Novo medicamento é eficaz contra o coronavírus em estudo, dizem empresas

Estudo mostrou que o medicamento é eficaz contra as variantes do coronavírus identificadas no Reino Unido, África do Sul e Brasil (Foto:Reprodução)

Um medicamento de anticorpo monoclonal reduziu a incidência de hospitalizações e mortes por covid-19 em 85% na comparação com um placebo em um ensaio clínico, segundo a Vir Biotechnology e a GlaxoSmithKline, que desenvolvem a droga.

Com base nos resultados positivos, as empresas disseram nesta quarta-feira, 10, que vão pedir imediatamente que as autoridades dos Estados Unidos e de outros países autorizem o uso do medicamento.

As empresas disseram que um comitê de monitoramento independente recomendou que o estudo fosse interrompido mais cedo porque uma análise provisória de dados de 583 participantes mostrou que a droga, chamada VIR-7831, era altamente eficaz.

“Esperamos a oportunidade de tornar a VIR-7831 disponível para pacientes o mais rápido possível e de explorar ainda mais o seu potencial em outros cenários”, disse o diretor científico e presidente de pesquisa e desenvolvimento da Glaxo, Hal Barron.

As empresas não divulgaram resultados detalhados do estudo, como a porcentagem de pacientes que foram hospitalizados ou morreram.Os voluntários do estudo ainda serão monitorados por 24 semanas e mais dados vão ser publicados após a conclusão da pesquisa, segundo as empresas.

O estudo está avaliando pacientes com sintomas leves ou moderados de covid-19 que apresentam alto risco de progredir para um quadro grave.Segundo as empresas, um outro estudo mostrou que o medicamento é eficaz contra as variantes do coronavírus identificadas no Reino Unido, África do Sul e Brasil, que os cientistas temem que possam ser resistentes a drogas de anticorpos monoclonais.

Por:Dow Jones Newswires – AE

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/inscricoes-para-formacao-gratuita-em-ciencias-da-vida-estao-abertas/




Para além da parte burocrática, gestores de RH devem atuar com sensibilidade

Na pandemia, atuação do profissional ficou ainda mais intensificada

A pandemia de coronavírus mudou a rotina de muitas empresas, influenciando no modo em como os colaboradores prestam os serviços. Neste cenário, a atuação dos gestores de Recursos Humanos (RH) ficou ainda mais intensificada. Isso porque as incertezas trazidas pelo cenário vivido mundialmente aflorou sentimentos como ansiedade e medo, e foi preciso garantir o bem-estar mental dos funcionários.

“O maior desafio foi, sem dúvidas, a adaptação ao novo normal. O primeiro passo para atravessar essa adversidade é me cuidar para não passar instabilidade emocional para com os funcionários. Além disso, ter uma comunicação clara com eles, passando informações e motivações a cada dia e nos adaptando às mudanças”, afirma Ícaro Borges, 28, gestor de RH.

Essa combinação de sensações faz com que algumas pessoas tenham mais dificuldade em desenvolver suas atividades profissionais. Nesse contexto, o RH tem o papel de influenciar e desenvolver nas lideranças uma aproximação entre as equipes com foco na humanização das relações.

“Eu costumo dizer que hoje para ser um motivador de pessoas você precisa ser 80% humano e 20% números. Um ambiente agradável é o primeiro passo, plano de carreira, onde podemos mostrar ao funcionário que ele pode se desenvolver e como desenvolver. Feedbacks, elogio e corretivo, desafiar os funcionários com metas reais é importante”, revela Ícaro. 

Já com a experiência profissional na área, Ícaro mudou a sua visão – que também é a do senso comum – a respeito da profissão. Para ele, além da parte burocrática relacionada ao cargo, o gestor de RH precisa ter sensibilidade para perceber problemas pessoais ou coletivos que possam interferir na atuação dos colaboradores. 

“Eu tinha uma imagem muito diferente do RH, que para mim era só um Departamento Pessoal. Hoje sei que a Gestão de Recursos Humanos é uma das profissões mais desafiantes que existem, pois temos que gostar muito de lidar com as pessoas. Mesmo com muitos desafios, adversidades, é gratificante ajudar as pessoas a crescerem. Isso faz com que você cresça muito pessoal e profissionalmente, tendo empatia e sensibilidade”, finaliza o profissional. 

