Nascidos em março podem sacar auxílio emergencial do 3º lote

Auxílio paga parcelas de R$ 600, sendo R$ 1,2 mil para mães solteiras (Foto:Pilar Olivares / Reuters)

Cerca de 400 mil beneficiários do auxílio emergencial, contemplados no terceiro lote do benefício, podem sacar nesta quarta (8) os recursos da primeira parcela. O saque está liberado para os nascidos em março.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia de covid-19. A liberação do saque e a transferência da poupança social da Caixa para outros bancos estão sendo feitas de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários. Os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas.

O calendário de saque segue o seguinte cronograma: segunda-feira (6) foi a vez dos nascidos em janeiro; terça-feira (7), nascidos em fevereiro, hoje (8) poderão sacar os nascidos em março; na quinta (9), nascidos em abril; na sexta-feira (10), nascidos em maio; no sábado (11), nascidos em junho; na segunda (13), nascidos em julho; na terça-feira (14), nascidos em agosto; na quarta-feira (15), nascidos em setembro; na quinta-feira (16), nascidos em outubro; na sexta-feira (17), nascidos em novembro; e no sábado (18), nascidos em dezembro. No total, o saque será liberado para cerca de 4,8 milhões de pessoas.

Por:Agência Brasil

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Gestores municipais do Pará têm até 12 de julho para responder pesquisa nacional

Questionário busca levantar dados sobre a atuação das cidades no período de pandemia (Foto:Ricardo Moraes / Reuters)

Após prorrogação, os municípios paraenses agora têm até o próximo dia 12 de julho para enviar o questionário do Sistema Nacional de Questionários Eletrônicos (Sinaque) ao Tribunal de Contas dos Municípios do Pará (TCMPA). O prazo anteriormente estabelecido encerrava na segunda-feira (6).

O questionário é uma iniciativa do Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC) e tem como finalidade realizar o levantamento e divulgação de dados nacionais sobre a atuação dos jurisdicionados dos Tribunais de Contas no período de pandemia.

Outro objetivo da iniciativa é que as informações coletadas nos questionários possibilitem a orientação das ações de controle dos jurisdicionados, bem como a disponibilização pública das informações coletadas, fomentando o controle social.

Os dados levantados proporcionarão, ainda, a aferição do esforço das gestões municipais em implantar ações que podem ser úteis no enfrentamento das crises advindas da pandemia de Covid-19 e, a partir disso, possibilitar a análise da pertinência de se planejar e executar ações em conjunto com os respectivos jurisdicionados.

O questionário foi encaminhado aos prefeitos, que provavelmente contarão com a assessoria de servidores para respondê-los por meio de link próprio, pois é eletrônico. Cada município fará seu login por meio do código utilizado pelo IBGE e senha disponibilizada pelos desenvolvedores do sistema. Estas informações foram fornecidas no corpo do e-mail enviado aos prefeitos e no ofício assinado pelo presidente do TCMPA, conselheiro Sérgio Leão.

Por:Redação Integrada

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Banco do Brasil oferece empréstimo para brasileiros negativados

O empréstimo tem carência de 180 dias, taxa de juros reduzidas e parcelas fixas(Foto:Reprodução)
O Banco do Brasil (BB) está oferecendo empréstimo para brasileiros negativados. O empréstimo pode ser quitado em até 96 meses, com parcelas fixas, carência de 180 dias e taxa de juros reduzidas.

As taxas de juros do BB variam entre 2,5% e 35%, sem necessidade de consulta ao SPC ou Serasa. O parcelamento pode ser feito em até 96 meses, com primeiro pagamento após seis meses. Para ter direito ao empréstimo do BB, o cidadão pode ser correntista ou não do banco. É necessário ter limite de crédito disponível e receber salário. O serviço é de crédito consignado.

Há duas formas de contratar o serviço. No caso de quem não é correntista do Banco do Brasil, é necessário ir a uma agência. Quem já é correntista pode fazer o procedimento pelo site ou aplicativo do banco – essa opção é válida para quem tem conta ativa. É necessário apresentar documentos durante a fase de negociação.

