Novo Progresso deve receber maior participação de ICMS em 2021

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O governo do Pará divulgou no publicou, no Diário Oficial do Estado (DOE), do dia 24 deste mês, o valor provisório do Índice de Participação dos Municípios (IPM), prevendo a parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que será distribuído para cada uma das 144 cidades do Estado.

Em 2021, Novo Progresso vai receber uma maior fatia dos recursos, os produtos da arrecadação que aumentaram o índice do ICMS, foi as atividades de Comércio atacadista e transporte rodoviário de carga.

Para 2021, os índices de Participação dos Municípios mostram que 80 municípios vão elevar as cotas; em 44 os índices vão variar positivamente em até 0,0099. E 64 terão redução, sendo que em 40 o índice vai variar negativamente até -0,0099.

Maior Índice

Os municípios que apresentaram maior elevação nos índices foram: Canaã dos Carajás, Vitória do Xingu, Jacareacanga, Novo Progresso, Ananindeua, Moju, Oriximiná, Barcarena, Altamira e Santa Izabel do Pará, entre outros.

O crescimento da atividade de extração de minério de ferro fez o índice de Canaã dos Carajás crescer, bem como as atividades de criação de bovinos para corte, distribuição de energia elétrica e comércio varejista de combustíveis; em Vitória do Xingu e Jacareacanga, o aumento do índice está relacionado ao incremento das atividades de Geração e Distribuição de energia elétrica; em Novo Progresso houve o incremento das atividades de Comércio atacadista e transporte rodoviário de carga.

Menor índice

Valores menores de cota-parte em 2021 foram apurados para Parauapebas, Belém, Paragominas, Marabá, Curionópolis, Juruti, Castanhal, Almeirim, Ulianópolis e Terra Santa, entre outros.

Em Parauapebas, a queda do índice foi causada pela diminuição da atividade de telefonia móvel celular e pela redução do ICMS Verde; em Belém, houve redução das atividades de comércio atacadista e de serviços de comunicação; em Paragominas houve retração nas atividades de comércio atacadista de soja e transporte rodoviário de carga.

A economia paraense tem a base produtiva concentrada no extrativismo mineral e metalurgia básica destinados ao mercado externo e a geração de energia. No ano de 2019, o valor adicionado do Estado cresceu 6,74% em relação ao valor adicionado de 2018. Por sua vez, as exportações do Estado tiveram um acréscimo de 14,60%, em relação a 2018.

O valor adicionado mensura a riqueza gerada em determinado período.

Por:Jornal Folha do Progresso com informações da SEFA

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