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/reaplicacao-do-enem-2020-registra-mais-de-70-de-abstencao/

 

 

 

 




Reino Unido diz que nova variante do coronavírus desenvolveu mutação já vista no Brasil e na África do Sul

Governo classificou a nova mutação como “preocupante”. A alteração E484K está relacionada a um possível enfraquecimento da ação dos anticorpos.  – (Foto:Reprodução)

A ciência avançou rápido no desenvolvimento das vacinas. Mas, nesse tempo, o vírus também não ficou parado. Ele se adaptou e ficou ainda mais contagioso. Conheça os pesquisadores que estudam essas perigosas variantes que se espalham pelo mundo. E um deles é brasileiro.

O departamento de saúde do Reino Unido publicou um documento informando que detectou uma segunda mutação na variante de coronavírus britânica, a B.1.1.7. O governo classificou a nova mutação como “preocupante” e afirmou que é a mesma observada na variante encontrada no Brasil e na África do Sul.

Mutação é uma mudança que ocorre de forma aleatória no material genético do vírus. Essas alterações ocorrem com frequência e não necessariamente deixam o vírus mais forte ou mais transmissível.

Porém, neste caso, os cientistas britânicos informaram que a nova mutação elevou as condições de transmissão do vírus. Isso porque a nova mutação altera a proteína S, conhecida como Spike, que facilita a entrada do patógeno na célula humana.

Mais de 214 mil sequências genéticas da variante B.1.1.7 foram analisadas no estudo que encontrou a segunda mutação. Ela foi chamada de E484K e apelidada de Erick pelos cientistas britânicos.

A mutação E484K está relacionada a um possível enfraquecimento da ação dos anticorpos humanos, mas ainda são necessários mais estudos para confirmar o real efeito da mudança do vírus.

Variantes e mutações

Novas mutações do vírus SARS-CoV-2 ou de qualquer outro vírus são esperadas. Isso é um comportamento comum – porque, à medida que o vírus se espalha, ele pode sofrer muitas modificações genéticas. Dessas mutações podem surgir novas variantes, linhagens e cepas.

Por:G1

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/resultado-do-fies-2021-1-e-divulgado-nesta-terca-feira-2/

 

 




Enem 2020: candidato ausente por motivo de doença tem até 29 de janeiro para enviar laudo

Os inscritos com a solicitação aprovada farão as provas nos dias 23 e 24 de fevereiro

Candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 que não compareceram ao local de prova no domingo (17), por apresentar doença infectocontagiosa, podem solicitar a reaplicação da prova. Para tanto, é necessário enviar laudo médico para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a fim de comprovar o impedimento por motivo de saúde. O procedimento deve ser feito entre 25 e 29 janeiro.

A aprovação ou a reprovação da solicitação deverá ser acompanhada na Página do Participante. Os inscritos com a solicitação aprovada farão as provas nos dias 23 e 24 de fevereiro.  

O primeiro dia de prova do Enem 2020 foi ontem (17). Nesta edição, o índice de abstenção ficou em 51,5%, segundo o Inep, maior percentual de abstenção em toda a história do exame. O maior índice havia sido registrado em 2009, com 37,7%. Em 2019, o índice do primeiro dia ficou próximo a 23%.

De acordo com o Inep, o órgão já recebeu os primeiros pedidos e comprovantes da condição entre 11 e 16 de janeiro, mas o sistema foi fechado para que os pedidos fossem avaliados e os participantes recebessem a resposta antes da aplicação. 

Além da Covid-19, podem solicitar a reaplicação participantes com coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela. 

Solicitação

A solicitação de reaplicação do exame deverá ser feita mediante comprovação de informações na Página do Participante.

Segundo o Inep, o candidato deverá inserir, obrigatoriamente, no momento da solicitação, documento legível que comprove a doença. Na documentação devem constar o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição, o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro do Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento. O documento deve ser anexado em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de 2 MB. 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil/Com Foto

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/confira-as-dicas-de-especialista-para-se-dar-bem-na-prova-de-redacao-do-enem/

 

 

 




Jornalista amazonense, Francis Carvalho, morre vítima da Covid-19

Foto: Divulgação –  Jornalista amazonense, Francis Carvalho, morre vítima da Covid-19

Jornalista atuou em diversos veículos de comunicação como repórter cinematográfico. Nas redes sociais, amigos e familiares lamentaram a perda do colega de profissão.

O jornalista amazonense, Francis Carvalho Batista, morreu nesta segunda-feira (11) após complicações em decorrência do novo coronavírus. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), de um hospital de Manaus, após ter sido internado na noite de domingo (10).