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Para ter uso, quem recebe salário ou benefício deve recebê-lo de empresa com convênio de consignação em folha com o banco. Isso é necessário porque as prestações são descontadas de forma direta na folha ou benefício.

O Banco do Brasil também possui o BB Crédito Automático, modalidade de empréstimo automático, sem muita burocracia e com contratação imediata. O valor pedido é depositado em conta poupança ou corrente, sem a necessidade de afirmar o motivo. Também não é necessário comprovar o uso do empréstimo. Essa modalidade também possui parcelas fixas, parcelamento de até 72 meses e até 59 dias para começar a pagar.

A modalidade está disponível no site do Banco do Brasil. As taxas de juros variam entre 2,91% e 6,15% ao mês.

Por Natália Marinho ultima atualização 08/07/2020 às 1:38

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Projeto cria novo Seguro Família de R$ 800 após o auxílio emergencial

(Foto:Reprodução) – Denominado de Programa Seguro Família, o benefício prevê pagamentos de R$800 a partir de 1º de janeiro de 2021

O Projeto de Lei 2910/2020, que consiste em benefício com o objetivo de garantir a subsistência familiar dos brasileiros, já está em trâmite na Câmara dos Deputados. Denominado de Programa Seguro Família, o benefício prevê pagamentos de R$800 a partir de 1º de janeiro de 2021 para a parte da população em situação financeira desfavorável.

De acordo com o texto, o valor pago aos beneficiários não poderá ser menor do que 80% do salário mínimo vigente (R$1.045), o que resulta hoje no valor de R$800 por família. O pagamento do novo benefício visa cobrir despesas com saúde, alimentação e educação.

“O valor do benefício deve ser o mesmo para todos os beneficiários, suficiente para atender às despesas mínimas de cada segurado com alimentação, educação e saúde, ser maior ou igual a 80% do salário mínimo”, diz o texto do projeto.

O benefício terá duração de até doze meses, podendo ser prorrogado, a pedido do beneficiário e a critério do Poder Executivo. O benefício será considerado como renda não-tributável para fins de incidência do Imposto sobre a Renda de Pessoas Físicas.

De acordo com o autor da proposta, deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-BA), “diante dos impactos da pandemia de Covid-19, garantir o consumo dos mais pobres se constituirá em importante componente, para a estabilidade social e para revitalizar a economia”, afirmou.
Projeto: Quem poderá receber o Seguro Família?

De acordo com o PL 2910/2020, para receber os R$800 do Programa Seguro Família, será necessário que o cidadão cumpra os seguintes requisitos:

ter mais de dezoito anos de idade;
possuir CPF ativo;
não tenha emprego formal ativo;
renda familiar mensal seja: per capita, de até meio salário-mínimo; ou total, de até três salários mínimos R$ 3.135,00;
que, no ano anterior ao pedido, não tenha recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 (vinte e oito mil, quinhentos e cinquenta e nove reais e setenta centavos);
comprove frequência escolar dos filhos menores de quatorze anos;
comprove frequência em curso de conhecimento, seja de alfabetização ou qualificação profissional;
não seja beneficiário do INSS por aposentadoria, pensão ou auxílio-doença;
não esteja recebendo seguro-desemprego;
não receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC); e
não receba benefício pecuniário de qualquer programa do Governo Federal.

Além disso, para recebimento do Seguro Família, a pessoa não poderá ter emprego formal, no entanto, poderão se inscrever:

Microempreendedor Individual (MEI);
Trabalhadores informais autônomos ou desempregados, intermitente inativo, inscritos no CadÚnico;
Contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social;

Documentos que podem ser exigidos

Para recebimento do Seguro Família, será necessário que se apresente três documentos:

Tentativa prévia de realocação no mercado de trabalho por meio do cadastro no Sistema Nacional de Emprego (Sine);
Frequência escolar dos filhos menores de 14 anos;
Frequência em curso de alfabetização ou qualificação profissional.

O Projeto de Lei está em trâmite na Câmara dos Deputados. Para visualizar o projeto na íntegra, acesse: PL  2910/2020.

