É preso na Colombiana piloto por roubos de aeronaves em Mato Grosso

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Sede da Polinter, em Cuiabá — Foto: Assessoria     -Piloto procurado pela Justiça de MT é preso na Colômbia

Ele foi preso na manhã de sexta-feira (5) em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 3a Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

Troca de informações entre a Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Gerência de Polinter e Capturas, Ministério da Justiça e Agência Brasileira de Inteligência levou à prisão de um brasileiro, na Colômbia, que era procurado pela Justiça mato-grossense. Ele foi preso na manhã de sexta-feira (5) em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 3a Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

O homem de 49 anos é ex-militar paulista e, após ser excluído da corporação, passou a integrar a organização criminosa que atua em São Paulo e outros estados da federação e é um dos membros mais antigos do grupo.

Piloto de aeronaves, ele foi interceptado há alguns dias pela Força Aérea Colombiana durante abordagem a um avião que trazia indícios de transporte de cocaína. Com base nestas informações, a Polícia Nacional da Colômbia entrou em contato com o Ministério da Justiça no Brasil, que acionou a Polinter de Mato Grosso para averiguar se havia ordem judicial de prisão em aberto.

A equipe da Polinter realizou diversas checagens e constatou que o homem detido na Colômbia era foragido da Justiça de Mato Grosso com extensa ficha criminal, com diversas passagens pelas polícias do estado. Ele havia recebido progressão de pena e estava no regime semiaberto, com medida cautelar de tornozeleira eletrônica, que foi desativada no mês de setembro de 2020, quando houve a perda do sinal de monitoramento.

Conforme o levantamento produzido pela Polinter, o foragido já foi investigado pela Polícia Federal sobre roubos de aeronaves e preso em novembro de 2018. Ele era encarregado de levar aeronaves até a Bolívia e outros países vizinhos ao Brasil e, além do roubo, também agia pela organização criminosa no sequestro de tripulantes das aeronaves, os mantendo em cativeiro. Um dos casos foi registrado com a aeronave de uma candidata ao governo estadual pelo pleito de 2014, cujo piloto passou 40 dias em cárcere privado sob o domínio dos sequestradores. Os aviões roubados eram usados no transporte de grandes quantidades de entorpecentes.

Em janeiro de 2007, ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar, no bairro Baú, na Capital, após tentar uma fuga cinematográfica depois de roubar uma camionete Hillux. Durante a perseguição, os policiais observaram que o assaltante contava com o apoio de um outro veículo. Além destes crimes, ele ainda possui condenações por roubo majorado e indiciamentos pelos crimes de disparo de arma de fogo, porte de arma de fogo, entre outros.

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