O jornalista atuou em diversos veículos de comunicação como repórter cinematográfico. Atualmente conduzia um projeto independente de jornalismo, e passou pela assessoria de comunicação da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Nas redes sociais, amigos e familiares lamentaram a perda do colega de profissão.

Francis era natural do município de Barcelos.

Fonte:Portal A Crítica

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/prouni-estudantes-podem-consultar-bolsas-disponiveis-antes-da-inscricao/

 




Em carta, Bolsonaro pede à Índia urgência para antecipar envio da vacina de Oxford

(Foto© Getty Images)  – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Jair Bolsonaro assinou uma carta ao primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, pedindo ajuda para antecipar a entrega ao Brasil de um lote de 2 milhões de vacinas produzidas por um laboratório indiano.

O imunizante é produzido pelo Serum Institute, mas foi desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca.

O lote de 2 milhões de vacinas é a principal aposta do governo federal para começar ainda em janeiro o programa de imunização no Brasil.

Leia mais:Brasil ultrapassa a marca de 200 mil mortos pela Covid-19 via @NpJornal

*Brasil está na 2ª onda e vírus ganha força no Sul e Sudeste, diz OMS via @NpJornal

*Presidente Bolsonaro escolherá dois ministros no TSE via @NpJornal

*1º caso de reinfecção por nova variante do coronavírus é registrado no Brasil via @NpJornal

“Para possibilitar a imediata implementação do nosso Programa Nacional de Imunização, muito apreciaria poder contar com os bons ofícios de Vossa Excelência para antecipar o fornecimento ao Brasil, com a possível urgência e sem prejudicar o programa indiano de vacinação, de 2 milhões de doses do imunizante produzido pelo Serum Institute of India”, diz o documento enviado.

Em 08/01/21 21:25 ‧ Há 9 Horas por Folhapress

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/portaria-regulamenta-polos-para-mestrado-e-doutorado-ead/

 




Brasil está na 2ª onda e vírus ganha força no Sul e Sudeste, diz OMS

Mike Ryan na OMS (Foto:OMS/Reprodução) –  Diretores da entidade afirmam que dados do Butantan sobre a Coronavac são boas notícias, mas que o crescimento de casos de Covid-19 preocupa

Em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (8/1), a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou estar observando os dados do Brasil com “muito cuidado”. Mariangela Simão, vice-diretora-geral da entidade, disse ainda que os dados do Butantan sobre a Coronavac são uma “boa notícia”.

“O vírus está evoluindo de forma diferente em áreas diferentes. Estamos acompanhando conforme se desenvolve, mas percebemos alta principalmente no Sul e Sudeste”, explica.

Leia mais:Novo Progresso começa ano com novos casos e mais um registro de morte por Covid-19 via @NpJornal

*Brasil ultrapassa a marca de 200 mil mortos pela Covid-19 – via @NpJornal

O diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, lembra que o sistema de saúde continua dando conta da demanda, mas o Brasil está, como outros países, em uma situação de “segunda onda”.
Mais sobre o assunto

Maria Van Kerkhove, infectologista responsável pela resposta da entidade à pandemia, “não falando do Brasil em específico”, afirmou que é preciso deixar os dados epidemiológicos guiarem a resposta dos países.

“É importante lembrar, enquanto vemos casos subindo e descendo em vários locais, que as decisões precisam ser tomadas com as informações dos menores níveis. Pequenas fagulhas podem virar uma fogueira, e evoluir para um incêndio. Essa é uma boa analogia para o coronavírus. E nós temos as ferramentas para evitar que o fogo se espalhe”, explica a infectologista.

Vacinas

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, fez uma reclamação sobre os países ricos que compraram mais doses do que precisam e que estão usando a iniciativa Covax para fazer acordos bilaterais com as farmacêuticas responsáveis pelos imunizantes contra a Covid-19.

Ele diz que países que tiverem sobra de doses podem entregá-las à Covax, para que sejam distribuídas entre países que não têm condição de adquirir as vacinas no momento.

O diretor-geral lembra ainda que, mesmo com a vacina, a população não deve ser complacente com os cuidados. “Nenhum de nós é excepcional. Se você não acha que seria contaminado e não segue as recomendações, outras pessoas vão imitar este comportamento. Dessa forma, o sistema de saúde vai acabar sendo pressionado”, disse.