Por Saulo Moreira

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Ouro atinge maior nível desde 2011

Barra de Ouro (Foto:Pixabay) – Ouro atinge maior nível desde 2011, com pessimismo sobre recuperação
Risco de pausa na recuperação econômica mundial ajuda a manter alta a busca pela segurança do metal precioso
Os contratos futuros de ouro fecharam no nível mais alto desde setembro de 2011
Os contratos futuros de ouro fecharam a terça-feira (7) no nível mais alto desde setembro de 2011, com o metal superando a marca dos US$ 1.800 a onça-troy, em meio à onda de casos crescentes de coronavírus no mundo e as dúvidas sobre a saúde da economia global.

O risco de uma pausa na recuperação econômica, mostrada em indicadores recentes das principais economias globais, ajuda a manter alta a busca pela segurança do metal precioso.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange, o ouro para agosto encerrou em alta de 0,91%, a US$ 1.809,90 a onça-troy.

O fato de o número de novos casos de covid-19 ainda estar subindo nos Estados Unidos, com novos recordes em 16 estados nesta segunda-feira (6), ainda não parece estar desempenhando um papel importante no mercado acionário.

No entanto, “o ouro continua resistindo” afirma Carsten Fritsch, economista do Commerzbank. Mesma lógica é seguida por outros analistas.

“Não há dúvida de que os traders estão despejando dinheiro em ETFs de ouro fundos negociados em bolsa porque a demanda por ouro se fortaleceu devido a preocupações com vírus”, avalia Naeem Aslam, analista de mercado da AvaTrade.

Ele alerta, no entanto, que a disseminação da pandemia na Índia, que agora possui o terceiro maior número de casos no mundo, é motivo de preocupação para queda nas compras de ouro, já que o país é o maior consumidor do metal precioso.

“É um caso clássico do mercado, que permite obter lucros antecipados, compensar alguns de curto prazo mais fracos”, afirma Jeff Wright, vice-presidente executivo da GoldMining Inc.

Por:Agência Estado 07/07/2020/ Estadão com Jornal Folha do Progresso

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PA exportou US$8,3 bilhões e importou US$609 milhões no 1º semestre de 2020, diz ministério

Produção de minério de ferro, no Pará. — Foto: Divulgação/Agência Pará

Segundo o Ministério da Economia, as exportações aumentaram 12,60% e as importações, 63,11%, em relação ao mesmo período de 2019.

O Pará exportou US$8,3 bilhões no primeiro semestre de 2020, com variação positiva da de 12,60% em relação ao mesmo período de 2019, segundo dados do Ministério da Economia. O resultado posiciona o estado em 3º lugar em saldo no ranking nacional, atrás somente do Mato Grosso e Minas Gerais. Já a importação teve aumento de 63,11%, com volume de US$609 milhões, com destaque para os Estados Unidos.

O volume de exportações aumentou 16,11% para o continente asiático. Foram US$5,4 bilhões. Para o Mercosul o aumento foi de 492%.

Para o Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Pará (CIN/Fiepa), o estado conseguiu manter-se positivamente no mercado internacional, apesar da pandemia de Covid-19. No entanto, segundo a coordenador do centro, Cassandra Lobato, houve queda em maio e junho.

“Essa queda já era esperada frente aos obstáculos que nossas indústrias vêm enfrentando em meio a esse cenário de crise global”, disse.

De acordo com o CIN/Fiepa, o setor mineral foi o que mais contribuiu com as exportações, com 87,62% de participação e US$7,2 bilhões em produtos vendidos ao exterior, principalmente para o mercado asiático. O ferro aparece em primeiro lugar, com R$4,9 bilhões exportados para China.

A madeira teve variação negativa de 16,62%, foi exportado um total de US$101,2 milhões, principalmente para os Estados Unidos.

Já soja variou positivamente, com 48,39% e US$471,6 milhões, principalmente para a China. Carnes e bovinos tiveram variação de 107,547%, com US$209,8 milhões; e óleos combustíveis teve crescimento

Por G1 PA — Belém

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Governo concede valores para empréstimos a pequenos negócios

A medida foi tomada com o objetivo de atenuar os efeitos econômicos da crise causada pelo novo coronavírus.

