

Os trabalhadores que tinham até 998 reais em conta do FGTS até 24 de julho – data da edição da medida provisória agora convertida em lei – poderão sacar a totalidade dos recursos até o final do ano.

A MP original previa um teto de saque de 500 reais este ano, independentemente do valor depositado na conta, mas o limite foi elevado no Congresso para contas com valores de até um salário mínimo, com a anuência do governo.

“Esses valores serão pagos até o final do ano e deverão injetar cerca de 3 bilhões de reais na economia”, afirmou a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto em nota.

A lei também acabou com o adicional de 10% pago obrigatoriamente ao governo em caso de demissão sem justa causa.

O presidente vetou trecho da lei aprovada pelo Congresso que fixava limites aos descontos concedidos à população de baixa renda nos financiamentos subsidiados com recursos do FGTS do programa Minha Casa Minha Vida.

O texto aprovado determinava que esse benefício não poderia ultrapassar 33,3% da soma do resultado do FGTS e do valor total dos benefícios pagos no exercício anterior. Também estabelecia que os benefícios só poderiam ser concedidos caso o Conselho Curador do FGTS avaliasse que isso não prejudicaria a remuneração do fundo.

“Ocorre que tal proposta contraria o interesse público, pois reduz drasticamente os descontos concedidos para famílias de baixa renda no Programa Minha Casa Minha Vida, reduzindo o acesso ao programa pela camada mais necessitada da sociedade”, afirmou o Ministério do Desenvolvimento Regional ao defender o veto, acrescentando que a iniciativa também aumentaria o lucro do FGTS, favorecendo “as camadas sociais de maior poder aquisitivo”.

Por:Reuters

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Caixa começa a pagar PIS de trabalhadores nascidos em dezembro

(Foto:Reprodução/© DR) – A Caixa Econômica Federal é responsável pelo pagamento do abono salarial do PIS

O abono salarial dos programas de Integração Social (PIS) do calendário 2019/2020 começa a ser pago hoje (12) para os beneficiários nascidos em dezembro.

A Caixa Econômica Federal é responsável pelo pagamento do abono salarial do PIS. Os titulares de conta individual na Caixa, com cadastro atualizado e movimentação na conta, já receberam o crédito automático antecipado no último dia 10.

Os pagamentos são escalonados conforme o mês de nascimento do trabalhador e tiveram início em julho, com os nascidos naquele mês. O prazo final para o saque do abono salarial do calendário de pagamentos 2019/2020 é 30 de junho de 2020.

Os valores variam de R$ 84 a R$ 998, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano-base 2018.

Segundo a Caixa, são mais de 1,8 milhão de trabalhadores nascidos em dezembro, totalizando R$ 1,3 bilhão em recursos injetados na economia. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa ou pelo Atendimento CAIXA ao Cidadão: 0800 726 0207.

A Caixa vai liberar cerca de R$ 16,5 bilhões para mais de 21,6 milhões de beneficiários até o final do calendário.

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2018, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano base 2018.

Quem tem o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento do banco. Caso não tenha o Cartão do Cidadão e não tenha recebido automaticamente em conta da Caixa, o valor pode ser retirado em qualquer agência do banco, apresentando o documento de identificação oficial com foto.

O trabalhador com vínculo a empresa pública tem inscrição no Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.

Neste mês, não há nova fase de pagamento do Pasep. Em novembro, o Banco do Brasil liberou o pagamento para os servidores públicos com final de inscrição 4. Os próximos a receber são os servidores com final de inscrição 5 e 6, no dia 16 de janeiro. Aqueles que têm conta no Banco do Brasil também recebem o crédito automaticamente em conta, dois dias antes da liberação de pagamentos.

O banco oferece ainda transferência eletrônica disponível (TED) sem custos para aqueles que têm conta em outras instituições financeiras.