Juliana Contaifer/Metropoles
08/01/2021 14:27,

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/portaria-regulamenta-polos-para-mestrado-e-doutorado-ead/

 




Brasil ultrapassa a marca de 200 mil mortos pela Covid-19

A cidade de Manaus, que foi uma das primeiras do país a sofrer um colapso do sistema de saúde devido à Covid-19 no ano passado, decretou nesta semana estado de emergência por 180 dias para tentar conter uma segunda onda

O Brasil atingiu a trágica marca de 200 mil vidas perdidas pelo novo coronavírus e, apesar da expectativa pela chegada da vacina ao país, epidemiologistas e médicos na linha de frente temem uma explosão de casos após as festas do final do ano, com o registro nesta quinta-feira de um novo recorde diário de infecções e o segundo maior número de mortes em um dia desde o início da pandemia.

Mais 1.524 vítimas fatais da doença foram registradas nesta quinta no país, elevando o total para 200.498, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Também foram registrados quase 88 mil novos casos de Covid-19 no país.

Leia Também:Novo Progresso começa ano com novos casos e mais um registro de morte por Covid-19 via @NpJornal

O Brasil voltou a registrar índices de transmissibilidade da doença similares a períodos críticos, e o sistema de saúde tem novamente se aproximado de um possível colapso, sem que tenham sido impostas medidas rígidas de isolamento social como aquelas adotadas no início da pandemia para conter o vírus.

Depois que os casos e óbitos tiveram uma queda em setembro e outubro, os números voltaram a subir novamente em novembro e dezembro, e começaram este ano ainda mais elevados.

“Infelizmente estamos vivendo o período de transmissibilidade igual ao pior momento da pandemia, julho e agosto do ano passado”, disse Alexandre Naime, chefe do departamento de Infectologia da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

“Era fundamental que fossem impostas restrições em diversos setores, mas na verdade cada um tem que se cuidar, porque aparentemente não teremos mais nenhuma medida nesse sentido por parte dos governos”, acrescentou.

Sem o controle mais rígido da movimentação das pessoas e do funcionamentos dos estabelecimentos, diversas cenas de festas e aglomerações se espalharam pelo país, frequentadas principalmente por jovens de classes sociais mais abastadas, que passaram a concentrar grande parte dos casos de Covid-19 no país.

“Foi uma sacanagem o que aconteceu agora no verão. O que a gente espera é que depois do dia 15 de janeiro vamos, infelizmente, voltar a enfrentar esse estado crítico novamente nos hospitais”, disse o médico Rafael Deucher, presidente da Sociedade de Terapia Intensiva do Paraná (Sotipa), cujo Estado enfrenta um surto grave da doença, com 80% de leitos de UTI ocupados na rede pública.

“Agora o pessoal ainda está na praia, infelizmente lá pelo dia 15 a 20 de janeiro vai aumentar muito o número”, acrescentou.

A primeira morte por Covid-19 no Brasil foi anunciado por autoridades de saúde no dia 17 de março. Foram praticamente três meses para chegar em 50 mil mortes, e mais 50 dias para se chegar a 100 mil, em 8 de agosto. Desde então, foram mais 5 meses para somar mais 100 mil óbitos.

O número de casos desta quinta-feira –87.843– ficou bem acima do recorde anterior, de 70.574 em 16 de dezembro, e o registro diário de óbitos só é superado pelas 1.595 mortes registradas em 29 de julho.

O Brasil é o segundo país do mundo com mais mortes por Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, e o terceiro na contagem de casos, depois de EUA e Índia.

“BASTANTE PREOCUPANTE”

Depois de atingir um pico no final de julho, com quase 70.000 casos novos e mais de 1.500 óbitos em um único dia, a Covid-19 parecia estar sendo controlada ao cair para o patamar de 20 mil casos e 425 mortes por dia em outubro.

No entanto, a antepenúltima semana do ano passado foi a que registrou o maior número de casos semanais desde o início da pandemia, com 70.574 casos registrados em um único dia.

No último dia do ano também foram identificados no Brasil os dois primeiros casos de uma nova variante do coronavírus identificada inicialmente no Reino Unido que é mais contagiosa do que as outras, o que pode ampliar ainda mais a disseminação no país.

“O cenário mais provável é bastante preocupante”, disse Naime, na Unesp.

“Temos o cansaço e o abandono da população em relação às medidas de prevenção por conta da extenuação psicológica, mas também por falta de uma unidade do discurso político. Tem muitas pessoas que estão trabalhando contra a ciência e a saúde pública, contra a máscara, favorecendo aglomeração. Irresponsabilidade tremenda.”