O Ministério da Economia confirmou que o Fundo Garantidor de Operações (FGO) vai liberar R$ 15,9 bilhões, do Tesouro Nacional, para empréstimos a pequenos negócios. A medida foi tomada com o objetivo de atenuar os efeitos econômicos da crise causada pelo novo coronavírus.

A liberação foi confirmada em evento no Palácio do Planalto, pelo Ministério da Economia, Receita Federal e Banco do Brasil, que será o gestor dos recursos.

“Nossa maior preocupação, agora, é viabilizar crédito para as empresas”, revelou o secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa. “Esse é o momento em que capital de giro é o mais importante.” O crédito liberado pelo Governo faz parte do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

A estimativa é que o crédito poderá atingir 4,5 milhões de micro e pequenas empresas, segundo nota do ministério. Também poderão ser beneficiados os microempreendedores individuais (MEI).

De acordo com o governo, haverá garantia de 100% de cada operação até o limite de 85% da carteira de cada agente financeiro.

O valor liberado vai corresponder a até 30% da receita bruta anual da empresa, calculada com base no exercício de 2019. A taxa de juros anual máxima vai ser igual à Selic – a taxa básica de juros, hoje em 3% ao ano – acrescida de 1,25% sobre o valor concedido, com prazo de 36 meses para o pagamento e carência de 8 meses.

Não vai ter risco para os bancos. “É praticamente sem risco para as instituições financeiras”, disse Costa.

 

As empresas que realizarem o financiamento devem assumir o compromisso de preservar o número de funcionários da data de contratação do empréstimo até 60 dias após o recebimento da última parcela, conforme informou o governo.
O crédito poderá ser solicitado em bancos públicos, privados, cooperativas e cooperativas de crédito.

“É permitida ainda a participação de agências de fomento estaduais, bancos cooperados, instituições integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro, fintechs e organizações da sociedade civil de interesse público de crédito”, informou em nota.

Empresas vão ser informadas de créditos
De acordo com informações do secretário da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, todas as micro e pequenas empresas brasileiras já foram comunicadas sobre a disponibilidade dos recursos do Fundo.

Dessa forma, todas as 4,58 milhões de micro e pequenas empresas serão comunicadas “para buscar habilitação junto às instituições financeiras”, disse o secretário.

Por Saulo Moreira ultima atualização 07/07/2020 às 3:59

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Caixa LIBERA mais uma parcela do auxílio de R$ 600 nesta terça

(Foto:Reprodução)  –  Nesta terça-feira, 07 de julho, o calendário de saque e transferência do auxílio emergencial de R$ 600 segue sendo pago a todo vapor.

Nesta terça-feira, 07 de julho, o calendário de saque e transferência do auxílio emergencial de R$ 600 segue sendo pago a todo vapor. Esse cronograma é válido para quem recebeu a primeira parcela nos dias 16 e 17 de junho.

No dia 16 de junho, o depósito foi feito em conta poupança social digital da Caixa para nascidos entre janeiro e junho. No dia 17 de junho, o depósito foi feito para os nascidos entre julho e dezembro.

O dinheiro depositado em conta poupança social da Caixa pode ser utilizado pelo aplicativo Caixa Tem, que vem apresentando instabilidade nos últimos dias, para compras pelo cartão de débito virtual e pagamento de boletos.

O saque em espécie e transferência será liberado nesta terça-feira para os beneficiários nascidos em fevereiro. O calendário é dividido por mês de aniversário dos beneficiários para evitar filas e aglomeração nas agências da Caixa.

Veja abaixo o cronograma completo de saque e transferência.
Calendário de saque e transferência

06/07 – nascidos em janeiro
07/07 – nascidos em fevereiro
08/07 – nascidos em março
09/07 – nascidos em abril
10/07 – nascidos em maio
11/07 – nascidos em junho
13/07 – nascidos em julho
14/07 – nascidos em agosto
15/07 – nascidos em setembro
16/07 – nascidos em outubro
17/07 – nascidos em novembro
18/07 – nascidos em dezembro

Quem pode receber o auxílio emergencial?