Com informações da Agência Brasil

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IGP-M acelera alta a 1,83% na 1ª prévia de dezembro com pressão de bovinos, diz FGV

Grupo Alimentação foi o principal responsável pela alta do IPC (Foto:REUTERS/Agustin Marcarian)

Para o consumidor, os preços ficaram mais altos, uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 1,83% na primeira prévia de dezembro, contra 0,08% no mesmo período do mês anterior, impulsionado pelo avanço dos preços dos bovinos tanto no atacado quanto no varejo, informou nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo a instituição, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou a subir 2,57% no período, depois de avanço de 0,09% na primeira prévia de novembro. O IPA mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral.

A alta nos preços do atacado foi impulsionada principalmente pelo ganho acentuado no grupo Matérias-Primas Brutas, que deixou para trás queda de 1,12% para subir 4,64% no primeiro decêndio de dezembro. Um avanço de 21,23% nos preços dos bovinos foi o destaque para o comportamento do grupo.

Para o consumidor, os preços ficaram mais altos, uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, passou a subir 0,59% na primeira prévia de dezembro, depois de queda de 0,06% anteriormente.

O grupo Alimentação foi o principal responsável pela alta do IPC, registrando avanço de 1,24% na primeira prévia de dezembro, ante queda de 0,31% no mês anterior, com as carnes bovinas acelerando o avanço de 1,40% para 10,35%.

Os preços das carnes já haviam pressionado a inflação oficial brasileira em novembro, com alta de 8,09% no mês e levando o IPCA a subir 0,51%, no resultado mais alto para novembro em quatro anos.

No IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC)passou a cair 0,12% na primeira prévia de dezembro, contra alta de 0,29% na leitura do mês anterior.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

Por:Reuters

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Aprovado PL que amplia prazo para registro de propriedades em região de fronteira

(Foto:Tony Winston/ Agência Brasília) -Para a bancada ruralista, o projeto pode trazer mais segurança jurídica para o setor e regularizar 25 mil propriedades

O plenário da Câmara aprovou na noite de segunda-feira, 9, projeto de lei (PL) que amplia o prazo para a regulamentação de propriedades rurais que ficam em região de fronteira. A medida, demanda da bancada ruralista, será agora encaminhada ao Senado.

De autoria do deputado Leonardo (Solidariedade-MT), o projeto amplia para 2025 o prazo para ratificação dos registros imobiliários referentes aos imóveis rurais com origem em títulos de alienação ou de concessão de terras devolutas expedidos pelos Estados em faixa de fronteira.

O atual prazo de 4 anos venceu em outubro deste ano. Para a bancada ruralista, o projeto pode trazer mais segurança jurídica para o setor e regularizar 25 mil propriedades. “Sob tal insegurança, os ânimos se acirram entre os proprietários, os imóveis se desvalorizam – ou reduzem a sua liquidez -, os financiamentos bancários ficam limitados, e os investimentos se reduzem”, disse o parlamentar.

“Isso resulta em queda na atividade produtiva e nos empregos.” Esse é um dos projetos prioritários da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A bancada trabalhou para que houvesse quórum suficiente para a realizar a sessão dessa segunda-feira.

Por:Agência Estado

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Bolsa Família tem abono de Natal pago a partir de hoje

Benefício será pago com o mesmo cartão que o usuário recebe mensalmente o auxílio financeiro. (Foto:| Irene Almeida)

A Caixa começa a pagar, nesta terça-feira (10), o benefício Abono Natalino do Programa Bolsa Família, um pagamento adicional que permite às famílias beneficiárias receberem, no total, o dobro do benefício do mês de dezembro. No Pará, 925.135 famílias serão beneficiadas com o auxílio médio de R$ 407,51. A ação de pagamento atende à Medida Provisória nº 898/2019, do Governo Federal.

Em dezembro de 2019, serão atendidas pelo Programa 13,1 milhões de famílias, em todos os 5.570 municípios brasileiros, totalizando R$ 5 bilhões em pagamentos – R$ 2,5 bilhões referentes à folha de pagamento mensal e R$ 2,5 bilhões correspondentes ao Abono Natalino.