Segundo o Índice de Isolamento Social brasileiro, que utiliza dados de localização de aplicativos instalados em telefones celulares, menos de 40% da população tem permanecido em quarentena, bem abaixo dos 60% vistos no início da pandemia.

Esse cenário pode ficar ainda pior com o fim do auxílio emergencial pago pelo governo federal aos vulneráveis, o que pode levar muitas pessoas de volta às ruas em busca de renda.

A cidade de Manaus, que foi uma das primeiras do país a sofrer um colapso do sistema de saúde devido à Covid-19 no ano passado, decretou nesta semana estado de emergência por 180 dias para tentar conter uma segunda onda da doença na cidade.

Com medo de viver a mesma situação, Belo Horizonte decidiu reforçar a quarentena a partir da próxima semana, permitindo o funcionamento apenas dos serviços essenciais, à medida que a ocupação dos leitos de UTI se aproxima dos 90%.

“A realidade é dura”, disse o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em pronunciamento à imprensa nesta quinta-feira, reconhecendo que o Brasil atravessa um “segundo ciclo” da pandemia.

Em nota, o Ministério da Saúde prestou solidariedade às vítimas em nome do presidente Jair Bolsonaro e do governo federal.

VACINAS

Além do preocupante quadro epidemiológico, o Brasil ainda não conseguiu iniciar sua campanha de vacinação contra a Covid-19, ao contrário do que já acontece em mais de 40 países do mundo, incluindo Argentina, Chile e México.

O país não conta sequer, até o momento, com um pedido formal de uso emergencial de um imunizante, mediante atrasos e problemas de planejamento.

Nesta quinta-feira o Instituto Butantan anunciou que a CoronaVac teve eficácia de 78% em ensaio clínico realizado no país, e espera-se ainda para esta semana que apresente à Anvisa pedido de uso emergencial. Também está previsto para esta semana pedido à Anvisa da Fundação Oswaldo Cruz.

Mesmo quando a vacinação começar, no entanto, será necessário um longo período até se alcançar a chamada imunidade de rebanho, de acordo com especialistas.

“Talvez no meio do ano os grupos prioritários estejam vacinados, se tudo der certo”, disse Naime, ressaltando que a população terá que se proteger ainda por um bom tempo.

Fonte:Reuters

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/universidade-em-israel-oferece-bolsas-de-estudo-exclusivas-para-brasileiros/

 




Covid-19: como reduzir os riscos de transmitir coronavírus nas festas de Natal e Ano Novo

Uma sala cheia de pessoas com saudade umas das outras, que se reúnem por muitas horas para celebrar, geralmente em torno de uma mesa de jantar e com a presença de integrantes das mais variadas idades.

Essa pode ser a descrição de uma comemoração do Natal da forma que muitas famílias celebraram até hoje — e também de um cenário ideal para propagação do coronavírus, que matou mais de 180 mil pessoas no Brasil até dezembro de 2020, principalmente idosos.

Com a taxa de contágio da covid-19 em alta em várias regiões do Brasil, os médicos alertam que a única forma de ter certeza de que você não passará uma doença que pode ser fatal para familiares e amigos é abrindo mão de uma comemoração presencial. Há, no entanto, medidas que podem ser tomadas para mitigar o risco, ou formas de dar uma nova cara às comemorações neste ano.

A moradora de Macaé (RJ) Polyanna Linhares, de 28 anos, está acostumada a passar o Natal na casa da tia com mais ou menos vinte pessoas. Para o fim de 2020, no entanto, a família mudou a tradição.

“Estamos agora há praticamente sete meses sem nos ver. São pessoas de quatro casas diferentes, que vão passar o Natal cada um na sua. Aqui em casa seremos eu, meu pai, minha mãe (que são idosos), minha irmã e meu sobrinho.”

Ela diz que a festa virtual não é o que gostaria de fazer, idealmente, mas foi a melhor opção encontrada para proteger a família.

Foto: GETTY IMAGES
Foto: GETTY IMAGES

“Fiquei chateada, mas ciente de que é a decisão certa. Vamos fazer um amigo oculto virtual: sorteamos os nomes por um aplicativo, faremos a festa pelo Zoom e depois a gente dá um jeito de entregar os presentes”, diz. “Não vai ser do mesmo jeito, é claro. Mas é o que dá para fazer, para a gente se proteger e proteger quem a gente ama.”