O projeto altera uma lei de 1993, que trata da organização da assistência social no país. De acordo com o texto, durante o período de três meses será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos:

seja maior de 18 anos;
não tenha emprego formal;
não seja titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o bolsa-família;
a renda mensal per capita seja de até meio salário mínimos ou a renda familiar mensal total seja de até três salários mínimos;
que não tenha recebido em 2018 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

O auxílio vai ser cortado caso aconteça o descumprimento dos requisitos acima. O texto também deixa claro que o trabalhador deve exercer atividade na condição de:

microempreendedor individual (MEI); ou
    contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria; ou
    trabalhador informal, seja empregado ou autônomo, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020, ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima.

Por Saulo Moreira

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“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Recém-aprovados no auxílio emergencial podem receber até R$3.000,00

(Foto:Reprodução) – Dessa forma, os beneficiários que têm direito a R$600 poderão receber até R$3.000 no programa, se contado todas as parcelas do benefício. Se o beneficiário tiver direito a R$1.200, o valor será o dobro: R$6.000,00.

O brasileiros que começarem a receber a partir de agora o auxílio emergencial de R$600  terá direito a receber somente três prestações ou as cinco previstas pelo Governo (as três primeiras liberadas mais as duas extensões anunciadas pelo governo).

Dessa forma, os beneficiários que têm direito a R$600 poderão receber até R$3.000 no programa, se contado todas as parcelas do benefício. Se o beneficiário tiver direito a R$1.200, o valor será o dobro: R$6.000,00.

Todos os cidadãos terão direito aos cinco pagamentos. O prazo para cadastrados do benefício acabou no dia 02 de julho. No entanto, os pagamento continuam sendo realizados.

De acordo com o Ministério da Cidadania, “os requerentes que forem considerados elegíveis receberão todas as parcelas do auxílio emergencial, inclusive as da prorrogação do benefício.”

Inicialmente, o Governo revelou que seriam pagos três parcelas do auxílio emergencial. No entanto, no final de junho, o Governo revelou que o benefício seria prorrogado por mais dois meses.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, revelou que o auxílio emergencial de R$600 das parcelas adicionais poderiam ser divididas em mais de um pagamento no mesmo mês. No entanto, o Governo ainda não divulgou como serão feito esses pagamentos. De qualquer forma, o trabalhador vai receber o valor total.

No momento, a Caixa realiza o pagamento de três parcelas do auxílio emergencial de R$600. Veja elas:
Calendário de depósitos

As datas de depósito nas contas digitais são as seguintes:

27 de junho – nascidos em janeiro e fevereiro (pagamento do 1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
30 de junho – nascidos em março e abril (pagamento do 1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
1º de julho – nascidos em maio e junho (pagamento do 1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
2 de julho – nascidos em julho e agosto (pagamento do 1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
3 de julho – nascidos em setembro e outubro (pagamento do 1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
4 de julho – nascidos em novembro e dezembro (pagamento do 1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)

Calendário de saques

As datas de pagamento para quem vai fazer saque em dinheiro são as seguintes:

18 de julho – nascidos em janeiro (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
25 de julho – nascidos em fevereiro (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
1º de agosto – nascidos em março (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
8 de agosto – nascidos em abril (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
15 de agosto – nascidos em maio (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
29 de agosto – nascidos em junho (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
1º de setembro – nascidos em julho (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
8 de setembro – nascidos em agosto (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
10 de setembro – nascidos em setembro (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
12 de setembro – nascidos em outubro (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
15 de setembro – nascidos em novembro (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)
19 de setembro – nascidos em dezembro (1º lote da terceira parcela / do 2º lote da segunda parcela / e do 4º lote da primeira parcela)

Quem pode receber o auxílio emergencial?