O benefício adicional será pago com a utilização do mesmo cartão, nas mesmas datas e canais por meio dos quais os beneficiários recebem normalmente as parcelas do Programa Bolsa Família. Para as famílias que recebem as parcelas mensais por meio de crédito em conta poupança ou conta Caixa Fácil, os valores correspondentes ao Abono Natalino serão creditados nessas mesmas contas.

O calendário de pagamentos é de acordo com o final do Número de Inscrição Social (NIS) do responsável familiar apresentado no cartão do Programa Bolsa Família, conforme segue (veja box abaixo).

As parcelas têm validade de 90 dias a partir da data de início de pagamento apresentada no cronograma.

O valor do benefício do Bolsa Família pode ser consultado por meio do Aplicativo Caixa Bolsa Família, sendo que o valor do Abono Natalino será adicionado ao valor da parcela apresentada.Sem título-22
Autor: Diário do Pará/terça-feira, 10/12/2019, 07:43

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Receita Federal exigirá CPF/CNPJ nas encomendas internacionais

(Foto:Marcello Casal Jr./Agência Brasil ) -Medida entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2020

A Receita Federal do Brasil exigirá, a partir de 1º de janeiro de 2020, que todas as encomendas e remessas internacionais possuam a identificação do CPF/CNPJ/Número do Passaporte do destinatário para ter o despacho aduaneiro iniciado. A falta dessa informação poderá acarretar a proibição da entrada da encomenda e sua devolução ao exterior ou destruição, nos casos em que a devolução não seja possível.

Essa informação deve ser prestada na hora da compra on-line e encaminhada juntamente com a encomenda em seu transporte. Caso não seja informado no momento da compra, ou o remetente não os encaminhe o dado juntamente com a remessa, os Correios possuem uma ferramenta para prestação dessa informação na página da internet, por meio do rastreamento ou do portal “Minhas Importações”. Será necessário realizar o cadastro no Portal, informando o CPF (pessoa física), CNPJ (pessoa jurídica) ou Número do Passaporte (estrangeiro), bem como definir login e senha.

Após o cadastro, informa a Receita, basta realizar a pesquisa por encomendas e fazer a vinculação das remessas no ambiente “Minhas Importações”. Somente após a prestação dessa informação, as encomendas poderão ser apresentadas à fiscalização aduaneira.

Por:Agência Brasil

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Bolsonaro diz que alta da carne se deve a entressafra e aponta queda do preço em breve

Bolsonaro: “Estamos numa entressafra. É natural nessa época do ano a carne subir por volta de 10%” (Foto:REUTERS/Adriano Machado)

Presidente afirma que queda ocorrerá porque os produtores estão investindo para aumentar a produtividade

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (9) que a alta do preço da carne se deve a uma combinação de entressafra com um aumento das exportações, e apontou para uma queda em breve, após a cotação do boi gordo atingir máximas históricas no país e pressionar a inflação.

“Estamos numa entressafra. É natural nessa época do ano a carne subir por volta de 10%, subiu um pouco mais devido às exportações”, disse Bolsonaro em transmissão ao vivo de vídeo pelo Facebook, ao lado da ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

O presidente acrescentou que em breve o preço vai cair, uma vez que os produtores estão investindo para aumentar a produtividade diante da maior demanda internacional pela carne brasileira.

“Eu estou levando pancada sobre o preço da carne. É uma entressafra, vai diminuir esse preço, o pessoal está investindo cada vez mais, mas não é fácil você ser agricultor também. Pessoal sempre critica o homem do campo, desmatamento, desmatamento. Está comprovado aqui que a gente praticamente não precisa da Amazônia para isso daí”, acrescentou.

Durante a transmissão ao vivo, foi apresentado um estudo do Ministério da Agricultura sobre agropecuária sustentável. Segundo a ministra da pasta, a agropecuária brasileira “é a mais sustentável do mundo”.