Redução de danos
Em dezembro, a Fiocruz emitiu uma nota técnica alertando para o perigo de o sistema de saúde do Brasil colapsar após as festas de fim de ano, considerando que é esperado um aumento no número de casos. Os ingredientes para isso já estão dados: há surtos da covid-19 simultaneamente nas capitais e no interior, e a disseminação do vírus está em alta. Sendo assim, a recomendação primordial dos infectologistas é evitar passar as festas com pessoas de fora da sua casa, para impedir a transmissão do coronavírus de um lar para outro.

Apesar dos riscos evidentes, muitas famílias planejam comemorar o Natal com um encontro presencial — ainda que de forma diferente de outros anos.

Por isso, a BBC News Brasil entrevistou infectologistas e outros especialistas para explicar as medidas que podem tornar os encontros menos inseguros — embora eles destaquem que não é possível eliminar os riscos, apenas contê-los:

1. Minimizar a quantidade de pessoas (e de residências)
A primeira dica é fazer uma reunião com o menor número possível de pessoas. Idealmente, a comemoração deve ocorrer só entre quem já vive na mesma residência.

“Temos que pensar em evitar encontros com muitas pessoas. É momento para encontrarmos famílias nucleares. Não é momento de fazer grandes encontros de família, com reuniões com mais de dez pessoas”, diz Juliana Lapa, infectologista e professora da Universidade de Brasília.

Foto: GETTY IMAGES
Foto: GETTY IMAGES

A recomendação é estar atento não só à quantidade de pessoas, mas também ao número de residências que serão misturadas. Por exemplo: um encontro entre dez pessoas tende a ser menos arriscado se cinco moram juntas em uma casa e outras cinco vivem em outra do que se cada uma das dez pessoas vive em uma casa diferente, aponta Vitor Mori, membro do grupo Observatório Covid-19 BR e pós-doutorando na Faculdade de Medicina na Universidade de Vermont (EUA).

O presidente da Sociedade Mineira de Infectologia, Estevão Urbano, destaca o cuidado com os grupos que têm sido as principais vítimas da covid-19.

“Se possível, idosos e pessoas com comorbidades — obesos, diabéticos, hipertensos, pessoas com problemas pulmonares — devem evitar as festas. Claro que também são as pessoas que estão mais distanciadas e carentes neste momento, mas o ideal é que elas tomem mais medidas de cuidado do que as demais pessoas.”

Lapa diz que, se for inevitável o encontro com uma pessoa do grupo de risco, uma opção menos arriscada é fazer um encontro rápido e com distanciamento. “Uma visita curta, sem fazer ceia, sem tirar a máscara”, explica.

2. Muita ventilação
Se for fazer encontro, que seja em lugar aberto: jardim, laje, quintal, onde as partículas de vírus vão se dissipar mais facilmente com o vento. Se não houver um ambiente completamente aberto, a recomendação é fazer em uma varanda. Se a única opção for dentro de um apartamento, deixe todas as janelas abertas.

Mori diz que tem havido pouco destaque para a importância da ventilação para minimizar riscos e dá uma dica caseira para aumentar a circulação de ar em ambiente interno: colocar um ventilador próximo da janela e de frente para ela. Dessa forma, ele diz, o ventilador funciona como um exaustor, puxando o ar de dentro e empurrando para fora do cômodo.

“Gera pressão negativa dentro do cômodo e o ar fresco de outra janela vai entrando”, explica.

_116124515_covidchristmas-01-nc (1)

Se tiver mais de uma janela e mais de um ventilador, Mori diz que, além desse primeiro ventilador, você pode colocar outro ventilador na janela oposta e na posição contrária — ou seja, virado para o interior do cômodo. Assim, um ventilador puxa o ar de fora para dentro e outro empurra o ar para fora pela outra janela, gerando circulação e troca de ar constante.

Para destacar a importância de privilegiar ambientes ao ar livre, Mori compara a fumaça do cigarro, que também é um tipo de aerossol, com as partículas emitidas por uma pessoa que pode estar infectada.

“Se há uma pessoa fumando perto de você, mas em espaço aberto, você não sente muita fumaça, o vento vai dispersar. Mas se você estiver em um ambiente fechado, mesmo que mantenha distância maior que um metro e meio, se todas as portas e janelas estiverem fechadas, você vai conseguir sentir cheiro do cigarro e vai inalar quantidade grande.”