O projeto altera uma lei de 1993, que trata da organização da assistência social no país. De acordo com o texto, durante o período de três meses será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos:

seja maior de 18 anos;
não tenha emprego formal;
não seja titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o bolsa-família;
a renda mensal per capita seja de até meio salário mínimos ou a renda familiar mensal total seja de até três salários mínimos;
que não tenha recebido em 2018 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

O auxílio vai ser cortado caso aconteça o descumprimento dos requisitos acima. O texto também deixa claro que o trabalhador deve exercer atividade na condição de:

microempreendedor individual (MEI); ou
    contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria; ou
    trabalhador informal, seja empregado ou autônomo, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020, ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima.

Por Saulo Moreira

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Fundo Esperança já liberou mais de R$ 149 milhões em crédito

Recursos têm como objetivo minimizar os impactos na economia paraense durante a pandemia da Covid-19 (Foto:Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas)

Mais de R$ 149 milhões já foram liberados aos empreendedores cadastrados no programa de crédito Fundo Esperança, lançado pelo Governo do Pará em março deste ano.

No período de 27 de março, data da primeira liberação de recurso, até a última quarta-feira (1º), foram repassados mais de R$ 57 milhões para pessoas físicas e R$ 92 milhões para as empresas cadastradas. Os créditos têm como objetivo minimizar os impactos na economia paraense durante a pandemia da Covid-19.

“Esse período foi uma das maiores dificuldades que já vivemos em 21 anos de trabalho no nosso restaurante. Ficamos sem chão. Conseguir o fundo do governo, que nos trouxe de volta a esperança e resolveu nosso problema. Garantimos mercadorias para continuar com o serviço delivery e pagamos todas as contas”, conta a empresária Zilma Lobão, dona de um restaurante no município de Tucuruí, no sudeste do Pará.

Segundo o diretor comercial do Banco do Estado do Pará (Banpará), Jorge Antunes, cerca de 87 mil empreendedores se inscreveram no Fundo Esperança, e os recursos liberados já ajudaram 65 mil beneficiários. “Ao todo, serão R$ 200 milhões em crédito injetados na economia. Ainda temos pouco mais de 50 milhões para liberar”, informa. “Temos 22 mil empreendedores que se cadastraram, estão aptos e não estão procurando o Banpará. Aproveitamos para chamá-los para que recebam o crédito”, frisa.

Pequeno – A alternativa contribuiu para a manutenção dos empreendimentos, e automaticamente, de empregos, renda e da capacidade de investimento das empresas e de trabalhadores autônomos do Pará. A empresária Carina Mathias, dona de uma loja de som automotivo, beneficiária do Fundo Esperança, ressalta as facilidades que encontrou em todo o processo.

“Meus clientes são donos de bares e restaurantes e, com tudo praticamente fechado, as vendas da minha empresa caíram muito. O Fundo Esperança veio trazer a segurança de que eu precisava para conseguir pagar funcionários, aluguéis e contas sem atraso. O cadastro foi todo virtual e o processo foi rápido. Os juros foram muito baixos. Só começarei a pagar em setembro, quando já estiver mais estabilizada”, diz.

A comerciante Benedita Damasceno, que há 15 anos é dona de uma taberna no bairro do Telégrafo, em Belém, aprovou a iniciativa do governo. “Depois que eu recebi o Fundo Esperança, além de conseguir pagar as contas, comprei mais mercadorias sortidas e um freezer para continuar trabalhando. Já estou sentindo as melhoras, todo dia consigo um lucrozinho no fim do dia”, celebra.

Gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e operacionalizado pelo Banpará, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pará (Sebrae), o Fundo Esperança, constituído por recurso estadual, foi criado, de forma temporária, para financiar créditos para empreendedores afetados com as adversidades econômicas durante a pandemia do novo coronavírus.

Os empréstimos podem ser pagos em até 36 meses, com 90 dias para quitar a primeira parcela. O limite do recurso é até R$ 2 mil, para pessoa física; até R$ 5 mil, para microempreendedor individual (MEI); até R$ 10 mil para microempresas, e até R$ 15 mil para empresas de pequeno porte. A taxa de juros é de 0,2% ao mês.

Por:Redação Integrada

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