O Brasil, maior exportador global de carne bovina, está vendendo cada vez mais para a China diante da alta da demanda chinesa devido ao surto de peste suína africana na criação de porcos do país asiático, o que faz com que os consumidores brasileiros paguem mais pelo produto nos açougues do país. [nL2N27Z1NH]

Em novembro, a inflação oficial do Brasil registrou aceleração e o resultado mais alto em quatro anos, a 0,51%, com forte impacto da alta dos preços das carnes.

De acordo com o IBGE, o maior impacto individual sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi exercido pelas carnes, cujos preços subiram 8,09%.

Por:Reuters

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Gás tem leve recuo no Pará, mas produto ainda é um dos mais caros do Brasil

Preço médio do botijão de 13 kg comercializado no Pará foi de R$ 75,46 (Foto:Igor Mota/Redação Integrada)

Botijão 13 kg vendido no Estado teve recuo de 0,21% em novembro

Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA), com base em dados da Agencia Nacional do Petróleo (ANP), mostra que o preço do botijão do gás de cozinha de 13 kg comercializado no Pará teve recuo de 0,21% em novembro, se comparado a outubro.

O preço médio do botijão de 13 kg comercializado no Pará foi de R$ 75,46 (com os preços variando entre R$ 65,00 a R$ 100,00). Já em outubro, o produto custava em média R$ 75,62 (com os preços variando entre R$ 66,00 a R$ 100,00).

Segundo o Dieese, o Pará está entre os sete Estados com o preço mais alto.

Veja o preço médio nos Estados brasileiros onde o produto estava mais caro em novembro:

Mato Grosso: R$ 95,68 (com os preços variando entre R$ 65,00 a R$ 115,00)
Roraima: R$ 82,83 (com os preços variando entre R$ 81,00 a R$ 85,00)
Acre: R$ 81,02 (com os preços variando entre R$ 76,00 a R$ 87,50)
Tocantins: R$ 80,66 (com os preços variando entre R$ 70,00 a R$ 90,00)
Rondônia: R$ 79,34 (com os preços variando entre         R$ 68,00 a R$ 90,00)
Amapá: R$ 78,71 (com os preços variando entre R$ 73,00 a R$ 84,00)
Pará: R$ 75,46 (com os preços variando entre R$ 65,00 a R$ 100,00)
Ceará: R$ 74,49 (com os preços variando entre R$ 65,00 a R$ 80,00)
Distrito Federal: R$ 73,58 (com os preços variando entre R$ 60,00 a R$ 95,00)
Amazonas: R$ 73,27 (com os preços variando entre R$ 65,00 a R$ 90,00)

Por:Redação Integrada

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Carnes, energia elétrica e jogos de loteria impulsionam IPCA em novembro

(Foto:Ary Souza / O Liberal) – Índice subiu 0,51% no mês, segundo o IBGE

Apenas três itens foram responsáveis por boa parte da inflação oficial em novembro: carnes, energia elétrica e jogos de loteria. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,51% no mês, informou nesta sexta-feira, 6, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As carnes ficaram 8,09% mais caras, uma contribuição de 0,22 ponto porcentual para o IPCA. Os jogos de azar subiram 24,35% em novembro, segundo maior impacto no IPCA, 0,13 ponto porcentual. A tarifa de energia elétrica aumentou 2,15% uma contribuição de 0,09 ponto porcentual.

Como consequência, os grupos Alimentação e bebidas, Habitação e Despesas Pessoais responderam por 82% do IPCA de novembro.

Com alta de preços de 0,72%, os alimentos contribuíram com 0,18 ponto porcentual.

O grupo Habitação teve elevação de 0,71%, com 0,11 ponto porcentual de impacto, e o grupo Despesas Pessoais avançou 1,24%, com contribuição de 0,13 ponto porcentual.

Os demais grupos com aumentos de preços em novembro foram Vestuário (0,35%), Educação (0,08%), Saúde e cuidados pessoais (0,21%) e Transportes (0,30%). Houve deflação em Comunicação (-0,02%) e Artigos de residência (-0,36%).

Por:Agência Estado

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