_116124518_airborne_transmission_portuguese_640-nc

Os Centros de Controle de Doenças dos EUA (CDCs) também recomendam a ventilação como estratégia para reduzir as partículas de vírus no ar de ambientes fechados. Mas, em diretrizes recém-atualizadas sobre ventilação, fazem quatro alertas adicionais sobre o tema:

  • Janelas e portas só devem ficar o tempo todo abertas em locais onde não haja risco de quedas ou se isso não provocar crises em pessoas asmáticas;
  • Ventiladores não devem gerar fluxo de ar diretamente de uma pessoa a outra, para evitar a contaminação;
  • As medidas de ventilação não dispensam os cuidados constantes com o distanciamento social, a higiene das mãos e o uso de máscaras;
  • Se não for possível ventilar bem o espaço, então é preciso reduzir o número de ocupantes nele.

3. Reduzir a duração
Fazer encontros mais rápidos é outra sugestão dos especialistas, já que o risco aumenta com mais tempo de exposição.

“Agrupamentos prolongados são o grande vilão da transmissão”, diz Urbano.

4. Máscara e distanciamento sempre que possível
Os especialistas concordam em outro ponto: as máscaras devem ser usadas sempre que possível, retirando apenas na hora de comer ou beber. Além disso, evitar falar alto e cantar também ajuda na redução de riscos. “Quanto mais forte a fala ou o canto, mais partículas são expelidas no ar”, diz Urbano.

Além da máscara, outra regra já conhecida segue valendo: manter o máximo de distância possível para quem não vive na mesma casa.

_116124519_covidchristmas-03-nc

5. Na hora de comer: rodízio ou mesas separadas
O momento da ceia pode ser o grande vilão, segundo médicos, já que as pessoas geralmente ficam próximas e precisam tirar as máscaras.

É por isso que, além do cuidado de evitar compartilhar objetos como talheres e copos, a recomendação é que se faça um rodízio para sentar à mesa na hora de comer.

Por exemplo: imagine que há um casal que mora em uma casa e os pais de um deles, que vivem em outra casa. A sugestão, se houver apenas uma mesa, é que os pais comam primeiro, enquanto os outros ficam afastados e de máscara. Depois, invertem.

Para quem tem mais espaço, outra opção é montar duas mesas separadas para que cada um dos núcleos não se misture na hora de tirar a máscara para fazer a refeição.

“É importante enxergar quem está sem máscara como possível disseminador, porque existem os assintomáticos, que nem sabem que estão doentes. Então você tem que presumir que todo mundo ali pode estar transmitindo pra alguém, diz Jaques Sztajnbok, médico supervisor da UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

_116124520_covidchristmas-02-nc

6. Evitar grandes deslocamentos
Os infectologistas concordam que viagens devem ser evitadas. Quem decidir fazer deslocamentos assim, deve priorizar ir de carro, de forma a evitar as aglomerações em aeroportos, aviões, ônibus, rodoviárias e em áreas comuns de hotéis.

FOTO: REUTERS
FOTO: REUTERS

7. Antes da festa, atenção redobrada aos sintomas
Fazer uma quarentena de duas semanas (ou pelo menos de uma) e confirmar estar sem o vírus com um exame PCR 72 horas antes do encontro ajudam muito a minimizar os riscos.

Além disso, é essencial ter ainda mais atenção a qualquer sintoma.

“É muito importante valorizar todos os sintomas neste momento. Muita gente diz ‘ah, só estou com tosse, só estou com o nariz escorrendo’. Se isso não é o seu padrão, valorize e evite ir. Será uma exposição de alto risco”, diz Lapa.

8. Durante a festa, cuidado para não baixar a guarda
Em uma comemoração regada a álcool, com pessoas há tantos meses privadas de festas, o natural seria relaxar nas medidas de prevenção ao longo da noite. É aí que mora o perigo, dizem os infectologistas.

“Na prática, com o relaxamento das pessoas regado a taças de vinho, as festas de fim de ano são situações de risco — um risco enorme de termos muitos casos e mortes desnecessários por covid-19”, afirma Estevão Urbano.

“Infelizmente, temos pessoas perdendo o jogo na prorrogação — estamos perto da vacina. Precisamos fazer o último terço da caminhada até a vacina. Então precisamos cuidado para não relaxar neste momento.”

9. Encontros virtuais ou sem abraços: a recomendação da OMS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça a ideia de que não há risco zero em festas de fim de ano — motivo pelo qual famílias e até mesmo governos devem avaliar seriamente o cenário local e decidir se os benefícios sociais dos encontros festivos superam o perigo de a covid-19 avançar.

