Mulher morta com marretadas em apartamento na RMS era contadora e deixou filhas de 5 e 12 anos; meninas presenciaram crime

Laina Santana Costa Guedes, de 37 anos, foi morta pelo companheiro Ramon Guedes — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Crime aconteceu na terça-feira (19), em Lauro de Freitas. Companheiro da vítima foi preso ao tentar fugir pela janela do imóvel. Garota de 12 anos foi agredida ao tentar defender mãe.

A mulher foi morta com golpes de marretas na noite de terça-feira (19), em um apartamento no bairro do Caji, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, era contadora e deixou duas filhas de 5 e 12 anos. As garotas presenciaram o crime.

Segundo informações da Polícia Civil, Ramon de Jesus Guedes, companheiro de Laina Santana Costa Guedes, de 37 anos, foi preso suspeito de cometer o crime. Ele tentou fugir pela janela do imóvel, mas foi alcançado por vizinhos, que o entregaram para a polícia.

Após ser agredida, Laina Santana chegou a ser socorrida e levada para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.

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Testemunhas contaram que ouviram discussões entre o casal há pelo menos uma semana. A filha mais velha de Laina e Ramon foi agredida pelo pai ao tentar defender a mãe. Não há detalhes sobre o estado de saúde dela.

A polícia informou que o suspeito recebeu atendimento no Hospital Menandro de Farias e foi encaminhado para a Delegacia Territorial (DT/Itinga), onde está à disposição da Justiça.

O sepultamento do corpo de Laina acontecerá às 14h desta quarta-feira (20), no Cemitério Bosque da Paz, em Salvador.

‘Cenário terrível’

Gabriel Mota, um dos vizinhos do casal, contou para a TV Bahia que invadiu o apartamento com um colega policial, para tentar impedir que Laina continuasse a ser agredida.

“Eu estava em casa, comecei a ouvir os gritos e minha primeira reação foi: ‘Vou ver o que é e se eu puder ajudar, vou’. Os vizinhos falavam: ‘Lá em cima, ele está batendo na mulher e tem criança’. Quando ouvi que tinha criança, não pensei em mais nada”, contou.

Segundo Gabriel, uma das meninas tentou abrir a porta do apartamento para que eles entrassem no imóvel, mas Ramon conseguiu fechar.

“Foi aí que o policial arrombou e elas [as meninas] correram. O policial conseguiu render ele no chão, mas um vizinho chegou eufórico, tentou bater nele e ele conseguiu escapar e foi para a varanda”, afirmou o vizinho.

Nesse instante, Ramon pulou a janela, mas foi impedido de fugir por outros moradores do condomínio.

Gabriel revelou que ao entrar no apartamento, encontrou um “cenário terrível, com sangue para todos os lados”.

“As meninas estavam em pânico. Para mim, a heroína foi a menina mais velha, que controlava a irmã mais nova e tentava ligar para os familiares”, relatou.

Outro vizinho do casal, também chamado Gabriel, filmou as agressões pela janela do apartamento dele.

“Eu nunca tinha presenciado uma situação dessa, mas quando vi o barulho do martelo sendo batido na cabeça dela e a filha gritando por socorro, para que chamassem a polícia. Bateu o desespero”, disse Gabriel Silva.

“A única coisa que pensei foi: ‘Já que estou travado, vou pelo menos puxar o celular e gravar evidências claras. Consegui um vídeo que filmou bem ele dando um golpe na cabeça dela, para não ter como inventar outra história”, afirmou.

Fonte: g1/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/08/2025/07:42:39

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PF deflagra operação na Bahia para desarticular organização criminosa que usava ‘mulas’ para levar cocaína para a Europa

Dono de barraca de praia em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, usava o estabelecimento para aliciar pessoas.
Drogas eram escondidas em bagagens para serem levadas à Europa — Foto: Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou na manhã deste sábado (14), na Bahia, a Operação Olossá, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas.

De acordo com a PF, o modus operandi principal da organização era a utilização de “mulas” para transporte de cocaína para a Europa, por via aérea, escondida nas bagagens.

A investigação teve início em maio de 2019, a partir de informação recebida pelo serviço de Disque Denúncia da Secretária de Segurança Pública da Bahia.

Segundo a PF, a partir daí identificou-se que o chefe da organização criminosa era dono de uma barraca de praia em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, e usava o estabelecimento para aliciar pessoas – as chamadas “mulas” – para levar a droga.

Ele também era o responsável por providenciar os passaportes, as passagens e ainda fornecia os euros para custear as despesas da viagem.

Ao longo da investigação foram presas 10 pessoas tentando embarcar com cocaína em aeroportos da Bahia, Pernambuco, Ceará, São Paulo e Paraná, e mais outras três pessoas responsáveis pela entrega das malas já prontas, com a droga escondida, para as “mulas”.

De acordo com a PF, no total, foram apreendidos nessas ações pouco mais de 25 Kg de cocaína. Cada viagem podia render até meio milhão de reais para a quadrilha, e a “mula” recebia em torno de R$ 20.000 no caso de êxito no transporte da droga.

Grande parte das pessoas aliciadas fornecia o mesmo endereço à Polícia Federal para a confecção do passaporte, o que também chamou a atenção da polícia. Por esse motivo deu-se o nome da operação, já que o endereço falso era na Ladeira do Olossá, no bairro de Itapuã, em Salvador.

Neste sábado estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador e Ipiaú, na Bahia, além de Ananindeua, no Pará, todos expedidos pela 17ª Vara Federal da Seção Judiciária de Salvador.

Os investigados irão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e falsidade ideológica, cujas penas, somadas, podem ultrapassar os 28 anos de reclusão.
pf-drogas

Por G1 BA
14/03/2020 09h17

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