Foto: GETTY IMAGES
Foto: GETTY IMAGES

“Há (iniciativas) de baixo risco ou alto risco — mas sempre há um risco”, afirmou em entrevista coletiva recente Maria Van Kerkhove, líder técnica da covid-19 na OMS. Ela defendeu que as famílias prefiram reuniões virtuais neste ano, uma vez que a maior incidência de transmissões ocorre entre pessoas que passam muito tempo juntas, em espaços fechados e compartilhando refeições.

“É incrivelmente difícil porque, principalmente durante as festas, nós queremos muito estar com a família. Mas, em algumas situações, a decisão difícil de não ter um encontro familiar é a aposta mais segura”.

Também em entrevista coletiva, seu colega Mike Ryan, diretor de emergências da OMS, disse que encontros presenciais que ocorrerem nestas festas devem evitar abraços e demonstrações físicas de afeto.

“É algo horrível pensar que estamos aqui como a Organização Mundial da Saúde dizendo às pessoas: ‘não abracem umas às outras’. É terrível. (Mas) essa é a realidade brutal em lugares como os EUA no momento”, disse Ryan, citando como exemplo o país com o maior número de mortes e casos pela covid-19 no mundo, e onde o vírus continua circulando com força.

10. Avaliar os prós e contras não é fácil, mas é necessário
Os especialistas consultados pela reportagem entendem que as pessoas estão exaustas das restrições sociais impostas pela pandemia — e a dificuldade em decidir se vale a pena ou não se reunir em uma data tão especial quanto o Natal.

“Eu acho que está todo mundo vivendo essa dúvida (de comemorar as festas com pessoas idosas)”, diz Juliana Lapa. “Esses dias ouvi falar de uma senhora que não conheceu o bisneto e faleceu sem conhecer. É uma dúvida que a gente tem o tempo todo.”

“No mundo ideal, em que as pessoas estejam resilientes, não haveria viagens e aglomerações até haver a vacina. No mundo real, pelo menos temos de seguir as recomendações” para festas mais seguras, afirma Estevão Urbano.

Por sua vez, Jaques Sztajnbok, do Emílio Ribas, teme que o descuido nas festas de fim de ano provoque um “repique brutal” da covid-19 nas semanas seguintes. “Este fim de ano deveria ser sem os encontros natalinos”, argumenta.

“Se não houver segurança nesses encontros, que não sejam feitos. No fim das contas, o que interessa é a segurança e a saúde de todo mundo. Quando um familiar diz que o Natal é muito importante e quer encontrar a avó que não vê há muito tempo, eu falo: ‘tudo bem, mas você quer que ela morra 15 dias depois de uma doença evitável’?”

*Gráficos feitos pela equipe de Jornalismo Visual da BBC News Brasil e da BBC News Mundo.

 
Foto: GETTY IMAGES
Por: Laís Alegretti e Paula Adamo Idoeta/Da BBC News Brasil em Londres e em São Paulo

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/veja-a-lista-com-as-melhores-faculdades-de-medicina-de-acordo-com-o-mec/




Cinco casos suspeitos de reinfecção por coronavírus são investigados em MT

Cinco casos suspeitos de reinfecção são investigados em Mato Grosso — Foto: Tchélo Figueiredo | Secom

A SES não informou de quais cidades são os pacientes e nem o estado de saúde de cada um.

Cinco casos suspeitos de reinfecção pelo coronavírus são investigados e estão em análise em Mato Grosso. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), as informações sobre esses casos foram repassadas ao Ministério da Saúde.

As informações foram divulgadas pela SES nesta sexta-feira (11).

Um dia antes, na quinta-feira (10), o Ministério da Saúde havia confirmado o primeiro caso de reinfecção pela doença no país. O órgão disse trata-se de uma profissional da área da saúde, de 37 anos, que reside em Natal e trabalha no Rio Grande do Norte e na Paraíba.

A SES não informou de quais cidades são os pacientes.

Casos de Covid-19 em Mato Grosso
A SES notificou, até esta quinta-feira, 165.454 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 4.233 óbitos.

Do total, 3.684 estão em isolamento domiciliar e 156.980 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 150 internações em UTIs públicas e 165 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 37,22% para UTIs adulto e em 19% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (37.029), Rondonópolis (12.214), Várzea Grande (11.720), Sinop (8.806), Sorriso (7.197), Lucas do Rio Verde (6.612), Tangará da Serra (6.452), Primavera do Leste (5.404), Cáceres (3.659) e Nova Mutum (3.522).

Por Denise Soares, G1 MT

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

 

http://www.folhadoprogresso.com.br/maioria-dos-cursos-avaliados-no-cpc-2019-do-mec-possui-conceito-entre-3-e-5/